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Rescaldo

por t2para4, em 12.09.12

Seria tudo muito mais fácil e assertivo se eu pudesse compreender em pleno o funcionamento do cérebro das piolhas, sentir o que elas sentem, perceber o que sentem quando tentam exprimir-se, perceber o que sentem quando estão em descontrolo. Isto ajudar-me-ia tremendamente a tentar evitar crises e episódios que lhes toldam a mente e a utilizar as estratégias corretas e adequadas em vez de andar a tentar, na esperança de que talvez se acerte...

 

Tal como a nossa Daniela, aqui, já comecei com algumas ideias de sensibilização em relação ao autismo mas não chega. Tenho que utilizar outros meios para chegar a mais gente, a gente cá da terra, a gente que nos rodeia, a gente que ainda nem squer diferencia uma gripe de uma constipação.

Mas, para já, ainda não tenho essa coragem nem a força necessária para isso... Estou/estamos em fase de recuperação. Hoje contactei o pediatra da unidade de autismo que acompanha as piolhas para lhe enviar os relatórios do ano letivo transato e da terapia da fala e aproveitei para o colocar ao corrente. Não sei explicar bem mas noto que há algo de estranho, algo que não bate certo. Aguardo orientações e estratégias - que resultem, de preferência.

Tenho mantido a cabeça ocupada com arrumações, limpezas e procura de emprego. Deitei muitas coisas fora, doei muitas outras, guardei menos. 

 

Agradeço o envio desta mensagem... 

 

  

É verdade mas poderia haver outro modo de descobrir essa força, não? Ainda me falta uma resposta a uma pergunta: porquê as minhas filhas, que não fizeram mal nenhum a ninguém e nem têm jeito nenhum para maldades? Grumpf.

 

E enquanto eu tento enfiar-me na caixa para perceber como pensa um autista, há que fazer com que os restantes saiam da sua área de conforto e da sua caixa e se apercebam que há crianças diferentes - mesmo que sejam fisicamente iguais. E que, muitas vezes, essa diferença não se vê. Sente-se.

 

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publicado às 22:40

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6 comentários

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De Isabel Carvalho a 13.09.2012 às 11:44


Nós mães sabemos quando as coisas não estão bem, espero que te ajudem e para ti mt força e um abraço forte!!!!

BJS Isabel

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De Silvia Pereira a 13.09.2012 às 17:29

Olá,


Seja qual for a situação que os nossos tesouros passem nós ficamos preocupadas, somos mães por isso é normal.
Se achas que alguma coisa não está bem tens mesmo de expor as tuas dúvidas.
Mesmo que no fim nos digam que é só coisas da nossa cabeça, eu prefiro do que mais tarde me arrepender por haver alguma coisa que podia ter feito e eu não tenha ligado. Às vezes dizem que eu demasiado protectora, mas para já só assim é que me sinto "bem", estando sempre atenta a qualquer coisa relacionada com a minha pequena.
Força e vais ver que vai correr tudo bem.


Bjinhos
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De catarina a 13.09.2012 às 23:55

Sim, há que confiar nos nossos instintos e no que sentimos! Espero que o médico possa ajudar o mais breve possível.
Vou "roubar" as imagens para o meu blogue, ok?
Beijinhos
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De t2para4 a 17.09.2012 às 13:05

Rouba à vontade!
Beijinhos
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De Aprender & Organizar a 14.09.2012 às 16:52

As mães sentem coisas que mais ninguém sente...
Coragem minha querida:)
Beijinhos
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De t2para4 a 17.09.2012 às 13:04

Ao longo desta semana houve uma espécie de regresso às origens, pelo que, parto do princípio que alguns comportamentos ou atitudes deixem de se manifestar. Entretanto, eu também espero andar mais calma e que tal se reflita em tudo.
Vou vigiar e estar bem atenta. Não volto a passar por louca nem a ser ignorada quando digo que algo não parece bem. Aguardarei desenvolvimentos.

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