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O dia de aniversário - the birthday day

por t2para4, em 31.07.11

 

O dia começou bem cedo para todos. Acho que era um misto de excitação com nervosismo e ansiedade da vinda da cadela e de todas as coisas que planeámos fazer nesse dia. Não começou muito bem porque morreu um dos peixinhos... As piolhas acham que fugiu e eu não desmenti até porque elas não entendem o conceito de "morreu". Não iria deixar que isso ensombrasse do dia.

Há umas semanas atrás, eu e o Pai tirámos o dia para estarmos juntos no aniversário das piolhas e pensámos em ir à praia passear, almoçar por lá, dar uma voltinha no shopping e brincar num parque. Com o passar do tempo e à medida que as decisões iam tomando forma na nossa cabeça, os planos foram completamente alterados.

 

Assim, de manhã, como era demasiado cedo e já ninguém conseguia segurá-las em casa, saímos e fomos tomar um café (elas tomaram uma aguadilha tingida :)  ) e fomos aos correios. Dali saímos para a pastelaria onde encomendei o bolo de aniversário (e fui extremamente exigente aquando da encomenda porque, até ao momento, nunca tive um bolo como o que pedira na encomenda; os pasteleiros davam largas à sua imaginação e as invenções não eram propriamente do meu agrado. Desta vez, pedi para buscar o bolo bem cedo porque, caso não me agradasse, iria buscar outro a outra pastelaria. As exigências foram tantas que até tive medo que me cuspissem no bolo :) ) e deixei-o em casa dos avós. 

Era hora de irmos montar a cavalo, na quinta perto do infantário (que, apesar de as piolhas não irem nesse dia, foram apenas interagir com os cavalos). Chegámos um pouco cedo demais mas deu para as piolhas se ambientarem e conhecerem um pouco o espaço circundante. Pouco depois, estávamos com a educadora do PIIP e a sua família na brincadeira (o F. trouxe umas raquetes e estiveram a brincar todos juntos) e, mais tarde, juntámo-nos ao grupo que nos esperava do outro lado da quinta.

 

A primeira surpresa surgiu quando uma das piolhas se escapa para ir fazer festinhas ao cavalo (descobrimos depois que era uma égua) e falar com ela. Ficaram ambas muito entusiasmadas por ver o coleguinha montar sem medo e quiseram imitá-lo. Pareciam umas verdadeiras amazonas! Nunca imaginei que aqueles medos absurdos que surgiram sabe-se-lá-de-onde desaparecessem assim sem mais nem menos! Não houve gritos, nem guinchos, nem fitas, nem negociações, nem exigências, nada! Deram os braços ao professor de ginástica e subiram para a égua. Uma vez na sela, deixaram-se ir para nosso total espanto. Não há palavras.

Quando o picadeiro ficar pronto, acho que iremos levar lá as piolhas para darem umas voltinhas e terem umas sessões de Hipoterapia. 

 

Dali, viemos para casa tomar um bom banho, vestir uns vestidos novos e fomos almoçar a casa dos avós. Seguiu-se uma curta sesta e o momento mais esperado destes últimos dias: ir buscar a Íris, a nossa golden retriever. Chegàmos à loja (o criador levou a cadela para lá uns minutos antes) e as piolhas mal a viram correram para ela e chamaram o seu nome. Foi surpreendente quer esta atitude delas quer o tamanho da cadela... Tínhamos estado com ela cerca de duas semanas antes, junto com outros cães na quinta dos criadores patra que sentíssemos se hevaria ou não interacção, e ela era metade do que é hoje... Olhámos um para o outro e pensámos rapidamente se devíamos ou não seguir em frente mas lá fomos! A criadora lá nos forneceu toda a documentação, produtos e conselhos necessários para a nova etapa das nossas vidas. Foi muito simpática e paciente connosco e com as minhas dúvidas. Ela, agora reformada, foi professora e trabalhou com crianças com NEE, principalmente com crianças autistas. Muitas vezes, levava as suas cadelas para interagir com os seus meninos. Não foi dificil para mim poder falar abertamente com ela, pedir-lhe dicas, etc.

