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Tagarelice #53

por t2para4, em 30.09.16

Perguntava-me a piolha sobre o feriado da Restauração da Independência.

- Queres a versão longa ou a versão curta?

- A curta.

- Éramos todos espanhóis até que um dia decidimos que já chegava e passámos a ser portugueses de novo. Acabou-se o domínio espanhol. Fim.

 

Depois apercebi-me que baralharam os feriados e lá lhes expliquei que no dia 5 de outubro é a comemoração da Implantação da República. Mais uma vez, a versão curta a explicar os acontecimentos:

- Antes havia um regime de monarquia com reis e tronos para herdar. Em 1910, a população cansou-se e acabou com os reis. Passou a haver Presidentes da República, eleitos por votos (como se faz com os delegados de turma).

 

 

Eu sei que vão aprender isto tudo na escola mas não quis alongar-me em detalhes, à hora de saída da escola, a entrar para o carro. Ficam apenas com uma pequena visão da situação. Depois, estudamos as coisas com a devida seriedade e detalhe. O importante é que perceberam o que ficou para a História, ainda que muito muito muito sucintamente: o retorno da independência de um país (celebrado em dezembro) e a mudança de regimes governativos (celebrado em outubro).

 

 

 

 

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publicado às 20:55

Tagarelice #52

por t2para4, em 29.09.16

A propósito deste artigo que diz que a hipótese de ter gémeos fraternos está no nosso código genético, conversava com as piolhas sobre mais esta curiosidade sobre gémeos:

- O vosso bisavô materno era gémeo fraterno e o vosso avô paterno também é gémeo fraterno. Logo, de acordo com esta informação nos vossos genes - que também está nos meus genes -, vocês poderão também ser mamãs de gémeos, quando quiserem ter filhos. Que giro, não é?

- Eu não quero ser mãe. 

- E eu também não. Não queremos que sejas avó nem a avó seja bisavó.

- Mas eu quero ser avó! Daqui a muitos anos, claro. - dizia eu

- Nós não queremos ser mães. Mas tu podes ser. Eu gostava tanto de ter mais gémeos...

- Ó filhota, quando tu tiveres 20 anos, a mãe e o pai andarão perto dos 50 anos... Os bebés de agora teriam apenas 10 anos nessa altura... Não sei se teremos forças para mais como vocês...

- Eu ajudo, mãe. Vá lá.

- Ajudas? A carregar 2 ovos, 1 carrinho, 2 bolsas de roupa ou brinquedos, biberons? É muito material pelas escadas acima!

- Eu ajudo.

- Não me parece que tenhas sorte, filhota. Só se for por imprevisto da vida... 

 

 

E anda isto. Pensei que era apenas uma fase que achasse gira mas a miúda está mesmo naquela de querer ter mais irmãos... Ela bem tenta... Mas, lá está, não sei se terá muita sorte...

 

 

 

 

 

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publicado às 13:05

Sempre de igual? Às vezes, não!

por t2para4, em 28.09.16

A tentação é grande: duas bebés exatamente iguais (ou com diferenças mínimas), gémeas idênticas, mesmo peso e altura, mesma constituição. Dá vontade de vestir de igual. E sim, admito que o fiz e ainda faço. Ou, quando não estão de igual, estão com roupas iguais, mas de cores diferentes.

E, obviamente, entram aqui os comentários a que já me habituei ao longo dos anos: “mas andam sempre de igual?” (não, não andam), “não estão de cores iguais mas a roupa é igual” (sim, foi comprada no mesmo lugar e até é do mesmo tamanho, se virem com atenção), “tens de as deixar escolher a roupa delas” ou “tens de deixar de as vestir de igual” (e quem vos diz, a vocês, que sou eu que decido?)

 

Pois é, na questão da escolha das roupas, a palavra final é minha mas são as piolhas quem escolhe como querem ir vestidas para a escola ou que roupas usar. A minha palavra final diz respeito à adequação da roupa à temperatura e clima desse dia ou ao facto de terem ou não uma atividade que implique outro vestuário.

Na altura de preparar as roupas para o dia seguinte, a pergunta é sempre a mesma: “amanhã, querem ir de igual ou diferentes?”. E, dependendo da agenda mental delas, escolhem como querem ir. Esta semana, por exemplo, têm ido com roupas diferentes. O mesmo estilo, mas diferentes.

Na altura de comprar roupa nova, a pergunta também tem sido a mesma: “querem comprar igual ou diferente?”. E a resposta também varia consoante a vontade delas. E, em 99% das vezes, acabam por comprar de cor diferente mas com estilo igual ou diferente em quase tudo mas muito parecido.

