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Mães de gémeos - Mothers of twins

por t2para4, em 14.05.11

Vi esta notícia num site e achei o máximo :) Diz que há uma tendência natural para que as mães de gémeos vivam mais tempo do que as que tiveram um só filho de cada gravidez.

 

 

Moms Who Have Twins May Live Longer: Study

WEDNESDAY, May 11 (HealthDay News) --

 

Naturally conceiving and giving birth to twins may be a sign of good health, new research suggests.

The study found that among women who were born in Utah in the 1800s, those who gave birth to twins tended to live longer than the mothers of singletons.

University of Utah researchers analyzed records on nearly 59,000 non-polygamous women in the Utah Population Database who were born between 1807 and 1899 and lived to at least age 50. Of those women, about 4,600 gave birth to twins.

Among women born before 1870, mothers who had twins had a 7.6 percent lower yearly risk of dying after age 50 than mothers who had one baby at a time. Among women born between 1870 and 1899, the risk was 3.3 percent lower for moms who had twins, although that was not statistically significant.

The study also found that mothers of twins had more children than normal, had a shorter interval between births, and were older when they had their last child.

"The prevailing view is that the burden of childbearing on women is heavier when bearing twins," senior author and demographer Ken R. Smith, a professor of family and consumer studies, said in a university news release. "But we found the opposite: women who naturally bear twins in fact live longer and are actually more fertile."

 

The finding that mothers of twins tend to live longer does not mean that having twins is healthy for women, Smith explained.

Indeed, the study did not look at women who died in childbirth or before menopause, but only those who reached at least age 50.

But the findings suggest that healthier women are more likely to have twins.

The study is published in the May 11 online edition of the journal Proceedings of the Royal Society B.

"This study has been able to identify -- and it's a fairly novel result -- another important factor that contributes to health and longevity in later years, namely, that women bearing twins appear to be healthier," Smith said. "That innate healthiness is contributing to their ability to have twins, and it is also contributing to their longevity."

Smith directs the University of Utah's Pedigree and Population Resource, which maintains and manages the Utah Population Database.

 

in http://news.yahoo.com/s/hsn/20110511/hl_hsn/momswhohavetwinsmaylivelongerstudy 

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publicado às 22:13

Partilho a entrevista feita a Eduardo Sá, publicada em http://www.regiaodeleiria.pt/2011/04/cada-vez-que-os-pais-erram-ficam-melhores-pais/

 

“Cada vez que os pais erram ficam melhores pais”

Já escreveu que as famílias nos tornam muitas vezes infelizes. Quer explicar?
Ao contrário do que às vezes se dá a entender, a infância dos pais não é, regra geral, feliz, razão pela qual, muitas vezes, quando os pais são pais, e quando são pais uma primeira vez, ainda estão muito atropelados pelas suas experiências de filhos e, portanto, muitos dos seus gestos acabam por estar realmente dependentes dos sucessos e dos insucessos que aconteceram. Por outro lado, as famílias não são sempre o espaço arejado que nós todos desejaríamos. Há muitos constrangimentos, as relações familiares são aquilo que promove mais sofrimento na vida das pessoas e em particular na vida dos pais. E tem depois a situação do casal propriamente dito: em rigor, e com verdade, chegamos facilmente à conclusão que a esmagadora maioria das relações de casal, enfim, digamos que são amizades coloridas, não são relações amorosas. Pais relativamente infelizes em relação à sua vida pessoal, amorosa e familiar são sempre potencialmente piores pais. Muitas vezes, em vez de promoverem a desinibição, a segurança, a presença empática que desejariam ter, promovem pequenos gestos que entroncando uns nos outros tornam as pessoas mais infelizes.

 

Os pais devem também não ser demasiado exigentes com eles próprios?
A mim preocupa-me, em primeiro lugar, que queiram ser perfeitos. Tentando ser provocatório, deviam estar obrigados a fazer uma asneira de oito em oito horas. Porque tudo fica mais simples na vida deles e dos filhos. Exigência não pressupõe este rigor espartano de quem não pode errar. Cada vez que os pais erram ficam melhores pais. Os erros valem como oportunidades. Agora, às vezes preocupa-me que caiam numa de duas atitudes extremadas: ora estão sempre em cima das crianças ou são muito demissionários.

 

Por que é que diz que o futuro aceita crianças imperfeitas?
Andamos todos a fazer publicidade enganosa em relação ao nosso desenvolvimento. Esta ideia de que temos que definir competências muito depressa para sermos capazes de muitas coisas é uma ideia absurda que faz com que os pais muitas vezes no jardim de infância já queiram que as crianças consigam ler e escrever, transformando-se em jovens tecnocratas de fraldas. É uma coisa assustadora. Não é por saberem ler e crescer mais depressa que se tornam mais saudáveis e com desenvolvimento mais consistente.

 

Esta geração está a perder a coragem de educar?
Serei a última pessoa do mundo a recomendar que se eduque a estalo. Agora, os pais bonzinhos, que têm uma profunda dificuldade em definir regras de forma clara e irrefutável, são maus pais, porque negligenciam uma função fundamental dos pais, que é o exercício da autoridade, que resulta da bondade, do sentido de justiça e obviamente da sabedoria.

 

A pressão no trabalho está a transformar os infantários em depósitos?
Os pais trabalham muitas horas, mas os nossos pais e os avós trabalhavam incomparavelmente mais horas. Acho que os pais às vezes se gerem mal, não definem as suas prioridades. Quando põem a relação amorosa deles em primeiro lugar, os filhos em segundo, a família em terceiro e o trabalho em quinto ou em sexto não é por isso que deixam de ser rigorosos em termos profissionais. Às vezes têm muito mais respeito por compromissos de trabalho do que por outros. E depois a maneira como as empresas pensam o trabalho ainda é digna de algumas coisas muito próprias da revolução industrial. Portugal nisso tem que crescer muito.

 

As crianças que vivem hoje com horários sobrecarregados, na escola e fora da escola, têm liberdade para crescer?
Por um lado, trabalham demais, passam horas demais na escola. Por outro, acho óptimo que possam circular por vários grupos. Ou seja, uma actividade desportiva é no meu ponto de vista absolutamente insubstituível e uma actividade artística, nomeadamente a música, devia ser incontornável. Com uma vantagem, quando elas circulam por vários grupos abrem sempre uma avenida nova na cabeça. Duas actividades chegam muito bem e não precisa de ser todos os dias porque há uma actividade que ainda faz melhor que é poderem brincar.

 

Qual é a fronteira entre o comportamento normal e o sinal de que é necessária intervenção profissional?
Tudo o que é compulsivo é doentio. Tão doentios são os meninos que fazem birras por tudo e por nada como aqueles que jamais partiram um prato. Procurar um técnico não é andar à procura de problemas, é muitas vezes procurar alguém que ajude a encontrar nos pais as soluções. Devia ser obrigatório, dos três aos cinco anos, um primeiro olhar para uma criança em termos de saúde mental. De rotina, simplesmente preventivo, para perceber se está bem.

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publicado às 21:53

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