 

Foi a 1ª vez que a Íris saiu de casa, viajou de carro e vinha para outro ambiente. Não sabia subir/descer escadas e tudo era estranho, tinha medo de andar na rua e de sons muito altos. Posso assegurar que, em 4 dias, a Ìris já aprendeu a subir e descer escadas, já anda de carro na maior, não reage mal a sons novos, anda de trela e já começa a acertar com os locais onde fazer os xixis. Não podemos esticar muito os passeios porque ainda lhe falta uma vacina.

Em casa, foi a loucura total entre cadela e meninas. Estavam todas tão felizes e eufóricas que só por aquele bocadinho, o pouco arrependimento que senti na altura do 1º xixi no tapete do quarto das piolhas desapareceu. Acho que valeu mesmo a pena.

 

Hora do bolo e dos "parabéns a você". Estavam presentes os avós maternos e paternos (após grave discussão - again - entre filho e pais, lá vieram e correu bem), tia e noivo e mãe dele. Uma das piolhas não quis que lhe cantassem os parabéns por isso cantámos em versão rápida/remix e lá acedeu a soprar as velas. A outra piolha delirava com o aniversário e queria logo distribuir fatia sde bolo a toda a gente.

A educadora do infantário foi um doce e apareceu para dar uma prendinha e um beijinho às piolhas e conheceu o novo elemento da família.

 

Foi um dia muito cheio de tudo: prendinhas, surpresas, muitos desejos e votos de parabéns/felicidades e muitas muitas emoções. Foi um dia feliz.

 

Ficam os registos de um dia cheio:

 

 

 

 

 

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The day started really soon to all of us.I think it was a mix of excitement and jitters and anxiety with the dog's coming and all of the things we planned on doing that day. It didn't start well because one of the fish died... My little girls think it ran away and I didn't deny it even because they can't understand the concept of "dying". I wouldn't let it shadow our day.
A few weeks ago, me and their Father decided to take the day off to be together on their birthday and we thought on going walking on the beach, have lunch there, go to the mall and play in the park. As long as time went by and decisions took shape in our heads, our plans changed completely.
So, in the morning, since it was too soon and no one could hold them at home, we got out and  had a coffee (they took a tainted water :) ) and went to the post office. From there, we went to the pastry where I ordered the birthday cake (and I was extremely demanding when I ordered it because, up until now, I have never had a cake the way I asked; the confectioners decided to imagine for themselves and their inventions weren't exactly my face. This time, I asked to get the cake really soon, in case it didn't please me, I could get another one in another pastry. My demands were so many I was afraid they spit in the cake :) ) and let it in our grandparents' house.
It was time to ride on a horse, in the farm near the kindergarden (though my little girls didn't go to school that day, they went just to interact a bit with the horses). We got there a bit soon but it suited well for the girls to know the place around. Shortly after, they were playing with their Early Intervention Teacher and her family (F. brought his rackets and they were palying together) and, later, we joined the group waiting for us on the other side of the farm.
Our first surprise came when one of our little girls get away to touch the horse's fur (we discovered later it was a mare) and talk to her. Both got very excited to see their little collegue ride without fear and they wanted to do the same. They looked true amazons! I never thought those absurd fears that came-out-of-god-knows-where disapeared just like that! There were no screaming, no yelling, no tantrums, no dealings, no demandings, no nothing! They rose their arms to their Gymn teacher and rode the mare. Once on the saddle, they let go to our total amazement. There are no words.
When the ring gets ready, I think we will take our little girls there for some rides and a few sessions of hippotherapy.
From there, we went home for a good bath, put on a new dress and went to have kunch at their ganny's. It followed a short napp and the most expected moment of these last days: get Iris, our golden retriever. We got to the shop (the breeder took her there a few minutes before) and our litte girls as soon as spotted her ran to her and started calling her name. It was surprising whether this attitude of them whether the size of the dog... We had been with her about two weeks before, among with other dogs in the breeder's farm so we could feel whether it would be or not an intercation, and she was half the size... We looked into each other and quickly thought if we should move on or not but there we went! The breeder provided us all the necessary documents, products and advice to this new step of our lives. She was very nice and patient with us and my doubts. She, now retired, was a teacher and worked with special needs children, mainly autistic. A lot of times, she took her dogs to interact with her children. It wasn't difficult to me to talk openly with her, ask her for advice, etc.
It was the first time that Iris got out of home, travelled by car and came to another place. She didn't know how to climb stairs and everything was strange, she was afraid to walk outside and loud sounds. I can assure thatm in only four days, Iris leraned to climb stairs, she travels by car nicely, doens't react badly to new sounds, tolerates the leash and she's starting to get the places to pee right. We can not go too far because she is still missing a vaccine.
At home, it was totaly freak-out to see dog and girls togheter. They were all so happy and euphoric that just by that litlle while, the small regret I felt the moment she first peed on the girls' room carpet, went away. I think it was really worth it.
Time for the cake and "happy birthday to you". Their grandparents (from their mother and their father side) were there (after a huge fight - again - between son and parents, they showed up), aunt and fiance and his mother. One of my little girls didn't want us to sing her "happy birthday" so we sang it in a quick/remix way and agreeded to blow out the candles. My other little girl was thrilled with her birthday and wanted to give cake to anyone right away.
Their kindergarten teacher was very sweet and came by to give them a present and a kiss and met the new family member.
It was a full day: presents, surprises, a lot of happy birthday wishes and a lot of emotions. It was a happy day.
Here is the record of it:

