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Feliz dia da Mãe e um pequeno mimo

por t2para4, em 03.05.15

Não vou tentar aqui definir o que é ser mãe, para mim. É algo tão mais complexo e completo que, apesar de tudo, me leva a questionar por que não fui eu mãe mais cedo ou por que razão não temos nós a coragem e os meios para voltarmos a ser mãe e pai. É aquela velha máxima do ser possível ter o coração a viver fora do nosso corpo, amar alguém tanto que até dói...

 

Mas adiante. Quer seja nas aulas ou em casa com as filhotas, há sempre uma coisita que gosto de fazer e, este ano, não foi exeção. Pesquisei alguns crafts e encontrei um no Pintrest que me deixou entusiasmada mas era feito em sarapilheira e tecido (fora de questão para usar com crianças, para já). Então, adaptei. E precisei de:

- um cartolina A4 de cor suave (usei branca brilhante)

- cartolina preta

- florinhas imprimidas

- material de pintura

- cola

- tesoura

- cola de brilhantes

 

Contornam-se as mãos da criança na cartolina preta, recorta-se e cola-se a meio, na base da cartolina branca. Pinta-se as flores a gosto e recortam-se para colar nos dedos e na base dos recortes a preto e decora-se à vontade com os brilhantes. Mais simples é impossível e o resultado é lindo lindo!!!

Confiram!

 

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E aqui estão as flores, prontas a imprimir:

 

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Simples, bonito, prático, didático (treino imenso da motricidade no recorte) e criativo. As minhas "árvores" floridas já cá vivem, a par com um caderninho de receitas de capa em origami básico e um gel de banho da ternura. A minha mãe não ligava nenhuma a estas coisinhas feitas na escola mas eu adoro todos estes miminhos, por muito básicos e simples que sejam. Está lá todo o esforço e entusiasmo dos nossos filhos.

E, a minha piolha não falou: 7h da manhã e lá estava ela na minha cama "Feliz dia da mãe!"

 

 

 

 

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publicado às 09:22

Casinhas de cartão - projeto escolar

por t2para4, em 28.04.15

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O livro de Estudo do Meio sugeria a construção de casinhas a partir de caixas de cartão e uso de pinhas para o telhado mas, como sou um pouco subsirva, decidi que faríamos algo diferente.
Do que precisámos para fazer estas casinhas:


- caixas de sapatos
- etiquetas A4 ( para imprimir)
- folhas de cartolina coloridas
- brinquedos (banquinhos, árvores, plantas, etc.)
- feltro
- cartão
- material de pintura
- missangas
- cola quente


Como fizemos:
Medimos a caixa para calcular o tamanho que as janelas e portas deveriam ter, fiz as imagens no word e imprimi na tal folha autocolante A4. As piolhas pintaram a gosto e até fizeram cortinados! Depois de tiradas as medidas à caixa, escolhidas as cores do que deveriam ser as paredes, foi aplicar os autocolantes no sítio desejado e colar as cartolinas com cola quente.
O telhado foi feito com a aba de cartão de uma caixa e colada com cola quente e pintada com tintas de dedos.
Para o jardim, cortei um pouco de feltro, escolhemos uns brinquedos que andavam espalhados pelo quarto sem uso nenhum e inventámos (para disfarçar as pequenas falhas de cola e embelezar).
O resultado final agradou-nos tanto que, orgulhosas do seu trabalho, as piolhas quiseram levá-lo na mão, com muito cuidado, para deixarem na sala de aula.
E pensar que equacionei não fazer nada daquilo! Ainda bem que mudei de ideias!

 

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publicado às 21:52

Depois de toda a preparação para a rentrée escolar, só faltavam mesmo estes pequenos e amorosos detalhes. Agora sim, as mochilas estão personalizadas.

 

 

 

 

 

 

 E, pronto, espero que os seus companheiros de estudo/brincadeira/aventuras/imaginação auxiliem num bom ano letivo...

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publicado às 22:47

Fitas para o cabelo, by piolhas

por t2para4, em 15.04.14

Estes dias de "férias" (esta é a parte em que rebolo no chão a rir... de amargura) não têm sido os melhores das nossas vidas... Mas adiante.

