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No rescaldo do que é a felicidade...

por t2para4, em 18.01.18

... é, ler isto, depois de apresentados os trabalhos. Uma frase escrita pela piolha - semelhante à da irmã -, elabvorada sem ajudas, nem sequer para as questões sintáticas e gramaticais.

 

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E, pronto, é isto. (baba, muita baba...)

 

 

 

 

 

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publicado às 18:55

A felicidade nas pequenas coisas

por t2para4, em 17.01.18

A pedido, as piolhas estão inscritas e a frequentar uma atividade extra oferecida pela escola, o Clube de Etwinning (informações aqui). Fazem imensas coisas no computador e em inglês - duas áreas fortes das piolhas.

 

No Natal, trouxeram para casa uns textos em inglês de correspondentes de outros países, ao género, penfriend, e elaboraram postais de Natal para promoção da escola. Por regra, tudo o que precisam de fazer, é feito nesse horário, na escola.

No entanto, esta semana, uma das piolhas disse-me que recisava de umas imagens de iogurtes e praia e uma foto minha. Não percebi bem mas anuí ajudá-la. Disseram-me que era para o etwinning. Este mês, andam de volta do tema "felicidade". Como não se explicaram muito bem, lá investiguei junto de colegas e percebi o que precisam.  Portanto, em forma de imagem ou video, devem responder às questões: What does happiness look like? What does happiness smell like? What does happiness taste like? What does happiness sound like? (Com que se parece a felicidade, a que cheira, a que sabe, a que soa). 

Já munida destas informações, a piolha lá me disse que, para ela a felicidade cheira a iogurte, sabe a chocolate branco, soa a praia e parece-se com... a mãe, por isso, precisa de uma foto minha. 

Fiquei tão feliz e tão orgulhosa. Se a minha filha acha que a felicidade é ser algo parecido comigo, então, ando a fazer alguma coisa certa. Mesmo com tantas adversidades e contratempos. 

E depois pensei um pouco nas restantes respostas: iogurte, chocolate branco e praia... Tudo tão simples, tão verdadeiro, tão singelo... Não há dúvida nenhuma de que valorizamos mesmo as pequenas coisas, os pequenos nadas, aquilo que realmente nos deixa felizes.

 

E isso é fantástico. 

 

 

 

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publicado às 14:18

Tagarelice #56

por t2para4, em 04.01.18

Falávamos do nascimento de bebés de conhecidos nossos e, como um nasceu de cesariana, pergunta-me uma das piolhas:

"O que é isso que acabaste de dizer?" (estva com dúvidas em dizer a palavra corretamente)

Lá expliquei que a posição natural dos bebés na barriga da mãe, a partir de certa altura, é de cabeça para baixo para poderem, se tudo correr bem, nascer via vaginal (esta parte não é novidade para as piolhas pois sabem como são feitos os bebés e por onde nascem). Mas, no caso de o bebé estar noutra posição ou haver outros fatores, pode nascer de cesariana, como elas porque estavam sentadas e não conseguiam nascer pela via natural. Expliquei que a cicatriz que tenho abaixo da linha do bikini que elas veem é o resultado de um pequeno corte naquela zona por onde o bebé é retirado.

A reação delas foi impagável: a mais tagarela estava calada que nem um rato; a outra fez "euh, eu nunca vou ter bebés, não quero ser mãe". E fazia gestos de não com as mãos. Disse-lhe que era doloroso mas extremamente graificante, que eu faria tudo de novo. Quanto a ela, é muito nova ainda e, mesmo que, não mude de ideias, respeitarei a sua decisão.

Acho que lhes caiu a ficha... Uma coisa é saber como se processam estas situações, outra é ter a consciência de como se processam... E é sinal de que estão a crescer.

E, depois, lá voltou ela à carga, com "o que eu queria mesmo era ter um irmão"... #pediraversepega, pois está claro.

 

 

 

 

 

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publicado às 14:46

2017 em retrospetiva

por t2para4, em 30.12.17

Foi um ano generoso para connosco.

