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Dia da mãe

por t2para4, em 11.05.12

Não foi nada de especial. E, tal como revela este post (atrasado e sem grandes coisas), passou-se sem que eu fizesse nada de especial este ano. Comprei umas plantas para as avós e fizemos as respetivas visitas.

 

Fui trabalhar de manhã. Uma colaboração forçada de 2h, sempre a andar, sem parar, até as costas suplicarem por um brufen e eu apagar no sofá, com as piolhas enroscadas nas minhas pernas, no final do dia. 

Mas as piolhas lembraram-se da mãe e o pai desejou-me um feliz dia :) Do infantário veio uma t-shirt com a mais pura das verdades e do marido veio um anel a condizer com as bijuterias que já tinha (embora tenha sido eu a escolher e a dizer o que queria eh eh eh)

 

 

 

 Olho para a t-shirt e dá-me vontade de rir porque, quando ia buscar as piolhas à escola, perguntava-lhes se estavam a fzer um trabalho para o dia da mãe. Elas respondiam que sim e mais nada. E eu lá insistia e perguntava o que estavam a fazer? E elas respondiam "picotei a mão e fiz um galo cócoórócócócóró" eu não entendia nada... 

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publicado às 12:44

Encontrei este texto sobre a influência da melatonina no organismo. As piolhas já não têm necessidade de a tomar mas nunca associei a dificuldade em adormcer a algo mais relacionado com o espectro do autismo...

 

 

Resultados recebidos por famílias lutando com um dos problemas mais comuns do autismo
Quando tomado regularmente, uma dose noturna de melatonina ajuda a crianças com autismo e queda insônia dormindo, de acordo com um estudo piloto publicado hoje.

As 24 crianças, com idades entre 3 a 9, que completaram o tratamento de 14 semanas, diferem um pouco na dose que necessário. No entanto, em todos os casos, um regime noturno de melatonina (1 - 6 mg) ajudou com o início do sono dentro de uma semana. Os dados do grupo indicado que os benefícios geralmente durou a duração do estudo, sem efeitos secundários significativos. Os pais também relataram melhoras no comportamento de seus filhos durante o dia e reduções em seus próprios níveis de estresse.

O estudo, que aparece na edição online do Jornal de Transtornos do autismo e do Desenvolvimento, foi financiado pela Autism Speaks e Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health e Desenvolvimento (NICHD).


Mais da metade de todas as crianças com autismo espectro desordem luta (ASD) com distúrbios do sono - insônia é o mais comum, explica a pesquisadora Beth Malow, MD, MS, professor de neurologia, pediatria e desenvolvimento cognitivo da criança na Universidade Vanderbilt Escola de Medicina, em Nashville. Malow também é o investigador principal para o autismo Vanderbilt fala Autism Treatment site Network (ATN).

Muitos adolescentes e adultos com autismo também lutar com distúrbios do sono, notas Malow.

Mais do que uma questão trivial, as perturbações do sono pode agravar os sintomas do autismo, como comportamentos repetitivos e dificuldades sociais. Além disso, os pais e outros cuidadores relatam que o autismo associado a insônia pode tomar um pedágio em todo o agregado familiar.

Nos últimos anos, a melatonina, o chamado "hormônio do sono", tornou-se popular entre as famílias e indivíduos afectados por ASD, dado o custo relativamente baixo de suplementos de melatonina e sua segurança aparente.

Infelizmente, os estudos de alta qualidade têm faltado. Aqueles concluído até agora têm sido crianças muito pequenas, retrospectiva (confiando em lembrança ao invés de observação directa) ou incluído que não têm autismo. Este último é um problema, porque os distúrbios do sono associados com ASD podem ter causas diferentes do que aqueles experimentados por pessoas sem autismo.

Para fechar esta lacuna de informação, Autism Speaks e NINDS co-patrocinou o estudo novo piloto para determinar quais doses de melatonina, se for o caso, produzir benefícios reais em crianças com ASD e para a tela para quaisquer efeitos secundários problemáticos. Além disso, os pesquisadores usaram um líquido de melatonina aprovado pela Food and Drug Administration para uso em pesquisa clínica em crianças com autismo (Natrol ®). (Estudos anteriores usaram uma variedade de preparações diferentes de melatonina, uma preocupação porque os suplementos nutricionais sem prescrição podem variar muito em qualidade.)

Todos os pré-escolares 24 e nota-escolares que completaram o estudo havia confirmado o diagnóstico de ASD além de relatos de pais que que não adormecem dentro de 30 minutos de "Lights Out" três ou mais noites por semana. O benchmark para uma resposta positiva para a melatonina foi dormir dentro de 30 minutos, cinco ou mais noites por semana.

Sete das crianças participantes alcançado esta resposta positiva com uma dose de 1 mg noturno de melatonina tomado 30 minutos antes de deitar. Outro 14 respondeu depois de ter sido aumentada para uma dose de 3 mg, e três necessária uma dose de 6 mg. A idade e peso não pareceu para determinar a dose necessária, e nenhum dos níveis de dose produzido efeitos secundários preocupantes.

