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Espera-me um daqueles dias...

por t2para4, em 29.11.12

Piolhas no infantário, marido a trabalhar. Tenho a máquina do café pronta e pão/bolachas à mão, o ar condicionado ligado e a sala quente. Montanhas de livros espalhados pela secretária. tenho até às 11h30 para prepara uns materiais pedagógicos... Breathe in and let's go.

 

Nos entretantos, espero - mas es-pe-ro mesmo! - que não receba nenhuma chamada do infantário do género "olhe, é para dizer que as piolhas estão com febre e é melhor vir buscá-las...". Anda por cá por casa o bicho da tosse - daquela que, de manhã, parece tosse de cão velho - e quase todos os coleguinhas da sala estão constipados/engripados/entossados... 

Uma coisa de cada vez.

 

Emails, comentários, posts, materiais que tenho que enviar a quem me pediu, por favor, não desistam, tá? :) eu só estou um pouquinho aflita com o tempo mas responderei e tratarei de tudo isso, ok?

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publicado às 08:58

Para compensar...

por t2para4, em 28.11.12

... uma semana muito complicada, algumas birras e teimosias, algumas (muitas, vá...) inseguranças e incertezas quanto ao amanhã, hoje tive uma compensação que me deixou a sorrir todo o dia. Conseguiu até apagar o facto de haver muita gente a querer meter-se onde não deve e noq ue não sabe e que só serve para nos angustiar. Adiante.

 

Tenho requisitado alguns livros para ir lendo ou trabalhando com as piolhas e na semana passada (depois farei um post sobre isso) levei três. Ora bem, hoje, já depois de os ter entregue e de meninos da escola os terem requisitado, precisei do título de um dos livros mas não me lembrava e não havia maneira de lá chegar. Lembrava-me da história, dos desenhos e ilustrações, do conteúdo e tema mas título, nada. Pensei em ligar para oo infantário porque de certeza que alguma das piolhas poderia lembrar-se. E assim foi: expliquei à auxiliar o que pretendia e ela passou-me uma das piolhas ao telefone (a piolha que veio é a que mais jogo simbólico faz relativo ao telefone. Está semptre a ligar para uma das amigas :) ).

 

eu - lembras-te de um livro que a mamã levou na semana passada que falava de uns números e que começava assim "No 1, o Manuel come pão com mel..."? Lembras-te do título?

piolha - "livro de contar" (assim, sem mais nem menos e sem mais conversa)

eu - é isso mesmo!! Obrigada filhota!

 

E pronto. Achei isto tão fenomenal, tão brilhante, tão memória-mais-que-fantástica-que-até-prestou-atenção-ao-livro-que-levei-e-gostou-da-história que andei o dia todo assim, com um sorriso pateta na cara... Isto pode mesmo parecer pateta mas deixou-me tão feliz!

 

Já agora, este é o livro

  

 

Fez parte das leituras das piolhas e vale a pena lê-lo aos filhotes. Além de podermos puxar por eles, a história é muito engraçada.

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publicado às 18:24

Aplicações para ipad

por t2para4, em 24.11.12

http://pplware.sapo.pt/pessoal/ciencia_saude/ipad-16-aplicacoes-para-ajudar-criancas-com-deficiencia-parte-i/

 

O marido descobriu este site com algumas aplicações de que se podem fazer download, ideiais para ipad. Fica a partilha.

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publicado às 10:10

Já frequentei alguns workshops desta empresa, em Leiria, e recebo sempre informação de quando promovem algo de novo. Este workshop que se segue é uma novidade. Fica a partilha.

Não irei participar pois, nesta fase, acho que já não faz sentido. A informação que recebi e pesquisei foi tanta e a minha prática no terreno é tal que não vejo o que este workshop me traria de novo, além de um certificado no final...

 


Vimos por este meio divulgar o nosso próximo workshop, que irá ter lugar no dia 15 de dezembro de 2012 nas nossas instalações (Cruz da Areia - Leiria).

 

--

 



Com os melhores cumprimentos,

Lídia Domingues

Rua da Malaposta, n.º 495 loja M
Cruz da Areia
2410-057 Leiria
Tlf: 244 852 305      Tlm: 966 099 000
E-mail: geral@janelaredonda.pt
Website: www.janelaredonda.pt

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publicado às 09:50

Durante a aula de piscina, uma das piolha steve um meltdown, uma birra das antigas... Soluços, olhos vidrados que ficaram inchados, transpiração, etc... O descontrolo do costume, os olhares do costume, a ideia de que a piolha piorou porque a mãe se aproximou. Já há muito que não passávamos por uma destas e os meus medos da entrada das piolhas para o 1º ciclo regressou. Desta vez ficou agarrada à cabeça porque tinha a toca mas, e da próxima? Arrancará cabelos?

