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Parecem-me coisas tão simples e ligeiramente melhores que químicos/fármacos... Será que ajudam? Eu acho que o exercício físico, para mim, está fora de questão, para já. Acabo sempre tonta demais e a cair para o lado. Talvez uma caminhada seja melhor... 

O café ajuda-me a subir a tensão arterial... Também não me parece que possa abdicar dele. Humpf... Vou ali respirar um bocadinho e já volto.

 

 

Family life, despite all its blessings, can take its toll on our mental health. Here's 10 quick and easy ways to help you curb anxiety, manage stress and stay centred.

1) Breath away anxiety


Okay, so we've all heard this one before, but learning to control our breathing really can help us to relax. Here's a simple breathing exercise you can do whenever you feel a spurt of panic coming on, or tension building up inside:

Close your eyes and focus only on your breathing. Inhale slowly through your nose. Feel your diaphragm move up into your ribcage and extend your belly outward as you inhale. Slowly push out your breathe as you exhale through your mouth. Feel the stress being breathed out of your body and visualise it leaving your body. Each breath should take 6 seconds to complete. Spend 3 seconds slowly inhaling through your nose and the other 3 seconds slowly exhaling through your mouth. Take 5-10 breaths like this and you'll instantly feel more relaxed.

2) Drink green tea instead of coffee


Caffeine is a mood stimulant. It heightens our moods, which is why we feel charged after our morning cappuccino. But the crash we experience once the caffeine has worn off can invite anxiety and depression into our general sense of being. Although green tea contains caffeine, it also contains amino acid L-theanine which promotes relaxation and modifies the stimulating effects of the caffeine present. L-theanine is a caffeine antagonist, if you like, in that it offsets the “hyper” effect of caffeine. Green tea contains more theanine than the other teas. Try drinking Green tea for a more calming and gradual wake up boost instead of coffee. 

3) Have a catnap

When we are sleep deprived we not only feel exhausted, accident-prone and forgetful, but irritable too. Lack of sleep can also make our body crave food even when we're full, which in itself can bring on more stress. Nanna was on to something with her afternoon naps, a cat nap can recharge your batteries and clear your mind. Even if you don't fall asleep, just lying down and closing your eyes for 15mins can do wonders for your mental health. 

4) Phone your BFF

A friend can be a lifesaver when you feel yourself drowning in a sea of family life stress. A trouble shared really is a trouble halved and by chatting to your friend about what's on your mind, you dissipate the energy around it and lessen the effect it has on you. Your friend will probably have some good advice and if she doesn't, you can both have a good laugh about it (see below). 

5) Have a giggle


Research has found a good cackle releases endorphins (feel-good hormones) into your system. Watch your favourite funny movie over again, or think of something silly your child said that always cracks you up and get those endorphins swimming throughout your body. 

6) Put it in writing

Feel like you're about to blow? Sometimes indulging in a good journal rant, or writing your feelings down in a letter that you never send, is just what you need to do to physically get rid of unwanted emotions. But don't spend too long doing this though, as you don't want to meditate on negativity, simply let your anxiety spill out in front of you and feel it leaving your mind once the words are on the page and off your chest. 

7) Get rid of clutter


Clutter creates a sense of confusion and chaos. By cleaning up your home, you're essentially clearing out the clutter from your mind. Pick the one area in the house that always makes you feel better when it's tidy (for me this is the kitchen bench) and give it a five minute spruce up.

8) Walk off your worries 

A brisk walk will clear your mind, get your heart rate pumping and your blood circulating throughout your body. Try to think about your breathing as you walk, concentrate on each breath and empty your mind of thoughts. If you can, go for a walk near water, it has a calming effect and is good for the soul. 

9) Indulge in a foot bath


Fill up a large bowl with warm water and indulge in a foot bath. If you like, add some bath salts or essential oils to enhance this relaxing experience. Put on calming music and sit in a comfy chair with your eyes closed while you soothe your cares with this moment of Zen. Do this after you've tucked your kids into bed to really make the most of this uninterrupted me-time. 

10) Aromatherapy


Essential oils such as lavender, chamomile, ylang ylang, clary sage, bergamot, frankincense, and sandalwood are often used in relaxation aromatherapy. Adding a few drops of these essential oils to an oil burner at home, or on a hanky that you carry with you when out and about will help you invite calm into your life. 

