Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



“104 dias que duram as férias”

por t2para4, em 30.06.16

 Ou o que fazemos durante este tempo todo que... são as férias grandes.

Como é expectável – e tendo em conta que ando o ano letivo inteiro a suspirar e a ansiar pelas férias grandes (se bem que, depois passo agosto e setembro a suspirar e a ansiar por uma colocação mas isso são outros quinhentos) -, nas nossas férias grandes fazemos tudo e não fazemos nada. Sim, temos momentos de seca e de monotonia mas ainda bem que os temos pois as piolhas têm de se aperceber que, muitas vezes, não há nada programado nem planeado e que apanhar umas secas faz parte da vida. Tal como deveriam fazer parte da vida momentos de nada, em que não há nada para fazer. Nos tempos em que tanto se apregoam “mindfulnesses”, não fazer nada só porque surja, não me parece mal.

 

Nas férias grandes, as piolhas têm desses momentos e momentos de agenda. Porque, apesar de férias, esses momentos de agenda são mesmo necessários.

No Verão, não há terapias. Pelo que, em casa, entre nós, temos que tentar colmatar – não substituir! – essa falha. O que nos impele em treino. Pode parecer muito animalesco falar deste modo mas, a verdade é que, há coisas que só se adquirem com treino (o que é o ABBA, senão treino?). Nesta fase, estamos em processamento de aquisição e consolidação de determinados conteúdos e até comportamentos. A conjugar com este processamento, temos também outras questões em mente.

E são eles:

- atravessar passadeiras sem ser pela nossa mão. Ainda temos muito trabalho a fazer aqui mas já conseguimos, em ruas de pouco movimento, que sejam elas a liderar o caminho, sem andarem pela nossa mão, nem sermos apenas nós a monitorizar a passadeira.

- andar pela rua sem ser de mão dada connosco – a menos que esteja muita gente ou muita confusão. Pouco a pouco, elas já começam a ir juntas sem precisarem de andar pela mão com um de nós. Obviamente que, por exemplo, quando subimos às muralhas de Óbidos ou fomos à feira afonsina em Guimarães, andaram connosco pela mão, quer por segurança quer porque sim (muita gente, muita confusão).

- autonomia às refeições/higiene. Outra batalha quase diária que se resume ao uso correto e adequado da faca. Ainda é uma complicação porque não seguram bem ou o garfo não está a picar corretamente ou ou ou ou... é um filme. 

O vestir/despir é feito com total autonomia e raramente há enganos mas o saber tomar banho sozinhas - ahahhahahahhahahah, tomara eu que lavem os dentes bem sozinhas - ainda não existe. Quer a questão do lavar os dentes sozinhas em condições quer o ensaboar o corpo sozinhas vai ser uma constante a treinar estes meses.

- saídas. Vão onde nós formos e ponto final. O maior problema é só sair de casa porque, uma vez dentro do carro, o humor e disposição delas muda e elas vão de boa vontade e com um sorriso. É só uma questão de preparação e de... ir.

- andar a pé. Ai que batalha mais inglória e injusta esta... Detestam andar a pé, inventam todas as desculpas e mais alguma para evitar andar a pé, perguntam sempre se podem levar o carro, enfim, um figurão. Para juntar a este gosto peculiar pela deslocação pedestre, as piolhas têm pouca resistência e fraco tónus muscular (o que se traduziu numa passagem muito tardia após um longo tempo entre piscinas...). O que fazem semanalmente nas sessões de motricidade ajudou um muitos aspetos mas não chega. Por isso, o que temos feito é sair, sempre que possível, a pé para uma voltinha de cerca de 2 ou 3 km, e, nas nossas saídas para mais longe, caminhar mesmo, fazer percursos, visitar áreas a pé. Porque, ao mesmo tempo que praticamos este aspeto, estamos, igualmente, a praticar o andar na rua, o atravessar passadeiras, etc. Ou seja, há uma série de atividades que vão complementar-se.

- consolidar conteúdos. A escola acabou mas não pode ter pausa total até setembro senão ninguém se lembrará de escrever palavras complicadas sem erros nem fazer uma mera conta de somar. Depois de 10 dias de absoluto nada relacionado com a escola e matéria, começámos a fazer pequenos trabalhos quase diários, que demorem no máximo 15 minutos a realizar. Começámos com uma fichinha de português, depois uma cópia, depois um ditado, depois umas perguntas de estudo do meio, três tabuadas escritas das duas maneiras, ler um livrinho. Algo rápido e que seja só com o intuito de rever e consolidar. 