Talvez seja cansaço, talvez seja demasiada pressão sobre elas, talvez seja ansiedade, talvez seja a mãe a pegar-lhes alguma coisa, talvez.... Foram ambas (ainda) mais cedo para a cama, na esperança que descansassem mais horas mas, ainda nem eram 7h e já estavam as duas enfiadas na nossa cama com barbies e a pegarem-se por causa do raio dos sapatos das bonecas. Espero que não se repita nos próximos tempos... 

 

Para lidar com isto tudo em beleza, esta semana tenho ouvido pérola atrás de pérola:

- um enfermeiro anda nas escolas a falar da higiene oral e a certa altura pergunta a 2 miúdos como se chamam. Resposta pronta da professora titular: "são NEE".

Ora que merda! Ele perguntou o nome e não o estatuto deles na escola!! Está guardada para levar na volta, na oportunidade adequada.

 

- com tanta porcaria de tanta birra parva naquela piscina, as pessoas dão mais importância e comentam mais uma birra das piolhas... Isso é o quê? Um birrómetro? Então, tenho a informar que o meu estupidómetro farta-se de apitar perto de gente assim, tal qual contador geiger em Chernobyl.

 

- definições do que é ser mãe consoante o grau de deficiência dos filhos - ou o trabalho que dão...

Really? Os neurónios desta pessoa - com curso superior na área da saúde (!!!) - morreram de estupidicite inflamatória aguda crítica súbita?

 

- "vi um trabalho sobre uns miúdos que têm aquela doença que não podem ouvir barulho. A mãe até se desempregou para ficar com eles porque aquilo só se cura com muitos calmantes e ela não queria dar-lhes remédios. Um deles curou-se com a ajuda da mãe".

Estamos a falar de quê, já agora??? O assunto era o autismo mas revela-se aqui um desconhecimento que deus me livre. 

 

 

 

Ora bem, face a isto tudo e a todo este desconhecimento, até por parte de profissionais, decidi desbravar este terreno tão denso e este emaranhado de confusões e dúvidas e disparates, e propus-me a fazer atividades de divulgação de tarefas que se podem fazer com crianças como as piolhas e sensibilizar para a temática do autismo. Wait and see. 

Agora vou fazer sopa e ler uma história às piolhas. A ver se me passa a minha birra.

 

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publicado às 18:15

Mais uma caixinha pintada

por t2para4, em 20.11.12

Para fazer companhia e fazer pendant com a que já tinha feito para a minha irmã há um tempo. Foi só recorrer pintar (e esperar ter acertado com o tom) e usar a técnica de découpage. Apesar de simples, demorei quase 3 meses a fazê-la... Não foi por mal...

 

  

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publicado às 10:30

Novas ondas de decoração

por t2para4, em 19.11.12

Não foi preciso muito; bastaram alguns olhares de esguelha e cabeça inclinada para o móvel da casa de banho e para o vazio no cimo da nova arca. Tinha de modificar aquilo e dar um novo ar às duas divisões. Há mais coisas a sofrerem olhares de esguelha e cabeças inclinadas mas, para já, terão de esperar.

O tempo dispendido foi de alguns minutos, apenas, talvez, no máximo, entre recolha, lavagem e assemblagem, de 30 minutos.

 

Em setembro comprámos novos móveis para a casa de banho pois o antigo estava uma miséria e o local onde punhamos os sapatos era um acumulador de pó. Assim, comprámos dois lindos móveis de branco brilhante no Leroy Merlin para resolver esta questão e renovar a casa de banho. Depois dos móveis montados, limpos, arrumados e cheios, faltou a decoração. O grande não necessita de nada, mas o pequeno que serve de sapateira, merecia algo. Comecei por lhe colocar, em copos de acrílico azul, umas suculentas/cactos mas, como são de exterior, morreram passado pouco tempo (eu não sabia que não se davam em interior) e não é zen ter cenas dessas em casa. 

Assim, fui ao arrumo dar uma volta aos caixotes das louças não usadas e trouxe duas tacinhas de sobremesa para casa, lavei os acrílicos e fiz sabonetes. Enquanto os sabonetes solidificavam, coloquei café em grão nas tacinhas e velas, aliviei o móvel e alterei a decoração da janela. 

 

 

 

Adoro o cheirinho do café quando ligamos o aquecedor (está perto das tacinhas e lança o aroma ao aquecer) e o novo canto na janela. A vela já não parece um objeto isolado e os copos estão mais cheirosos agora.

