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Sempre li muito. Leio muito em várias línguas e em formato papel ou digital. Não me incomoda o digital embora prefira papel, sou sincera. Tenho milhares de livros em formato digital mas adoro ver as minhas estantes distribuídas pela casa com os milhares de livros que eu e as piolhas temos em versão papel. E sim, eu já contei os livros que temos.

 

Inscrevi-me na Goodreads no final de 2020, explorei o site, inscrevi-me em grupos no facebook e decidi aceitar o desafio de nos auto-colocar um objetivo de ler x livros durante o ano de 2021. Fui meiga e coloquei 20 livros pois há alguns que consigo ler rapidamente, em apenas alguns dias. Aproveito e, no final de cada livro lido, escrevo a minha opinião sobre o que li, com uma amiga, sob a hashtag #alernosentendemos . Não se pretende nenhuma review literária mas a nossa visão pessoal do que lemos, como nos sentimos.

 

Assim, a minha primeira leitura concluída de 2021 foi “O Mundo em que vivi” de Ilse Losa, para ajudar as piolhas na disciplina de Português.
"O mundo em que vivi" surpreende na medida em que não vemos os horrores da 1ª nem da 2ª guerra mas conseguimos sentir tudo o que elas despoletaram: a sensação de impotência, o frio, a dor de perder um filho (ou mais), a emigração de familiares, o poupar até as cascas das batatas por causa da fome, a discriminação pela religião/aspeto físico... Vemos uma menina crescer, sem perceber muito bem o que é isto de ser judia, por que uns acham tão bom e outros acham uma desgraça. E acompanhamos as fases do crescimento dessa criança que passa a menina e se torna adolescente e depois jovem mulher. Sabemos que sobrevive aos horrores da perseguição e holocausto porque "tem cinco dias para fugir".
O final do livro deixa um gosto amargo e uma pontada de dor. Não é um mundo bonito, aquele... que, hoje, quase 80 anos depois, ameaça repetir-se. Acho que é uma leitura pesada e com demasiados subterfúgios para alunos do 8º ano, com pouca maturidade para perceberem isto - embora sejam iguais à personagem que, na altura, também não tinha maturidade para perceber o que se passava em seu redor.
É algo muito diferente de "Ann Frank" que é direto e sabemos logo o que se passa, do princípio ao fim, embora choque sempre, no final.
Gostei de ler mas doeu ler.

 

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publicado às 13:17

As escolas nunca fecham

por t2para4, em 19.01.21

A escola não é apenas um lugar de aprendizagem, de ensino, de experiências. Sabemos - ou deveríamos saber - que, em muitas situações - situações até demais, infelizmente, e que deveriam estar totalmente identificadas e resolvidas - funciona como centro de apoio, como porto de abrigo, refúgio até. Sim, muitas vezes, é na escola que algumas crianças têm as únicas refeições decentes do dia.


Mas, atenção quando se escreve dando exemplos generalistas descontextualizados como justificação do não encerramento atual das escolas face aos casos de covid! Fechar as escolas agora, parar as escolas no Natal, parar no Carnaval (sim, aqueles 3 habituais dias), parar na Páscoa e parar quase 3 meses para alguns anos de escolaridade vai manter as mesmas desigualdades, vai manter em risco algumas crianças, vai trazer problemas de violência e fome. Porque as escolas não funcionam 24h/dia! Mas também não fecham na totalidade! Não é só por conta do covid! Que não se use essa desculpa para não se proceder ao que deverá ser ética e medicamente mais correto neste momento!


As escolas não funcionam sozinhas. Há protocolos com juntas de freguesia, câmaras municipais, entidades (semi)públicas e privadas e mais, para que, nas pausas letivas, essas crianças não morram de fome, frio ou violência! Há CPCJ para os casos graves. As mesmas premissas que usam agora para justificar o manter as escolas abertas enquanto morrem aos Boeings cheios de gente por dia em Portugal! Estas situações manter-se-ão nas férias grandes, sabem? Ou nas férias grandes já não há problema de aulas+covid+desigualdades+etc e tal?


