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Workshop "Produtos Solares" - Eu fui!

por t2para4, em 02.06.14

O convite surgiu por parte da Sofia, do blog 4D. Fiquei muito honrada e achei que merecia um mimo e aprender um pouco mais (já que essa semana foi uma semana de caos e apocalipse caseiro...).

Antes de mais, devo dizer que nenhuma marca me pagou para que falasse dela. Partilho informação que considero útil, prática e que me fez repensar o que eu fazia do sol comigo e com as piolhas. E, certamente, que a minha atitude perante o sol - que só é nosso inimigo se quisermos - mudará.

 

O workshop decorreu na clínica estética Dermofashion, em Coimbra, e a formadora (uma mulher fantástica, com uma pele fabulosa que nem consigo descrever, teriam de ver!) falou-nos de proteção solar e dos produtos do Institut Esthederm.

As diferenças começam já por aí - a Esthederm não utiliza as convencionais designações SPF dos protetores solares e prefere apostar no tratamento da pele e não tanto em produtos de bonzeamento ou de proteção limitada a medidas de tempo. Ou seja, a sigla SPF (Sun Protection Factor) é uma medida de tempo que pode ser calculada atraves de uma fórmula, de acordo com o o nosso fototipo (a tonalidade da nossa tez, cor do cabelo/olhos, e que vai de I a VI - utiliza-se a numeração romana -, de ruivos a negros) e a graduação do nosso protetor solar.

Exemplo: no t2 utiliza-se, por uma questão prática, o protetor solar da Nívea, em spray, comprado em hipermercados, fator 50 +. (Só por aqui já se vê que esta graduação é, no mínimo, estranha pois acima do fator 30, já não há mais nada). Portanto, utilizando a fórmula, dado que o meu fototipo será um III (tez clara, cabelos castanhos, olhos esverdeados) e o protetor é um 50 +, teríamos algo do género: fator 50 x fototipo III = 150. Traduzindo: a renovação ou reaplicação do meu protetor solar deve ser feita de 150 em 150 minutos para uma porteção eficaz e segura.

 

Então, no que difere a Esthederm?

Para já, na aposta na formação. Eu jamais saberia o que fazer e como lidar com o sol de forma correta, de forma a aproveitar todos os seus benefícios se não tivesse estado presente neste workshop.

Depois, na gama de produtos em si. Eu não sou muito fácil de convencer nestas coisas, mas, desta vez, fiquei rendida. E explico melhor.

Os SPF são, por norma, écrãs (que, na sua composição têm minerais como o óxido de zinco e o titânio, que se estiverem inteiros fazem os raios UV bater e refletir mas que tornam o creme pastoso e branco, o que esteticamente não é agradável, embora seja seguro; fragmentando os minerais, o creme fica mais suave mas menos seguro porque dá-se uma maior absorção que não é repelida pelo nosso corpo) e filtros (que funcionam como esponjas, ou seja, depois de tanto absorver os raios UV, se não se repuser o creme, esses raios passarão pela nossa pele, em profundidade).

A Esthederm utiliza fórmulas patenteadas de forma a tratar a pele para que esta beneficie corretamente do sol. Um dos seus produtos (UV in cellium) utiliza o mineral celium que é sempre rejeitado pelo nosso organismo e cria uma barreira em torno de todas as membranas celulares da nossa pele, de forma a que o raio solar bata e recue; sem penetrar em profundidadem essa célula nunca verá o seu DNA modificado.

Outro produto (Adaptasun) adapta a pele ao sol de forma a que bronzeie (porque o bronzeado protege; quanto mais escura for a nossa pele, mais tolerante ela é ao sol) e esteja protegida. Com este produto, conseguimos aumentar as nossas defesas naturais.

O grande objetivo é tornar a pele tolerante ao sol e, com o passar do tempo e os devidos tratamentos, minimizar o uso de protetores solares.

