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Teria que ser dividido e disputado entre mim e uma das piolhas.

Comecei bem a manhã - aliás, comecámos  muito bem a manhã.

- Tosse e limpeza de vómito no meu tapete da sala (quem quer que mo tenha oferecido, ofereceu-me o céu. Este tapete já sofreu as piores privações que se pode imaginar e continua lindo) e sofá (abençoado sofá de pele que fica sempre limpo com um mero toalhete). 

- Na ida até à garagem, males de quem vive num 2º andar, temos que descer alguns lances de escadas. Descê-los, de preferência, a pé. Mas uma das piolhas caiu no degrau de cima - nem sei nem vi como porque estava a meter a merda das chaves na carteira - e só parou no último. E eu ali a olhar para ela e completamente impotente para a ir agarrar porque num segundo já ela estava lá em baixo. Fiquei perdida, pois. Aparentemente não se magoou, só se queixou que estava a tremer de frio nas pernas (não era frio, foi do susto) e tentei ver se ela mexia bem todas as partes do corpo. Claro que, assim a quente, torna-se complicado saber se há algum problema ou não, por isso, deixei informação na escola para me ligarem assim que notem algo estranho. E ela continuava a dizer que tinha as pernas a tremer mas estava bem.

 

Estas coisas deixam-me perdida e com o coração do tamanho de um grão de arroz. Raios partam. Nunca caíram nestas escadas e já as sobem e descem desde os 16 meses, como os crescidos, e hoje, ou tropeçou ou desceu um degrau a mais ou sei lá! e pumba. 

Ela consegue ser mais desastrada do que eu. Mas eu cá me arranjo, agora, quando isso passa para os filhos é outra história. Espero que, junto com a propensão para o desastre também tenha ido a propensão para sair ilesa...

 

E, agora, como estou com a neura e não posso fazer nem yoga nemm pilates senão dá-me logo um ataque de tosse, vou encher-me de calorias a ver um filme. 

Fui.

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publicado às 09:34

Tagarelice #28, #29, #30, #31

por t2para4, em 24.02.14

Desta vez temos uma mão cheia de tesourinhos:

 

* À hora de jantar, falávamos da escola, do que almoçávamos e do que seria o jantar, do que queríamos comer e uma piolha pede batatas fritas de pacote. Disse que não e ela responde que vai buscar ao "romário". 

- Onde, filhota?

- Ali, ao lado (a espertinha já não repetiu a palavra porque topou que estava dita incorretamente)

- Na despensa. E diz-se "armário", filhota.

 

* Outra conversa de jantar:

- Ah, temos os poneis igual ao feitório.

- Ao quê? - dizemos eu e o marido em coro. Não percebemos o que seria "feitório" (aliás, eu até julgeui ter ouvido "ofertório") nem estávamos a captar o que seria pelo contexto.

- Igual como no feitório.

- E o que é um feitório, filhota?

- Então, é para comermos sopa, massa, carne...

- Ahhhh, re-fei-tó-ri-o! É assim que se diz! 

O marido rebolou logo os olhos e bufou, entredentes, "e andam elas a ter terapia da fala há anos para agora dizerem "feitório"". Mas, bufices à parte, gostei de ver o modo como nos fez entender o que estava a tentar dizer.

 

* Em momentos mais complicados e de agitação ou birras, deixamos as piolhas adormecerem na nossa cama e depois, quando vamos deitar-nos, fazemos a "transfega". Numa destas noites, estava eu a pegar ao colo uma das piolhas, ela abre os olhos, sorri e diz-me, numa voz toda melosa:

- Oh mãe, estou a voar...

Deu-me um ataque de riso tão grande que ia perdendo as forças. Achei delicioso! Ainda hoje sorrimos a pensar nesta saída dela. E ela não se lembra de nada.

Quando a deietie, dizia ela:

- Oh, obrigada mãe...

Tão bom.

 

* A última, fresquinha, de há pouco. Final do banho e de corte de unhas dos pés (algo que tanto eu como elas detestamos) e uma da spiolhas pergunta à irmã qualquer coisa, a que respondo eu. Fica logo toda empertigada e diz:

- "É a E. Não é a mãe. Quantas E. temos cá em casa?"

Topei logo a conversa de professora, porque, confesso, às vezes, também digo isto quando alguém fala fora da vez. E elas admitiram e desataram à gargalhada mas a irmã teve mesmo que responder! E eu de me calar!

 

Pequenos nadas que valorizamos tanto.