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publicado às 21:34

Busy hours

por t2para4, em 28.07.11

Prometo solenemente vir aqui responder aos comentários e contar as mais recentes novidades e todos os pormenores que nos levaram à aquisição da Íris, a nossa golden. Estou com muito trabalho e o tempo escasseia.

 

Até breve!

 

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publicado às 22:42

Bem-vinda a casa! - Welcome home!

por t2para4, em 27.07.11

   

Não foi uma decisão fácil mas espero que tenha sido uma decisão feliz.

(In)felizmente não estou grávida (ainda estamos proibidos :) ); apesar de gostar da ideia de voltar a ter filhos, não planeamos mais filhos. 

Apresento-vos, orgulhosamente, a Íris, uma Golden Retriever lindíssima de quase 4 meses, pronta para ser a nova amiga do peito das piolhas. Mais tarde, faço um post onde explicarei o que nos levou a um passo tão gigantesco como este.

 

 

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It wasn't a light decision but I hope it was a happy one.

(un)fortunately I'm not pregnant (we are still forbidden):) ); though I fancy the idea of having children again, we don't plan anymore chlidren.

I proudly present you Iris, a beautiful almost 4-months-old Golden Retriever, ready to be our little girls' best friend.

Later I will write a post

 

where I will explain what lead us to such a gigantic step as this one.

 

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publicado às 17:35

Hoje... - Today...

por t2para4, em 27.07.11

... é dia de festa, cantam as nossas almas, para as minhas piolhas, uma salva de palmas :)

 

A felicidade tem rosto e tem nomes: E. & B. Elas mostraram-me o que é ser mãe e estar completa; elas ensinaram-me a viver e levaram-me a um mundo fantástico; elas deram um novo significado à minha vida. Passam hoje 4 anos desde o dia mais feliz da minha vida.
Parabéns meus amores pequeninos, razões do meu ser.


Hoje, é dia de festa e muitas surpresas. Até logo!! Mãe e pai preparados!

 

 

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... happy birthday to you!

 

Happiness has a face and names: E. & B. They showed me what is like to be a mother and feel complete; they taught me how to live and took me into a fantastic world; they gave a new meaning to my life. It's been 4 years since the happiest day of my life.

Happy birthday my little love, reasons of my being.

 

Today is party day and day of many surprises. See you later!! Mom and dad all set!

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publicado às 07:09

Aguardamos... - We wait...

por t2para4, em 25.07.11

 

... a chegada de um novo membro da família :) 

Após muitas indecisões, muitas horas de interacção, muitas perguntas e mensagens trocadas com as pessoas ideais, e muitas ponderações, farta de andar em círculos, finalmente decidimo-nos.

 

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... the arrival of a new family member :)

After many moments of indecision, many hours of interaction, many questions asked to the right people, and many thoughts about it, sick of walking in circles, we finaly made up our minds.

