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Podia ser a minha OST

por t2para4, em 30.09.14

e de mais uma série de mães/pais que conheço.

Sempre numa luta pelos nossos piolhitos.

 

 

 

All the life she has seen

All the meaner side of me

They took away the prophet's dream

For a profit on the street

 

Now she's stronger than you know

A heart of steel starts to grow

 

All his life he's been told

He'll be nothing when he's old

All the kicks and all the blows

He won't ever let it show

 

'Cause he's stronger than you know

A heart of steel starts to grow

 

When you've been fighting for it all your life

You've been struggling to make things right

That's how a superhero learns to fly

Every day, every hour, turn the pain into power

When you've fighting for it all your life

You've been working every day and night

That's how a superhero learns to fly

Every day, every hour, turn the pain into power

Oh-oh, oh, oh

Oh-oh, oh, oh

 

All the hurt, all the lies

All the tears that they cry

When the moment is just right

You see fire in their eyes

 

'Cause he's stronger than you know

A heart of steel starts to grow

 

When you've been fighting for it all your life

You've been struggling to make things right

That's how a superhero learns to fly

Every day, every hour, turn the pain into power

When you've fighting for it all your life

You've been working every day and night

That's how a superhero learns to fly

 

Every day, every hour, turn the pain into power (power, power, power, power, power)

(Power, power, power, power)

Every day, every hour turn the pain into power (Power, power, power, power)

(Power, power, power, power)

Every day, every hour turn the pain into power

 

She's got lions in her heart

A fire in her soul he's a got a beast

In his belly that's so hard to control

'Cause they've taken too much hits, taking blow by blow

Now light a match, stand back, watch them explode

She's got lions in her heart

A fire in her soul he's a got a beast 

In his belly that's so hard to control

'Cause they've taken too much hits, taking blow by blow

Now light a match, stand back, watch them explode

 

When you've been fighting for it all your life

You've been struggling to make things right

That's a how a superhero learns to fly

Every day, every hour, turn the pain into power

When you've fighting for it all your life

You've been working every day and night

That's a how a superhero learns to fly

 

Every day, every hour, turn the pain into power (power, power, power, power, power)

Oh, yes (power, power, power, power)

Every day, every hour, turn the pain into power (Power, power, power, power)

 Ooh, yeah Whoa (power, power, power, power)

Every day, every hour, turn the pain into power

When you've been fighting for it all your life

You've been struggling to make things right

That's how a superhero learns to fly


Read more: Script - Superheroes Lyrics | MetroLyrics

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publicado às 11:15

Meio a meio

por t2para4, em 21.09.14

Ao olhar para as piolhas, com olhos de fora, tentando afastar o meu olhar de mãe, vejo duas crianças que são obcecadas por poneis (nem sei definir se será algo saudável ou não, visto que o dominio do inglês vem daí bem como o de ferramentas informáticas e controlo do teclado real e virtual), que continuam a manifestar dificuldades em chegar-se a grupos, que estão muitas vezes sozinhas no seu mundo e que ainda têm estereotipias (o handflapping, deus meu, o raio do handflapping).

Por outro lado, esse mesmo olhar, mostra duas crianças que são já capazes de brincar com os seus pares e até crianças mais novas, seguir regras implícitas de jogos sem que estas lhes tenham sido explicadas, saber estar em pequenos grupos, querer fazer as mesmas atividades que outras crianças, tentar acompanhar a mesma linguagem (apesar de aqui a balança ainda pender para outros campos).

Se por um lado, me regozijo e fico imensamente feliz e parece que tão longe vão os tempos do não falar; por outro lado não sei quanto caminho ainda me/nos falta percorrer... E, ainda não sei se festejo um bocadinho ou se chore um pouquinho...

Odeio-te autismo.

 

 

 

PS - Tenho comentários para responder, peço desculpa pela demora, mas tentarei fazê-lo o mais breve possível. O regresso às aulas deveria ser mais pacífico mas o final da semana não foi lá muito nosso amigo...

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publicado às 20:46

Depois de toda a preparação para a rentrée escolar, só faltavam mesmo estes pequenos e amorosos detalhes. Agora sim, as mochilas estão personalizadas.

 

 

 

 

 

 

 E, pronto, espero que os seus companheiros de estudo/brincadeira/aventuras/imaginação auxiliem num bom ano letivo...