 

in http://www.kidspot.com.au/MySpot-inspiration-10-Anxiety-busters-to-help-you-stay-cool-calm-and-collected+2749+172+article.htm

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publicado às 18:26

Em fase (difícil) de recuperação

por t2para4, em 29.04.12

 

  

Estou à beira da exaustão (e possivelmente da loucura também...). Aproveitei hoje para dormir, o que me soa, a intervalos e ando em piloto automático.

Prometo recuperar rapidamente, por mim mas principalmente pelas piolhas que não têm culpa nenhuma deste mundo parvo em que a mãe vive.

As birras parecem ter diminuído mas o choro cont+inuo tira-me do sério e salta-me a tampa com uma facilidadeq ue até vejo o meu sangue a ferver. Arre!!!!!! Aquele choro que mói e mói e entra pelos ouvidos dentro e rebenta-nos a cabeça e nem eu nem as piolhas sabem de onde vem.

 

Mandei mail ao médico a explicar o que se passou nestes últimos tempos, e após, duas perguntas acerca do estado delas desde março (a última consulta) e sobre a medicação (tomam ou não), aguardo feedback. 

Falta-me acabar de preencher o documento do PIAF para o enviar à psicóloga da ANIP e sei lá mais o quê. E a vontade, onde está? Apetece-me enfiar-me na cama, todo o dia, com as piolhas bem perto de mim. E mandar o resto do mundo à fava, antes que a ervilha encha (ah, já pensavam que vinha aí mais uma torrente de palavrões, não? E vinha. Mas controlei-me...).

 

Vou ter que reagir, não é? Estou a caminho...

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publicado às 18:08

Estamos a voltar para trás...

por t2para4, em 26.04.12

Fui chamada de urgência ao infantário.

Uma das piolhas esteve todo o dia (TODO O DIA!) a gritar e a chorar e começou a arrancar cabelo e a bater com a cabeça e punhos nas paredes. Tudo a incomoda, até o lençol que soltou do colchão onde dormia...

Está com os olhos tão inchados que mal os abre... Coitada da minha menina... :( :( : (

Parece que estamos a voltar atrás. É horrível, frustrante e impotente. FDX! Tanta gente a precisar de ser castigada e as minha smeninas que nada fizeram é que levam com isto. FDX!

 

Perdida por cem, perdida por mil, já enviei mail a justificar a ausência ao serviço com conhecimento ao meu superior. Expliquei em que consiste uma birra autista e por que eu sou necessária. Pro diabo com as bocas foleiras e a a put@ da discriminação.

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publicado às 16:55

Por aqui...

por t2para4, em 23.04.12

.... faz-se um esforço enorme para levar as coisas mais na desportiva, como diz o marido.

 

Na semana passada, o terapeuta da fala das piolhas deve ter ficado assustadíssimo com o meu (mau) aspeto e aconselhou-me a colocar dois dias de baixa... Afiançou-me e assegurou-me (passo a repetição de ideias) que a fase mais agitada e de contradição/recusa das piolhas é uma fase de desenvolvimento normal, igual à de tantas outras crianças normais, a manifestar-se talvez apenas agora.

 

No entanto (e nesta minha vida há sempre destas conjunções coordenativas adversativas fdp), eu sei que se eu estivesse bem, a 90% pelo  menos, talvez as piolhas andassem menos agitadas. Porque eu sei, pela experiência que tenho, que elas imitam o meu comportamento, sem sequer se aperceberem disso. E se eu ando a mil à hora, sempre a implicar com tudo e com todos e a choramingar pela casa, obviamente elas farão algo semelhante. E eu passo-me ainda mais e elas também e andamos aqui numa espiral de emoções que não têm fim e só dão cabo de nós.

Recuso-me a deitar por terra todo o caminho percorrido até aqui. Porque o meu trabalho (nem sequer o posso designar por emprego) não vale isso. Tenho um contrato a part-time mas fazemos trabalho de full-time com ordenado de part-time e sempre a desculpa de que estamos a dever horas à entidade patronal. Não vale a pena ir por aí... Adiante.