No fim de semana, estivemos com uma grande amiga, companheira de barriga, também mãe de gémeos. Foi muito bom ver as nossas duplas a brincar e a interagir tão bem! E abençoado parque que escolhi! 

A nossa amiga aproveitou as nossas escolhas de hobbies (mais a minha do que as delas) e ofereceu uma máquina de colocar ilhós às piolhas.

Toca de experimentar, depois de escolhido o produto. Foi o de-lí-ri-o total!

 

A partir de uns restos de ganga de calças que são grandes demais às gentes pequenas da casa (o marido ou o meu pai), recortei uma pequena forma elíptica, debroei com as cores escolhidas pelas piolhas e toca de experimentar a máquina. 

 

 

 

 

É muito fácil de utilizar mas, obviamente que requer a vigilância de um adulto, principalmente por causa dos ilhós que picam a sério e podem ficar cravados nos dedos. 

Pindéricas q.b., escolheram flores, borboletas e brilhantes coloridos. E o resultado final até ficou bastante catita!

 

 

 

 

A segurar aquela faixa de tecido enfeitada, está elástico preto et voilà, duas fitas para cabelo, by piolhas. Obrigada amiga A., D. e M.!

 

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publicado às 21:03

Carnaval das piolhas 2014

por t2para4, em 02.03.14

Contextualizando:

- as piolhas adoram a série/filmes/personagens/bonequinhos "My Little Pony" (memo to myself: contar o nº de poneis que têm até ao momento)

- as piolhas adoram o filme "Equestria Girls" e as respetivas bonecas (que são os poneis transformados em bonecas) e, além de andarem a pedir umas desde setembro (mas só agora chegaram em cheio a Portugal e ainda são caras - tenho que esperar uma promoção de 50% de desconto para comprar) e a dizer que vão mascarar-se de poneis no carnval.

- a mãe começa as pesquisas na net e fica com umas ideias de como transformar meninas reais em poneis que se transformam em meninas...

- veio um aviso da escola a informar que o carnaval terá como tema "profissões antigas"

- a mãe pragueja inicialmente (como raio vai explicar que as piolhas não podem ir vestidas de pony) até se lembrar de algo importante e agradece aos criadores da série o facto de cada pony ter uma profissão e, de acordo com os materiais que já tem em casa, decide e convence as piolhas a "escolherem" uma costureira (Rarity) e uma apanhadora de maçãs dona de uma quinta (Applejack)

- a mãe seleciona os tecidos, compra o material em falta e pede à avó que costure umas saias simples de franzido e uns aventais de franzido de peitilho, bolso e alças de traçar. A mãe trata dos acessórios

- o grande dia chega e as piolhas até ficam com os olhos a luzir de tamanha alegria em serem pony! Não querem saber se sãpo cotureira ou apanhadora de maçãs; são poneis!!

 

Ora, para a Rarity:

- diamantes em feltro (para as marcas)

- gancho em feltro

- caixa de costura de madeira

- carrinhos de linhas, botões e argolas colados na caixa

- fita métrica e carrinhos de linhas cosidos no avental

 

 

Para a Applejack:

- chapéu da mãe cosido de modo a levantar a frente

- feltro para as marcas

- cesto com maçãs de esferovite

 

 

As cutie marks (as marcas que cada pony tem nos flancos):

 

 

E o resultado final:

 

 

 

Só tive custos com os carrinhos de linhas, fita métrica, cesto e maçãs e tecido roxo. Tudo o resto já tinha; a minha mãe usou lençóis antigos para os aventais. As saias são do mais simples (cose-se dos lados, faz-se bainhas, põe-se elástico e já está) e não precisam de tecidos xpto para ter um bom efeito. Uma roupa quentinha e confortável por baixo e siga!

As piolhas gostaram imenso das suas fatiotas, deliraram com o facto de poderem andar vestidas de pony - ainda que um pouco aldrabados eh eh eh - e no Mardi Gras, ainda que seja só em casa, voltarão a vestir as mesmas fatiotas. A única coisa de que tenho pena foi de não ter sacudido bem os confetis dos bolsos e, ao lavar, ter tingido o avental de uma delas... Mas paciência. 