- auxiliar nas tarefas domésticas. Fez migalhas? Varre para a pá. Já jantámos? Levantam a mesa e limpam os pratos. Pequenas tarefas deste género não são trabalho infantil nem escravatura (pior é pôr os putos a cozinhar e a mexer em fornos e fogões e chamarem-lhes de "chefes" de um qualquer programa de TV, serem criticados como adultos porque o arroz ficou empapado e acharem que enfardar pasteis de nata atrás uns dos outros não é compatível com a obesidade mas adiante que já estou a desviar-me do foco). Arrumar o quarto - e isso implica colocar os brinquedos nas devida scaixas e gavetas nas categorias a que pertencem -, preparar a roupa para vestir depois do banho, pôr ou levantar a mesa, arrumar a louça no lavaloiças, varrer migalhas para uma pá, limpar marcas de copos ou nódoas com um toalhete, fazer pequenos recados aos pais não matam ninguém. Se conseguem utilizar tecnologia de ponta sem ninguém as ensinar, também conseguirão perfeitamente pôr uma toalha na mesa ou arrumar as sapatilhas na sapateira que não requer arte nenhuma. Até porque, cá em casa, não há criados.

- experimentar coisas novas. No ano passado, experimentámos caracóis e foi um espetáculo vê-las a tirar o bicharoco com o palito e a comer. Gostámos muito e, este ano, vamos repetir. Hoje experimentaram comer salteado de pimentos. Não correu mal de todo. Temos arriscado viagens cada vez mais longas, que implicam sairmos de casa ao amanhecer e tem corrido bem. Ainda não arriscámos dormir fora ou passar uns dias sem vir a casa - num ambiente não familiar. Lá chegará a altura.

- proporcionar as melhores férias. Mesmo que isso implique apanhar secas. As melhores férias são, para mim, aquelas em que há momentos tão simples e tão bons que darão memórias fantásticas: picnics no chão da sala em dias de chuva, idas matinais ao rio com uma praia imensa só para nós, melgar a mãe de 5 em 5 minutos para ver se o verniz térmico mudou de cor para poderem ir à agua, lanches saborosos nos intervalos de banhos, pools parties (festas na banheira eehehheh) quando temos uma saída excecionalmente fantástica a nível de comportamento, marcas do bikini apesar das litradas de protetor solar que coloco. Acho que, olhando para trás, estas seriam memórias felizes... E isso inclui as secas que são impostas nos horários tecnológicos! Só se utilizam tablets ou computador cerca de 2h por dia (ou em viagem) e nem mais um minuto. Há muito mais para fazer nas férias do que ter o nariz enfiado num écrã.

 

 

O Verão, as férias grandes, os tais "104 dias que fazem as férias" são os nossos tempos de catarse, os nossos tempos de compensação. São os dias azuis do céu e do fundo da piscina, os dias esverdeados dos campos dos picnics e das água do mar ou do rio, são os dias tão luminosos que até nos obrigam a fechar os olhos, são as unhas pintadas de cores alegres e pindéricas - unhas das mãos e dos pés, num total de 60 unhas coloridas -, são calções e t-shirts e vestidos de tecidos confortáveis e esvoaçantes, são sestas e preguiças no sofá ou na areia, são programas de tv vazios de conteúdo e outros repletos de História, são comidas rápidas e saudáveis e leves, são amaciadores especiais para proteger o cabelo, são mimos do tempo, são coisas boas, são o recuperar de semanas e semanas de tanto tanto trabalho, são o estar em familia mais tempo... 

Precisamos destes momentos - ainda que isso implique "treinos" e outros trabalhos - para nós, para recuperar. E até me podem dizer que é muito tempo e e assim e assado. Nós fazemos esta gestão da melhor forma que podemos e conseguimos, por opção nossa. Mas, a par com as minhas filhas, também eu quero memórias boas e tempos felizes.

 

 

a.jpg

 

 

 

---------------- Estamos também no Facebook --------------------

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:37

São as férias das piolhas

por t2para4, em 18.08.14

Não estamos de ferias. E há várias razões para isso, incuindo a económica.

Mas, independentemente do que nos impede de fazer malas e sair por um fim de semana que seja, quero que as piolhas achem que estamos de férias, melhor, quero que elas se sintam de férias.