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publicado às 22:47

Cortes de cabelo - cortei o meu...

por t2para4, em 14.09.14

... a mim mesma.

 

Já tinha pensado nisso há uns anos, quando nasceram as piolhas. O meu lindo cabelo pré-parto ficou uma boa porcaria quando nasceram as piolhas e sei lá quantas vezes pensei em cortá-lo eu mesma, em casa, já que sair de casa, na altura era uma tarefa hercúlea, levar as piolhas comigo nem pensar, deixá-las com alguém ainda custava e eu frequentava um cabeleireiro que não fazia marcações. Mas, não tive coragem. Aliás, nunca mais pensei no assunto até ver, uma vez, uma mamã de um fórum que eu frequentava, tê-lo feito. Mas não gostei muito de ver toda a trabalheira que o processo envolvia e a ideia perdeu-se.

Depois, recentemente, alguém sugeriu que fizesse um corte ao estilo bob (que não me assenta bem porque senão ela ficará mais pirâmide que bob) e, quando perguntei à cabeleireira o que achava de eu mudar de corte, perguntou-me porquê já que andava sempre com ele preso. Confesso que fiquei muito triste e não cortei o cabelo.

Entretanto, coisas do destino, vi este post. E o meu primeiro pensamento foi "fogo, esta mulher é do caraças. Tomara eu a coragem dela e, ainda para mais, o cabelo ficou maravilhoso". Mas, a verdade é que já etve bem mais longe... Mas jamais cortar o meu tão curto e, muito menos, ter aquela trabalheira toda. Iria acabar o dia toda torcida e com torcicolos em todo o lado.

Fiz umas pesquisas no youtube para cabelos compridos e escadeados, cheios de jeitos e vontades próprias, como o meu. E deparei-me com este video:

 

 

Esta rapariga tem imensos vídeos com tutoriais para penteados e tranças. Deduzi que fosse mais pró que outras e vi o video algumas vezes. Achei o processo super simples e rápido, exatamente ao meu gosto.

Dormi umas noites sobre o assunto e fui pensando muito bem. O pior que me poderia acontecer era ter que ir de urgência à cabeleireira emendar o meu erro.

Arrisquei.

 

 

Como podem verificar, não cortei muito, foi mais dar um jeito às pontas. Mas, ao contrário do que indica o vídeo, eu optei por dar uma aparadela ao cabelo que ficou preso abaixo da linha das orelhas.

Segui as instruções direitinho e, no final, hidratei bem as pontas com sérum e deixei secar naturalmente. Só utilizo secador no inverno e o  mais rápido possível para evitar ganhar um volume desmesurado.

 

antes:    

 

depois:

* molhado, no próprio dia

 

*seco, já depois de umas quantas lavagens uns dias depois

 

 

 O cabelo ficou exatamente como tinha idealizado: bem mais escadeado mas sem ter um aspeto fino e fragilizado; solto e natural, permitindo que os jeitos, remoinhos e ondas que sempre teve não se destaquem à toa num corte certinho; continuo a conseguir prendê-lo (o que me dá imenso jeito nas minhas aulas de yoga e caminhadas). Não percebo porque nunca me fizeram mais camadas no escadeado e, pior, porque, tantas vezes recorriam à navalha, o que me danificava o cabelo.

 

Reações?

Bem, tive tudo, como na farmácia: as piolhas não notaram nenhuma diferença; o marido ficou em estado de choque por eu ter feito tamanho disparate (cortar o cabelo em casa, sozinha), algumas colegas acharam um ato de coragem, uma amiga adorou, a minha mãe primeiro disse que estava giro e quando lhe disse que tinha sido feito por mim mandou-me logo ao cabeleireiro emedar as asneiras... Eu gosto. E muito.

 

A cor que tenho agora é da Garnier, castanho tiramisu. Confesso que não morro de amores por ela e, assim que tenha pachorra, volto aos meus belos tons de castanho chocolate. Ou, então não. Logo vejo. Depende das andanças e das vontades.

 

Podia ter-me dado para pior. Mas correu bem ;)

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publicado às 16:37

O nosso regresso às aulas

por t2para4, em 14.09.14

Acaba por ser um regresso geracional: o da mãe e o das piolhas. Com importâncias diferentes, com paixões diferentes, com objetivos diferentes, mas no mesmo caminho e, este ano, ate na mesma escola (pelo menos, para já).