 

Por aqui, já fomos joaninhas, Dora the explorer, joaninhas de novo, fadas e pony girls. E os vossos piolhos? Tiveram que seguir temas ou foi escolhido por eles?

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publicado às 21:50

É uma água das pedras, se faz favor...

por t2para4, em 10.09.13

... porque eu tenciono reaproveitar a garrafa. Aliás, guardei-a no dia em que uma das piolhas se vomitou toda no shopping...

 

No nosso móvel da casa de banho, o Tweety já lá não mora. Passou para o chão. Mas mantêm-se as tacinhas azuis com café velas. Agora, no canto, está lá uma jarrinha com flores secas, mais discreta e simples.

 

 

Fiz as coisas um pouco grosseiramente, de propósito, porque queria mesmo ter muito cordel na base. Passei com cola, fui enrolando fio norte à volta da garrafa e deixei secar. No final, pintei com tinta carílica azul, raspei os excessos de tinta do vidro, bem como restos de cola e rótulos, passeicom um algodão embebido em alcool, retirei a argola de metal e coloquei dentro as flores secas. Voilà! 15 minutos, se tanto.

 

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publicado às 11:26

Continuo às voltas com o quarto das piolhas. Não é fácil colocar tanta (e necessária!) mobília num quarto de 13 m2 e ainda querer salvaguardar uma área de brincadeira. E, se antes estava assim, agora, já está, de novo, diferente. Pelo menos em algumas coisas. E, pouco a pouco, sem gastar muito dinheiro, já se vai parecendo com o quarto que eu gostaria de ter para as piolhas.

 

Comecei por mudar alguma mobília de lugar, outra vez. Coube a vez da cómoda + espelho e da estante que, basicamente, trocaram de lugar. Como foi necessário arranjar uma secretária de trabalho para as piolhas, tivemos que puxar pelos miolos. Da última vez que houve alterações, fiz um esquema em papel quadriculado, atribuí cada peça de mobília a um recorte e fui montando o esquema para ver como ficava, sem esquecer o pormenor da abertura da porta e da área da janela.

 

 

Redefinimos os locais, que, desta vez, serão definitivos, e começámos a mudança: a mesa que servirá de secretária foi onde dei explicações durante alguns anos, estava como nova, e veio do arrumo para o quarto das piolhas, bem como as cadeiras, que foram previamente lavadas. Fizemos quaestão de aproveitar a iluminação natural ao máximo, por isso, a mesa ficou o mais próximo possível da janela, o que não invalidou a colocação de dois candeeiros de mesa, para os dias negros de inverno. Do arrumo, vieram também outros materiais, como estantes de metal para guardar papeis, copos para canetas, suportes para economato. O resto, ficou guardado numa gaveta da estante principal, longe dos olhares das piolhas. Entretanto, o suporte de gavetas já mudou de local e está agora a meio da mesa.

Como se aproxima uma fase muito importante da vida das piolhas, achei que deveria dar-lhes mais responsabilidades e votos de confiança: a estante do quarto deixou de ter peluches e passou a ter os seus livros e jogos preferidos, alinhados e arrumados. E elas já sabem que é assim que devem ficar depois de serem usados.

 

 

Ao contrário do que acham muitas pessoas, optei por destralhar o cimo do roupeiro (fica inestético e visualmente desagradável ter ali tanta tralha) e foram lá colocados os candeeiros de mesa de cabeceira, visto que estas foram transformadas em camiseiros (uma em cima da outra, com uma união de antiderrapante de carpetes para não escorregar e cair) e ocupar o chão debaixo da cama: o caixote de verga de brinquedos deu lugar a um saco de fechos e é ali que ele fica. O quarto ganhou mais espaço e luminosidade.

 

 

E, agora, o embelezamento! Estava farta de ver as paredes com autocolantes e pequenos defeitos do estuque. Decidi, com muita calma e paciência, retirar os autocolantes - exceto a faixa, pois, além de disfarçar pedaços brutais sem estuque, ainda dá um ar infantil bom ao quarto - e pintar de branco as falhas, bem como lavar (com oxiaction) esta obra de arte de uma das piolhas. Gostei da leveza com que ficaram as paredes e, com a paciência do marido e algumas pesquisas, redecorá-las sem excessos.

