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"Enough is enough" - pelo menos para já

por t2para4, em 29.04.15

Não tenho visto televisão (ando demasiado ocupada a ver as temporadas todas de "Bones" e "Criminal Minds"), já não sei o que é ver notícias há meses (felizmente!) mas leio os cabeçalhos e destaques do dia. E é uma pior que a outra... Há tão pouco de bom no que se lê que é aniquiliado pelo tamanho mal que vemos por aqui, por lá, pelo mundo.

Entre um leve conhecido que mata o próprio filho, uma legislação que permite que uma criança violada seja impedida de abortar e adultos decidam sobre os futuros miseráveis de "mãe" e bebé, alguém que morre sem assistência médica e desencadeia toda uma onda de violência brutal onde se misturam causas e efeitos, serial killers à tuga, a mãe natureza que se passa da marmita e faz tremer a terra como se iniciasse o mundo, a história triste de uma mãe que falava sobre o suicídio do seu filho que tinha asperger. E, entre questões pessoais de instabilidade profissional, de meltdowns sucessivos das filhotas sem nada que os faça prever e sem nada que eu possa fazer para os evitar ou amenizar, houve um colega da turma delas que, propositada e insultuosamente, achou por bem chamar uma delas de "deficiente", alto e bom som para todos ouvirem. "Deficiente" é a minha conta bancária e a educação que este miúdo recebe, assim de repente.

 

A minha reação é de mágoa, obviamente. Sei que são miúdos, é assim a vida na escola, as minhas nem sequer estão nessa frequência de onda e nem perceberam bem que havia ali um insulto blá blá blá mi mi mi. Mas serviu para que eu abrisse os olhos e expandisse o pensamento. E concluísse que não vale a pena. Vou terminar uma última ação dinamizadora de sensibilização porque já está planeada desde janeiro, já temos os materiais comprados, há demasiada gente fantástica envolvida e eu já dei a cara. Será a minha última ação destinada a terceiros, tentando envolver ao máximo uma comunidade que, na maioria das vezes, não quer saber.

 

Apesar de um colega que prezo muito me ter dito que não deveria fazê-lo, já me chamaram à atenção - e com razão - que eu não tenho qualquer formação académica para enveredar por estes ramos e não preciso de andar a enfiar "autismo" pelos olhos das pessoas adentro. Sou licenciada em línguas e literaturas estrangeiras com profissionalização e certificação pedagógica. E é nessa área que devo manter-me. Não tenho qualquer formação superior em Necessidades Especiais (exceto aí umas 150h de formação recebida, por opção) e não deveria imiscuir-me numa área que não me compete. A minha experiência é pessoal e vagamente profissional - apesar de trabalhar com vários tipos de NEE todos os anos letivos.

 

Continuarei a sensibilizar e a consciencializar de forma indireta, através do blog ou de quem quiser ouvir-me, se me convidarem para algo, mas não mais do que isso. Poderei compilar apresentações powerpoint, recomendar leituras mas não voltarei aos workshops nem às ações de sensibilização ou consciencialização por mim promovidas. Já deitei as minhas sementes à terra, adubei e reguei. Até sachei e retirei as ervas daninhas. Agora é tempo de parar e deixar a natureza seguir o seu curso, seja ele qual for.

 

 

Uma só palavra tem mais poder - e tem o poder que lhe quisermos dar - do que poderemos imaginar. E isto, entre outras coisas, fez-me ver que eu não posso mudar mentalidades, eu não posso obrigar ninguém a aceitar nada, eu não posso nada sozinha, eu não posso educar nem crianças nem adultos contra a vontade. Educo as minhas filhas e ensino os meus alunos e dou formação aos meus formandos. Ponto. E isso tem e terá que bastar.

Estarei sempre presente para as minhas filhas, sou a primeira a defendê-las custe o que custar, mas acredito que, nesta fase, vale mais voltar as minhas forças/energias/conhecimentos para elas, para que, um dia, possam compreender o que alguém lhes diz sem literalidades ou interppretações dúbias, separar uma palavra de um insulto, defenderem-se, atacar se necessário for, protegerem-se. Para já, até que algo me convença do contrário, não voltarei a "educar" e "consciencializar" terceiros quase à força. Porque, o que vejo no mundo que me rodeia e do microcosmos daqui, mostra-me à força que não vale a pena.