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publicado às 21:59

A música escolhida - Foo Fighters

por t2para4, em 24.02.14

Na sequência deste post, venho agradecer a todas as pessoas que me ajudaram, de alguma forma a conhecer outras músicas, a ler as letras delas e a ouvi-las com atenção. Obrigada por terem contribuído e ajudado! Obrigada pelas imensas sugestões no Facebook, no blog e no email.

O júri tomou nota de tudo e deliberou que, de entre todas, a música abaixo seria a banda sonora ideal para complementar a minha apresentação, porque, nas suas palavras "pode ser visto na perpectiva dos pais que têm momentos en que apetece desistir... mas..."

E é isso mesmo... 

"Times like this", Foo Fighters.

Portanto, aqui vai o vídeo, com lyrics, e as respetivas letra e tradução abaixo.

 

 "Times Like These"

 

I am a one way motorway
I'm the road that drives away
then follows you back home
I am a street light shining
I'm a white light blinding bright
burning off and on

it's times like these you learn to live again
it's times like these you give and give again
it's times like these you learn to love again
it's times like these time and time again

I am a new day rising
I'm a brand new sky
to hang the stars upon tonight
I am a little divided
do I stay or run away
and leave it all behind?

it's times like these you learn to live again
it's times like these you give and give again
it's times like these you learn to love again
it's times like these time and time again

 

----------------------------

 

Eu, eu sou uma estrada de mão única

Sou uma estrada que leva pra longe

E segue você de volta pra casa

Eu, eu sou um poste aceso

Sou uma luz branca ofuscante

Piscando sem parar

 

Em tempos assim, você aprende a viver de novo

Em tempos assim, você se entrega e entrega de novo

Em tempos assim, você aprende a amar de novo

Tempos assim vivem se repetindo

 

Eu, eu sou um novo dia nascendo

Sou um novo céu

Pra sustentar as estrelas de hoje à noite

Eu... eu estou um pouco dividido

Devo ficar ou fugir pra longe

E deixar tudo isso pra trás?

 

Em tempos assim, você aprende a viver de novo

Em tempos assim, você se entrega e entrega de novo

Em tempos assim, você aprende a amar de novo

Tempos assim vivem se repetindo

(in Link: http://www.vagalume.com.br/foo-fighters/times-like-these-traducao.html#ixzz2uFqSuvaT)

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publicado às 15:34

Neve e praia - 2 destinos, 2 domingos

por t2para4, em 23.02.14

As piolhas são bichinhos de rotinas fixas, sem alterações, sem imprevistos e, muito menos, mudanças de última hora sem que sejam muito bem explicadas. Um pouco por culpa nossa, admitimos, elas ficaram muito focadas na ideia de que uma saída em família tem de ser obrigatoriamente uma saída a um espaço comercial, envolvendo compras. Estamos a tentar mudar essa atitude - nossa e delas - e a aproveitar o que há para além do estar com gente. Podemos estar com pessoas noutros locais, com outros propósitos, com outras vistas.

 

Uma das piolhas já andava a pedir neve desde a nossa ida ao Centro Geodésico de Portugal. Tentámos ainda esperar pela oportunidade de ter neve na nossa serra mas não deu. Por isso, num destes domingos, preparámos um farnel ao género pic-nic, levei alguns medicamentos em caso SOS (benurons, água do mar, xarope da tosse, etc - uma piolha estava com ranhocas e alguma tosse), vestimo-nos adequadamente (roupa por camadas) e, o marido e as piolhas calçaram algo apropriado (a minha aventura foi outra) e lá fomos nós, por Oliveira do Hospital em direção à Serra da Estrela. Nesta localidade, já víamos as montanhas brancas e a excitação de chegar era muita!

O dia estava enevoado mas o sol surgiu e nós aproveitámos bem cada momento!

Apesar de ser muito american style, tive que realizar um desejo antigo: fazer anjos na neve!! É tãããããõooo giro!!! E até as piolhas gostaram! fazer bonecos de neve é que já é outra história: é muito complicado. A sério! Com neve fofinha não dá porque não "cola", com gelo é demasiado rijo para moldar e chateia imenso estar ali a empilhar neve atrás de neve com tudo a desmoronar. Desistimos e fomos ver os que já havia feitos por lá. Caímos imenso nas zonas de neve fofa e ficávamos com neve até à cinta. E ríamos. E também demos alguns trambolhões porreiros e muitas muitas batalhas de bolas de neve fofa, que se desmanchavam mal atingiam o seu alvo.

 

 

 

 

 

 

Os baldes da praia, que vivem todo o ano na mala do carro, foram de uma utilidade maravilhosa. Fizemos imensos castelos de neve em cima de rochas e as piolhas acharam o máximo fazer com neve o que se costuma fazer com areia. Reação mais do que positiva.

