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Ementa mensal

por t2para4, em 30.09.12

Após um agosto e um setembro de refeições cozinhadas a meias com a minha irmã e sem saber bem o que apetecia a uma e a outra, agora que já acabaram as férias na casa da avó, voltámos à organização do costume.

Aqui vão as nossas sugestões para outubro:

 

 

 

Dia 1 - frango do campo no forno e batata frita

2 - sopa juliana + peixe e legumes grelhados

3 - pasteis de bacalhau com arroz de tomate

4 - costeletas de porco com molho branco

5 - filetes de peixe à portuguesa

6 - soufflé de massa com salsichas + creme de ervilhas

7 - pescada no forno à espanhola + pizza de bacon com chourição

8 - esparguete com fiambre

9 - lombinhos de peixe com cogumelos e soufflé de cenoura

10 - sopa de bróculos com abóbora + strogonoff de grão de bico

11 - entremeada grelhada com batata frita e salada

12 - lulas à portuguesa

13 - pataniscas de sardinha com batata cozida + arroz de frango + sopa de couve

14 - costeletas grelhadas com batata e salada

15 - salada de feijão-frade com pimento e atum

16 - bifes de porco ocm cogumelos e arroz branco

17 - bacalhau à bras

18 - canja + strogonoff de peru com natas

19 - arroz malandro com carapau

20 - frango do campo em vinho tinto com puré + ovos mexidos

21 - sopa de alho francês + redon

22 - omolete de cogumelos e queijo

23 - esparguete com ameijoas e tomate

24 - salada de massa com delícias do  mar

25 -  sopa de feijão branco com couve-flor + peixe estufado com cerveja e batata cozida

26 - risotto com salsichas

27 - feijoada de entremeada + esparguete com atum e cogumelos

28 - jardineira de coelho

29 - rissóis de pescada com salada de legumes + caldo verde

30 -  carne à portuguesa

31 - massada de peixe + creme de legumes

 

Alguns dos pratos serão confeccionados a partir de receitas das revistas: Continente Magazine, Receitas Semanal (custa 0,50 cêntimos), 1.2.3. Uma colher de cada vez, Cozinha para principiantes

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publicado às 09:00

A tendência do verão foi a Merliah, personagem da boneca barbie vida de sereia 2... O raio do filme rolou e rolou e rolou até à exaustão e eu saber as falas quase de cor. Claro que, a tendência seguinte foi o raio da boneca... E eu caí na patetice de lhes comprar uma Barbie Merliah mais baratucha (a de 7 euros) só com o bikini e os óculos de sol. O problema é que ela não tinha cauda... E isso era um grande problema... 

- a nível da minha bolsa: cada barbie dessas custa cerca de 27 euros (não me parece que o vá esbanjar numa boneca que acaba nua dentro de uma prateleira ao fim de umas semanas)

- a nível da minha pobre cabeça doida (a persistência destas piolhas é digna do livro dos records e os seus guinchos também)

 

Assim, depois de rebentadas as alsas de silicone do soutien da Barbie Merliah e de eu ter andado a inventar, lá negociei e propus fazer umas caudas para as bonecas.

 

Do que necessitei:

- duas cores diferentes de feltro (rosa, claro está... São meninas, não há nada a fazer)

- linhas de cores diferentes (same old same old)

 

E pronto, foi só cortar e coser. E enfiar nos pés da boneca...

 

 

 

 

 

Não ficou nada de especial mas comprou-me algum sossego e desistência pela "original"... Eu (e a minha bolsa) agradecemos.

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publicado às 15:04

Visita ao pinhal

por t2para4, em 27.09.12

Faz parte dos nossos planos sair com as piolhas para fazer percursos pedestres e percorrer algumas rotas indicadas e sinalizadas na nossa serra. Achoq ue, quer pela proximidade com a Natureza quer pelo passeio em si, as piolhas só têm a ganhar. 

Mas... tinha que experimentar levá-las a um ambiente desse género antes de nos metermos em aventuras. Perto da casa dos meus pais há alguns pinhais por onde me aventurei imenso quando era miúda e onde costumávamos ir apanhar pinhas com amigas ou com a minha irmã. Esses pinhais ainda existem e pedi ao meu pai para ir connosco. Sugeriu um que está limpo e foi uma preciosa ajuda com as piolhas pois elas, já se sabe, têm uma noção muito reduzida do que é perigoso e não quis ir sozinha com elas.

Assim, recolhemos folhas das árvores do pinhal (que tem bem mais do que pinheiros) e arredores, encontrámos alguns frutos no chão e um vaso de resineiro quase intacto (que trouxe comigo em memória de um trabalho que fiz num museu etnográfico em tempos idos) - que acabou por servir para colocar figos que apanhámos no quintal, depois -, aprenderam-se os nomes das plantas mais comuns da nossa serra e passámos um bom bocado.

