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Dizem que ver gatos melhora o humor

por t2para4, em 03.09.15

Foi o que fizemos agorinha mesmo.

Estes pensamentos à volta do podre que está o nosso mundo não podem fazer bem à cabeça e deixam um peso negro no coração. Fomos tratar dos nossos pets e fomos aproveitar o que de melhor há no quintal da avó.

E, tivemos uma surpresa boa, que nos arrancou umas boas gargalhadas! Gatos malucos!!!

 

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Deixei o carro aberto enquanto fui apanhar figos e, quando chegámos, vimos o Quico, todo sorrateiro e sem vergonha nenhuma, a entrar no carro. Foi logo para a cadeirinha de uma das piolhas e sentou-se na boa. O Silvestre seguiu os seus passos mas optou por ficar à frente...

 

"Eu conduzo! Eu conduzo!"

"Vamos lá, então! Conduz com cuidado que o cinto não me serve" (apesar de ter a noção de que não tem altura suficiente para não usar cadeirinha.)

(Diálogo criado pelas piolhas...)

 

Momento cómico do dia, é bom. E as piolhas fartaram-se de rir com eles e isso é muito bom.

E, no final, já em casa, reparamos que já temos framboesas e amoras suficientes para fazer doce, figos demasiado maduros que também vão virar doce para o Natal (framboesas, amoras silvestres e figos devidamente selecionados e já no congelador) e figos doces para a sobremesa de hoje - apanhados na companhia das piolhas e dos gatos -, uns limões que caíram quando passámos, tomate que já cresceu o que devia e alguma salsa para repor a nossa ausência de stock. E um aroma fantástico dentro do saco. Pequenas coisas que nos enchem a alma.

 

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publicado às 18:20

Letras em tela com lápis de cor usados

por t2para4, em 31.08.15

Há tempos que andava para experimentar algo do género e surgiu agora a oportunidade. Queria oferecer algo personalizado a dois bebés lindos mas com um cunho pessoal das piolhas também. E, claro, queria fazer algo e não gastar muito dinheiro.

 

Assim, como lápis de cor usados é coisa que abunda nesta casa, fiz uma pesquisa na net sobre o que poderia fazer com eles e encontrei. Perfeito!

Do que precisámos:

- cola quente

- lápis de cor usados

- afiadeira

- lápis de carvão

- borracha

- caneta de acetato (agora chama-se marcador mas eu ainda sou do tempo em que se dizia caneta de acetato)

- fita

- botão colorido

 

As piolhas ajudaram-me a escolher os lápis mais minúsculos da caixa enquanto eu desenhei os contornos e palavras que queria que figurassem na tela.

 

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Depois, com muito cuidado, apliquei cola quente e fui colando os lápis, sem olhar à ordem cromática, de modo a encaixá-los o máximo possível. Não ficou tudo direitinho, pois, mesmo afiando para ficarem num tamanho mais adequado é quase impossível colocá-los milimetricamente alinhados.

 

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Acabada a parte da colagem, foi altura de contornar as palavras escolhidas com a tal caneta permanente. Escolhi preto para se destacar. Deixei secar um pouco e depois apaguei os vestígios do lápis de carvão.

No final ainda achei que faltava algo num dos cantos, estava demasiado simples mas não queria nada que enchesse muito. Decidi usar uma fita com corujas - toda a gente adora corujas, por estes dias - e rematar o laço com um botão colorido.

 

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Depois de tudo seco, fios de cola retirados e esboços apagados, o resultado final agradou-me muito. Ficou colorido, tem reminiscências do percurso que pais e filhos percorrem juntos e está infantil q.b.

 

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Acho que ficou muito querido, apesar de, obviamente, não estar perfeito nem profissional. Mas contou com a colaboração de duas meninas fantásticas  (que até nem ligam muito a fazer tarefas chatas como separar material escolar eheheheh) e com muito carinho.

 

 

 

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publicado às 23:07

Estou na fase do "tudo me faz espécie, tenho que mudar alguma coisa cá em casa".

