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Grécia

por t2para4, em 28.09.11

Até as piolhas se esforçam por entender esta crise...

 

http://www.sabado.pt/Multimedia/Videos/Dinheiro/Corrector-anuncia-o-fim-do-euro-e-da-bolsa.aspx# 

 

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publicado às 14:04

Relatividade - relativity

por t2para4, em 28.09.11

 

P. é uma mulher fantástica e uma excelente professora. Não tem sido fácil lidar com crianças complicadas porque a sua vida já complicada q.b.

P. é mãe de duas filhas lindíssimas. Uma é autista. Mas esse é o menor dos seus males. Essa adolescente, hoje com 17 anos, tem deficiência mental, epilepsia e autismo clássico. Mal fala, não olha para ninguém, não tolera o toque nem a proximidade. É calma mas tem acessos violentos terríveis.

Qualquer pessoa normal, nestas circunstâncias, iria maldizer a sua sorte ou a sorte desta filha, fazendo-se mil e uma perguntas, tendo mil e um desgostos. O único desgosto de P. é este: "quero tocar na minha filha e abraçá-la e ela não me deixa porque não consegue lidar com isto. Arranha-me e agride-me e deixa-me com marcas. O não deixar que eu lhe toque é o que me dói mais."

 

Comentários? Nenhum. Eu sinto admiração por esta mãe. E pela irmã desta menina que, indiretamente, sente a responsabilidade de olhar por ela.

 

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P. is a fantastic woman and an excelent teacher. It hasn't been easy for her to deal with difficult children because her own life is as difficult as it can be. 

P. is a mother of two beautiful daughters. One is autistic. But that's the smallest of her problems. This 17 year-old teenager has mental retardation, epilepsy and classical autism. She barely speaks, she doens't look at anyone, she doesn't stand anyone's touch or proximity. She is calm but she has violent and terrible outbursts.

Any normal person in these circumstances would curse his/her luck or his/her  daughter's luck, asking him/herself a thousand questions, having a thousand sorrows. P.'s only sorrow is "I want to touch my aughter or hug her and she doesn't let me because she can't deal with it. She scratches me and hurts me and marks me. Not letting me touch her is what hurts me the most."

 

Comments? None. I admire this mother. And this young girl's sister that, indirectly, feels the responsibility of taking care of her.

 

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publicado às 12:59

Leituras

por t2para4, em 28.09.11

Fantastic!!

 

Acabei de o ler há dois dias. Recomendo.

 

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publicado às 12:42

 

Por sugestão da educadora do apoio do PIIP, aquando do diagnóstico de autismo, arrumámos os brinquedos das piolhas (que estavam bem ao seu alcance e acabavam misturados e espalhados por toda a casa, numa grande confusão) por caixas perfeitamente identificadas e fora do seu alcance mas à vista. Isso obrigá-las-ia a apontar ou a falar para pedir os brinquedos. Resultou! Demorou algum tempo mas, de facto, resultou! 

Depois de terem migrado da sala para o quarto, este era o aspecto. Imprimi imagens bem sugestivas do conteúdo das caixas e colei com fita-cola.

  Os peluches e bonecas estavam dentro de um grande cesto de vime, as peças de esponja com números dentro de uma gaveta. 

O mais difícil - e que se mantém até hoje - é fazê-las arrumar as coisas...

 

Neste momento, já não se justifica terem os brinquedos fora do seu alcance e a estante sem as prateleiras. Mantenho a organização por caixas identificadas, os cestos para peluches e bonecas, mas com outro aspecto:

 Nesta fase, têm o direito de brincar com brinquedos aos quais não lhes era permitido acesso anteriormente e se as coisas ainda continuarem fora do seu alcance (como o órgão), basta continuarem a usar a fala para o pedir. Os cestos com a restante tralha estão do outro lado do quarto. Claro que nem sempre está assim tão arrumadinho e fantástico mas já começa a parecer um quarto normal. E a confusão mental que elas mostravam através das suas brincadeiras já parece ter dado lugar a outras formas, apesar de ainda atirarem brinquedos sem sequer olharem para eles. Felizmente, neste aspecto, melhoraram muito.

 

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Through suggestion from the Special Education teacher, when my little girls were diagnosed with autism, we tidied all toys (which were at my little girls range and ended up spread all over the house, in a big mess) in perfectly identified and out of reach but at plain sight boxes. That would force then to point at them or to talk to ask for the toys. It worked! It took a littl ewhile but it really worked!

After having migrated from the living room into their bedroom, this was what it looked like. I printed suggestive pictures of the boxes content and glued them with sticky tape.

 

Teddybears and dolls were inside big wooden baskets,numbers sponge pices inside a drawer.

The hardest thing - still hard today - is making them tidy their stuff...

 

At the moment, there is no longer a point having their toys out of range and a shelfless bookshelf. I keep the box organization and identification and the teddybears and dolls baskets, but in a different way:

 

At this stage, they have the right to play with toys to which they were not allowed to access before and if those things are still out of their range (such as the piano), they just have too keep talking to ask for it. The baskets with the rest of the stuff are at the other side of the room. Of course it isn't always that tidy and fantastic but it is starting to look like a regular room. And my little girls' mental mess they showed through their playing seemed too have given place to other things, though they still throw toys without even looking at them. But, fortunately, they changed a lot.

 

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publicado às 09:19

Que noite... - what a night...

por t2para4, em 28.09.11

 

Maldita febre e malditas viroses. Passei outra noite a acordar de 2 em 2h. Custa tanto... No fim de almoço, junto-me às piolhas numa sesta. 

E a minha mesa de cabeceira nem sei o que parece (a essas coisas todas ainda falta a água do mar, que optei por não dar porque faz doer a garganta da piolha). 

 

 

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Bloody fever and damn virus. I spent another night waking up every 2 hour. It is so hard... After lunch, I will join my little girls on a nap.

And my bedside table looks like I don't know what (to that stuff it is still missing sea-water I chose not tp give because it hurts my little girl's throat). 

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publicado às 09:08

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