Estas paisagens maravilhosas das fotos ño blog ou no facebook do blog são quase ao lado de casa, dentro do distrito de Coimbra. Numa manhã temos viagens e praia feitas, evitando assim as horas de sol a pique - aproveitando as horas de sol suave e saudável - e a confusão de pessoas que, entretanto, vem chegando.  
O marido tem trabalhado que nem um louco, em turnos completamente alucinados, pois o desemprego está de novo na minha pele... (que, apesar de tudo, espero ter resolvido já no próximo mês). Nessa altura, está prometido, iremos passar um fim de semana fora, agendado há imenso tempo e que aguardo com impaciência!!!
Seja como for, não deixa de ser bom para as piolhas perceber que a sociedade tem regras bastante distintas, que há profissões que não seguem o calendário escolar, que os pais fazem de tudo para lhes proporcionar memórias felizes e fantásticas. E, às vezes, como é o caso agora, é só uma questão de redescobrir o que existe aqui ao lado...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 (apesar de não identificadas, todas as fotos são da minha autoria)

 

E, as férias grandes, também são isto: passeio, trabalhos escolares para não se esquecer o que se aprendeu, almoços/jantares em casa da avó, brincadeiras até à exaustão no jardim, idas ao parque, visitas a monumentos, compras, aviar recados com a mãe e estarmos juntas 24/7 até ao regresso às aulas. Um regresso às minhas férias grandes da infância.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:

publicado às 21:16

Em estado aquático

por t2para4, em 16.08.14

 

 

 

 

 

 

 

 

Vamos aproveitar as vagas de calor ao contrário do que faz a maioria das pessoas: praia, água, rio, whatever!, de manhã, pelas horas de sol em que nem é preciso colocar protetor solar, picnics, tardes de jogos, descanso e sestas.

Já voltamos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:41

Ainda a aproveitar as férias grandes

por t2para4, em 24.08.13

Porque o tempo passa tão rápido e não tarda nada estamos já em setembro (já?!!!!!), estamos mesmo a aproveitar estes últimos dias de férias, nem que seja só para ficar em casa a vegetar ou a fazer sestas de muitas horas...

Tem havido muita água, muitos pulos, muito passeio, muito sono, algumas birrinhas e  maus-feitios, mas um verão, umas férias como já não vivia desde há uns 6 anos, desde que as piolhas nasceram. Apesar de alguns problemas e percalços pelo meio, lá temos conseguido dar a volta.

Por isso, don't stop ringing or writing, eu respondo! Só estou mesmo a aproveitar estes momentos finais tão bons...

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:43

Passeio a Aveiro

por t2para4, em 21.07.13

Aceitámos o convite e fomos até Aveiro. Havia o desejo de conhecer alguns cantinhos daquela cidade - no que levar as piolhas connosco nos permitisse -, a começar pelo Museu de Aveiro.

 

O Museu de Aveiro fica numa zona bastante central e de fácil acesso. Não fosse o estacionamento pago do Fórum (shame on you! Em Coimbra, todos os estacionamentos de shoppings são gratuitos!) e até em estacionamento era uma beleza! Não há qualquer dificuldade en dar com o Museu que fica bastante perto da Sé e do Parque D. Pedro V.

 

Por partes: o Museu de Aveiro é um museu de História e Arte, instituído no antigo Convento de Jesus, da Ordem Dominicana feminina. A área monumental evidencia o traçado conventual que remonta ao séc. XV, designadamente da Igreja de Jesus e do claustro, concluídos no séc. XVI, o estilo Barroco do coro baixo, com o túmulo da Princesa Santa Joana (1693-1711), do coro alto e de diversas capelas devocionais, dos sécs. XVII e XVIII, e a fachada “apalaçada”, fisionomia do museu, do séc. XVIII.

A exposição permanente apresenta obras de Pintura, Escultura, Talha, Azulejo, Ourivesaria e Têxteis, dos sécs. XIV-XV ao séc. XIX, provenientes de conventos extintos de Aveiro e de outras regiões do país. Da colecção do Livro Antigo e dos Manuscritos, documentos da fundação do convento e da vida da Princesa Santa Joana (m. 1490), filha de D. Afonso V, figura incontornável na história do Convento.

Gostei bastante de ver as talhas douradas e algumas peças. Não tenho boas fotografias porque isso implicava usar flash - o que é proibido e para o qual fui chamada à atenção 3 vezes... -, mas sempre que a máquina tinha onde buscar luz e sem recorrer a tripé, lá arranjei algumas imagens bem bonitas.

Coloquei o meu telemóvel nas mãos das piolhas e elas fizeram a sua própria cobertura fotográfica. E até se safaram muito bem! Têm fotografias muito castiças entre (imensas!) mal tiradas.

