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O "TPC"

por t2para4, em 15.02.13

E TPC porquê? Porque uma das piolhas não quis trabalhar na escola. E, de propósito, com uma dose enorme de teimosia em cima e de sono a acompanhar, decidiu fazer tudo a despachar e pintar como se fosse a primeira vez que pegasse num lápis. 

Falei calmamente com ela e disse-lhe que, chegadas a casa, iríamos as duas trabalhar na cozinha (estamos a tratar de arranjar maniera de mudar o quarto delas para os estudos quando entrarem na escola primária) enquanto a mana ia brincar, já que ela tinha feito tudo direitinho. Entendeu e concordou.

Reproduzi o que era suposto ter sido feito na escola e começámos. A primeira coisa foi ela dizer-me o que era ser amigo de alguém, ao que respondeu que era ajudar ou dar um abraço. Escolheu fazer o desenho do abraço. Começou por querer fazer tudo a despachar, muito mal proporcionado e sem jeito nenhum. Apaguei tudo e disse-lhe para recomeçar. Fizemos isto até ela perceber que não ganhava nada com as pressas, bem pelo contrário.

Fez o desenho na boa, escolheu as figuras que quis desenhar e eu só ajudei com o pormenor de só se ver uma maõ no abraço (porque a outra ficava escondida nas costas).

Hora de pintar: de cada vez que saía do risco, eu pagava e ela recomeçava. Quando abusava de propósito, eu avisava - e só precisei de o fazer uma única vez - que lhe rasgaria o trabalho e faria tudo de novo. Correu muito bem. Ainda miou a dizer que estava cansada mas nem liguei. Disse-lhe que há um tempo para trabalhar, outro para brincar e outro para descansar e que ela deveria ter feito aquele trabalhinho na escola. 

Fez tudo certinho, escreveu sozinha "dar um abraço" enquanto eu lhe ditava as letras e assinou. Ficou orgulhosa do resultado final e quei levá-lo para a escola. 

 

Eu sei que ela é capaz e que não estou a ser demasiado exigente nem dura. Eu sei que ela entende quando não age bem em relação à hora de trabalhar porque ela própria já o diz e admite. E sei que ela saberá ultrapassar essas fases por isso faço estas coisas com ela - ou com a irmã. 

E a prova é ficarem orgulhosas do seu próprio trabalho e verem que o esforço valeu a pena.

 

 

 

Além disso, teve direito à mãe só para ela durante quse uma hora :)

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publicado às 12:13

Bem... Trata-se de estudo americano (o que pode sugerir muita coisa), eu tomei caixas disso durante a gravidez mas nunca tomei nada antes... Aliás, só descobri que estava grávida quando já estava de 6 semanas, quase 7, e comecei logo a tomar medicamentos - leia-se antibiótico - porque fiquei de cama com uma gripalhada valente... 

Anyway, é mais uma notícia que pode ter algum impacto - ou não - no mundo do autismo as we know it. Se vier a auxiliar a diminuir as hipóteses de uma criança vir a sofrer dessa patologia, tanto melhor.

 

Um estudo feito pela Universidade da Califórnia (EUA) concluiu que consumir suplementos alimentares de ácido fólico durante a gravidez reduz as probabilidades de o bebé nascer com autismo. Os resultados foram publicados no The Journal of The American Association (JAMA) e fornecem evidências que reforçam a importância do suplemento dessa vitamina durante a gestação.

Os cientistas basearam-se nos dados de 85.176 bebés inscritos no Estudo de Corte de Mães e Crianças Norueguesas, o maior trabalho já feito sobre a influência de factores genéticos e ambientais na incidência de doenças neurológicas. Os pais dessas crianças também participaram da pesquisa. A equipa acompanhou as crianças entre três e dez anos após o seu nascimento e observou que 270 delas apresentaram algum transtorno do espectro autista.

Os resultados mostram que mães que fizeram uso de suplementos de ácido fólico antes e durante a gestação tiveram filhos com um risco até 40% menor de serem diagnosticados com autismo na infância. De acordo com os autores, o período de consumo da vitamina também é determinante na hora de prevenir doenças no bebé - na pesquisa, apenas mulheres que tomaram os suplementos desde as quatro semanas antes de engravidar até oito semanas após o início da gestação apresentaram redução no risco.

Durante a gravidez, a mulher deve adoptar e mudar uma série de hábitos, principalmente alimentares. Afinal, o crescimento e o desenvolvimento do feto dependem exclusivamente da nutrição materna. Segundo a nutricionista Amanda Epifânio, do Citen, a necessidade de consumir diversas vitaminas e minerais é ainda maior durante a gestação e as deficiências nutricionais podem provocar desde um peso abaixo do ideal no recém-nascido até uma má formação fetal. «Algumas grávidas, inclusive, requerem atenção especial e suplementação além da alimentação», conta.

 

in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=615874 

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publicado às 10:13

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