 

Quanto ao tal miúdo, bem, ainda é só isso mesmo, um miúdo. Sinto pena dele e rancor dos pais. Pena porque há ali algo que falha, claramente, em muitos muitos níveis, com tendência a não melhorar e isso poderá - ou não - comprometer o seu futuro. Os pais recolherão o que semeiam. Eu acredito em Karma. Não preciso de me zangar, nem de me vingar, nem de agir de forma igual a quem mal nos faz, nada. Só tenho que me focar no que realmente importa e interessa: a minha família e a nossa felicidade.

 

What goes around comes around.

 

 

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publicado às 20:31

Casinhas de cartão - projeto escolar

por t2para4, em 28.04.15

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O livro de Estudo do Meio sugeria a construção de casinhas a partir de caixas de cartão e uso de pinhas para o telhado mas, como sou um pouco subsirva, decidi que faríamos algo diferente.
Do que precisámos para fazer estas casinhas:


- caixas de sapatos
- etiquetas A4 ( para imprimir)
- folhas de cartolina coloridas
- brinquedos (banquinhos, árvores, plantas, etc.)
- feltro
- cartão
- material de pintura
- missangas
- cola quente


Como fizemos:
Medimos a caixa para calcular o tamanho que as janelas e portas deveriam ter, fiz as imagens no word e imprimi na tal folha autocolante A4. As piolhas pintaram a gosto e até fizeram cortinados! Depois de tiradas as medidas à caixa, escolhidas as cores do que deveriam ser as paredes, foi aplicar os autocolantes no sítio desejado e colar as cartolinas com cola quente.
O telhado foi feito com a aba de cartão de uma caixa e colada com cola quente e pintada com tintas de dedos.
Para o jardim, cortei um pouco de feltro, escolhemos uns brinquedos que andavam espalhados pelo quarto sem uso nenhum e inventámos (para disfarçar as pequenas falhas de cola e embelezar).
O resultado final agradou-nos tanto que, orgulhosas do seu trabalho, as piolhas quiseram levá-lo na mão, com muito cuidado, para deixarem na sala de aula.
E pensar que equacionei não fazer nada daquilo! Ainda bem que mudei de ideias!

 

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publicado às 21:52

"Feliz dia da Liberdade"

por t2para4, em 25.04.15

As piolhas queriam cravos vermelhos.

Começam a conhecer e a compreender os contornos históricos recentes de um Portugal que também é o delas.

Ouvem canções, outrora proibidas, e já conseguem perceber que falam de liberdade e de direitos individuais.

Percebem que "ser livre de sonhar e de voar" não o era permitido no tempo dos seus avós, bem jovens na altura e que viveram uma infância votada ao racionamento, ao trabalho, à divisão sexista e classista.

Começam a entender que, quando o "povo é quem mais ordena", significa que as coisas funcionam de maneira diferente e não há absolutismos como em tempos de reis e imperadores.

Sabem que hoje, 25 de Abril, é dia de se dizer "feliz dia da liberdade", ainda que, esse conceito, por si só e acompanhado com toda a carga histórica que se lhe acresce, seja muito muito mais complexo do que aparenta.

As piolhas, mesmo no meio de toda a dificuldade sensorial e comportamental que viveram esta semana, captaram o essencial da história "O Tesouro" e das músicas que ouviram, desenvolveram uma nova consciência, perceberam que há proibições sem sentido e liberdades abusadas.

E, se as minhas filhas foram capazes de perceber tudo isso, eu ainda pergunto porque não se percebe o que está a acontecer ao nosso Portugal livre, ao nosso Portugal sem as canções proibidas mas que, todos os dias, se acorrenta um bocadinho seja porque alguém quer calar a imprensa, seja porque acham que coberturas eleitorais não deveriam ser permitidas, seja porque os próprios cidadões se esqueceram de se respeitar mutuamente, seja porque o próprio governo se esquece de fazer respeitar um dos nossos maiores e mais importantes documentos, a Constituição.

Lamento - e contra mim falo - não termos a coragem, a bravura, a sensatez e a valentia que tiveram os nossos egrégios avós.

 

 

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publicado às 15:31

O autismo personificou-se nas nossas duas filhas, gémeas monozigóticas. Com o passar do tempo, com o meu (e delas) amadurecimento, o autismo está apenas personificado q.b.