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publicado às 21:37

Nós mães... - We, mothers...

por t2para4, em 25.07.11

Apesar da minha relação com Deus (Aquele em que acredito, uma entidade não vingadora ou punitiva) estar muito complicada e, ultimamente, a religião me decepcionar cada vez mais, não consigo ficar indiferente a este texto. 

Foi-mo passado por uma MÃE muito corajosa que tem um filhote maravilhoso com uma patologia cardíaca, herdada da mãe. Se eu conseguisse defini-los numa só palavra, essa palavra seria simplesmente "coragem". Minha querida V., muito obrigada pela tua existência nas nossas vidas.

 

 

Como Deus escolhe mães de crianças especiais 


"Você alguma vez já pensou como Deus escolhe as mães das crianças especiais? Eu já...
Uma vez visualizei Deus pairando sobre a Terra, selecionando seu instrumento de propagação com um grande carinho, e compassivamente.
Enquanto observava, Ele instruía seus Anjos a tomarem nota em um grande livro:
- Para Beth, um menino. Anjo da Guarda, Matheus.
- Para Miriam, uma menina. Anjo da Guarda, Cecília.
- Para Regina, gêmeos. Anjo da Guarda Geraldo, ele já está acostumado.
Finalmente, Ele passa um nome para o Anjo, sorri e diz: dê a ela uma criança deficiente.
O Anjo, cheio de curiosidade, pergunta: porque ela, Senhor? Ela é tão alegre!
- Exatamente por isso, diz Ele. Como eu poderia dar uma criança a uma mãe que não sabe o valor de um sorriso? Seria cruel...
- Mas será que ela vai ter paciência?
- Eu não quero que ela tenha muita paciência - disse Deus - porque aí ela se afogará no mar da autopiedade e desespero. Logo que o choque e o ressentimento passarem, ela saberá como conduzir-se. Eu a estava observando hoje. Ela tem aquele forte sentimento de independência.
Retrucou o Anjo: - Ela terá que ensinar a criança a viver no seu mundo e não será fácil. Além do mais, Senhor, acho que ela nem acredita na Sua existência.
Deus sorri, e diz: - Não tem importância. Eu posso dar um jeito nisso. Ela é perfeita. Possui o egoísmo no ponto certo.
O Anjo engasgou. - Egoísmo? E isso é, por acaso, virtude?
Deus acenou que sim e acrescentou:
- Se ela não conseguir se separar da criança de vez em quando, ela não sobreviverá. Sim, esta é uma mulher que abençoarei com uma criança menos perfeita. Ela ainda não faz idéia, mas ela será, também, muito invejada. Sabe, ela nunca irá admitir uma palavra não dita, nunca considerará um passo como uma coisa comum. Quando sua criança falar “mamãe” pela primeira vez, ela pressentirá que está presenciando um milagre. Quando ela descrever uma árvore com um pôr-do-sol para seu filho cego, ela verá como poucos já conseguiram ver a minha obra... eu permitirei ver claramente coisas como ignorância, crueldade, preconceito e a ajudarei superar tudo. Eu estarei a seu lado a cada minuto de sua vida, porque ela estará trabalhando junto comigo.
- Bom - disse o Anjo - e quem o Senhor está pensando mandar como Anjo da Guarda?
Deus sorriu;
- Dê a ela um espelho. É o suficiente."

Autor desconhecido 

 

Estas semanas tenho trabalhado com um grupo de crianças de férias e com a mãe de uma delas que tem uam deficiência muito grave e uma esperança média de vida de 17 a 18 anos. Não sei como aquela MULHER/MÃE se aguenta mas ela é um poço de força e coragem. Ela, mais que ninguém, ensinou-me (não pelas conversas que temos mas pelo que vejo nela e na sua relação com o filho) a viver um dia de cada vez. E, estas semanas, mais do que nunca, apercebi-me do seu total significado. É quase epifânico. 