 

O aquário dos peixes, começou por ser redondo e estar na sala. Pouco depois, mudámos para um aquário maior e com filtro. O local ideal foi a banca da cozinha, acessível aos olhos das piolhas e onde os peixes moraram desde sempre, porque a banca seria o único local seguro o suficiente para aguentar o peso do aquário.

 

Na minha sala, há uns tempos, decidi criar uma coffee station para estarmos à vontade quando recebessemos visitas (ahahahhahahahha, como se fossemos os melhores hosts do mundo e a nossa casa fosse super frequentada por amigos...). Nos entretantos, mudei tanta coisa na sala (um móvel saiu e entrou outro, um sofá foi acrescentado, uma parede ficou vazia, trocámos os varões dos cortinados, pintámos as paredes, etc.) que a coffee station ficou demasiado cheia, pouco prática e eu precisava era das máquinas na cozinha, ao lado do micro-ondas... O problema era o aquário... Seria seguro colocá-lo no lugar das máquinas? O marido disse que sim e eu tratei logo do assunto (antes que me passasse a vontade).

 

 

Então, aqui temos o antes:

 

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E o depois (aligeirei também a decoração):

 

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 (já viram o tamanhão dos peixes?! Cresceram imenso desde que cá moram!!!)

 

 

Na cozinha, consegui o que queria: ter as máquinas perto do micro-ondas e sermos práticos - aquecer o leite, pôr café, tomar pequeno-almoço/café/chá/etc. e louça para lavar logo ao lado. Não recebo pessoas suficientes em casa que justifique ter uma área da sala dedicada única e exclusivamente a convívio social em volta de café/chá/laranjada. Nessas ocasiões, prefiro preparar um tabuleiro com tudo e levar para a sala.

 

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E, na agenda já estão previstas alterações ao quarto das piolhas, a juntar a algumas já feitas e a outras que vão acontecer. E este entusiasmo ajuda-me a ultrapassar neuras e a não pensar. E tenho a vantagem de poder gastar pouco dinheiro nestas alterações (ou o mínimo possível) e ficar com a casa giríssima!

 

 

 

 

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publicado às 19:12

Cortes de cabelo - cortei o meu...

por t2para4, em 14.09.14

... a mim mesma.

 

Já tinha pensado nisso há uns anos, quando nasceram as piolhas. O meu lindo cabelo pré-parto ficou uma boa porcaria quando nasceram as piolhas e sei lá quantas vezes pensei em cortá-lo eu mesma, em casa, já que sair de casa, na altura era uma tarefa hercúlea, levar as piolhas comigo nem pensar, deixá-las com alguém ainda custava e eu frequentava um cabeleireiro que não fazia marcações. Mas, não tive coragem. Aliás, nunca mais pensei no assunto até ver, uma vez, uma mamã de um fórum que eu frequentava, tê-lo feito. Mas não gostei muito de ver toda a trabalheira que o processo envolvia e a ideia perdeu-se.

Depois, recentemente, alguém sugeriu que fizesse um corte ao estilo bob (que não me assenta bem porque senão ela ficará mais pirâmide que bob) e, quando perguntei à cabeleireira o que achava de eu mudar de corte, perguntou-me porquê já que andava sempre com ele preso. Confesso que fiquei muito triste e não cortei o cabelo.

Entretanto, coisas do destino, vi este post. E o meu primeiro pensamento foi "fogo, esta mulher é do caraças. Tomara eu a coragem dela e, ainda para mais, o cabelo ficou maravilhoso". Mas, a verdade é que já etve bem mais longe... Mas jamais cortar o meu tão curto e, muito menos, ter aquela trabalheira toda. Iria acabar o dia toda torcida e com torcicolos em todo o lado.

Fiz umas pesquisas no youtube para cabelos compridos e escadeados, cheios de jeitos e vontades próprias, como o meu. E deparei-me com este video:

 

 

Esta rapariga tem imensos vídeos com tutoriais para penteados e tranças. Deduzi que fosse mais pró que outras e vi o video algumas vezes. Achei o processo super simples e rápido, exatamente ao meu gosto.

