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Previsões para esta semana

por t2para4, em 19.01.15

Ora, deixa cá ver, então, as previsões para esta semana:
- avaliação de Terapia Ocupacional (1h cada piolha no HPC);

- leitura do manual "Reading & Writing" de apoio a terapia ocupacional;

- realização de exercícios oro-motores (que deveriam ser todos os dias mas as piolhas detestam fazer e eu ainda não pensei numa forma de as cativar sem que envolva a compra de brinquedos ou cenas associadas a My Little Pony ou Sofia the First);
- elaboração e conceção de testes de diagnóstico + materiais para os cursos de línguas e aulas + aulas + marcações de sessões;

- contacto de formandos e alunos + burocracia adjacente + papel e toner não me falhem
- tecidos alinhavados e desenhados, amontoados, à espera de serem pintados, cosidos e transformados em algo útil e bonito;

- housekeeping (porque desta não me safo);

- continuação do trabalho de um dos projetos que abracei em 2014 e que, na realidade, tem estado muito parado;

- reuniões e recolha de informações e necessidades para as ações relativas à consciencialização do autismo 2015.

 

Oh dear God, I' gonna need a whole loooooooot of coffee....

 

 

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publicado às 23:23

Tagarelice #41

por t2para4, em 18.01.15

Já nos rimos tanto à hora de jantar. E explicámos à piolha que, às vezes, rimos com prazer de coisas tolas ou erros que damos, não tem que ser um riso mau.

 

Perguntava-me ela que sopa iria fazer amanhã para o jantar e respondi que seria sopa de legumes. E ela sai-se com esta:

-Ah, produtos horto-cólicas, como na roda dos alimentos.

 

Também tem razão. Há alguns legumes que causam cólicas mas este não é bem o termo adequado. Lá corrigimos, embora ainda tenhamos vontade de rir com este neologismo.

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publicado às 20:18

Lentes de ver ao perto ou microscópio

por t2para4, em 18.01.15

Há uns meses atrás, não resisti e comprei um microscópio da Science4you na Fnac. O meu entusiasmo inicial e impulsivo não estava a conjugar-se com a maturidade das piolhas para tal coisa, portanto, foi ficando na caixa. Até hoje.

Hoje está um dia perfeito para chocolate quente e marshmallows, TV até queimar os neurónios, pijama de manhã à noite. Olhei para a estante e decidi que era hoje que iríamos experimentar o microscópio.

 

Então, eu - gaja de letras - lá tentei meter a máquina em posição e ver como se analisaria uma asa de mosca (oferta incluída no pacote de análise, por assim dizer). As piolhas foram ver o livrinho e maravilharam-se com as restantes ofertas da Science4you, como a fábrica de sabonetes e de perfumes (pindéricas!), queriam lá saber da asa da mosca (blharc). A custo, lá conseguimos todas ver a asa e admirar os seus contornos, que, afinal, até é bem giro.

A certa altura, o pai teve que intervir, pois, como gajo experimentado nestas cenas dos microscópios e análises (cenas do seu curso de Química), lá descobriu que nós - nabas - não estávamos a usar a luz corretamente. Depois de tudo em ordem, lá revimos a asa - uau!!!! - e decidimos ver um fio de cabelo ainda com o respetivo folículo. É fantástico. As piolhas lá descreveram o que viram, tentaram fazer um desenho e eu consegui uma foto.

 

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 Apesar de ter sido uma experiencia interessante, ainda não denoto grande entusiasmo por parte das piolhas, por isso, o microscópio voltou à caixa e aguardará por uma melhor altura, talvez, férias da Páscoa, onde teremos mais tempo e mais materiais para analisar e desenhar. Temos que esperar um pouco por alguma maturidade, mesmo com brincadeira à mistura.

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publicado às 14:10

Querida Fagor, caso ainda não te tenhas apercebido, o objetivo máximo/único/principal de uma máquina é proporcionar menos trabalho/chatices/dinheiro gasto ao ser humano. Por isso, a máquina de lavar louça da gama AiS da classe energética AAA - que custa os olhos da cara - deveria, no mínimo, cumprir estes requisitos. E, no mínimo, servir para o que foi criada, ou seja, lavar louça. E, ao fazê-lo, já que tem portas e borrachas e vedantes, não atirar água cá para fora como se estivesse a brincar numa piscina pública.