 

E, ainda assim, talvez porque é giro espicaçar pais com filhos gémeos, ainda ouço por que razão não estão elas com roupas diferentes! Mas estão, basta olhar! Fisicamente são peças diferentes eheheheh agora a sério: se fossem amigas próximas e se se vestissem de igual ou muito parecidas, alguém iria dizer alguma coisa? Já passaram perto de alguma escola com miúdas do 3º ciclo e secundário? Olhem bem para as roupas que vestem e expliquem-me lá por que razão elas se parecem todas imenso umas com as outras (cabelos longuíssimos esticados ou longuíssimos frisadíssimos) e se vestem quase todas de igual – o mesmo igual em que muda apenas a cor – (skinny gangas esfarrapadas nos joelhos, sapatilhas ao estilo Allstars ou Adidas, por exemplo). Serão todas elas gémeas? Não me parece.

 

Quando fui bombardeada com todas estas perguntas – incluindo da parte do marido -, respondi que me deixava guiar pelo que as piolhas escolhiam. E, mesmo assim, mal tive a oportunidade perguntei a duas gémeas idênticas adultas, como elas faziam, depois de explicar como faziam as piolhas. Elas - as gémeas adultas - são muito práticas: adoram andar de igual mas compram coisas diferentes quando ambas querem muito as mesmas coisas mas não vão comprar 4 camisolas, então, compram 1 de cada e vão trocando entre elas. (O engraçado é que as piolhas fazem o mesmo). Quanto ao look, elas gostam mesmo de ter o cabelo comprido devido ao formato da cara e tipo de cabelo. As piolhas, para já, apenas querem cabelos compridos e o escadeado é o que lhes fica melhor.

 

Quando e se quiserem tornar-se o mais distintas possível, uma da outra, fisicamente, são livres de o fazer. Até lá, para já, vão alternando entre o ir de roupas iguais ou diferentes, consoante lhes apetece. O mais giro de tudo? Trocarem as voltas aos colegas e amiguinhos quando vão vestidas de igual ehehehhehe

 

 

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publicado às 21:53

Tagarelice #51

por t2para4, em 14.09.16

Chegamos a casa e começamos a tirar as coisas do carro. Aviso para as piolhas trazerem os casacos e lancheiras. Pergunta-me uma: "E quem leva o teu casaco?". Respondo para ela mo trazer. A resposta engasgou o pai de riso e pôs-me a fazer o papel de polícia mau: "ai, estou fodida". Assim, com as letras todas. Até me fiquei amarela.

" Isso não se pode dizer, apesar de os adultos dizerem. É um palavrão muito feio, daqueles cabeludos mesmo, ou seja, muito muito muito feio. Não é para voltar a repetir, certo?"

Ela percebeu. 

E nós também. 

O mundo não acabou.

Percebemos que ela utilizou a palavra, feia ou não, num contexto perfeito, numa situação adequada, com a entoação indicada para o caso. Eu cá chamo-lhe desenvolvimento, ainda que ecolálico funcional não adequado. Que se lixe, com f. Quando a linguagem é um problema grave em crianças como as nossas, apesar dos nossos sermões bem educados, tudo é valorizado. Até os palavrões cabeludos.

 

 

 

 

 

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publicado às 16:26

Coisas de gaja, pode ser?

por t2para4, em 12.09.16

O nosso sistema nervoso é qualquer coisa de incrível. Em alturas de maior ansiedade ou stress, há sempre pequenos sinais de que algo não está como deveria e, na maioria das vezes, controlar isso é muito complicado.

 

A minha relação com unhas, cabelos e afins não é uma relação fácil. Quando estou mais ansiosa e enervada com algo, o cabelo começa a cair estupidamente (e depois nasce novo e fico com imensos cabelos bebés indomáveis levantados no cocuruto) e as unhas começam a escamar (o que é sempre uma coisa fantástica e muito estética - not). Após muito esforço da minha parte (seruns, fortificantes, suplementos, etc.), desisti de tentar salvar as minhas unhas. E ceder à tentação de as roer era em instantes. O cabelo foi fácil: um pouco ao engano, passei de um comprimento pelo fundo das costas às orelhas, embora tenha pedido pelo pescoço - tudo o que estava estragado foi fora mas não gostei da mudança quase radical, é demasiado dificil de domar e dá muito mais trabalho que um cabelo comprido.