 

Também me custa ver estas estapas de desenvolvimento das piolhas todas trocadas e birras parvas e sei lá mais o quê. E ter que trabalhar e lutar tanto para se chegar um passito mais à frente. Adiante.

 

Felizmente, consigo reconhecer os sinais e tentar travar o avanço da coisa, antes que me dê o tilt à séria. E a minha família não merece isso e as minhas piolhas muito menos. Além disso, não posso nem devo deixar o marido arcar sozinho connosco deste modo.

Assim, já comecei a tomar algumas medidas para me acalmar um pouco, pôr a cabeça a funcionar em condições e deixar de sentir esta dor fininha no peito que me impede de respirar em condições e me irrita horrores:

- fármacos: magnésio 3 x/dia até acabar a primeira caixa; a segunda caixa será 2x ao dia; relaxante muscular (meio comprimido) para a dor no peito (resultou - abençoado!!!!) só quando necessário

- chazinhos quentes

- sesta sempre que possível

- exercício físico todos os dias, cerca de 20 a 25 minutos. Mas (lá vem a adversativa) tenho de ver o que se passa pois acabo sempre tonta e à beira do desmaio e nem me esforço assim tanto que jsutifique isto

- andar mais a pé (pequenos recados no centro da localidade, por exemplo), apanhar ar.

- uma conversa com o chefe - teremos uma reunião brevemente (e além de fazer algumas propostas intra e extra trabalho, já que é para ir para a rua, tudo o que tiver a dizer, direi. Educada e cordialmente, mas não me calarei face a discriminação e incompetência que anda a colocar o meu trabalho em causa)

- diminuir o trabalho de casa (do trabalho mesmo, não de domesticidades)

- uns dias de pausa (ou féria sou baixa, dependendo do que me deixarem fazer) para breve (não fosse o feriado a meio desta semana e daria em doida)

- mais umas mudanças em casa: portas de armários que desapareceram, objetos de decoração adaptados e transformados e uma parede que vais sofrer a alteração da vida dela brevemente

- r   e    s   p   i   r  a   r        m   u   i   t   o        f   u  n   d   o

 

E adiar a doação de sangue. Enquanto andar assim não posso nem me deixam dar sangue. Grunpf...

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publicado às 20:46

Autista vs não autista

por t2para4, em 21.04.12
  



As piolhas não conseguem distinguir se um colega está a ser cruel ou não. 

As piolhas não percebem quando uma criança da mesma idade, mais nova ou mais velha, não está interessada em estar com elas.

As piolhas não compreendem por que outras crianças não querem brincar com elas.

As piolhas não se apercebem da agressividade de outras crianças.

As piolhas não notam nem sabem ler os sinais sociais que outras crianças enviam e, por isso, podem parecer frias e distantes e ter conversas ao nível de um deficiente mental ou de um génio, dependendo da situção, ou insistir para brincar mesmo que outra recuse.

As piolhas não estão ao mesmo nível de brincadeira de outras crianças: estão mais avançadas numas coisas e mais atrás noutras.


As piolhas são autistas e isso não está escrito na testa.

As piolhas são autistas e isso não se vê.

As piolhas são autistas e isso não se pega.

As piolhas são autistas e isso não lhes causa dor como uma constipação.


Já a estupidez das pessoas, a ignorância propositada das pessoas e a má educação magoam mais que uma facada. 



As piolhas têm uma coleguinha na psicina que é cu de mimo que não se pode. A miúda, com cerca de 4 ou 5 anos, faz da mãe gato sapato e a mãe ainda acha piada às larachas da petiz. A miúda é capz de entrar no balneário a conversar com a mãe, dominando a conversa e falando do que fez durante o dia, contradizendo as queixas da educadora frente à mãe e, se ouve alguém conversar ou repreender (que é o que eu falo quando as piolhas esticam a corda), parte logo para o ataque "que meninas mais mal-educadas!". Já o disse várias vezes, isto faz-me ferver o sangue mas não é minha filha, logo a mãe que não se demita do seu papel de mãe e deixe de se armar em melhor amiga da filha pois daqui a mais uns anos ninguém lhe põe mão. Adiante.