Para nós, (con)viver com o autismo é não o aceitar de todo, não permitir que ele roube às minhas filhas - a nós família - mais do que já roubou, não abdicar de lhes proporcionar a felicidade que merecem. E, contrapartida, é como ver o mundo através de uma lente alternativa, é um processo constante e infinito de aprendizagem. Tivemos (e ainda temos) que aprender a ver o que nos rodeia de forma diferente - não errada, não estranha, não especial, apenas e somente diferente - e a não tomar tudo como dado adquirido ou como garantido. Nada nos é garantido. O mais pequeno esforço na conquista de uma vitória (que pode ser tão simplesmente a vocalização de um som) é um excelente motivo de comemoração. Passámos, assim, a comemorar todas as pequenas coisas que são absurdas e garantidas aos olhos dos outros.


Como pais, tornámos experts em imensas áreas. De repente, num curto espaço de tempo, tornámo-nos entendidos em legislação e burocracia escolar, dominamos os acrónimos/siglas/abreviaturas da medicina relativas ao autismo, identificamos questões comportamentais em segundos, tratamos as coisas pelos nomes corretos (handflapping, parassónias, estereotipias, risperidona, etc. é só dizer!), lemos quantidades absurdas de estudos/ensaios/textos/pareceres/etc sobre o autismo em si mas também sobre fármacos/terapias/apoios/etc., aprendemos a reproduzir os exercícios de terapia da fala e adquirimos a capacidade de transformar a nossa casa num gigantesco ginásio de terapia ocupacional (até certa idade), fazemos uma gestão financeira digna de um corretor de Wall Street, adiamos carreiras por um hoje mais certo e presente em tudo (todos os momentos, todas as terapias, todas as consultas, todos os despistes, todos os exames e avaliações), lemos mais um pouco e ficamos peritos em processamento auditivo/linguístico/exercícios oro-motores/consciência fonológica.

Quando saímos todo um processo de aprendizagem implícita é colocado em marcha: treino de competências sociais, autorregulação comportamental e sensorial, jogo simbólico, alternância de turnos em diálogos, interpretação de expressões faciais de terceiros, decisão e escolha, etc etc etc. "Never a dull moment", como dizemos entre nós, mães e pais de crianças com autismo.

Apesar de nem sempre nos apercebermos, fomos e somos capazes de uma força imensa que nos impele para lutar sempre e mais pelas nossas filhas. São, sem dúvida alguma, a maior razão e a maior prova de que é possível seguir em frente e acreditar num amanhã melhor. Mesmo que isso implique uma montanha-russa de sentimentos, emoções, incertezas.

Temos medo do futuro, da sociedade atual, nem sempre cremos que seja justo retirá-las do mundo estruturado e isolado delas para se imiscuírem no nosso caos, mas sabemos que, por muito mínimas que sejam, as suas evoluções mostram que é possível viver entre dois mundos.

E até nisso nos tornámos peritos.

Vezes dois, sempre vezes dois.

 

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publicado às 22:53

E, há uma semana, estávamos assim...

por t2para4, em 17.04.15

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... à volta de uma mesa, numa sala fantástica, com pessoas fantásticas. E muitas crianças a ser aquilo que são: crianças.

Numa sala que apela à imaginação e às viagens no tempo ao domínio dos faraós, com todas aquelas cores douradas e quentes, cerca de 12 crianças e respetivos pais mostraram que "O Autismo não é um bicho", numa manhã passada entre histórias e mistura de materiais, brincadeiras e aprendizagens, conversas e atividades. 12 crianças à volta de uma mesa cheia de purpurinas, rolhas de cortiça, bocadinhos de tecido, cartolinas, canetas de feltro, lápis de cor, colas, rolos de papel e mais uma dezena de outros materiais com que criaram coisas: gatos, borboletas, aranhas, música, coisas, caça sonhos, purpurinas, ervilhas no comboio super rápido, póneis, princesa. E ainda levar uma miscelânea de cores - um espectro de cores! - para casa (derreter lápis de cera de todas as cores é tãooooo fixe!!!!!!!!!!)

Obviamente que jamais poderia deixar de parte os desenhos fantásticos que me têm acompanhado nestes últimos anos: os desenhos de crianças e adolescentes com autismo que impressionam qualquer pessoa e que mostram cor, formas, sentimentos - o que qualquer desenho de qualquer criança feliz e amada mostra.