 

 

 Utensílios de farmácia, em exposição logo à entrada do museu, perto da bilheteira (foto das piolhas)

 

 

Claustro do Museu (antigo convento) e escultura da exposição temporária (duas últimas imagens, autoria das piolhas)

 

 

Pormenor lindíssimo do teto de uma das capelas do Museu. Adoro aquelas estrelas.

 

Estas colunas e quadros estavam numa das alas com outras esculturas de cariz religioso e relicários. Adorei a conjugação.

 

Depois do almoço, em jeito de picnic, fomos dar um passeio ao Jardim D. Pedro V. Apesar de estar em recuperação, valeu a pena pois é muito bonito e agradável. Fica na zona ajardinada da Baixa de Santo António, densamente arborizada, com variadas fauna e flora, e ainda um lago de razoáveis dimensões. No seu interior destaca-se o coreto em ferro forjado do início do século, e o Museu de Caça e Pesca (que estava fechado e não visitámos).

 

 

Coreto que mostra a arquitetura do ferro forjado, do início do século XX

 

 

 

 

 

 

 

Depois de dar uma volta ao lago, fomos até outras bandas, à beira da Ria. 

 

 

 

 

O Centro Cultural e de Congressos é parte de um edifício emblemático da arquitectura industrial Aveirense.

Fábrica Jerónimo Pereira de Campos é a antiga designação deste edifício, que acentua o carácter, junto com outras marcas da indústria da cerâmica na região.

 

 

 

Fartámo-nos de rir com os dizeres destes moliceiros. Delicioso.

Havia passeios nestes barcos, tão típicos de Aveiro, mas não arriscámos. 

 

Estação de Aveiro. Adoro de paixão aqueles azulejos. A nossa estação de comboios também tem uns lindíssimos mas longe dos nossos olhos, de momento, por razões políticas. 

 

A Estação de Aveiro é uma das mais bonitas estações do país. Actualmente, o edifício antigo (talvez venha a tornar-se num edifício museu) fica ao lado de uma moderna estação ferroviária. Os painéis de azulejo presentes em todo o edifício recebem e despedem-se em tons de azul e branco de quem chega ou deixa Aveiro. Os painéis, que têm vindo a ser recuperados ao longo dos anos, contam histórias de Aveiro e das suas gentes, das suas profissões, da sua história e da sua paisagem. A estação de Aveiro faz parte da Linha do Norte da CP e nela começa a Linha do Vouga.

 

 

 

E, por toda Aveiro, se viam peças deste género - de que eu gostei bastante! - e que acho muito originais. Não deu para fotografar todas mas fica a ideia.

 

E não viemos embora sem comer os divinais ovos moles!

Para terminar o rol de fotos, ficam os "apanhados" das piolhas à mãe e vice-versa!

 

 

 

 

Balanço: foi uma saída na companhia da avó e da tia qque até correu muito bem. Tirando um ou outro stress no museu (insistir em mexer, muitos saltos e correrias, mas nada que uma boa palmada não tenha resolvido), as piolhas caminharam tanto tanto tanto a pé que até me admiro não terem melgado mais com as queixinhas do costume "eu quero o carro", "doem os joelhos", "mais pé não!". Estão mesmo numa fase em que conseguem usufruir do que vivenciamos, conseguem contextualizar com as devidas relações o que lhes é explicado com o que veem/sentem/ouvem/cheiram, acho que já conseguem perceber o objetivo de um passeio para fora da sua localidade.

Neste momento, as piolhas estão como qualquer menina que faz as delícias da mãe: companheiras.  

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:24

Let's swim!

por t2para4, em 11.08.12

E tem havido muito disto! Todos os dias!

As piolhas têm adorado, eu tenho gostado imenso de as ver evoluir e perder os medos, e temos aproveitado esses momentos para saborear a leveza que as férias proporcionam...

 

 

 

 

 

 

Esta última foto estaria perfeita se a ela pudéssemos associar som :) a piolha estava a delirar com os saltos para a água e divertiu-se imenso. O resultado? Às 21h já está pronta para dormir e a pedir (é mais a implorar, mesmo) que a deixemos ir para a cama dormir eh eh eh

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:38

"Férias"

por t2para4, em 04.08.12

Por cá, depois de uma primeira semana sem infantário / terapias / apoios educacionais, tentou-se colmatar a mudança de rotinas com atividades sem grande planificação prévia mas que obriguem as piolhas a mexer de forma mais saudável e controlada.