Dormi umas noites sobre o assunto e fui pensando muito bem. O pior que me poderia acontecer era ter que ir de urgência à cabeleireira emendar o meu erro.

Arrisquei.

 

 

Como podem verificar, não cortei muito, foi mais dar um jeito às pontas. Mas, ao contrário do que indica o vídeo, eu optei por dar uma aparadela ao cabelo que ficou preso abaixo da linha das orelhas.

Segui as instruções direitinho e, no final, hidratei bem as pontas com sérum e deixei secar naturalmente. Só utilizo secador no inverno e o  mais rápido possível para evitar ganhar um volume desmesurado.

 

antes:    

 

depois:

* molhado, no próprio dia

 

*seco, já depois de umas quantas lavagens uns dias depois

 

 

 O cabelo ficou exatamente como tinha idealizado: bem mais escadeado mas sem ter um aspeto fino e fragilizado; solto e natural, permitindo que os jeitos, remoinhos e ondas que sempre teve não se destaquem à toa num corte certinho; continuo a conseguir prendê-lo (o que me dá imenso jeito nas minhas aulas de yoga e caminhadas). Não percebo porque nunca me fizeram mais camadas no escadeado e, pior, porque, tantas vezes recorriam à navalha, o que me danificava o cabelo.

 

Reações?

Bem, tive tudo, como na farmácia: as piolhas não notaram nenhuma diferença; o marido ficou em estado de choque por eu ter feito tamanho disparate (cortar o cabelo em casa, sozinha), algumas colegas acharam um ato de coragem, uma amiga adorou, a minha mãe primeiro disse que estava giro e quando lhe disse que tinha sido feito por mim mandou-me logo ao cabeleireiro emedar as asneiras... Eu gosto. E muito.

 

A cor que tenho agora é da Garnier, castanho tiramisu. Confesso que não morro de amores por ela e, assim que tenha pachorra, volto aos meus belos tons de castanho chocolate. Ou, então não. Logo vejo. Depende das andanças e das vontades.

 

Podia ter-me dado para pior. Mas correu bem ;)

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publicado às 16:37

O nosso regresso às aulas

por t2para4, em 14.09.14

Acaba por ser um regresso geracional: o da mãe e o das piolhas. Com importâncias diferentes, com paixões diferentes, com objetivos diferentes, mas no mesmo caminho e, este ano, ate na mesma escola (pelo menos, para já).

 

A nossa preparação envolve uma logística em que todos têm que colaborar.

 

Regresso às aulas das piolhas:

 

O 1º passo foi verificar o que poderia ser reaproveitado do ano anterior e, mesmo que não seja utilizado este ano letivo, possa servir mais tarde. Como esperava, sobrou imenso material que aproveitei já e reaproveitarei no seu devido tempo:

- canetas de feltro que usaram durante todo o verão para os seus desenhos;

- lápis de cor quase novos que subsituirão os atuais que estarão diminutos no final do 2º período;

- lápis de cera ainda novos que servirão quando forem pedidos (para já estão guardados);

- como as piolhas quiseram uma mochila nova (SportZone Outlet por 0,80 € - sim, leram bem, oitenta cêntimos), as do ano anterior, que estão novas, estão guardadas para anos vindouros;

- estojos a uso (este ano não usarei o sistema de ter tudo a molho numa caixa mas sim um estojo para cada tipo de material, já que, estojos é coisa que não falta nesta casa, nem sei bem porquê)

- material de escritório (ainda tenho caixas de material do tempo em que tive um centro de explicações, por isso, siga)

- cadernos por acabar que serão utilizados nas férias para rever matéria e fazer exercícios extra.

 

O 2º passo foi, a pedido das piolhas, imprimir as etiquetas de identificação com os motivos desejados (poneis, claro). Optei por colocar além do nome, também a turma e o ano letivo.