 

Creio que é seguro dizer que os objetivos que tinha em mente foram alvançados, pelo menos, naqueles momentos que sei que ficarão na memória. Conseguimos sensibilizar para a temática do Autismo enquanto perturbação neurológica e de desenvolvimento e não enquanto doença; alertar para uma correta avaliação do desenvolvimento da criança e, assim, auxiliá-la e à família no seu percurso; promover o conhecimento do autismo, evitando assim discriminação, comentários de terceiros, olhares de esguelha, uso de chavões; mostrar que o desenho e o sonho são transversais a todas as crianças de idades, credos, raças, estados de saúde, etc.; promover uma integração saudável e eficaz de crianças com autismo; incluir a comunidade educativa no contexto escolar das necessidades educativas especiais; dar a conhecer outras formas de comunicação; proporcionar a hipótese de troca de ideias, experiências, conversas, etc.

E conseguimos apoiar a AME!

 

A sessão terminou com o testemunho de vários pais sobre o que é (con)viver com o autismo, com o intuito de passar uma mensagem mais positiva, porque "tudo é diferente de nós e por isso é que tudo existe" (Alberto Caeiro - ninguém mais indicado para passar uma mensagem assim senão um dos heterónimos do nosso grande Pessoa).

E, todos nós, na nossa diferença e diversidade, fomos mais do que público numa qualquer palestra ou num qualquer workshop: fomos parte integrante do caos criativo, fomos mais voz a juntar-se ao burburinho alegre dos nossos filhos, fomos um pouco crianças ao criar com e como eles, fomos implacáveis com o Ruca (eu confesso que me faz espécie um ser assim tão perfeito. Come on! Algum problema ele tem, caramba!) e rimos. É tão bom, por breves instantes, podermos ser mais uma mãe com e entre as outras e ver os nossos filhos com e entre os outros a serem aquilo que, antes de tudo são: crianças.

 

Acho que a mensagem passou. E eu agradeço de coração a quem me aturou as ansiedades e desabafos, as horas de seca, a quem veio de longe (de muito longe) para co-participar (Obrigada Pais com P grande, foi um prazer!), as ajudas na divulgação, a participação, o interesse.

 

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 (fotos tiradas pela Sofia)

 

E as apresentações ppt., com mais umas histórias e algum humor, escritas por mim, com testemunhos de mães guerreiras (um especial obrigada à Daniela).

 

http://www.t2para4.com/ervilhas/aservilhascomboio.pdf

 

http://www.t2para4.com/ervilhas/adiferenca.pdf

 

E o nosso testemunho fica para um outro post, já a seguir.

 

 

 

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publicado às 22:09

Informam-se todos os interessados que ainda há vagas disponíveis para a sessão das 14h30. Há a possibilidade de poderem comparecer e fazer o donativo no ato de entrada para a sessão (fator eliminatório).

 

Nota muito importante: as entradas para esta sessão - excluindo inscritos (a quem peço pontualidade, por favor) - far-se-ão por ordem de chegada, dadas as dimensões da sala, até atingirmos os 10 lugares. Sugiro que se procedam às incrições como anunciado em posts anteriores, através do site www.paiscompgrande.com, no entanto, para assegurar o lugar.

Podem trazer os filhotes, vizinhos ou amigos! É muito mais giro trabalharmos com crianças!

 

 

 

Mais informo que, em caso de impossibilidade de assistir ao presente workshop e caso se manifeste interesse, poderei agendar uma nova sessão para data a combinar posteriormente, nos mesmos moldes que este. Os detalhes serão publicados, única e exclusivamente, após o dia de amanhã e caso eu obtenha número suficiente de interessados que não possam comparecer a esta 1ª vaga.  Potenciais interessados deverão entrar depois em contacto comigo via email (t2para4@sapo.pt) ou facebook do blog , somente a partir do dia 13 de abril. Terei todo o gosto em poder proporcionar novas sessões!

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publicado às 16:23

É já este sábado! Como o tempo passa depressa...

 

Por favor, peço a todos os que querem estar presentes no nosso workshop, o favor de confirmarem as vossas inscrições. Precisamos de saber quem está para a sessão da amanhã e quem está para a sessão da tarde. Por isso, quer para mim ou para o Pais, mandem uma mensagem ou um email a informar.

 

Toda a informação no blog e facebook! Espreitem!

Até sábado!

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publicado às 09:10

Páscoa Feliz!

por t2para4, em 03.04.15

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créditos: a mesinha de entrada do t2para4 com uns galhos roubados a um pessegueiro seco, no passado outono, no quintal dos meus pais, e um coelho de cheiro a alfazema que caiu do puxador da porta do quarto das piolhas. Deu um exelente arranjo de Páscoa, em menos de 10 segundos!

 

 

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publicado às 22:41

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