 

Querida Fagor, a tua bela porcaria de criação, encharcou-me a cozinha, pela enésima vez. Só que, hoje, foi mais requintada na sua malvadez: inundou-me a cozinha. Literalmente. Havia água quase até à porta do corredor. Tivemos - eu e o marido - que varrer o excesso de água para a varanda (ainda bem que chovia senão o vizinho do andar de baixo iria queixar-se, e com razão, que lhe caia água à toa na varanda dele) e aspirar o excedente, deixar enxugar tudo para voltar a lavar o chão, a ver se o cheiro a gordura e o nojo que metia à vista desaparecia. E isto aconteceu pouco antes de eu ir trabalhar.

 

Querida Fagor, como deves entender, boa publicidade da minha parte NUNCA terás. Fosse eu americana e trataria de te processar, ganharia o processo e ainda uma indemnização por ter que andar a limpar água do chão da cozinha, estando eu toda bem vestidinha e maquilhada. E ainda pediria mais dinheiro por danos morais, dado que a raiva que sinto de cada vez que me encharcas o chão não pode ser saudável. Mas, sendo eu portuguesa, só te garanto isto: aquele belo monte de plástico/lata/tubos dará uma EXCELENTE GARRAFEIRA no meu arrumo e nunca nunca nunca jamais em tempo algum voltarei a comprar o que quer que seja desta marca. E nunca mais porei aquela porcaria a trabalhar.

Mark my words: assim que possa, a tua presença na minha cozinha dará lugar a uma concorrente que me conquistou o olho, o coração e a carteira pela relação qualidade/preço e ficará comum aos restantes eletrodomésticos: Indesit.

 

Tenho dito.

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publicado às 20:50

Na sequência destes meus resultados em análises e exames, decidi, por minha conta e risco, repetir o hemograma com contagem de plaquetas.

No entretanto, enquanto esperava pela repetição de análises, optei por não ficar somente à espera e apostei na melhoria da nossa alimentação. A nossa alimentação, por si só, já é variada e saudável, mas achei por bem reforçar os verdes escuros e apostar em alimentos que fortalecessem o sangue. Além disso, larguei de vez os antidepressivos (e tenho-me sentido maravilhosamente - o único senão é a cabeça que não pára de pensar em tudo e mais alguma coisa na hora de dormir, o que me força a considerar meditação ou uma boa leitura (algum estudo americano sobre autismo, por exemplo), ou exercício físico - , regressei ao yoga e recomecei as caminhadas. Tem-me feito muito bem.

 

Assim, depois de aguardar pela limpeza natural de medicamentos do meu organismo (estive engripada na semana passada e abusei um pouquinho nos antigripais), decidi-me a fazer novo hemograma hoje. Quando abri o envelope nem pude acreditar. Tenho os melhores resultados de sempre!! Há anos que não tinha valores tão bons e tão dentro das referências!! Os meus glóbulos brancos e vermelhos estão com os seus exércitos em boa contagem e as plaquetas estão um must. Já precisava de ter um pouquinho de sossego mental.

 

Portanto, a nível sanguíneo está tudo em ordem. Falta apenas descobrir que raio de massa é que anda a tentar fixar-se na minha mama direita, agir em conformidade e, tão cedo, não quero - nem preciso! - de mais sustos destes! Em março, nova ecografia mamária. E espero poder falar de forma tão descontraída e aliviada como hoje.

 

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publicado às 22:02

Parece um slogan e podia ser mas, de facto, é a realidade dos nossos computadores cá em casa. Se pudermos ajudar, contribuir, enriquecer uma causa, uma pesquisa, um estudo, uma procura, por que não?

Assim, fazemos parte da equipa portuguesa que apoia a pesquisa para uma cura de várias doenças em estudo (Alzheimer, Parkinson, Huntington, entre outras) que tenham relações com proteinas - para já, dado que não há estudos fidedignos nessa área, o autismo não entra, nem como doença, nem como desordem. Os nossos computadores ficam ligados 24/7 (só desligamos para as atualizações necessárias), por isso, faz todo o sentido participar e ajudar.

 

Como podemos ajudar?

Toda a informação está disponível nesta página http://folding.stanford.edu .

Basicamente, precisamos de ter o computador ligado à net e, através da aplicação da página, o processador do nosso computador fica a trabalhar para um projeto que esteja presente e que tenhamos escolhido (nós escolhemos "any disease"). O pc não fica lento nem gasta mais energia tola por causa disso; podemos ter a aplicação a correr enquanto fazemos o habitual no nosso computador : ir à net, trabalhar em word, editar imagens, etc etc etc. Aliás, estou agora mesmo a escrever este texto, com o pc nos joelhos só ligado na bateria, com a aplicação a correr e não noto diferença. É perfeitamente seguro: não há acesso a nada no/do nosso pc a não ser à energia do processador.