 

O 3º passo é simples de imaginar: etiquetar tudo e mais alguma coisa, escrever os nomes delas em todos os lápis/canetas/afias/etc com caneta de acetato fina, identificar estojos e mochilas.

 

O 4º passo é concebido pelo pai: abrir a mesa da cozinha, munir-se de material variado (régua, tesouras e película autocolante) e encadernar todos os livros que ainda dão a módica quantia de 20 manuais no total, sem contar com o dicionário.

 

O 5º passo é, então, rever a lista de material e verifcar se está tudo em ordem e colocar tudo nas mochilas.

 

O 6º e último passo é comigo: atualização de dados (costumo fazer-lhes uma entrevista antes de cada ano letivo e colar no seu caderno de articulação) e algumas considerações acerca da sua evolução (ou não) durante os meses de pausa letiva.

 

 

 

 

 

 

 

 Et voilà, está tudo pronto para o grande dia. Só falta fazer um pequeno porta-chaves dos poneis escolhidos pelas piolhas para diferenciar as mochilas (e são giríssimas ou não?)

 

 

Regresso às aulas da mãe:

 

O 1º passo é acreditar que vai mesmo regressar às aulas, ainda que com um horário miserável e um ordenado para lá de miserável, e, a todo o custo, encontrar um part-time para as manhãs.

 

Depois de me regozijar, porque fico obviamente feliz por dar aulas!, tenho de me organizar e, ao contrário do ano anterior que ainda cedi à tentação, este ano, não irei comprar absolutamente nada.

A grande mudança vai ser a nível de papelada. Tudo o que eu fizer (identificação dos alunos, avaliação, sumários, etc.) será no meu computador e não terei nenhuma versão em papel.

Para as reuniões e restantes burocracias, usarei cadernos que por cá tenho bem como lápis e canetas (do tempo em que ainda ia a ações de formação de editoras).

A fazer investimentos em materiais, só em manuais ou material informático.

E pronto, também está feito.

 

O grande truque para se conseguir poupar algum dinheiro na rentrée escolar é mesmo verificar o que pode ser reaproveitado, ir fazendo compras de material de desgaste ao longo do ano (aproveitando promoções e descontos), fazer em casa em vez de pedir para fazer (impressão de etiquetas de identificação, plastificações, etc), tratar bem o material para que este dure (lavar mochilas/estojos/lancheiras, verificar fechos e ver se compensa mandar arranjar ou comprar novo, etc.), reaproveitar sobras de lápis ou canetas para usar em casa e utilizar o material novo na escola. São alguns exemplos que nos permitem alguma flexibilidade cá em casa.

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publicado às 15:52

Carnaval das piolhas 2014

por t2para4, em 02.03.14

Contextualizando:

- as piolhas adoram a série/filmes/personagens/bonequinhos "My Little Pony" (memo to myself: contar o nº de poneis que têm até ao momento)

- as piolhas adoram o filme "Equestria Girls" e as respetivas bonecas (que são os poneis transformados em bonecas) e, além de andarem a pedir umas desde setembro (mas só agora chegaram em cheio a Portugal e ainda são caras - tenho que esperar uma promoção de 50% de desconto para comprar) e a dizer que vão mascarar-se de poneis no carnval.

- a mãe começa as pesquisas na net e fica com umas ideias de como transformar meninas reais em poneis que se transformam em meninas...

- veio um aviso da escola a informar que o carnaval terá como tema "profissões antigas"

- a mãe pragueja inicialmente (como raio vai explicar que as piolhas não podem ir vestidas de pony) até se lembrar de algo importante e agradece aos criadores da série o facto de cada pony ter uma profissão e, de acordo com os materiais que já tem em casa, decide e convence as piolhas a "escolherem" uma costureira (Rarity) e uma apanhadora de maçãs dona de uma quinta (Applejack)

- a mãe seleciona os tecidos, compra o material em falta e pede à avó que costure umas saias simples de franzido e uns aventais de franzido de peitilho, bolso e alças de traçar. A mãe trata dos acessórios

- o grande dia chega e as piolhas até ficam com os olhos a luzir de tamanha alegria em serem pony! Não querem saber se sãpo cotureira ou apanhadora de maçãs; são poneis!!

