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Avaliação para terapia ocupacional

por t2para4, em 04.07.11

A instituição através da qual proporcionamos as sessões de terapia da fala às piolhas tem uma lista de espera algo extensa para as terapias da fala e ocupacional. Seria possível, através de uma credencial passada pelo médico de família, validada após avaliação pelo fisiatra, termos terapia da fala pelo Serviço Nacional de Saúde mas isso implicaria ficarmos sem o actual terapeuta - e isso está fora de questão por imensos motivos, desde a afinidade que as piolhas têm para com ele bem como pelos seus conhecimentos e profissionalismo. Como não quisemos sujeitar-nos a uma espera, visto ser urgente que começassem as sessões o quanto antes - optámos pela via privada, assegurada pela mesma instituição.

 

Os relatórios médicos iniciais referiam a necessidade urgente de terapia da fala e a frequência de terapia ocupacional. Como esta não estava revestida de um carácter de urgência, esperamos por uma avaliação que decorreu nos finais de Maio.

 

Após alguns percalços (esqueci-me do dossier onde guardo toda a documentação relativa à condição/doença/patologia/síndrome/o-que-quer-que-seja das piolhas e o marido teve de voltar a casa para ir buscar, uma delas fez chichi que saiu para fora da fralda, outra caiu do baloiço e sujou-se...), o fisiatra recebeu-nos, leu os relatórios médicos, colocou algumas perguntas, sugeriu a frequência de piscina (não necessariamente aulas mas a frequência de um ambiente de que, de um modo geral, os autistas gostam e os estimula positivamente), observou o modo como andavam, verificou os seus reflexos (não correu bem... ambas mostraram uma grande rigidez e não houve uma grande reacção ao martelinho. O médico não me adiantou mais informação mas hei-de referir isso ao médico de família na consulta dos 4 anos), perguntou-me que idéia eu tinha do que consistia a terapia ocupacional - ao que respondi que, inicialmente, achava que era ensinar as crianças a brincar e a elaborar brincadeiras comuns às outras crianças sem necessidades especiais mas que, através do terapeuta da fala, tinha lido alguns artigos e que se procurava, acima de tudo, estimular áreas de aprendizagem e de regulação - e comentou que eram muito simpáticas e afáveis. No final, até se despediram dele com um beijinho.

 

Prometi fazer-lhe chegar copiar dos relatórios e ele informou-me que seria contactada pela terapeuta chefe com o intuito de se agendar uma sessão e começar, então, com a terapia ocupacional.

 

Ainda estamos à espera e, entretanto, metem-se as férias de Verão e, como habitualmente, o país pára. Presumo que, lá para Setembro, deva ter mais algumas informações e a lista de espera diminua e talvez comecemos. Ainda assim, esta espera não me consome de preocupações porque, parte deste trabalho tem sido feito pela educadora do PIIP nas horas que passa com as piolhas, pela educadora de infância, pelo terapeuta da fala e por nós família.

 

 

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The institution through which we provide our little girls their Speech Therapy sessions has a waiting list for Speech and Occupational Therapy. It can be possible, through a medicall document signed by our General Practice doctor (GP), validated by the physiatrist, having Speech Therapy through our National Health System but that implies loosing our current therapist  - and that's out of question due to a lot of reasons, the affinity the girls feel towards him as well as his knowledge and professionalism. As we refuse to submit to that waiting list - and since it was urgent to start the sessions as soon as possible - we chose the private way, assured by that same institution.

 

The initial medical reports referred the urgent need of Speech Therapy and the frequency of Occupational Theraoy sessions. As this last one was not with a urgent stamp on it, we waited for an evaluation whichh occurred at the end May.

 

After a few hitches (I forgott the file where I keep all the documents concerning my little girls' condition/illness/disease/pathology/syndrome/whatever and my husband went back home to get it, one of the girls wet her pants and the other fell off and got soil dirt, ...), the physiatrist received us, read the medical reports, asked a few questions. suggested the frequency of a swimming pool (not necessarily attending lessons but being in an environment which, generally, autistic children like and stimulates them in a positive way), observed the way they walk, verified their reflex (it didn't go well... both of them showed some hardness and there wasn't a reaction to that lttle hammer. The doctor didn't tell me much more but I'll ask about it to our GP in our four-year.old appointment), asked me of I had any idea of what is Occupational Therapy - to which I answered that, first I thought it was about teaching children to play and to elaborate such play  commun to other children with no special needs but, through the girls' Speech therapist, I had read a few articles and the point was, above all, stimulate certian learning and regulation areas - and he commented they were very nice and lovely. At the end, they evem kissed him goodbye.

 

I promised I would give him copies of the medical reports and he informed me I would be contacted by the head therapist in order to schedule a session and thus get along with Occupational Therapy sessions.

 

We're still waiting and, meanwhile, it is Summer time and and, as usual, the country stops for holyday. I presume that in September I must have more information, the waiting list gets shorter and maybe we can get started. It doesn't bother me much though, because part of this work has been done by the early intervention teacher who spends hours with the girls, the kindergarten teacher, the Speech Therapist and we, as family.

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publicado às 13:06

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