Para os ignorantes de serviço, tenho uma novidade: houve escolas que NUNCA fecharam de março até agora! E houve até crianças que tiveram SEMPRE aulas presenciais, com professores a sério, lá dentro de uma sala de aula! E havia SEMPRE refeições garantidas para crianças carenciadas! E havia comunicação estreita com as famílias na tentativa de se apurar se estaria tudo a correr bem - aulas à parte. E, pasme-se, as escolas sede NUNCA fecham nas férias grandes!
As escolas têm muitos defeitos mas, porra, por regra, não costumam deixar estes casos graves e sinalizados para trás, nem nas férias grandes.
Não me venham é usar esses argumentos mal usados, gastos, deturpados que até já cheiram mal como desculpa porque não há dinheiro para fechar as escolas. Assumamos que é isso! Não há! E eu percebo! Nem imagino a cratera fenomenal que a nossa paupérrima Segurança Social deverá ter. Mas não se invente que é a fome e a violência que impedem de fechar as escolas. Para esses, as escolas nunca fecharão. Terão sempre a sua refeição, terão a sua vigilância.


E, aviso desde já que se começarem os insultos, vierem mimimis desagrados ou teorias da conspiração, vão logo àquele sítio com três cestos - serão banidos e bloqueados e até denunciados. Não tenho a mínima pachorra para aturar gente acéfala quando se morre às centenas em hospitais, quando faltam ambulâncias, quando se escolhem vidas como se estivéssemos numa guerra civil do século XIX, quando há enfermeiros a alimentar doentes em ambulâncias que esperam horas para entrar nos hospitais. Querem acreditar que a Terra é plana é lá convosco mas não neguem que está a ser cada vez mais difícil escapar a um vírus que existe. E que está cientificamente provado.

 

 

 

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publicado às 23:18

A escola é minha, é tua, é nossa

por t2para4, em 15.01.21

Este é um post sobre educação, sobre escola, sobre defesa da escola pública, sobre a defesa do acesso universal à educação.
Sim, seguir a máxima - concordemos ou não, apesar da burocracia inerente - "escola de todos para todos". E isso, meus caros, inclui mesmo todos. Todos até aqueles que têm deficiência, que são neurodivergentes. Isto é sermos "todos".


Um determinado candidato presidencial e dirigente de um partido extremista - o mesmo candidato que se incomoda e faz uma birra por causa do baton vermelho de uma oponente, do que se compra no estrangeiro sobre outra, que insulta idosos (esquecendo que é para essa faixa etária que caminha) e traz à baila o que pior havia num Portugal profundo e ostracizado nas décadas de 40-50-60-70, apresenta, na sua proposta eleitoral, o que se transcreve abaixo:


"Educação: à cabeça surge a ideia de extinguir o Ministério da Educação, mantendo também aqui o governo meras funções de regulação e inspecção. “As instalações escolares passariam, num primeiro momento, para a tutela da Direcção Geral do Património que, de seguida, as ofereceria a quem nelas demonstrasse interesse, dando-se prioridade absoluta aos professores nelas leccionando nesse momento”. Seguir-se-ia a “instituição do cheque-ensino”, subsídio directo ao estudante, permitindo a este optar pela escola da sua preferência."


Ou seja, apesar de todos nós - gente do terreno, não doutores de gabinete - sabermos que o MEC tem muitas falhas, no entanto, sabemos que o MEC ainda é o que nos rege e, em algumas situações, põe mão e travão a verdadeiras atrocidades legais aos direitos dos alunos nas escolas. Uma proposta destas a concretizar-se iria traduzir-se na hora - não tenhamos dúvidas!!!!! - num regresso aos anos negros da ditadura, sem escola para todos, se lugar para aprender, sem lugar para as crianças com deficiência, com necessidades específicas.
Não nos iludamos que muitas perturbações como dislexia, défice de atenção, autismo, défice cognitivo iriam desaparecer dos decretos-lei e as deficiências mais profundas, as doenças raras nem seriam previstas. As unidades multideficiências seriam fechadas e desmanteladas, as unidades de ensino estruturado seriam reconvertidas em salas de aula típicas, os recursos humanos usualmente dedicados à área da educação especial seriam dispensados. A Educação Especial seria extinta. Extinta! Porque, à semelhança do que já fazem algumas instituições privadas, a escola, que deixaria de ser pública e de todos e para todos, privatizada, passaria a dar-se ao luxo de recusar determinados alunos, passaria a usufruir em pleno esplendor da reserva do direito à admissão.
A escola pública tem muitos problemas e não é perfeita. Mas a escola pública portuguesa é das únicas no mundo onde existe algo semelhante à inclusão, a caminho dela, num espaço de apenas 40 anos (o post que escrevi sobre isso aqui).