Estivemos quase sempre bem de saúde, fiquei colocada na mesma escola do ano letivo anterior, não houve confusão com a atribuição de terapias para as piolhas, conseguimos ultrapassar os problemas que surgiram lá para meio do ano, passámos dois fins de semana fora, revisitámos a nossa adorada Sintra e até fomos a Espanha.

As piolhas começaram a aprender bateria, a pedido. E continuam a adorar, cada vez mais.

Deu-se a entrada das piolhas no 2º ciclo e tem sido uma agradável e fantástica surpresa.

Viajámos q.b. e visitámos áreas de serra a perder de vista onde não havia qualquer contacto com o mundo digital e chorámos quando o fogo dizimou exatamente uma semana depois, perdemos noites de sono em vigília a (tentar) proteger as nossas posses.

Vivemos novas experiências e as piolhas passaram a poder andar no banco da frente nos carros. 

Cuidámos de nós e dos outros, crescemos muito, errámos e aprendemos muito, vivemos, amámos, desiludimo-nos e voltámos a seguir em frente. 

Apesar de algumas adversidades, erguemos as nossas taças e brindamos a um bom ano. E desejamos que o novo ano seja igualmente bom ou ainda melhor. 

 

 

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 (em caso de curiosidade, estas fotos são de locais tão diversos como serra da Lousã, Góis, Figueira da Foz, Lisboa, Sintra, Santiago de Compostela, Pedrogão Grande e Constância)

 

Um excelente ano para todos. Basta acreditar e desejar muito. 

 

 

 

 

 

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publicado às 12:46

Carta ao Pai Natal - a resposta

por t2para4, em 19.12.17

Acreditar no Pai Natal é, na minha opinião, mágico. E custa-me fazer o papel de assassina de sonhos e matar a ideia romântica e mágica em torno desta figura. As piolhas já não acreditam na Fada dos Dentes e nunca foram muito fãs do Coelho da Páscoa. Mas o Pai Natal é outra história... Sabem que o Natal é a celebração do nascimento de Jesus e que os pais natal que vêem pelos centros comerciais e afins são pessoas normalíssimas disfarçadas e recusam-se terminantemente em ir para perto deles, quanto mais sentar no colo a pedir seja o que for.


Neste momento, com 10 anos, a crença no Pai Natal está a começar a sofrer algumas transformações mas, pelo sim pelo não, pediram para escrever uma carta ao Pai Natal no início de dezembro para que fosse enviada a tempo. Avisei que deveriam ser simpátiicas e perguntar como ele se sente e não disparar pedidos exorbitantes. As piolhas até são umas queridas e perguntaram muito pela oficina e até pelos elfos e o que pediram não foi nada de surreal. No entanto, não receberão parte dos pedidos porque decidimos - nós pais - não oferecer mais brinquedos. Claro que receberão brinquedos, afinal, aos 10 anos, apesar de pré-adolescentes, ainda são crianças e gostam (e devem!) brincar. Os avós e tia encarregar-se-ão dessa área.


Como já o fiz num destes últimos anos, este ano, encontrei uma frame maravilhosa na net e decidi escrever uma resposta em nome do Pai Natal, dirigida às piolhas. Acho que vai ser o delírio. É um pequeno nada mas que adiciona só mais um pozinho mágico nesta época.

 

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Estou desejosa de lhes entregar a carta - que porei no correio, com carimbo e tudo - e de ver os olhinhos delas a brilhar. Esta sim é a verdadeira magia, seja no Natal ou noutra altura qualquer.

Experimentem. É fantástico ver os nossos piolhitos com uma carta que lhes é dirigida. Eles adoram.

 

 

 

 

 

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publicado às 09:51

Enfeite natalício - rena

por t2para4, em 16.12.17

Este ano, no jardim de infância onde as piolhas andaram e onde eu continuo a ir dar aulas de Inglês, decidi fazer umas renas com as crianças. As piolhas adoraram a ideia e também quiseram fazer para ter mais um enfeite natalício - mas sem ser na árvore porque "está muito cheia" (sic). Ontem, depois do jantar, pusemos mãos à obra.