 

Ora, para a Rarity:

- diamantes em feltro (para as marcas)

- gancho em feltro

- caixa de costura de madeira

- carrinhos de linhas, botões e argolas colados na caixa

- fita métrica e carrinhos de linhas cosidos no avental

 

 

Para a Applejack:

- chapéu da mãe cosido de modo a levantar a frente

- feltro para as marcas

- cesto com maçãs de esferovite

 

 

As cutie marks (as marcas que cada pony tem nos flancos):

 

 

E o resultado final:

 

 

 

Só tive custos com os carrinhos de linhas, fita métrica, cesto e maçãs e tecido roxo. Tudo o resto já tinha; a minha mãe usou lençóis antigos para os aventais. As saias são do mais simples (cose-se dos lados, faz-se bainhas, põe-se elástico e já está) e não precisam de tecidos xpto para ter um bom efeito. Uma roupa quentinha e confortável por baixo e siga!

As piolhas gostaram imenso das suas fatiotas, deliraram com o facto de poderem andar vestidas de pony - ainda que um pouco aldrabados eh eh eh - e no Mardi Gras, ainda que seja só em casa, voltarão a vestir as mesmas fatiotas. A única coisa de que tenho pena foi de não ter sacudido bem os confetis dos bolsos e, ao lavar, ter tingido o avental de uma delas... Mas paciência. 

 

Por aqui, já fomos joaninhas, Dora the explorer, joaninhas de novo, fadas e pony girls. E os vossos piolhos? Tiveram que seguir temas ou foi escolhido por eles?

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publicado às 21:50

É uma água das pedras, se faz favor...

por t2para4, em 10.09.13

... porque eu tenciono reaproveitar a garrafa. Aliás, guardei-a no dia em que uma das piolhas se vomitou toda no shopping...

 

No nosso móvel da casa de banho, o Tweety já lá não mora. Passou para o chão. Mas mantêm-se as tacinhas azuis com café velas. Agora, no canto, está lá uma jarrinha com flores secas, mais discreta e simples.

 

 

Fiz as coisas um pouco grosseiramente, de propósito, porque queria mesmo ter muito cordel na base. Passei com cola, fui enrolando fio norte à volta da garrafa e deixei secar. No final, pintei com tinta carílica azul, raspei os excessos de tinta do vidro, bem como restos de cola e rótulos, passeicom um algodão embebido em alcool, retirei a argola de metal e coloquei dentro as flores secas. Voilà! 15 minutos, se tanto.

 

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publicado às 11:26

Continuo às voltas com o quarto das piolhas. Não é fácil colocar tanta (e necessária!) mobília num quarto de 13 m2 e ainda querer salvaguardar uma área de brincadeira. E, se antes estava assim, agora, já está, de novo, diferente. Pelo menos em algumas coisas. E, pouco a pouco, sem gastar muito dinheiro, já se vai parecendo com o quarto que eu gostaria de ter para as piolhas.

 

Comecei por mudar alguma mobília de lugar, outra vez. Coube a vez da cómoda + espelho e da estante que, basicamente, trocaram de lugar. Como foi necessário arranjar uma secretária de trabalho para as piolhas, tivemos que puxar pelos miolos. Da última vez que houve alterações, fiz um esquema em papel quadriculado, atribuí cada peça de mobília a um recorte e fui montando o esquema para ver como ficava, sem esquecer o pormenor da abertura da porta e da área da janela.