 

Bem, unhas. Tinha prometido a mim mesma que nunca jamais em tempo algum voltaria ao verniz gel e familiares (ficava com as unhas em papel, tudo doía, pagava uma fortuna e aquilo começava a saltar ao fim de 2 dias - às vezes, no próprio dia. Cheguei a convencer-me que o problema era meu pois as outras mulheres com unhas semelhantes aguentavam-nas semanas a fio). Mas nenhuma das soluções aparentemente saudáveis e médicas estava a surtir qualquer efeito e voltei a ter uns tocos em lugar de dedos. E, a dar aulas a adolescentes com unhas maravilhérrimas, eu sentia-me, além de envergonhada, desconcertada com o que se passava.

Farta de ter vergonha das mãos, decidi dar-me uma ultima oportunidade. Pedi ajuda a uma pessoa fantástica que entrou na área por hobby - e que acabou por se apaixonar à séria pelo hobby- e dei-lhe o susto da, então, curta experiência na área. Foi um grande desafio e sempre lhe disse que, superando este, superava qualquer coisa. E foi mesmo: em apenas 2 semanas, vimos resultados incríveis. E, a partir daí, com muito profissionalismo, muito empenho e muito carinho, tenho umas unhas fantásticas (apesar das suas características únicas: uma delas partiu-se sem partir o verniz, vá-se lá entender isto) e consigo fazer tudo sem medo de estragar a manicure (o que inclui lavar todos os tapetes e carpetes lá de casa este verão). Afinal, eu só precisava de encontrar a pessoa certa... E, nesse aspeto, posso dizer que tive muita sorte pois, não sendo beauticista (acho que agora se diz assim) de profissão (profissão principal, entenda-se), o que faz, faz com formação adequada, com gosto e com muito cuidado. Nunca vi ninguém não abusar dos instrumentos de remoção ou cuidar tão bem da unha natural como ela faz. 

E confio. Se ela me diz que uma determinada cor aguenta mais tempo por causa dos pigmentos, ou um verniz de cobertura brilhante protege mais a unha do que outros, eu acredito porque, de facto, vejo isso. E experimentamos. Neste momento, faço as unhas de 3 em 3 semanas. E vejo-as crescer, vejo-as naturalmente bonitas quando se retira o verniz, vejo unhas compridas sem formatos esquisitos e sem dobras e sem ondulações que não saem agarradas ao verniz caso ele se solte.

 

Este verão, o sucesso foram os vernizes térmicos. Até o marido achou imensa piada e gostou. E, depois de ter visto a diferença abismal entre como eu tinha as mãos antes e com as tenho agora, já não acha que tratar das unhas seja uma futilidade. A verdade é que, agoram tenho umas unhas fantásticas e bonitas. E que posso personalizar, por assim dizer. Depois dos vernizes térmicos (o último mudava de azul escuro para azul clarinho, quase branco), agora tenho um pouco de nail art: uma maçã e as letras ABC (porque achei que ficava pindericamente fantástico começar o ano letivo com algo muito associado à escola).

 

 

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 Pode não parecer, mas é o mesmo verniz: em escuro quando tenho as mãos frias; em azul clarinho, com as mãos quentes. O mais fixe é quando faz um degradé e fica em vários tons de azul.

 

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 Back to basics: vermelho é uma cor que fica sempre muito bem, em todas as estações do ano. Mas confesso-me curiosa de ver como ficam os castanhos escuros (e se se aguentam nas minhas unhas). Pode soar fútil - afinal são só unhas - mas eu valorizo muito todo este caminho porque quase não tinha unhas.

Estou orgulhosa de quem teve a paciência e a arte para me ajudar a ter chegado tão longe e orgulhosa de mim por ter chegado aqui. 

 

 

 

PS - As piolhas usam vernizes normais. E, por regra, só no verão. No inverno, não têm muita paciência nem costumam pedir para pintar as unhas.

 

 

 

 

 

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publicado às 23:13

Ora, vamos lá, então.

por t2para4, em 04.09.16

Como se dizia há uns anos, "amanhã é dia de pica o boi".

Os últimos dias foram de preparação de materiais, compras, reposição de stocks de café e chá preto (vá, e águas, pão, iogurtes, frutas - todas aquelas coisas necessárias para lanches - das crianças e da mãe), escolha de lancheiras (incluindo para mim), seleção de manuais para minha consulta, organização de pastas, etc. E verificação de roupas e calçado e chapeus e afins. 

 

As piolhas estão num misto de emoções. Se, por um lado, estão desejosas de voltar à escola para estarem com os colegas e começar a corrigir os trabalhos e usar os novos materiais, por outro lado, desesperam por causa do tempo de férias que está a acabar e querem mais, pois claro. Tal como eu, são miúdas que se dão bem com a boa vida pois claro.