 

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Assim, para ter umas renas tão giras, simples e baratas, eis do que precisamos:

- cartolina castanha

- fita vermelha (ou outra cor natalícia)

- missanga ou lantejoula ou pompom

- arames revestidos

- olhos

- tinta brilhante 

- cola

 

Como fazer:

Decalcar a mão da criança com um lápis, recortar e arredondar na zona do punho. Com um furador, fazer dois furos (onde se vai passar a fita para pendurar e onde se colocarão as hastes da rena). Passar o arame revestido e torcer; com dois pedaços mais pequenos, torcer à volta do que já está para formar as hastes. Colar uma missanga na ponta do dedo a fazer de nariz e um olho. Decorar a gosto com tinta brilhante. Deixar secar e pendurar!

 

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publicado às 13:50

É fazer as calças de ganga, não muito justinhas e muito menos skinny, para as piolhas poderem vestir e despir à vontade  e, assim, ir mudando os outfits das respetivas.

 

Assim, precisei de sobras de ganga, máquina de costura e linha. Depois foi basicamente fazer e bainha e coser a direito ehehehe não ficou nada de especial mas as piolhas ficaram todas contentes. Preferiam leggings mas tendo em consideração o quão difícil é vestir bonecas, lá se deixaram convencer.

 

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publicado às 13:42

TPC de véspera de feriado

por t2para4, em 30.11.17

Aprender a usar o micro-ondas (sem ser apenas para lhe mudar ou acertar as horas). Quem? As piolhas, claro!

 

As piolhas sempre foram crianças que não gostavam muito de leite, fosse ele materno ou artificial. A muito custo, enquano bebés da mesma idade bebiam 300 ml, elas bebiam 90 ml e já era uma vitória. Leite de vaca, aos 12 meses foi para esquecer. Lá descobrimos que gostavam de cereais láteos e lá nos desenrascamos com isso. Até que arriscámos, lá para os 3 ou 4 anos, depois dos vómitos com o de soja, o leite com chocolate e, apesar de serem seletivas com alguns sabores, lá conseguimos dar-lhes leite. Não havia a diversidade de leites vegetais que há agora e cedemos ao leite com chocolate.

As piolhas, pouco a pouco, lá foram, por ser extremamente prático, adquirindo autonomia e pouco tempo depois, já tomavam o pequeno-almoço sozinhas (são como eu, forçam-se a beber um leite só para não ficarem sem comer nada até terem vontade de comer). Chegam a beber 4 pacotes de leite por dia, o que dá 800 ml.  
Mas, se a autonomia delas me deixa orgulhosa, a quantidade de açúcar (e não foi preciso vir um deputado mostar isso; cá em casa, há leite com chocolate mas não há refrigerantes nem sumos às refeições - há água) é assustadora. Como são incapazes de beber leite branco simples, experimentámos colocar um colherzinha de chocolate em pó (Nesquick ou ColaCao) e arriscar. Correu bem e aceitaram muito bem, impressiona-as usarem uma caneca (e a tia até lhes ofereceu umas do My Little Pony muito giras). 

 

Queremos diminuir a quantidade de açúcar consumido indiretamente com o leite com chocolate e, por isso, implementámos o uso do leite com chocolate em pacote apenas em lanches fora de casa. Em casa, bebe-se leite branco com um colher de chocolate apenas, numa caneca. Para isso, e para continuar a fomentar a sua autonomia, hoje foi tempo de ensinar as piolhas a trabalhar com o micro-ondas. As canecas estão em fácil acesso e as colheres para mexer também. Foi importante frisar que as colheres - o metal - não pode ir ao micro-ondas por risco de explosão (algo que já sabiam de Estudo do Meio). Assim, vão ao frigorífico buscar o pacote do leite (há lá sempre um aberto), deitam nas canecas, colocam dentro do micro-ondas e programam um minuto no programa standard e aguardam. Depois, no final, retiram, colocam uma colher de chocolate em pó (que já está dentro da lata para ser mesmo aquela medida) e mexem com as colheres de metal. Voilà! Simples.

E elas todas orgulhosas de si mesmas.

E eu delas.

 

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publicado às 21:25

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