 

As piolhas correm muito, óbvio, o que lhes valeu algumas quedas em raizes e a aquisição de que a caruma pica e talvez seja boa ideia andar mais devagar; o avô teve que ir buscar uma delas à orla do terreno (fica uns 2 ou 3 metros acima da estrada) e fazer cara feia dizendo que para ali não se podia ir; eu recolhi muitas folhas e afins para o nosso trabalho em casa.

 

Saídos do pinhal, viemos pelo quintal abaixo e apanhámos maçãs vermelhas sumarentas crunchy bem como figos pretos e ganhei uma abóbora para servir de panela de ir ao forno (uma aventura culinária para mais tarde).

 

 

 

 

 

 

Em casa, ensinei as piolhas a decalcar as folhas com lápis de cera e foi muito bom ver a cara de espanto delas ao verificarem que conseguiam fazer uma cópia exacta de todos os pormenores das folhas. Escolheram as cores e, à medida que iam mudando de folha, eu dizia-lhes que eram de castanheiro ou medronheiro ou carvalho ou videira, etc.

 

No final, fizemos colagens e fitacolagens das folhas e dos frutos e afins (com cola quente - eu fiz. Elas, além de terem tido medo do aspeto da pistola de cola quente, perceberam que era perigoso mexer naquilo) e a respetiva identificação, numa cartolina. 

 

 

 

 

Quando o pai chegou a casa, fizemos uma revisão do nosso fim de tarde com o avô - no pinhal - e em casa - comigo -, o que serviu para recapitular e interiorizar melhor os nomes das plantas e que tipo de frutos dão, como se chamava o local onde estávamos e que, por acréscimo, que é importante cuidar da natureza.

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publicado às 11:18

Tempo para tudo

por t2para4, em 26.09.12

As piolhas já estiveram com o pediatra que as acompanha na Unidade de Autismo. Foi mais de uma hora de conversa formal e informal, avaliação informal, análise de comportamentos e muito despejar de mágoas e preocupações mas também de reforço positivo do que corre bem.

As piolhas fizeram o que quiseram e ainda mais:

- "roubaram" a caneta metálica do pediatra, juntaram-na à que vem no seu caderno de articulação e deram asas à criatividade

- fizeram desenhos nas janelas e parede

- abriram, fecharam e correram a cortina do consultório as vezes que a calha aguentou

- subiram e desceram a marquesa "n" vezes

- correram e pularam

- falaram baixo, falaram alto, gritaram, cantaram, pegaram-se, contaram segredos

- fizeram birrinha

- pediram colo

- mexeram no computador

- fizeram desenhos numa folha que arranquei do caderno

- deram beijinhos ao médico

- pediram para ir embora aí umas 20 vezes

- falaram das vindimas

- correram mais um bocado e falaram alto mais outro

- saltitaram de foco de atenção em foco tal qual transmissão de neurónios

- deitaram a cabeça no nosso colo

- enrolaram e arrancaram cabelo

 

Acima de tudo, estavam bem dispostas, apesar da reluctância inicial em ir ao médico. Ainda assim, esta hiperatividade toda - desta vez sem refreios/travões/admoestações/ameaças, ainda conseguiu surpreender o pediatra que me questionou acerca de ter ou não seguido as suas orientações: o aumento da dosagem da risperidona. Ao ouvir um "sim, aumentei na 5ª feira, tal como me indicou" acescentou logo que não chegava. Verificou o peso e sugeriu mais 0,25 apenas e somente daqui a uma semana, a fazer à tarde, quando regressam a casa da escola. 

Referimos o medo da dependência e do zombismo mas foi-nos assegurado que para o estado atual das piolhas (comportamento, ansiedade, agitação, hiperatividade) e peso atual até poderiam tomar quase mais o dobro do que o recomendado por ele mas que, com todos nós a acompanhá-las e elas próprias a entabular estratégias, não haverá necessidade disso.

 

Entretanto, depois de termos falado sobre o desenvolvimento das piolhas e de termos, mais uma vez levado um murro no estomago (eu sei que não deveriamos queixar-nos mas ainda custa estarmos presos na infância interminável que as piolhas levam e ainda custa ouvir com todas as letras "é uma PEA..."), há que continuar o caminho para a frente: as piolhas são meninas perfeitamente saudáveis com um fisico normal para 5 anos, com capacidades cognitivas ao nível dos 6 mas com comportamento e maturidade comportamental de 2 ou 3 anos... E é precisamente nesta faixa etária que surgem as birras típicas em crianças típicas... Logo, este aumento das birras - que, muitas vezes, se misturam com as atípicas - advem desse atraso...