 

 

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Though my relationship with God (the One I believe in, a revengeless or non-punitive entity) is too complicated and, lately, religion disapoints me more and more, I can't be indifferent to this text.
It was passed on to me by a very brave MOTHER who has a wonderfil son with a cardiac pathology, inherited from his mom. If I could define them with just one word, that word would simply be "courage". My sweet darling V., tahnk you for being part of our lives.
How God chooses mothers of special children
"Have you ever wondered how God chooses mothers of special children? I have...
Once, I saw God over the Earth, selecting his propagation tool lovingly and compassionately.
While he was watching, He instructed his Angels to take notes in a big book:
- To Beth, a boy. Guardian Angel Matheus.
- To Miriam, a girl. Guardian Angel, Cecilia.
- To Regina, twins. Guardian Angel Gerald, he is used to it.
Finaly, He passes on a name to the Angle, smiles and says: give her a disabled child.
The Angel, curious, asks: why her, Lord? She is so cheerful!
- That's exactly why, He says. How could I give a child to a mother who doesn't know the value of a smile? It would be cruel...
- But will she be patient?
- I don't want her to be very patient - said God - because she will drown in an ocean selfpity and despair. As soon as shock and resentmet are over, she will know how to proceed. I have been watching her today. She has that strong feeling of independence.
The Angel replied: - She will have to teach the child to live in her world and that won't be easy. Besides, Lord, I think she doens't even believe You exist.
God smiled and says: - It doens't matter. I can fix that. She is perfect. She is rightly selfish.
The Angel choked: - Selfishness? And that is, by any chance, a virtue?
God nodded and added: - If she can't separate herself from the child every now and then she won't survive. Yes, this is a woman I will bless with a less perfect child. She has no idea yet but she will, too, be very envied. You know, she will never admit a unspoken word, will never consider a step as a common thing. When her child says "mommy" for the first time, she will feel she is living a miracle. When she describes a tree with a sunset to her blind child, she will see it every minute of her life, because she will be working with me.
- Well - said the Angel - who do you have in mind for her Guardian Angel?
God smiled: - Give her a  mirror. It is enough.
Unknown author

 

 

These past weeks I have been working with a group pf children and the mother of one of them who has a very serious disability and a life expectancy of 17 or 18 years. I don't know how that WOMAN/MOTHER can handle but she is a well of strenght and courage. She, more than anyone, taught me (not through our conversations but for what I see in her and her relationship with her son) living one day at a time. And, during these weeks, more than ever, I realized its full meaning. It is almost epiphanic.

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publicado às 20:44

 

Odeio o meu vizinho do andar de baixo. Além de covarde, é uma pessoa que nem merece esse epíteto. Qualquer dia, processo-o por discriminação. Que nervos!!!!!!!! É um animal que não entende crianças... E muito menos, crianças autistas... :( há pouco, as piolhas tiveram um valente birra e ele começou logo a bater cá para cima. Estou mesmo enervada. Tenho medo que chame a GNR ou CPCJ  mas para evitar esse tipo de encontros imediatos já tenho um dossier com o historial clínico das piolhas preparado e à mão. Mas isto hoje mexeu mesmo comigo...

 

O que me custa mais é que ele também tem um filho bebé (ainda nem fez 1 ano), só cá vem 1 vez por ano, está cá para aí 3 semanas e faz o que quer, implica com toda a gente indirectamente, não tem coragem de se dirigir verbalmente a ninguém e não pensa no dia de amanhã. Mas mais que isso, custa-me que possa fazer queixa de nós ou inventar histórias :( odeio-o tanto!!!!

 

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I just hate my downstaris neighbour. Besides being a coward, he is a person who doesn't deserve to be treated as so. Someday, I'll sue him for discrimination. I'm so mad!!!!! He is a beast who doesn't understand children... specially autistic children... :(  a while ago, my  little girls had a huge tantrum and he started bumping right away. I am really nervous. I am afraid he calls the police or the child protection unit but to avoid that sort of rendez vous I have already prepared a file with my little girls' clinical history. But today it messed with me...

 

What hurts me the most is that he has a child of his own too, still a baby (he isn't even 1 year old), he only comes by once a year, he stays ariund for about 3 weeks, messes indirectly with everyone, he doens't have the guts to verbally approach to anyone and he doens't thonk about tomorrow. But what really hurts me is that he might complain of us or make up stories :( I really hate him so much!!!!!