 

Na cozinha, aliviei a borboleta que estava neste cesto e as velas que tirei de lá (usei-as nas tacinhas da casa de banho) foram substituídas por paus de canela, acabando por harmonizar com o que já estava em cima do dispensador de especiarias. Como o cimo da arca estava mesmo vazio demais, lembrei-me de um cesto que tinha no arrumo e pensei em fazer um arranjo rápido (mesmo rápido!). Não tem arte absolutamente nenhuma: é só apanhar os elementos e colocá-los no cesto! 5 minutos et voilà!

 

 

Como se pode ver, só precisei de algumas pinhas, um pouco de madeira que atei com fio de cozinha, duas abóboras em miniatura e azevinho (veio tudo de casa dos meus pais e só cortei as pernadas mais rentes ao chão). Simples, sem custos e bem bonito!

De caminho, aproveitei e trouxe mais duas abóboras que ficam lindamente no canto do nosso sofá/mesa na cozinha:

 

 

 

Resta aliviar um pouco a banca - que está cheia: aquário, microondas (gaveta do pão em cima), escorredor, lavaloiças, fogão, duas máquinas de café lado a lado - e ficarei a ter menos olhares de esguelha para aquela área. Aceitam-se sugestões que não impliquem furar paredes.

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publicado às 12:00

Casinha de bonecas

por t2para4, em 19.11.12

Pai sofre. Já vão perceber porquê.

 

Os spots publicitários do Natal são demais. Não é fácil gerir tudo aquilo e até a mim se me vidram os olhos quanto mais às piolhas. Mas estas piolhas são umas ratitas espertalhonas e já não pedem "oh pai, compra!", já dizem "oh pai, faz!" sejam pranchas, asas de borboletas/vestidos/sapatos de barbies ou casinhas de bonecas. 

Ora é aqui que entra o sofrimento do pai: uma tarde enfiado no arrumo, entre madeiras reaproveitadas do que ainda sobra para lá de gavetas e prateleiras, com parafusos, máquinas Bosch e a certeza de que a bancada de trabalho ainda serviria para algo útil. O pai fez uma casa de bonecas em madeira para as piolhas. Just like that.

Aqui está o passo a passo:

 

Primeiro a escolha das madeiras e a verificação do tamanho

 

 

Aparafusa-se a estrutura e aquilo que serão os futuros andares (a casa terá 3 andares + sótão)

 

Cortam-se tábuas para fazer as divisões da casa e aparafusa-se tudo. O telhado é posto.

 

 

Veda-se a parte de trás da casinha com uma placa de madeira (das que veem nos móveis de wc), aparafusa-se e cortam-se as sobras.

 

Aproveitam-se os restos de silicone para encher os buracos de parafusos e rasgos onde passariam gavetas (madeiras reaproveitadas dá nisto) e passa-se uma espécie de primário para tirar brilhos e permitir que depois a tinta acrílica adira bem.

 

 Primeira reação das piolhas à casa: aprovada! Os animais até podem lá entrar e cabem bem. Está preparada para ser pintada, a mesa protegida.

 

Trabalho de equipa: todas pintamos e o pai descansa. Atente-se à nossa palete de cores: uma caixa de ovos é o sítio ideal para despejar várias cores de tinta e ir doseando, sem nos preocuparmos com copinhos.

  

 

Trabalho de equipa desfalcado: uma piolha concentradíssima enquanto a outra já pinta as mãos porque isso é bem mais divertido do que pintar uma casa enorme. O trabalho de equipa durou uns meros 10 a 15 minutos...  

 

Trabalho final que ficou ao encargo da mãe: vários reaproveitamentos de tinta e novas doses no telhado e estrutura exterior. Quando as piolhas acordaram da sesta, o difícil foi convencê-las a não mexerem na casinha porque estava a secar... Mas lá se convenceram depois de uns dedos sujos e das ameaças de terem uma casa a esvoaçar janela abaixo se insistissem  na teimosia. Correu bem.

 

A casa estará pronta para brincarem não tarda e espero que lhes continue a fazer as delícias. Até lá, aceitam-se sugestões e afins de como a "decorar" sem gastar dinheiro, claro. Camas, cadeiras, mesas e afins :) as mesas podem ser carrinhos de linhas (tenho cá uns antigos, de madeira) mas o resto falta. Nunca tive nenhuma casinha e faltam-me essas valências.

 

O pai está de parabéns! As piolhas adoraram e agora prepara-se (e eu também) para o próximo "pai, faz" :)

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publicado às 09:00

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