 

A nossa preparação envolve uma logística em que todos têm que colaborar.

 

Regresso às aulas das piolhas:

 

O 1º passo foi verificar o que poderia ser reaproveitado do ano anterior e, mesmo que não seja utilizado este ano letivo, possa servir mais tarde. Como esperava, sobrou imenso material que aproveitei já e reaproveitarei no seu devido tempo:

- canetas de feltro que usaram durante todo o verão para os seus desenhos;

- lápis de cor quase novos que subsituirão os atuais que estarão diminutos no final do 2º período;

- lápis de cera ainda novos que servirão quando forem pedidos (para já estão guardados);

- como as piolhas quiseram uma mochila nova (SportZone Outlet por 0,80 € - sim, leram bem, oitenta cêntimos), as do ano anterior, que estão novas, estão guardadas para anos vindouros;

- estojos a uso (este ano não usarei o sistema de ter tudo a molho numa caixa mas sim um estojo para cada tipo de material, já que, estojos é coisa que não falta nesta casa, nem sei bem porquê)

- material de escritório (ainda tenho caixas de material do tempo em que tive um centro de explicações, por isso, siga)

- cadernos por acabar que serão utilizados nas férias para rever matéria e fazer exercícios extra.

 

O 2º passo foi, a pedido das piolhas, imprimir as etiquetas de identificação com os motivos desejados (poneis, claro). Optei por colocar além do nome, também a turma e o ano letivo.

 

O 3º passo é simples de imaginar: etiquetar tudo e mais alguma coisa, escrever os nomes delas em todos os lápis/canetas/afias/etc com caneta de acetato fina, identificar estojos e mochilas.

 

O 4º passo é concebido pelo pai: abrir a mesa da cozinha, munir-se de material variado (régua, tesouras e película autocolante) e encadernar todos os livros que ainda dão a módica quantia de 20 manuais no total, sem contar com o dicionário.

 

O 5º passo é, então, rever a lista de material e verifcar se está tudo em ordem e colocar tudo nas mochilas.

 

O 6º e último passo é comigo: atualização de dados (costumo fazer-lhes uma entrevista antes de cada ano letivo e colar no seu caderno de articulação) e algumas considerações acerca da sua evolução (ou não) durante os meses de pausa letiva.

 

 

 

 

 

 

 

 Et voilà, está tudo pronto para o grande dia. Só falta fazer um pequeno porta-chaves dos poneis escolhidos pelas piolhas para diferenciar as mochilas (e são giríssimas ou não?)

 

 

Regresso às aulas da mãe:

 

O 1º passo é acreditar que vai mesmo regressar às aulas, ainda que com um horário miserável e um ordenado para lá de miserável, e, a todo o custo, encontrar um part-time para as manhãs.

 

Depois de me regozijar, porque fico obviamente feliz por dar aulas!, tenho de me organizar e, ao contrário do ano anterior que ainda cedi à tentação, este ano, não irei comprar absolutamente nada.

A grande mudança vai ser a nível de papelada. Tudo o que eu fizer (identificação dos alunos, avaliação, sumários, etc.) será no meu computador e não terei nenhuma versão em papel.

Para as reuniões e restantes burocracias, usarei cadernos que por cá tenho bem como lápis e canetas (do tempo em que ainda ia a ações de formação de editoras).

A fazer investimentos em materiais, só em manuais ou material informático.

E pronto, também está feito.

 

O grande truque para se conseguir poupar algum dinheiro na rentrée escolar é mesmo verificar o que pode ser reaproveitado, ir fazendo compras de material de desgaste ao longo do ano (aproveitando promoções e descontos), fazer em casa em vez de pedir para fazer (impressão de etiquetas de identificação, plastificações, etc), tratar bem o material para que este dure (lavar mochilas/estojos/lancheiras, verificar fechos e ver se compensa mandar arranjar ou comprar novo, etc.), reaproveitar sobras de lápis ou canetas para usar em casa e utilizar o material novo na escola. São alguns exemplos que nos permitem alguma flexibilidade cá em casa.

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publicado às 15:52

"Inclusão" - vale a pena ver

por t2para4, em 14.09.14

É com um orgulho imenso que publico no t2 este vídeo. Conta com a participação de várias mães com quem tenho o prazer e o orgulho de poder falar, dialogar, desabafar, pedir conselhos, trocar ideias.