 

A paisagem é fantástica. Acho até que fica muito mais bonita assim com uma neve que já começa a derreter abaixo dos 1500 m do que sem neve alguma. 

E eu, que só tenho botas de salto alto e sapatilhas a precisar de reforma (as pobres já contam com uns 8 anos em cima), achei que iria muito bem com umas bota stipo pantufa. E ia! nada de frio nos pés! Mas, a água que passava nas bermas começou a infiltrar-se pelas solas e, a caminho da Lagoa Comprida, os meus pés estavam molhados. Ali não comprei nenhumas botas novas mas, chegados ao sabugal, nem pensei duas vezes: ganhei umas botas novas, muito giras e parecidas com as das piolhas mas em preto, umas meias de lã e uma constipação que me obrigou a ficar dependente de Griponal e Brufen durante quase 1 semana... Parvoíces da minha parte, pois.

 

 

 

 

Do branco da neve passámos ao branco da farinha. Se alguma vez se aventurarem por terras centrais, na Serra da Estrela, é obrigatório parar em Seia e visitar o Museu do Pão. É fan-tás-ti-co!! Parece uma mini-aldeia dentro de um único espaço, há imensas coisas para ver, o museu está muito bem organizado e conseguido, as crianças aprendem muito com a visita pedagógica. Vale mesmo a pena. As piolhas, que nem ligam nada a estas coisas, apesar dos meus esforços, ainda que inicialmente relutantes e aparentemente distraídas de todo, captaram a mensagem e, à noite, relataram-nos o que tinham visto nos Museus do Pão e do Brinquedo (que me dececionou - pois não se compara ao de Sintra - mas que elas amaram).

 

 

 

E, da neve para a areia!

Um domingo diferente, cheio de sol, vento e maresia. Apesar de mais cavada pelas ondas tsunamicas destas últimas tempestades hercúleas, ainda teremos areal e praias no verão, mas sem grandes abusos, porque com a maré cheia, sobra pouco espaço.

Mais uma oportunidade para correr e saltar e, apesar de ser feio, amestrar as piolhas que não têm a mínima noção do que é andar em segurança num passeio, que não sabem andar a pé, que não pescam nada de passadeiras. É uma luta que teremos que travar imenso nestes próximos tempos.

 

 

 

 

 

E mais voltas de seguirão. Ao jeito "vamos dar um passeio a ..... (preencher o espaço com um nome), que tem ... (preencher com um monumento, local de interesse, etc.) e fazemos um picnic!"

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publicado às 22:39

Adeus, D. Brilha forte lá no céu.

por t2para4, em 19.02.14

Ainda me custa a acreditar que os teus olhos azuis-esverdeados, tão brilhantes e sempre tão abertos, ávidos de reconhecimento do que te rodeava - sim, porque apesar das tuas multideficiências e dos teus problemas, eu SEI que tu conseguias reconhecer o que te rodeava - não vão voltar a ver os meus, os dos teus colegas, os das tuas professoras, os dos teus terapeutas, os da tua família. 

Ainda me custa a creditar que nunca mais te vou chamar "gaiteira" e rir tanto tanto, nem dançar contigo, nem sentir a força dos teus braços. Pior ainda, que a tua família nunca mais poderá fazê-lo...

Ainda me custa acreditar que o M. nunca mais te fará miminhos no teu carrapito castiço no alto do cocoruto, quando choravas porque tinhas dores ou apenas porque estavas triste.

Ainda me custa acreditar que partiste tão jovem, tão absurdamente jovem...

 

Quero acreditar - mas quero mesmo mesmo mesmo acreditar - que estás agora em paz, serena, calma, sem dores, feliz, num local lindo como os teus olhos, puro como tu, belo como a tua vida deveria ter sido. 

Quero acreditar que estás bem, finalmente bem.

Quero acreditar que, hoje, a estrela mais brilhante que o céu terá és tu a dizer-nos que estás feliz.

 

Querida D., obrigada pelo que me ensinaste, pelo que me mostraste. Sê feliz, estejas onde estiveres. Mereces.

Até sempre, minha querida... Até sempre.

 

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publicado às 17:51

Mais vale tarde que nunca

por t2para4, em 17.02.14

10 e 11 anos depois, após uma reclamação, após a perda do meu amado anel de curso, hoje o correio trouxe-me dois canudos:

 

 

 

 

Não vou ser cínica: estou orgulhosa, claro que sim! Gostei muito de ver que não houve erros no meu nome - apesar de vir tudo escrito em latim - e que as fitas são iguaizinhas às que costumava ter na minha pasta académica e que aquele chapão prateado é pesadíssimo. 