 

A divisão solar durante o dia é feita por Sol Suave (1) - corresponde a manhãs e finais de tarde ou zonas do globo menos atingidas pelos raios solares; Sol Normal/Forte (2) - entre as 11h e as 17h, um sol como o de Portugal; Sol Extremo (3) - picos do sol/calor e zonas dos Trópicos ou glaciares (por causa do efeito de reverberação do raio solar na neve)

E aqui começam as minhas modificações:

- quando as piolhas vão para a escola ou andam a brincar ao ar livre em casa da avó, nunca me preocupo com a colocação do protetor solar. Apesar de eu saber que os raios UV rebatem no chão e sobem, também sei que, nas horas mais quentes e de sol mais intenso, elas estarão dentro de paredes. Mas quando vamos à praia ou à piscina, alto lá! Vamos a besuntar-nos. Asneira. Se queremos beneficiar do sol e estimular a produção correta de vitamina D, não podemos bloquear a sua absorção. Em alturas de sol suave, não há necessidade de utilização de qualquer produto solar. Argumento válido para quem faz praia mar, praia rio ou piscina natural ou artificial.

- geralmente quem tem filhos, quando saímos da água, vamos logo enxugá-los mas nós deixamo-nos ficar a enxugar naturalmente, ao sol, esperando que a água da nossa pele evapore. Outra asneira. Enxugar os filhos sim e nós também. A água que fica na nossa pele, em forma de gotinhas, vai ganhar estatutos de lente e ampliar o raio UV... Isso, além de deixar o raio mais forte e capaz de entrar mais fundo na nossa pele, pode criar manchas esbranquiçadas muito desagradáveis. O ideal é mesmo enxugarmo-nos.

- o uso de t-shirt/pareos/fatos de mergulho ou whatever só é válido se, por baixo dessa roupagem toda, nos tivermos protegido. O raio UV penetra na roupa... E mais perigoso do que o raio UV direto são os que reverberam... Nós até podemos estar muito bem, à sombra, debaixo do nosso chapéu ou tenda,  mas à nossa volta, os raios estão a ser refletidos... E quanto mais clara for a areia/espaço/chão, maior é a sua reverberação. Daí o parecer que nos cansamos mais na praia do que num dia de trabalho... Felizmente, nos últimos tempos temos ido a locais onde não notamos tanto esse cansaço: andamos sempre pela altura do sol suave e como vamos para piscinas ou praias fluviais, há relva ou areia grossa mais escura que a da nossa costa marítima.

- para manter aquela cor agradável que o sol nos dá - ou, para quem consegue, o bronzeado - nada como apostar nas cenouras, abóboras, enfim. O que estimula naturalmente a melanina. Além de que não correm o risco de se estragar ou azedar e são lanches saudáveis.

- a nível de produtos para a nossa pele e das nossas crianças: tratar sempre, como fazemos quando são bebés. No final do banho, passar um creme ou um óleo; lavar bem a pele com uma mousse ou um gel; secar sempre. Todos os produtos que queiramos usar como tratamento da pele devem ser colocados à noite (que é quando geralmente tenho mais tempo livre para mim e é o que faço); usados durante o dia, têm um efeito protetor.

 

 

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As imagens acima mostram a gama de produtos que nos foi apresentada: a gama laranja é de tratamento, a branca é para peles intolerantes, a azul para o pós-verão, a castanha é de autobronzeamento (estética).

A linha branca, confesso, foi a que mais me interessou por motivos pessoais: pode ser utilizada até aos 10 anos de idade em qualquer tipo de pele - o que inclui as piolhas - e por peles intolerantes - o que inclui o marido, não só porque ele tem imensos sinais mas, principalmente, porque ele tem um angioma no pescoço que, quando chega o verão e o calor é motivo de preocupação.

 

Andei a pesquisar e não é uma linha barata. Ainda não experimentei as amostras dadas. No entanto, acredito que, face aos benefícios que daqui advêm, vale a pena encará-la como investimento. Eu, pelo menos, tenho a certeza de que vou apostar num produto da linha branca, pelas piolhas e pelo marido. Não implica que desista dos habituais, implica apenas que passarei a ter mais cuidado e a querer o melhor do sol.

 

E fazer o favor de pensar na fórmula acima e reaplicar o protetor solar sempre que necessário!

 

Toca a espreitar:

 

http://www.esthederm.com/

 

http://avidaa4d.blogspot.pt

 

https://www.facebook.com/DERMOFASHION?fref=ts (há muitos anos, tipo noutra vida, já vim cá fazer uma massagem ayurvédica - ainda não havia diagnósticos nem terapias nem cortes orçamentais. A-do-rei! Recomendo!)

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publicado às 09:59

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