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Por aqui...

por t2para4, em 23.04.12

.... faz-se um esforço enorme para levar as coisas mais na desportiva, como diz o marido.

 

Na semana passada, o terapeuta da fala das piolhas deve ter ficado assustadíssimo com o meu (mau) aspeto e aconselhou-me a colocar dois dias de baixa... Afiançou-me e assegurou-me (passo a repetição de ideias) que a fase mais agitada e de contradição/recusa das piolhas é uma fase de desenvolvimento normal, igual à de tantas outras crianças normais, a manifestar-se talvez apenas agora.

 

No entanto (e nesta minha vida há sempre destas conjunções coordenativas adversativas fdp), eu sei que se eu estivesse bem, a 90% pelo  menos, talvez as piolhas andassem menos agitadas. Porque eu sei, pela experiência que tenho, que elas imitam o meu comportamento, sem sequer se aperceberem disso. E se eu ando a mil à hora, sempre a implicar com tudo e com todos e a choramingar pela casa, obviamente elas farão algo semelhante. E eu passo-me ainda mais e elas também e andamos aqui numa espiral de emoções que não têm fim e só dão cabo de nós.

Recuso-me a deitar por terra todo o caminho percorrido até aqui. Porque o meu trabalho (nem sequer o posso designar por emprego) não vale isso. Tenho um contrato a part-time mas fazemos trabalho de full-time com ordenado de part-time e sempre a desculpa de que estamos a dever horas à entidade patronal. Não vale a pena ir por aí... Adiante.

 

Também me custa ver estas estapas de desenvolvimento das piolhas todas trocadas e birras parvas e sei lá mais o quê. E ter que trabalhar e lutar tanto para se chegar um passito mais à frente. Adiante.

 

Felizmente, consigo reconhecer os sinais e tentar travar o avanço da coisa, antes que me dê o tilt à séria. E a minha família não merece isso e as minhas piolhas muito menos. Além disso, não posso nem devo deixar o marido arcar sozinho connosco deste modo.

Assim, já comecei a tomar algumas medidas para me acalmar um pouco, pôr a cabeça a funcionar em condições e deixar de sentir esta dor fininha no peito que me impede de respirar em condições e me irrita horrores:

- fármacos: magnésio 3 x/dia até acabar a primeira caixa; a segunda caixa será 2x ao dia; relaxante muscular (meio comprimido) para a dor no peito (resultou - abençoado!!!!) só quando necessário

- chazinhos quentes

- sesta sempre que possível

- exercício físico todos os dias, cerca de 20 a 25 minutos. Mas (lá vem a adversativa) tenho de ver o que se passa pois acabo sempre tonta e à beira do desmaio e nem me esforço assim tanto que jsutifique isto

- andar mais a pé (pequenos recados no centro da localidade, por exemplo), apanhar ar.

- uma conversa com o chefe - teremos uma reunião brevemente (e além de fazer algumas propostas intra e extra trabalho, já que é para ir para a rua, tudo o que tiver a dizer, direi. Educada e cordialmente, mas não me calarei face a discriminação e incompetência que anda a colocar o meu trabalho em causa)

- diminuir o trabalho de casa (do trabalho mesmo, não de domesticidades)

- uns dias de pausa (ou féria sou baixa, dependendo do que me deixarem fazer) para breve (não fosse o feriado a meio desta semana e daria em doida)

- mais umas mudanças em casa: portas de armários que desapareceram, objetos de decoração adaptados e transformados e uma parede que vais sofrer a alteração da vida dela brevemente

- r   e    s   p   i   r  a   r        m   u   i   t   o        f   u  n   d   o

 

E adiar a doação de sangue. Enquanto andar assim não posso nem me deixam dar sangue. Grunpf...

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publicado às 20:46

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