 

Temos saído todas as manhãs e caminhado um pouco. A pé, claro. As piolhas não sabem andar a pé (só sabem correr) e acho que está mais do que na altura de andar com elas na rua, sem as agarrar pela mão como se o mundo dependesse disso, saber atravessar uma passadeira com cuidado e atenção, ir a um local público e saber aguardar pela nossa vez, etc. São pequenas coisas que parecem tão simples e óbvias aos olhos dos outros mas não são, para nós.  Sinto-me como se estivesse a amestrar ou a domesticar animais mas a verdade é que, por muito cruel e má que possa ser esta comparação, é assim que me sinto... Há reforço positivo quando as coisas correm bem, uma ou outra advertência ou ralhete quando a teimosia prevalece, há insistência até que as coisas sejam apreendidas... 

Não pretendo a simpatia nem o aval nem a compreensão nem a coitadinhice de ninguém. Pretendo a aceitação e o agir com naturalidade perante as nossas dificuldades. 

 

As manhãs são passadas entre o aviar rotineiro de recados (idas aos correios, um eventual café numa esplanada, um enocntro ocasional com um amigo/conhecido) e uma ou outra atividade mais ponderada.

Já visitámos um museu local e foi muito interessante. Fizemos um trabalho prévio e depois fomos ver as peças in loco. Foi muito bom e produtivo. A manhã terminou com um trabalho prático em casa, relacionado com o que vimos (mas isso fica para outro post).

 

Depois de tantos verões tão complicados, este ano decidi manter as minhas expectativas mais em baixo e não fazer altos planos. Assim, se algo correr mal, não custa tanto a superar :) pelo menos, este ano já há desfralde total!!

 

Amanhã começam as nossas aventuras noutra casa. Durante umas boas semanas vamos para "fora". Iremos passar uma temporada a casa dos meus pais, que têm um jardim e quintal a perder de vista e espaço com fartura para correr e divertirmo-nos e apanhar sol e etc etc etc. Até a piscina insuflável já foi colocada no devido local (lá andei eu munida de compressor de ar e mangueira de água a tratar do assunto).

Neste momento, a minha cama parece a banca de uma feira com montinhos de roupa; o chão do quarto parece um hall de hotel, com malas e sacos; a sala parece um expositor de uma loja informática, com tanta máquina e computadores para levar. Materais de pintura + cartolinas + jogos + brinquedos já seguiram numa viagem anterior.

As nossas saídas habituais manter-se-ão bem como as nossas vindas a nossa casa, pois a distância é bem curta, e seguir-se-ão outras atividades mais estruturadas para que as férias não sejam passadas apenas a vegetar ou a não fazer nada....

 

 

E isto são as "férias" pensadas: o marido a trabalhar, eu em casa com as piolhas (férias marcadas propositadamente coincidentes com o período em que o infantário fecha), uma estadia diferente num local familiar, idas ocasionais a locais de interesse/praia, relax mental (porque físico é impossível), sol e sestas. E vamos para fora (de nossa casa) cá dentro (da mesma localidade)...

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 09:56

Vai um café? - Want a coffee?

por t2para4, em 07.09.11

 

E sai uma água tingida com cheiro a café, num dos nossos passeios de mulheres, pelo shopping.

 

(reparar no pormenor do relógio no braço de uma das piolhas :) )

 

 

 

----------------------------------------------

And a tainted water smelling like coffee coming out, in one of our girls' walks, at the mall.

 

(notice the watch in the wrist of one of my little girls :) )

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 13:04

Contador

AmazingCounters.com


Direitos Reservados

Algumas das fotos publicadas neste blog são retiradas da Internet, tendo assim os seus Direitos Reservados. Se o autor de alguma delas discordar da sua publicação, por favor informe que de imediato será retirada. Obrigada. Os artigos, notícias e eventos divulgados neste blog tem carácter meramente informativo. Não existe qualquer pretensão da parte deste blog de fornecer aconselhamento ou orientação médica, diagnóstico ou indicar tratamentos ou metodologias preferenciais.


Mais sobre mim

foto do autor


Posts mais comentados






Copyright

É proibida a reprodução parcial/total de textos deste blog, sem a indicação expressa da autoria e proveniência. Todas as imagens aqui visualizadas são retiradas da internet, com a excepção das identificadas www.t2para4.com/t2para4. Do mesmo modo, este blog faz por respeitar os direitos de autor, mas em caso de violação dos mesmos agradeço ser notificada.

Visitas


Translate this page


Mensagens