 

Estou bastante entusiasmada com isto, confesso. Não é lá grande coisa mas, tal como já disse, se pudermos contribuir com um pouquinho, muitos pouquinhos já fazem muito e isso pode significar um passo gigantesco no caminho de uma cura.

 

 

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publicado às 18:18

Obtusismo

por t2para4, em 07.01.15

Mentalidades extremistas e incapacidade de discernimento saudável.

Há coisas que nunca irei entender, por muito que me esforce.

 

in Dessins de Presse Satirique

 

 Aujourd'hui, moi aussi, je suis Charlie. Parce que, dans ce monde cahotique, il y des choses qui ne font aucun sens.

Ni aujourd'hui ni jamais.

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publicado às 21:18

O email do blog

por t2para4, em 05.01.15

Costumo utilizar bastante o email do blog quando quero dar a conhecer a nossa história (já agora, para quem não está a par, basta ler as informações sobre nós, sobre o blog ou o perfil), para me comunicar com outros bloggers, para contactar entidades/pessoas/etc. relacionadas direta ou indiretamente com o autismo, para realizar tarefas (participar em workshops online, atividades, etc.) que possam vir a tornar-se úteis no meu/nosso trabalho com as piolhas.

 

Posto isto e, porque não ando na blogosfera propriamente desde ontem e acho que o t2para4 mostra bem o empenho e evolução que foi tendo ao longo do tempo (fiz questão de não alterar o que foi ficando para trás, exatamente por isso) bem como o objetivo fundamental para o qual foi criado está bem conseguido, incomoda-me imenso que, quando teço algum comentário ou me inscrevo em alguma modalidade que peça um email e eu ceda o do blog, aconteça uma de várias coisas:

- pergunta direta de "quem és?". Eu respondo agora: sou a mãe e a blogger do t2para4. Não preciso nem quero dizer o meu nome nem o da minha família nem dar a morada nem o número de telefone nem o raio que parta. Se eu envio um email onde me identifico corretamente, onde falo de um assunto sério, onde me mostro a minha disponibilidade para a/b/c e até termino com o meu 1º nome, não percebo porque razão alguém precise de saber mais detalhes da minha vida. Nada do que escrevo nos emails enviados pode sequer roçar a fraude ou whatever.

- não há resposta. A sério? Estamos na escola primária? Do mesmo modo que eu respondo, mesmo que tarde, a todos os que me contactam, acho que o mínimo exigido deveria ser uma resposta de volta, mas tudo bem.

- não aceitar o email e, por conseguinte, não aceitar inscrição, etc. Ora, se uma determinada inscrição, não pede dados pessoais e não há nenhuma informação em contrário acerca do uso dos nossos blogs, por que razão não hei de ser a t2para4?

- quererem conhecer-me antes de decidir se se aceita uma inscrição/proposta de divulgação sobre o autismo/etc. É mesmo necessário quererem ver a minha fronha para partilhar um texto? É mesmo necessário fazer um currículo vitae e apresentar um NIF para escrever meia dúzia de palavras sobre o autismo/partilhar um post/tecer um comentário? A sério?

 

 

Ora, sendo eu uma gaja de letras e com muitas horas de séries policiais nos olhos/cérebro, deduzo que, se calhar, estas pessoas devem achar que o autismo é uma "doença" estranha, altamente contagiosa que pode lançar um vírus no pc que passa para as pessoas (uuuuuuuhhhh, me-do); que, se calhar, no meio de pseudo campanhas a favor de a/b/c, o autismo não é "in", ou seja, temos que sensibilizar para aquilo que dá bués visualizações e comentários, né?; o esforço de quem tenta fazer uma vida normal e, portanto, no meio de tanta foto e pedaços de vida pessoal espalhados neste blog, ainda se acha que estamos a fingir ou a fugir de algo, não é o suficiente para se ser aceite num workshop ou fazer parte de uma mailing list.

 

 

E, como uma das minhas muitas resoluções pré e pós 2015 passa por me afastar do que não interessa, deixo estas considerações: I don't care.

 

- Irei continuar a sensibilizar como puder, com quem quiser - no strings attached!

- Workshops? Em vez de os fazer online, faço-os presencialmente. É muito mais interessante e ainda fico com um certificado no final (valha ele o que valer)

- Continuarei a dar o email do t2para4 e a identificar-me com o t2para4 sempre e quando se aprouver, sempre que fizer sentido para mim e para as piolhas (ainda que, para o comum dos neurotípicos não faça).

 

Done.