 

Portanto, lá começamos, devagarinho, a entrar em rotinas, ainda que custe um pouquinho nos primeiros dias. Depois, as coisas encarreiram-se e tudo se torna mais simples. Não ajuda muito à planificação mental de regresso ainda estarem temperaturas estivais e noites super agradáveis mas aproveitam-se estes momentos de outra forma, afinal ainda vamos manter os fins de semana livres. E, como não somos o Phineas nem o Ferb, cujos 104 dias de férias parecem mais 366 dias de férias, 'bora lá entrar no ritmo e voltar ao trabalho. Vai correr bem ;)

 

 

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publicado às 22:41

Confia, vai correr bem

por t2para4, em 01.09.16

Deixei-me de resoluções, quer sejam em setembro quer em janeiro. Este ano tem vindo a surpreender-me em tantos tantos tantos aspetos, desde janeiro e nem sempre pelas melhores razões, que é quase impossível cumprir uma resolução planeada. O que não é impossível, bem pelo contrário, é mantermo-nos fieis a nós mesmos, esperar, acreditar e confiar. Porque great things happen to those who wait.

 

Estou feliz. Ao fim de 5 anos, apesar das contrapartidas, consegui alcançar uma estabilidade profissional - ainda que temporária - que já não conhecia. E, como peças de uma engrenagem onde se veem as rodas dentadas a encaixar na perfeição e a colocar o mecanismo em funcionamento, sinto que as coisas seguem essa via: as piolhas estão numa fase de maturidade e adaptação que já me permitem poder arriscar algo um pouquinho maior. Que é benéfico para todos. E elas percebem que é bom para todos e não se coibem de dizer "a mãe trabalha numa escola nova". 

 

Nunca escondi nem alterei as minhas decisões e opções desde o momento em que decidi constituir família. Não faz sentido nenhum para mim concorrer a nível nacional e estar separada das minhas filhas e do meu marido. Não coloco a carreira acima da família. Da mesma forma que respeito quem o faz, gostaria e agradeceria que também respeitassem as minhas decisões e opções - foram muito bem pensadas, muito ponderadas, implicaram grandes adaptações da nossa parte.

As únicas malas que quero fazer são para viajar - e em família! Não quero ter que pagar a minha casa - que comprei - e mais uma alugada e juntar despesas de combustivel a algo já complicado. Não quero perder os momentos de crescimento das piolhas - mesmo aqueles momentos em que me dizem "és uma chata! Ainda ontem arrumei os brinquedos que estavam no chão"-, quero continuar a acompanhá-las na realização dos TPC e de trabalhos extra - que, muitas vezes, implicam viagens de estudo aos locais em questão para recolher informação in loco -, quero estar totalmente disponível (de mente e de horário) para uma consulta de autismo ou uma reunião fora de horas com os terapeutas , quero jantar com elas o máximo de vezes que conseguir. Quero ser eu a aconchegar-lhes os lençóis quando já dormem, antes de eu ir deitar-me. Para mim, A prioridade é a família. Há quem lhe chame comodismo e "não sair da zona de conforto". Eu não tenho um nome para o que escolhi. Sim, sujeito-me às regras e ao que existe e ao que sobra. E trabalho muito, esforço-me muito.

 

Não sou menos profissional por concorrer a uma área geográfica menor, não sou menos professora por aceitar que há a possibilidade de não conseguir colocação numa fase inicial, não sou menos docente por lecionar atividades de enriquecimento curricular, não sou menos professora por aceitar um horário reduzido (ou por me sujeitar a horários incompletos, como já fui acusada, vá-se lá saber o intuito de uma acusação destas), não sou menos mãe por ter que conjugar um horário reduzido com uma atividade extra, não sou menos eu por fazer o que faço.

 

Somos o resultado das escolhas que fazemos, não é o que dizem? Pois eu digo que sou muito feliz assim. E que há muito tempo que não sabia o que era chorar de alegria, sentir as costelas doer com a emoção, esquecer o nosso nome completo quando vemos a concretização de uma esperança. Andei sempre otimista - ansiosa a ponto de ter o cabelo a cair furiosamente, mas otimista - e confiei. Não sei bem em quê ou em quem, apenas, confiei. E correu muito bem. E, por isso, estou imensamente grata, não sei bem a quê ou a quem, mas imensamente grata. 

Porque, bem vistas as coisas, a felicidade é isto:

 

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Sou feliz porque, por opção, consigo conjugar família e trabalho; sou feliz porque faço o que gosto.

 

 

 

 

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publicado às 22:19

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