São mães que desbravaram imenso caminho e que andam nestas lutas, tantas vezes inglórias, pelos direitos dos seus filhos, que, neste momento, acabam por se estender também às minhas. É abusrdo ter que lutar por algo que é um dado adquirido mas elas cá estão. E eu a elas lhes agradeço imenso. Por tudo: pelo exemplo, pela força, pela garra, pela coragem, pela sabedoria. E por me transmitirem tudo isso.

 

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publicado às 15:36

As perspetivas laborais mostravam-se negras, negras como a noite... Muitos atrasos, demasiadas listas, demasiadas ofertas longe, poucas ofertas perto para demasiadas respostas, mais uma série infindável de listas, mais candidaturas para aqui e para acolá, mais apresentações ao agente de liberdade condicional por estar com termo de identidade e residência técnico do centro de emprego, mais subsídio de desemprego a acabar e e e e e e e e e.... demais. Demais.

Nervos, muitos nervos, dores nas costas, torcicolos, ansiedades e recurso ao victan para conseguir dormir depois de 2 noites em claro e de leituras até às 3h da manhã...

E, de repente, parece que tudo acontece ao mesmo tempo: continuação de um projeto que já fiz no ano letivo anterior; apresentação de dois novos projetos; colocação em horário de AEC. Tudo junto parece muito mas não é. Não chega sequer ao salário mínimo nacional mas, well, it's a start.

 

Por isso, para já, muuuuuuuiiiiito devagarinho, as coisas vão-se compondo e eu já começo a conseguir respirar de forma menos pesada.

 

 

 

 

 Daqui por uns meses, provavelmente, terei outro tipo de discurso mas, "quem corre por gosto não cansa" e, tendo em conta as minhas prioridades (as piolhas, obviamente, e o seu percurso e evolução - avizinha-se mais um ano de luta), cá estou, ansiosa para entrar pelos portões de uma escola como "teacher".

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publicado às 22:51

Ringtones

por t2para4, em 05.09.14

Tem sido uma semana de loucos, com muita ansiedade, más notícias, etc. Vamos lá a arrebitar senão damos todos em malucos.

Ora, já que mudamos um pouquinho, mudei o ringtone do meu telemóvel. E mudei-o para uma música espetacular que adoro imenso. Claro que o toque do telemóvel é só a bridge+refrão e não a musica toda.

 

É esta:

 

 

 

E quem nos lê? Que toques têm nos vossos telemóveis? Preferem os das marcas ou personalizam, como eu?

Contem-me tudo! E sigam-nos também no facebook!

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publicado às 13:18

O cúmulo da ironia

por t2para4, em 02.09.14

É ter de responder a um dos subcritérios do concurso de professores, na área da Contratação de Escola, "Experiência profissional em Unidades de Ensino Estruturado de apoio ao autismo", com zero dias apesar de ter dois relatórios médicos que dizem que a minha experiência conta já com mais de 2556 dias, de a minha sala ser muitas (demais!) vezes palco de salas de terapias, de ensino estruturado, etc etc etc etc. A experiência como mãe de duas crianças com autismo não conta, não é contabilizada, não serve para nada.

Tenho a casa aberta para visitas do MEC.

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publicado às 16:25

Setembro (suspiro)

por t2para4, em 02.09.14

Funciona quase como um janeiro: é tempo de retomar rotinas, de estabelecer estruturas, de regresso às aulas, de verificação de materiais escolares, de elaboração de listas e listas, de conhecimento, de adaptação.

E de tratar de arranjar um trabalho até ao próximo ano. E de começar o mês com uma pressão sob a cabeça.Foi a vida, foi a profissão que escolhi, poderão dizer-me, mas, é uma profissão que, apesar de trabalhosa e de mal vista neste momento, me realiza, me preenche, me dá a certeza de que estou a fazer algo certo.

Comecei a semana com más notícias, escolhas erradas, decisões precipitadas. Vou respirar fundo, contar outra vez e recomeçar tudo. Porque tem de ser. 

 

 

 

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publicado às 13:54

O adeus às férias grandes

por t2para4, em 31.08.14

We intend to. Seize the day :)

 

 

 

 

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publicado às 08:43

Resposta à tal adivinha difícil

por t2para4, em 24.08.14

Lembram-se desta adivinha?

