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Durante a aula de piscina, uma das piolha steve um meltdown, uma birra das antigas... Soluços, olhos vidrados que ficaram inchados, transpiração, etc... O descontrolo do costume, os olhares do costume, a ideia de que a piolha piorou porque a mãe se aproximou. Já há muito que não passávamos por uma destas e os meus medos da entrada das piolhas para o 1º ciclo regressou. Desta vez ficou agarrada à cabeça porque tinha a toca mas, e da próxima? Arrancará cabelos?

Talvez seja cansaço, talvez seja demasiada pressão sobre elas, talvez seja ansiedade, talvez seja a mãe a pegar-lhes alguma coisa, talvez.... Foram ambas (ainda) mais cedo para a cama, na esperança que descansassem mais horas mas, ainda nem eram 7h e já estavam as duas enfiadas na nossa cama com barbies e a pegarem-se por causa do raio dos sapatos das bonecas. Espero que não se repita nos próximos tempos... 

 

Para lidar com isto tudo em beleza, esta semana tenho ouvido pérola atrás de pérola:

- um enfermeiro anda nas escolas a falar da higiene oral e a certa altura pergunta a 2 miúdos como se chamam. Resposta pronta da professora titular: "são NEE".

Ora que merda! Ele perguntou o nome e não o estatuto deles na escola!! Está guardada para levar na volta, na oportunidade adequada.

 

- com tanta porcaria de tanta birra parva naquela piscina, as pessoas dão mais importância e comentam mais uma birra das piolhas... Isso é o quê? Um birrómetro? Então, tenho a informar que o meu estupidómetro farta-se de apitar perto de gente assim, tal qual contador geiger em Chernobyl.

 

- definições do que é ser mãe consoante o grau de deficiência dos filhos - ou o trabalho que dão...

Really? Os neurónios desta pessoa - com curso superior na área da saúde (!!!) - morreram de estupidicite inflamatória aguda crítica súbita?

 

- "vi um trabalho sobre uns miúdos que têm aquela doença que não podem ouvir barulho. A mãe até se desempregou para ficar com eles porque aquilo só se cura com muitos calmantes e ela não queria dar-lhes remédios. Um deles curou-se com a ajuda da mãe".

Estamos a falar de quê, já agora??? O assunto era o autismo mas revela-se aqui um desconhecimento que deus me livre. 

 

 

 

Ora bem, face a isto tudo e a todo este desconhecimento, até por parte de profissionais, decidi desbravar este terreno tão denso e este emaranhado de confusões e dúvidas e disparates, e propus-me a fazer atividades de divulgação de tarefas que se podem fazer com crianças como as piolhas e sensibilizar para a temática do autismo. Wait and see. 

Agora vou fazer sopa e ler uma história às piolhas. A ver se me passa a minha birra.

 

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publicado às 18:15

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