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publicado às 23:20

 

As idas ao dentista têm sido algo surpreendentes, quer pela boa recuperação quer pelo que não se consegue fazer. A cárie no canino de uma das piolhas está estabilizada e não causará mais problemas. No entanto, acho que ela tem uma nova cárie num dos molares inferiores.
A outra piolha tem uma cárie bem feia no último molar inferior do lado esquerdo e nem deixa que lá chegue... A solução foi marcar consulta para ver o que se poderia fazer sem recurso a anestesias e brocas e afins. Lá fomos, no mês passado.
 A ida ao dentista – em si – correu bem mas já o que se quis fazer não correu nada bem… A piolha adaptou-se bem à cadeira e movimentos, carregou nos botões, deixou que lhe mostrassem os utensílios (como o que deita ar/água), lavou os dentes com a “rodinha” mecânica a um fantoche e à kitty, lavou também uma placa de dentes em gesso, aplicou gel e verniz mas não deixou que lhe fizessem o mesmo a ela. Só deixou que lhe lavassem os dentes da frente. A dentista nem conseguiu ver o molar cariado… Isto deixou-me tão triste e tão frustrada… Sei que se, da próxima vez ela continuar a não deixar mexer naquele dente, a solução passará por sedá-la consciente e isso parece-me tão horrível… Tenho medo que o dente crie infecção e depois seja pior tratá-lo e aí ela fique com trauma de dentista. Agora ela gosta e acha natural ir ao dentista mas se lhe arrancarmos um dente de urgência por causa de uma infecção como será?
A alternativa sugerida pela dentista é a sedação consciente mas não me agrada minimamente... Agora já é bem mais fácil lavar-lhes os dentes à noite, talvez porque mudei de pasta de dentes e esta, apesar de ser da mesma marca, tem um sabor mais suave e melhor. E, ultimamente, já me deixa lavar-lhe o molar “doente”, sem se queixar tanto. Espero que seja um bom sinal.
Para já, vou deixar andar e vou vigiar. Ao mínimo sinal de alerta irei ao médico e resolveremos em conjunto o que fazer… Parei em absoluto com as aplicações de fluor ou pasta de dentes de adultos e, após muita ponderação, não vou de todo sujeitá-las à sedação consciente ou a anestesias gerais por causa de cáries. A ter que o fazer que seja por uma razão bem mais forte, como uma extração. São dentes de leite, acabarão por cair e nem quero que sofram desnecessariamente nem que passem a abominar dentistas. Maldita desmineralização.
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Going to the dentist has been somehow surprising, either for the good recovery either for what we can't do. The cavity in one of my little girls canine is stable and will not cause any more damage. However, I think she has a new cavity in one of the inferior molars.
My other little girl has an ugly cavity in the inferior left last molar and doens't let us get there... The solution was to get an appointment and see what we could do without using anesthesia or drills and so. We went there, last month.

Going to the dentista that day went well but wasn't the same concerning waht we wanted to do... My little girl adapted well to the chair and its movements, she pushed the buttons, she let the dentist show her the tools (as the one blowing air and water), she brushed a puppet and her Kitty the teeth with the mechanical "wheel", she also brushed a plaster denture, applied gel and polish on it but she didn't let her do the same to herself. The dentist didn't even get to see the damaged molar... This got me so sad and frustrated... I konw the next time she won't let anyone touch that tooth and the solution goes to consciously sadete her and that sounds so terribel... I am afraid the tooth infects and then it may be worse treating it and she gets a dentist trauma. Now she likes it and finds it natural but if we take her a tooth out in an emergency due to an infection, how will it be?


The alternative suggested by the dentist is that counscious sedation but it doesn't please me a single bit... Now it is a lot easier to brush her teeth at night, maybe because I changed their toothpaste and though is the same brand it is smoother and tastes better. And, lately, she lets me brush her "sick" molar, withou complaining that much. I hope it is a good sign.

 

For now, I will let it go and be watching closely. At the slightiest alert sign I will go to the doctor and together we will figure it out... I stopped for good the fluor application or the adult toothpaste and, after consedering a lot, I will not put her to the conscious sedation or general anesthesia due to cavities. If I'm going to do it, be it for a stronger reason, as an extraction. It is milk teeth, they will end by falling down and I don't want them to suffer unecessarily or start hating dentists. Damn demineralization

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publicado às 17:28

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