 

Há 2 respostas corretas e ninguém chegou lá.

 

Resposta 1:

 

Um balão/elevador dos poneis, claro.

 

Resposta 2:

 

Um parque para as LittlestPetShops, com a participação do nosso Silvestre.

 

 

 

Para crianças que tinham zero de jogo simbólico e mal sabiam brincar, estamos muito bem, não acham? A imaginação é uma coisa fantástica.

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publicado às 21:24

Chaos in the morning, hmmm, delicious

por t2para4, em 23.08.14

(suspiro) É desta que me dá uma coisinha má.

Desde 2ª feira que não sei o que é dormir uma noite completa, não ter insónias, não acordar preocupada com febres ou afins. Agora que não há febre, a noite foi atribulada por causa de dores de ouvidos que desapareceram miraculosamente de manhã (go figure...).

Mas a melhor parte do dia (e ainda só são 10h30) é mesmo sentir um cheiro estranho pela casa toda e não associar a quê, levantar-me e deparar-me com...

- as piolhas cheias de verniz das unhas verde-azulado no pijama, cara, braços, pernas, etc.

- a mesinha de centro cheia de verniz e top coat em forma de pegadas de poneis

- poneis totalmente pintados de verniz

- barbies com cores de cabelo tout à la mode

- a minha carpete com pintas de verniz

- toneladas de toalhetes no caixote do lixo mais verde-azulados que brancos

 

Resultado:

- uma dor de cabeça brutal por causa do cheiro (e abri logo as janelas)

- metade de um saco de discos de algodão usado na remoção do verniz

- pijamas no caixote do lixo

- mesinha de centro a precisar de algo que lhe dê brilho depois de levar com litros de acetona em cima

- poneis e barbies nem lhes mexi

- salvamento da carpete (yes! consegui)

 

E, agora, a pergunta dos 100 mil euros: por que raio só lhes puxa o coiro para fazer disparates deste género, a sério? Quando nao se besuntam de creme para os  lábios no cabelo, dá-lhes para isto... E piora sempre quando recuperam de maleitas! Não devem ser da mesma estirpe das minhas...

aiii, vou precisar de tirar férias das férias...

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publicado às 10:53

Ler antes de agir

por t2para4, em 19.08.14

 

Eu acredito que as intenções possam ser as melhores, mas há casos e casos... Por mim, prefiro que falem comigo antes, em vez de abordarem as piolhas.

 

 

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publicado às 12:03

São as férias das piolhas

por t2para4, em 18.08.14

Não estamos de ferias. E há várias razões para isso, incuindo a económica.

Mas, independentemente do que nos impede de fazer malas e sair por um fim de semana que seja, quero que as piolhas achem que estamos de férias, melhor, quero que elas se sintam de férias.

Estas paisagens maravilhosas das fotos ño blog ou no facebook do blog são quase ao lado de casa, dentro do distrito de Coimbra. Numa manhã temos viagens e praia feitas, evitando assim as horas de sol a pique - aproveitando as horas de sol suave e saudável - e a confusão de pessoas que, entretanto, vem chegando.  
O marido tem trabalhado que nem um louco, em turnos completamente alucinados, pois o desemprego está de novo na minha pele... (que, apesar de tudo, espero ter resolvido já no próximo mês). Nessa altura, está prometido, iremos passar um fim de semana fora, agendado há imenso tempo e que aguardo com impaciência!!!
Seja como for, não deixa de ser bom para as piolhas perceber que a sociedade tem regras bastante distintas, que há profissões que não seguem o calendário escolar, que os pais fazem de tudo para lhes proporcionar memórias felizes e fantásticas. E, às vezes, como é o caso agora, é só uma questão de redescobrir o que existe aqui ao lado...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 (apesar de não identificadas, todas as fotos são da minha autoria)

 

E, as férias grandes, também são isto: passeio, trabalhos escolares para não se esquecer o que se aprendeu, almoços/jantares em casa da avó, brincadeiras até à exaustão no jardim, idas ao parque, visitas a monumentos, compras, aviar recados com a mãe e estarmos juntas 24/7 até ao regresso às aulas. Um regresso às minhas férias grandes da infância.

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publicado às 21:16

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