O primeiro passo foi emoldurar uma fotografia em tons de cinza que nos ofereceram. A partir da cor da moldura, seguiram-se outros conjuntos: um subway projetc (que podem criar em www.wordle.net) que imprimi em cartolina creme, as silhuetas das piolhas (inspiradas neste post, cujos passos de criação das imagens foram seguidos e , no final, foi só colar num papel bonito e com o toque de cor que eu pretendia), um desenho muito colorido e bem giro de uma das piolhas, bem como a montagem de fotos da sessão fotográfica dos seus 2 anos. O resultado final ficou bem melhor do que esperava.

 

 

 

 

Tirei esta manta da cama e coloquei outra, mais fina e totalmente creme, apenas com uns relevos que acho bonitos. O quarto ficou logo mais claro.

 

A próxima vítima foi o candeeiro de parede. Como incialmente, ainda solteiros de filhos, pensávamos em transformar este quarto em escritório, o candeeiro escolhido foi um de cozinha, que dá uma luz fantástica. Mas é um candeeiro feio... Mas retirá-lo ou substituí-lo estava fora de questão. A solução? Limpá-lo, comprar um rolo de forra a imitar a madeira e, com as medidas, muita paciência e subidas/descidas do escadote, forrar o candeeiro. Ficou maravilhoso!! 

Antes:

 

 

Depois:

 

 

No final, peguei numa bola de esferovite, recortei milhentas borboletas em tons acastanhados e, com a ajuda de alfinetes, fui espetando os recortes com uma missanga e pendurei com lã brilhante. Ao lado, mais um toque de cor, de flores em cordel; as mesmas que coloquei com alfinetes no cortinado. Pequenos apontamentos de cor que dão um toque muito bonito ao quarto.

 

 

Com pouco mais de 10 euros (já incluíndo molduras, às quais retirei o suporte e coloquei o triângulo para pendurar), fiz uma alteração e pêras e ainda sobrou material. Não precisamos de gastar muito para colocar as coisas como gostamos, basta imaginação, paciência e vontade de arriscar!

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publicado às 10:10

Inspirada na experiência que tivemos no Dolce Vita Coimbra, numa destas semanas passadas, decidi criar algo para as piolhas se aperceberem melhor das regras que temos que seguir quando andamos ou rolamos na estrada.

 

No Dolce Vita, com a ajuda da polícia (PSP), a ideia era contornarem um circuito fechado em bicicletas e obedecerem à sinalização vertical. Foi um caos. Elas queriam lá saber dos riscos e dos sinais! Queriam era andar de bicicleta!

 

 

Então, numa tentativa de melhorar esta situação - ainda que não vão para a estrada andar de bicicleta - e dar-lhes a conhecer as regas que temos que cumprir andemos a pé ou de carro, numa loja chinesa, comprei um pedaço de feltro preto e, aproveitando retalhos de feltro que foram sobrando de outras confeções, fui tentando compor um circuito com espaços que lhes fossem nominalmente familiares. Aproveitei também para fazer a cabeça da minha pobre mãe em água porque decidi testar à séria a máquina de costura. O resultado final foi torto mas produtivo:

 

 

A sinalização foi imprimida em cartolina, plastificada e colada nos locais adequados. 

Em cima da mesa, aberto, lá expliquei às piolhas o que significavam aqueles sinais, por que lados é que temos que circular e que aquela sinalização que ali está é igual à que encontramos na estrada quando saímos de carro para ir a casa da avó, à escola, às compras, a Coimbra, etc. Agora, tenho uns minirádios no banco de trás a indicar-me a sinalização e a certificarem-se de que vou mesmo a cumprir as regras, por exemplo, se vou mesmo mesmo mesmo a 40 km/h ou não...

 

Ora bem, mas como as piolhas são umas pindéricas vaidosonas meninas, acham mesmo que neste tapete andam carros? Claro que não!

 

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publicado às 15:27

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