O nosso estado de cansaço deve ser tal que o médico notou logo que não temos feito mais nada nestes últimos anos que não viver em função - só e única e exclusivamente - das piolhas e aconselhou-nos algum egoismo: uma saída a dois ou individual, pequenas rotinas familiares sem os filhos, etc que nos permitam ter um elo com a realidade extra pais, extra pais de crianças autistas.

Foi bom ter o reconhecimento de que temos feito um excelente trabalho com elas - a nível de trabalho enquanto crianças com necessidades especiais e a nível de educação - e termos tido a certeza de que a equipa que nos acompanha sabe o quanto custa a nossa luta: não é fácil ter filhos gémeos, ainda para mais gémeos tão ativos como as minhas, ainda para mais gémeas autistas. Daí a importância de um stop em tudo, de vez em quando, para não acordarmos todos aos gritos e deitarmo-nos todos aos gritos - como já aconteceu. Admito que, desde há alguns meses, que isso tem vindo a falhar um pouco...

 

Na prática:

- as piolhas mostram-se menos elétricas do que antes e as obsessões diminuiram de intensidade (vi hoje, durante a aula de Inglês que dei no infantário que, uma das piolhas, do nada, levantou-se e foi mexer na água. Estava a divertir-se e a interagir muito bem mas teve que "ir fumar aquele cigarro"); o foco de atenção é mais controlado e distinto, favorecendo a aprendizagem.

- ainda vou notando alguns fios de cabelo perdidos mas sem a intensidade de antes

- o pai e eu já tomámos algumas doses de egoismo: saimos para almoçar fora e ir às compras (cada um na sua área de interesse) enquanto as piolhas estavam na escola e tentámos afastar a culpa de o estarmos a fazer sem elas; tentámos (eu mais do que ele) deixar de controlar tudo: as meninas estão na escola ou na terapia, ponto.

- já temos planos para fazer saídas controladas a pé (ir à descoberta da nossa serra em percursos pedestres com as piolhas, sem hipótese de escolha, ou seja, vamos e não há negociações, corra bem ou mal)

- empenhamo-nos muito mas com mais leveza; é um desafio, não tem que ser uma batalha sangrenta. O trabalho que fazemos com elas (histórias, exercícios de terapia, saídas de estudo) podem ser graduais e não precisam de correr sempre bem à primeira

 

Bottom line: elas precisam de tempo para elas - seja para se (des)regularem ou simplesmente correr -, nós precisamos de tempo para nós enquanto casal, eu e o marido precisamos de tempo para nós enquanto seres individuais.

E, com ou sem gestões de tempo quase milagrosas, tudo se arranja e tudo se resolve. Let's consider it a fresh start.

 

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publicado às 15:06

BBC - Louis Theroux - Autism

por t2para4, em 24.09.12
Este video foi-me dado a conhecer pela Sandra, uma mamã que costuma comentar aqui no t2para4. 
Conseguimos, eu e o marido, após uma péssima noite de sono, encontrar o dcoumentário que partilhamos agora. Já seguiu uma cópia para alguns familiares para que, mais uma vez, vejam o quão difícil é ter um filho no espectro.
Em comparação, sei que estamos até muito bem mas, ainda assim, foi impossível não nos identificarmos com a família Vieira porque é tal e qual, embora talvez com mais verbalização das minhas piolhas e um desenvolvimento cognitivo mais notório. Mas o que aquela mãe sente e diz sobre o seu casamento, os filhos, o não sair/fazer férias, a injustiça de ter filhos assim é uma imagem quase tipo espelho do que nós somos... 

No outro dia tentei gravar uma das minhas a fazer uma birra assim mas ela apercebeu-se e calou-se logo. Bem, pelo menos, agora já tenho estratégia...

 

"Autism is my life...", Nicky

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publicado às 23:23

As vindimas

por t2para4, em 22.09.12

Acho que, pela primeira vez, consegui desligar-me o suficiente para:

- deixar as piolhas andar correr à vontade, sem recriminações ou avisos ou "cuidado!"

- os que nos rodeavam perecebessem que, afinal, o facto de eu/o pai estarmos sempre de olho nas piolhas tinha uma razão de ser (dizia alguém que, de facto, tê-las assim todo o dia não deveria ser fácil... Elas são sempre assim? Náááá! Isso é impressão!)

 

Eu posso assegurar, sem qualquer pontinha de hiperbole, que as piolhas fizeram uns 2 ou 3 km, tantas foram as vezes que subiram e desceram as terras daquela vinha, correram aos gritos de "wheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!" e ao despique uma com a outra. 

Deu para que tivessem feito uma boa sesta e que, agora, já estejam no vale dos lençóis por vontade própria.