Malow adverte que as famílias e os indivíduos lidam com o autismo associado a insônia deve consultar um médico ao invés de tentar melatonina por conta própria. "Há muitas causas para distúrbios do sono", explica ela. "É extremamente importante, primeiramente, identificar e tratar qualquer condição médica subjacente." Todas as crianças que participaram do estudo foram inicialmente avaliados por um especialista médico para condições contributivas potenciais tais como a doença gastrointestinal ou apnéia do sono e receberam tratamento se necessário. Os pesquisadores também ensinado aos pais como para implementar bons hábitos de sono com os seus filhos, e apenas aqueles cuja insônia após esta intervenção comportamental entrou no julgamento melatonina tratamento.

Os resultados positivos deste estudo piloto são muito encorajadores, diz Autism Speaks Chefe Ciência Diretor Geri Dawson, Ph.D. O próximo passo é confirmar a sugestão de benefício com maiores e ensaios controlados com placebo. Isto é importante porque placebos (suplementos inactivos ou fictícios medicamentos) pode-se ter um efeito benéfico, devido à potência da sugestão. Além disso, estudos com muitos mais participantes são necessários para confirmar benefício da melatonina e de segurança.

Um estudo placebo-controlado tal, no Baylor de Houston College of Medicine, está em andamento, graças ao apoio da Autism Speaks doadores e voluntários. Além disso, Autism Speaks financiou recentemente um estudo da Universidade do Colorado em Denver sobre as formas não-invasivos para medir os níveis de melatonina em crianças com autismo e insônia. Para explorar mais do Autism Speaks está a financiar estudos, visite nosso site de busca de subvenção. Para obter informações úteis sobre formas de facilitar o autismo relacionada com insônia, ver Autism Speaks Família página de recursos de serviço na "Sono e Transtorno do Espectro Autista".

 

fonte: postagem no grupo Meus Amigos de Luta,no Facebook

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publicado às 09:57

Ida ao dentista

por t2para4, em 11.05.12

Em meados de abril levei as piolhas ao dentista. Dá-me a impressão que os molares mais ao fundo da boca estão mais escuros e, como se mantem alguma relutância em deixar a escova de dentes aproximar-se, fiquei com receio de que já houvesse uma valente cárie por baixo da desmineralização.

 

Não precisámos de marcar consulta pois era só para o dentista ver se havia cáries ou se era só a desmineralização a dar de si. Mas tivemos que esperar na sala. E fiquei satisfeita com a coincidência de uma criança mais nova que elas ter sido atendida antes e ter saído bem disposta.

Na sala, nem sei bem como, talvez pela associação de ideias de que o dentista da mãe é fixe e a mãe tem os dentes bonitos agora (já branqueei o que queria, não há infeções escondidas nem cáries e só lá volto daqui a uns bons meses para revisão), portaram-se muito bem e até mostraram ser capazes de imitar adultos :)

 

 

 

Entrámos e, claro que a primeira coisa a fazer foi? Escorregar na cadeira do dentista a fazer "Weeeeeeeeee"... Mas lá deixaram que o dentista visse e contasse os dentes. Não há partes moles nem partidas, não há mau cheiro nem dor, não há cáries (a do canino de uma das piolhas estagnou). Fiquei muito aliviada com o que ele me disse. 

Acrescentou que, se eu quisesse, poderia fazer uma abordagem e marcar consulta para limpeza. Não o fiz pois não achei necessidade disso. Se está tudo bem, escuso de me estar a encher de ideias e ansiedades e as piolhas idem.

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publicado às 08:32

As piolhas não gostavam de lavar os dentes. Era um facto assumido. Gostavam de usar a escova à maneira delas, comiam a pasta, guinchavam como se o mundo estivesse a ruir e acabava por lhes lavar os dentes à força. Chegar à àrea de dentes careados (felizmente é só um ou outro) era uma verdadeira obra.

 

Em dezembro do ano passado, decidi travar isso. Andei a fazer umas arrumações aos meus materiais didáticos e encontrei um jogo de carimbos com 10 carimbos e duas cores de tinta. Construi um calendário no Publisher, coloquei uma foto das piolhas e atribuí uma cor a cada uma. Expliquei as regras do jogo e mostrei a folha, já imprimida:

 

Em cada quadrado está um dia do mês. De cada vez que as piolhas lavarem os dentes, elas colocam um carimbo da respetiva cor até a folha ficar cheia. Quando a folha ficar cheia, fazemos uma nova. A recompensa era colocar o carimbo.

A coisa resultou e pegou muito bem. De tal modo que, antes de dormir, elas pediam para pôr o carimbo e sabiam que primeiro deveriam lavar os dentes!

 

Por volta de fevereiro, o calendário caiu em desuso. Não há crises para lavar os dentes, lavam e pronto. Já não é preciso carimbar nada e acabaram-se as folhas afixadas no espelho da cómoda do quarto :)

 

Fica a ideia do resultado final:

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publicado às 08:06

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