O marido deu-me os parabéns e a minha mãe está inchada como só uma mãe galinha consegue fazê-lo, embora, nos dias que correm, este simbolismo ou objeto já nem façam quase nenhum sentido... Ser professor tem que ser mesmo uma escolha apaixonada, vocacionada, de entrega a custo de quase nada. Eu sei do que falo, sei a que me sujeito e sei que nunca chegarei a ser um QZP ou um QE... Tomara eu ser contratada todos os anos, aqui por perto mesmo, porque, por opção familiar e pessoal, não sou nómada. Não posso ser nómada. Tenho anos de serviço à custa de muito esforço, muito trabalho, muitas horas que ninguém aceita mas que me saíram do coiro. E, mesmo naqueles dias mais negros, quando penso "é desta que mando isto tudo às urtigas e mudo de vez de profissão!", nunca tive a coragem de ir mais longe e cumprir com esse desabafo... Amo o que faço. Mesmo com toda a ingratidão que há por trás, com todo o desrespeito. Porque, apesar de tudo, basta um só aluno dizer que gostou ou dizer algo que aprendeu para que eu veja que, afinal, mesmo assim, valeu a pena.

 

Quando acabei o curso, a minha primeira frase ao telefone com o meu pai foi, com sorrisos: "Pai, já saiu a última nota! Acabei o curso e estou desempregada!". Afinal, em 10 anos passei 3 vezes pelo desemprego sem nunca o levar até à última. Não é um mau ratio, hein?

Os parabéns do marido e o orgulho da minha mãe não me servem de nada na procura de emprego numa escola mas deixam-me feliz por os ter comigo, como sempre.

Falta a reação das piolhas, que ainda não percebem nada deste mundo ingrato. 

 

 

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publicado às 15:48

O nosso valentine's day

por t2para4, em 14.02.14

Independentemente das origens, prefiro manter-me à ideia romantizada de amor eterno e de benção dos sentimentos. E, para mim, não é só o amor pelo marido, mas aquele amor que é o prolongamento através, pelos e para os filhos. É a concretização verdadeira do amor, que fica, que vive, que existe. E tudo feito em família tem outro peso, outro sabor. 

Somos muito de preparar surpresas (o que ajuda a lidar com a frustração e gestão dos imprevistos por parte das piolhas) e, de há algumas semanas a esta parte, que andámos a fazer das nossas:

 

primeiro um bolo, já que festividade sem bolo não tem piadina nenhuma. Fizemos a encomenda a alguém que faz trabalhos fantásticos e que conhecemos, as piolhas escolheram o bolo a partir de imagens na net e fez-se a vontade do recheio de chocolate a uma delas.

 

 

 

Depois, tratámos dos miminhos. Esta parte sobrou para a mãe porque elas não quiseram saber de manualidades para nada. Mas também não deu trabalho nenhum: uma base de árvore, uma vela, um molde, uma ferramente para esculpir, cola com purpurinas douradas e cola gel. Et voilà.

 

 

 

As piolhas também tiveram o seu momento de surpresa: uns tubos com coisas de princesa para uma e coisas de bailarina para outra. Deu no delírio total, com chinelos da Kitty a servir de sapatilhas de ballet, de cabelo apanhado e coroazinha, de piruetas loucas.

 

 

 

Jantar simples e rápido (vim direta do trabalho e ainda tive que despachar a janta a tempo e horas) e, mais importante, em família. Porque é isso que, no fundo importa. E cabe-nos a nós fazer dos dias e das festividades que quisermos, dias especiais ou não, dias comerciais ou não. O importante é o que é trasncendente a tudo isso. 

 

E, para terminar, fica a música "Unconditionaly" de Katy Perry, - atentem na letra - a que eu acho mais adequada para hoje, amanhã e depois.

 

 

 

 

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publicado às 21:51

Ok, a culpa é minha...

por t2para4, em 13.02.14

Uma das piolhas acabou - AGORA!! - de comer um bombom pocket coffee da coleção gourmet da Ferrero Rocher e afins. Eu bem achei estranho ela cheirar a café em todo o lado. 

Ou seja, ela comeu um bombom recheado de café puro líquido. Façamos contas: café= cafeina + chocolate = Hurray!!!!I'm up all night mom!!!!. E adorou e comeu-o todo e não deitou nada fora, acabou de tomar melatonina e está na cama com um speed que deus nos acuda... Oh boy... Estou tão lixada...

 

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publicado às 22:02

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