 

 

Redefinimos os locais, que, desta vez, serão definitivos, e começámos a mudança: a mesa que servirá de secretária foi onde dei explicações durante alguns anos, estava como nova, e veio do arrumo para o quarto das piolhas, bem como as cadeiras, que foram previamente lavadas. Fizemos quaestão de aproveitar a iluminação natural ao máximo, por isso, a mesa ficou o mais próximo possível da janela, o que não invalidou a colocação de dois candeeiros de mesa, para os dias negros de inverno. Do arrumo, vieram também outros materiais, como estantes de metal para guardar papeis, copos para canetas, suportes para economato. O resto, ficou guardado numa gaveta da estante principal, longe dos olhares das piolhas. Entretanto, o suporte de gavetas já mudou de local e está agora a meio da mesa.

Como se aproxima uma fase muito importante da vida das piolhas, achei que deveria dar-lhes mais responsabilidades e votos de confiança: a estante do quarto deixou de ter peluches e passou a ter os seus livros e jogos preferidos, alinhados e arrumados. E elas já sabem que é assim que devem ficar depois de serem usados.

 

 

Ao contrário do que acham muitas pessoas, optei por destralhar o cimo do roupeiro (fica inestético e visualmente desagradável ter ali tanta tralha) e foram lá colocados os candeeiros de mesa de cabeceira, visto que estas foram transformadas em camiseiros (uma em cima da outra, com uma união de antiderrapante de carpetes para não escorregar e cair) e ocupar o chão debaixo da cama: o caixote de verga de brinquedos deu lugar a um saco de fechos e é ali que ele fica. O quarto ganhou mais espaço e luminosidade.

 

 

E, agora, o embelezamento! Estava farta de ver as paredes com autocolantes e pequenos defeitos do estuque. Decidi, com muita calma e paciência, retirar os autocolantes - exceto a faixa, pois, além de disfarçar pedaços brutais sem estuque, ainda dá um ar infantil bom ao quarto - e pintar de branco as falhas, bem como lavar (com oxiaction) esta obra de arte de uma das piolhas. Gostei da leveza com que ficaram as paredes e, com a paciência do marido e algumas pesquisas, redecorá-las sem excessos.

O primeiro passo foi emoldurar uma fotografia em tons de cinza que nos ofereceram. A partir da cor da moldura, seguiram-se outros conjuntos: um subway projetc (que podem criar em www.wordle.net) que imprimi em cartolina creme, as silhuetas das piolhas (inspiradas neste post, cujos passos de criação das imagens foram seguidos e , no final, foi só colar num papel bonito e com o toque de cor que eu pretendia), um desenho muito colorido e bem giro de uma das piolhas, bem como a montagem de fotos da sessão fotográfica dos seus 2 anos. O resultado final ficou bem melhor do que esperava.

 

 

 

 

Tirei esta manta da cama e coloquei outra, mais fina e totalmente creme, apenas com uns relevos que acho bonitos. O quarto ficou logo mais claro.

 

A próxima vítima foi o candeeiro de parede. Como incialmente, ainda solteiros de filhos, pensávamos em transformar este quarto em escritório, o candeeiro escolhido foi um de cozinha, que dá uma luz fantástica. Mas é um candeeiro feio... Mas retirá-lo ou substituí-lo estava fora de questão. A solução? Limpá-lo, comprar um rolo de forra a imitar a madeira e, com as medidas, muita paciência e subidas/descidas do escadote, forrar o candeeiro. Ficou maravilhoso!! 

Antes:

 

 

Depois:

 

 

No final, peguei numa bola de esferovite, recortei milhentas borboletas em tons acastanhados e, com a ajuda de alfinetes, fui espetando os recortes com uma missanga e pendurei com lã brilhante. Ao lado, mais um toque de cor, de flores em cordel; as mesmas que coloquei com alfinetes no cortinado. Pequenos apontamentos de cor que dão um toque muito bonito ao quarto.

 

 

Com pouco mais de 10 euros (já incluíndo molduras, às quais retirei o suporte e coloquei o triângulo para pendurar), fiz uma alteração e pêras e ainda sobrou material. Não precisamos de gastar muito para colocar as coisas como gostamos, basta imaginação, paciência e vontade de arriscar!

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publicado às 10:10

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