A miúda domina. Ponto. É esperta e perspicaz. E não sabe partilhar. As minhas não percebem estas pequenas coisas e não entendem a agressividade na fala e até nos gestos desta criança quando se aproximam. E insistem e insistem e querem estar com ela e ela não. Se não fosse a presença da professora, a miúda teria agredido uma das minhas piolhas (nada do outro mundo, talvez um empurrão ou um murro no braço). 

Eu assiti a tudo isto a 5 metros de distância sem interferir. Quero proteger as piolhas mas não as quero proteger a ponto de não fazerem nada sozinhas. Quero ajudá-las mas não sei como lhes ensinar a perceber o que lhes é tão dificil perceber. Será mais fácil começar pelos outros? Não sei. 

Tenho pena daquela menina porque sei que vai ser sempre a "cheerleader" lá do sítio e não acho isso positivo. Tenho pena das piolhas porque não sei quantas cabeçadas levarão até que percebam que as pessoas são todas diferentes, mesmo as crianças. E nem me vou pôr a divagar sobre como seria com um adulto...

O autismo é f%dido. Ponto.

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publicado às 23:03

paradise - coldplay

por t2para4, em 18.04.12
 


Hoje espera-se quse desesperadamente por um "paradise..." É uma música que as piolhas adorma e mal ouvem os acordes iniciais, dizem logo que é uma música tão bonita.

Hoje o dia não está bom.

Nem metereologicamente falando nem em tudo o resto.

Está mesmo um dia de merd@. So, I'll lust be sitting here waiting for my paradise, ok? No rings, no calls, no text, no nothing. just me and my pain and my own stupid little things.

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publicado às 13:09

Roupas e adaptações

por t2para4, em 16.04.12

As piolhas costumam receber alguma roupa em determinadas ocasiões, nova ou usada. 

Não tenho qualuqre problema em vestir ou verstir-lhes roupas que já vieram de outras crianças. A minha infância foi assim e estou aqui, crescida. Algumas das minhas roupas vinham de primas ou vizinhas a quem deixavam de servir ou a minha mãe fazia (foi costureira, em tempos idos) ou era comprada na feira. Acho que, enquanto miúda e adolescente, não tive nenhuma peça de roupa que tivesse vindo de uma loja. 

Já as minhas filhas, é outra história e sãooutros tempos. O que não é outra história nem outros tempos é o que se gasta ao comprar para as duas, por isso, se alguém lhes oferece roupa ou calçado, novo ou usado (em bom estado, claro). não me faço rogada e aceito.

 

A minha mãe costuma comprar-lhes muitas coisas mas nem sempre olha para o "género" e acaba por trazer peças mais masculinas que femininas mas nada que um toque extra não transforme. Nos polares, tenho por hábito, comprar um ou outro emblema bonito que raramente ultrapassa os 0,50 cêntimos e coso; nas camisolas, uma fita bonita, um bordado ou assim, dão logo outro ar.

 

 

 

As piolhas ficam com roupas personalizadas e com estilo :) 

 

Por vezes, quando há uma nódoa chata que não sai ou um buraco indesejável, também aplico um emblema ou faço uma aplicação em feltro. É óbvio que se estiver em muito mau estado, vai direto para o lixo. Poupar sim mas sem exageros.

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publicado às 08:44

Anjos de feltro - móbile

por t2para4, em 15.04.12

Ao serão, depois de trabalhar e de arrumar as domesticidades do costume, já com as piolhas na cama, fiz este móbile para o bebé Vítor. Consegui acabá-lo antes de ele nascer, nem sei bem como :)

Foi a primeira vez que fiz um móbile e não posso dizer que tenha sido difícil porque, desde o molde até ao acabamento, não tive problemas em conseguir fazer tudo. 

Gosto muito do resultado final, embora não saiba se voltarei a fazê-lo pois não se avizinham bebés em ninguém que conheça :)

 

 

 

Os materiais utilizados já os tinha em casa: feltro colorido, linhas das usadas para fazer renda e ponto-cruz, fitinhas que sobraram de outros usos e tule das fitas para colocar nas antenas dos carros, ainda do tempo do meu casamento, que serviu para o da minha irmã e ainda sobrou :) tudo se aproveita :)

Ficou uma prenda bonita, simples e barata, feita com dedicação e prazer.

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publicado às 17:24

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