 

 

  

 

 

 

 

 

 

As vindimas acabaram oficialmente com a brincadeira na casinha de bonecas da vizinha, que a trouxe de propósito para elas. Ganhámos quase 1h de sossego... Já está na lista de compras para este Natal :)

 

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publicado às 21:36

Updating

por t2para4, em 21.09.12

- Piolhas com consulta marcada já para o início da próxima semana, com pediatra da unidade de autismo que as acompanha

- Aumento da dosagem de risperidona de 0,25 ml para 0,5 ml

- consulta marcada para a mãe para o início do próximo mês com o médico de família

 

Hoje foi o 1º dia da alteração da dosagem e pedi para que no infantário ficassem atentos. Eu sinto-me extremamente ansiosa a ponto de sentir o coração a querer saltar-me peito fora mas fartei-me das ressacas matinais do valdispert e, por isso, aguardo consulta. 

Para já, não quero pensar em mais nada nem sofrer por antecipação.

 

E, porque acho que precisamos todos de respirar ligeiramente melhor e não andar constantemente a hiperventilar, este fim de semana estamos de vindimas. Pela primeira vez, e apesar de ser sempre em ambiente familiar, vou levar as piolhas e deixá-las participar livremente. Acho que vai ser divertido (para elas e para nós), deixá-las andar à vontade entre os vários lances de videiras a espreitar os sacos de cachos já apanhados e a ver se comem uns quantos bagos às escondidas. 

As toilettes a usar nesse dia já estão escolhidas: sapatilhas velhas, já todas esmurradas; leggings que já tiveram a sua dose de dias felizes (para evitar que se arranhem nas pernas ou sejam picadas por algum bichito); t-shirts que não deixarão saudades e podem ser "restyled" com manchas de uva para tinto e/ou morangueiro; chapéu de sol que seja amigo íntimo da lixívia. Os acessórios fazem "pendant": um avô completamente risonho a achar imensa piada aos disparates das netas; uma avó que não parará de as chamar e de as aconselhar (inutilmente) de parar de mexer ali ou aqui; vizinhos sorridentes com a filosofia do "deixem andar as meninas"; tia a voltar olhos de zangada se estiveram a pisar o risco. 

Creio, para mim, que temos ingredientes para uns bons momentos :)

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publicado às 13:47

Quero sair da Holanda

por t2para4, em 19.09.12

Vim parar à Holanda, contra a minha vontade e numa viagem não planeada. Tentei apreciar a beleza da Holanda, os seus encantos naturais, os seus Van Gogh e Rembrandt mas cansei-me. Tentei aprender uma nova língua mas todos os dias surgem vocábulos novos que me são difíceis de assimilar porque estou farta de estudar neste país estranho, frio, cinzento e distante. Conheci novas pessoas mas todas numa esfera muito específica: ajudar a conhecer este país. Mas eu cansei-me.

 

Quero a minha viagem a Itália de volta.

Quero os meus planos de volta, a simplicidade da minha vida planeada de volta.

Quero que o percurso seja tão simples como sair de casa; entrar no carro mecanicamente - sem ter que parar nos mesmos locais, dizer sempre as minhas coisas, dar sempre os mesmos recados -; ir a um local - escola, piscina, casa dos avós, centro comercial -, sem medo de uma crise ou de um comportamento desadequado. 

Quero conhecer o coliseu.

Quero apreciar os frescos, as pinturas, as esculturas, as estátuas.

Quero estar num país onde o sangue pulsa nas veias à velha moda latina.

Quero estar num país cuja língua eu conheça minimamente.

Quero conhecer pessoas para além da esfera clínica.

Quero aquilo que eu sonhei durante a gravidez de volta. Não um dia, não nunca. Quero isso de volta, já. Agora. Neste instante.

 

 

A minha manhã otimista e a minha tarde de trabalho reduziram-se a um farrapo de alma materna em alguns minutos da aula de piscina das piolhas. Os rodopios, os handflappings, os guinchos, a obsessão pela água que apaga tudo o resto, a indiferença ao perigo - apesar de já terem passado por experiências negativas  -, esgotam-me. A camuflagem de comportamentos é indecente. Onde começa o autismo? O que é indício de autismo? O que fz uma criança reagir assim e não assado? Acabo por perder a cabeça e arrepender-me no segundo seguinte. E passar o resto da noite a dar voltas na cama. 

As piolhas não irão às aulas seguintes. Além da confusão (juro que, em 2 anos, nunca tinha visto aquela piscina tão cheia e confusa como este ano), vou esperar que acalmem e que os seus comportamentos se regulem. Além disso, fica também como castigo por se arriscarem estupidamente a afogarem-se e a pregar-me (a mim e ao professor) sustos de morte. 

Vou fazer novo contacto com o pediatra. Receio bem que a dosagem de  medicação que fazem já não seja suficiente pois estão com mais peso do que quando começaram aquela dosagem, em 2010.  

 

Quero a minha Itália de volta.

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publicado às 20:56

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