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publicado às 20:39

Momento coreográfico de hoje

por t2para4, em 28.12.14

As piolhas passaram parte da tarde a fazer danças quase acrobáticas, com saltos e pinotes e piruetas e rodas e tentativas de espargata e mais saltos e pinotes.

À hora do banho, denoto que, a par da coreografia, há também música. E fez-se luz. As piolhas passaram a tarde a dançar, ao som mental da canção "Chandelier", que, na ótica de uma delas "é uma dança tonta" mas aparentemente divertida, cuja música fica no ouvido.

 

 

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publicado às 21:58

Modo reflexão ativado

por t2para4, em 26.12.14

 Estamos naquela semana crítica, aquela que se aproxima rapidamente do final do ano e que quase nos impele (obriga mesmo!) a criar resoluções que são tão firmes como castelos de vento.

2014 foi um ano horrível. Se eu pudesse, apagaria metade do ano, de forma irreversível. Na outra metade, talvez usasse aí uns 10% de photoshop. Que ano...

 

Há já algum tempo que pondero numa série de situações; algumas das minhas resoluções/objetivos até já começaram a ser postos em prática. No entanto, há coisas que, face ao vivenciado este ano, terão que mudar de forma inequívoca em 2015. Terei, como se lê nas milhentes quotes espalhadas por esse mundo cibernético, 365 dias para reescrever um novo ano nas suas respetivas páginas em branco. E tenciono fazê-lo. Às vezes devagar, outras depressa; por vezes em segredo, outras em público; às vezes sozinha, outras em família ou grupo. Either way, muito terá que ser alterado, muito terá que ser mantido, tudo terá que ser motivo de reflexão (pensativa ou emotiva, mas de reflexão).

 

E desse lado também se reflete? O que se espera para 2015?

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publicado às 19:52

Feliz Natal, by piolhas

por t2para4, em 20.12.14

“Desejamos a todos um Feliz Natal com amor, paz, saúde e algumas prendas”

 

Votos sinceros da família t2para4, nas palavras sábias das piolhas.

 

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publicado às 14:02

Postal de Natal 2014

por t2para4, em 15.12.14

Como já vem sendo hábito, todos os anos,desde que as piolhas nasceram que fazemos os nossos postais de boas festas (exemplos aqui e aqui). Ainda que quem os receba, impressos ou por email, nem o note, a verdade é que há muito mais por trás dos desenhos e purpurinas.

Inicialmente, trabalhávamos a motricidade fina, a imaginação e o jogo simbólico, os diálogos do género pergunta/resposta com tempos, a atenção conjunta. As piolhas não se apercebiam que estavam a trabalhar e, convenhamos que, usar purpurinas ajudava imenso a manter o interesse na tarefa.

Este ano, a elaboração do postal coincidiu com o ataque de varicela a uma das piolhas (até a Angelina Jolie quis imitá-la) pelo que optei por utilizar outro tipo de materiais e concepção diferente.

Este ano trabalhámos a motricidade, atenção conjunta, troca de turnos à mesma mas de forma mais simplista.

 

Para o nosso postal precisamos de:

- sobras de cartolinas coloridas

- lápis de carvão

- cola

- cola glitter

 

Então , mãos à obra! Uma piolha fez e recortou a árvore de natal, a outra contornou e recortou os anjos e eu ajudei nos dizeres e uso do glitter (antes que se tornasse um abuso). Depois foi deixar secar et voilà, o nosso bonito e brilhante postal de boas festas. Está lindo na nossa lareira.

 

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A nossa lareira no Natal fica assim, cheia!  Postais, meias, presépios, músicas de Natal. Faz tudo parte!

 

E quem nos lê, também enviam postais de boas festas? Compram ou fazem ou tiram da net? Partilhem!

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publicado às 20:51

Update das maleitas infantis

por t2para4, em 13.12.14

A piolha tem sido uma valente, até o pai reconhece isso.

Os últimos dois dias foram os mais complicads, pois, além da febre, houve muitas bolhas novas a rebentar e muita muita comichão. Mas ela lá se manteve impenetrável, a dar leves palmadinhas nas zonas de comichão para evitar coçar. Tomou dois banhos tépidos e bezuntei-a de óleo d'Aveia umas três vezes. Melhorou. À noite, depois do segundo banho, cansada e martirizada, chorava enraivecida e resmungava "eu faço assim e assim e elas não passam, as comichões estão sempre cá, todos os dias" (ela é bocado drama queen, por isso, relevemos algum exagero).

 

Hoje temos piolha nova. Pouca coceira, mais sinais de melhoras, pequenas crostas a formarem-se e pomada cicalfate em ação.

Como ainda precisei de ir dar uma aula, as piolhas foram a casa da avó, todas contentes (principalmente a vítima da varicela) por sair de casa - ainda que seja para se enfiarem noutra. E conseguimos fazer muita coisa!

- vimos as luzes de Natal da localidade, pela janela do carro (não convém apanhar frio ainda!)

- elaborámos o nosso postal de "Boas Festas"

- pensámos numa ementa fixolé para o jantar (rolinhos de salsicha, rolinhos mistos e pasteis de delícias do mar + sopa de aletria)

- vimos filmes giríssimos na TV

- brincámos imenso!

 

O que segue é o básico: banho + óleo + cicalfate + lavar dentes + mimo + cama. E depois, depois o comando é todo meu, o sofá é todo meu, a almofada é toda minha, a manta é toda minha. E vou permitir-me a fazer stand-by aos neurónios durante um pouco.

 

Agora um pedido básico e simples: sra d. varicela, faça o favor de contagiar já a mana da piolhas. Posso deixar alguns bons argumentos: ainda tenho a escala de serviço ativa, queremos passar as festas sem preocupações com a febre nem banhos nem óleos nem coceiras, um intervalo de 10 a 15 dias é demasiado e coincide com o regresso às aulas o que implica depois mais TPC para ela fazer em casa e ficar sem a irmã - o que só tem a sua piada no 1º dia, depois começa a tornar-se confuso e complicado porque as piolhas sentem-se incompletas uma sem a outra e só falam em saudades todo o dia -, elas só falam em querer voltar para a escola e eu também preciso de descansar e ter noites sossegadas. Grata pela atenção.

 

 

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publicado às 21:08

Um cartão de melhoras especial

por t2para4, em 10.12.14

Confirmado o diagnóstico de varicela - não era difícil lá chegar - e aviada a receita na farmácia mais próxima, foi altura de colocar o telemóvel ao serviço e avisar a escola (professora, tarefeira, unidade de autismo) de que a piolha irá ficar em casa, de férias antecipadas, e já não regressará às aulas.

À tarde, terminadas as aulas, vinha eu com a irmã - que ainda não parece estar afetada - e um dos seus colegas diz-me que fez um cartão de melhoras para a B.. Fquei com o coração todo derretido... Os colegas de turma, apesar de nem sempre conseguirem acompanhar os seus passos/imaginação/(des)venturas/etc, gostam delas de verdade e isso vê-se nestas pequenas coisas.

 

Chegadas a casa, quis ver o tal cartão. Que coisa mais deliciosa de se ver!!! O colega até se esforçou para desenhar poneis com as cutie marks (as cenas nos flancos) e tudo!! Atentou nos detalhes e cores, é indescritível!

E, no fim de tudo, ainda conseguiu arrancar gargalhadas genuinas porque disse - reproduzido pela piolha - que desenhou também a "Senhora da Liberdade".

 

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 Está ou não está fabuloso? Os amiguinhos das piolhas são como elas: especiais. Adoro.

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publicado às 20:45

Coming up next: varicela, de novo?!

por t2para4, em 09.12.14

Ora pensava eu, na minha ignorância clínica, que a varicela já era ou teria sido. Acontece que, uma das piolhas tem bolhas, borbulhas, erupções, congestionamento e corrimento nasal, mau-estar. E, dado que um coleguinha teve varicela, parece-me que o diagnóstico é simples de se tirar.

 

As borbulhas têm aparecido e evoluído muito rapidamente. Há pouco, depois de falar com uma amiga já mais experiente nestas lides, segui os seus conselhos e já dei banho, desinfetei as borbulhas já rebentadas com betadine, passei com creme hidratante no corpo para evitar que sequem e dêem ainda mais comichão, dei benuron e meti-a na cama.

 

To do list das próximas 24h:

 

- vigiar a piolha durante a noite (dorme comigo para eu controlar febres, respiração e coceira)

- ir ao médico, logo de mnhã, depois de deixar a irmã na escola, para confirmação de diagnóstico

- passar na farmácia, deixar lá uma fortuna e trazer a medicação necessária

- elaborar uma escala de serviço para evitar que eu falte ao trabalho e seja penalizada na baixa médica (que será miserável dado o salário miserável que tenho) e que fique com a piolha enquanto eu estou fora

- hidratar, hidratar, hidratar e evitar que se coce

 

Posto isto, vou ali e já volto. Avizinham-se duras e longas noites...

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publicado às 22:01

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