Política à parte, partidos à parte, vontades à parte, confinamento à parte, pensem bem se é isto que querem para os vossos filhos - típicos e atípicos-, se querem voltar a ver o nosso país - independentemente dos seus defeitos e problemas - não só mergulhado numa crise profunda mas também numa obscuridade medonha, com medo até da própria sombra. Pensem bem se vale a pena desistir do direito do voto ou não votar porque estamos zangados com o atual Governo. Pensem bem se é dar cabo do pouco bem que temos em busca de uma coisa atroz, inconstitucional certamente (artigo 43 da Constituição da República Portuguesa) e contra os direitos humanos (Declaração dos Direitos Humanos, artigo 26). Pensem bem se nos interessa ter um povo cada vez mais acéfalo, incapaz de pensar por si e sem oportunidades educativas justas de todos e para todos. Pensem bem se querem que se mexa na nossa Constituição para alterar direitos básicos que devem ser alienáveis.


Tirem o cu do sofá, façam o vosso passeio higiénico e vão votar. Quanto mais não seja para afastar "pessoas" destas de lugares aos quais não pertencem.

Hoje é um baton vermelho e um avô bêbedo, amanhã são escolas privatizadas com ensino discriminatório e elitista.


Nem eu nem as minhas filhas merecemos isso. Não é para isso que pago os meus impostos e continuo a dedicar-me à profissão, sabe lá muita gente com que sacrifício.


Concluo, repetindo-me e retirando a premissa do Decreto-Lei 54/2018: escola de todos para todos.


#escolapública #defesaescola #direitoàeducação #direitoàdiferença #neurodiversidade #deficiência #proteçãodaeducação #apeloaovoto #t2para4

 

 

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publicado às 15:08

Até podia escrever sobre um confinamento geral "muito, muito rigoroso" (sic - não o canal, mas uma citação textual) mas com escolas abertas, usando, como argumentos contra e a favor referindo o estado da economia, as ações preventivas de outros países da União Europeia, o colapso do nosso SNS, o medo pessoal, os riscos, etc etc etc.


Não o farei. Toda a gente já leu, em locais bem mais instruídos do que este; pressupõe-se que todos sabem bem o que se está a passar; sabemos que por causa do pecador paga o justo. Também já sabemos - se não sabemos, ficamos agora a saber - que já se fazem "escolhas impossíveis" (sic, de novo) nos hospitais portugueses.
Só tenho a dizer que um aluno que não aprenda a fazer frações no 2º ano não ficará com handicap desse conteúdo para o resto da vida nem os exames nacionais deixarão de se fazer caso as escolas, numa remota e hipotética hipótese, fechem.


Somos todos uns dramáticos e uns mimimis. E sim, a situação está dramática. Mas acho que os mimimis ainda não acordaram. Creio que poucos pararam ainda para pensar que se tivermos um acidente grave no caminho de casa e precisarmos de uma cama ou de um médico ou de um ventilador pode não haver. E nós não temos covid mas sim um fdp de um acidente de viação.


E, por mim, acabou-se esta conversa do confina-mas-não-tudo e ai-meu-deus-a-economia. Há de vir fome e miséria mas se o vírus tivesse surgido há uns 8 anos, acho que passaríamos a fazer como os europeus na 2ª Guerra Mundial e até de urtigas faríamos sopa e dos jardins uma horta.
Tenhamos cuidado, sejamos cívicos, façamos a nossa parte e cumpramos as regras de saúde mínimas exigidas. Um dia de cada vez e vários dias se farão.

 

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publicado às 22:17

Início da semana.


Manhã.
Estão 0,5 graus numa aldeia remota do interior do país, num vale no meio da serra. Os acessos são duros, cheios de curvas, curvas com gelo que só derrete na primavera e onde o sol não toca o dia inteiro. Na escola, quase à beira de uma ribeira, o aquecimento não está ligado porque há uma avaria. Está um gelo húmido e vê-se o vapor a sair da boca dos alunos pequenos. Estamos todos de gorros e casacos, abotoados até ao cimo. Peço um aquecedor. O único aquecedor daquela escola veio, um pouco a contragosto, para a minha sala e lá conseguimos trabalhar com os dedos mais ou menos quentes, embora os pés e os joelhos gelados.
A manhã esteve sempre cinzenta, com nevoeiro e fria, fora a humidade.


Tarde.
Estão cerca de 5 graus numa escola a meio metro de distância de um rio. A humidade é tal que se entranha na roupa, nas botas, nos ossos. A sala, desocupada desde há quase 3 semanas, está um gelo sepulcral. Desencantei um aquecedor elétrico de uma colega. O aquecimento, pouco e antigo, só fica ligado durante a manhã. Se, com sorte, os radiadores de parede estiverem a funcionar. Veio sol por cerca de 20 minutos e depois, a encosta da montanha, tapou e ficou escuro e frio.


Meio da semana.


Manhã.
Estão -1 (sim, um grau negativo), numa escola nos arredores de uma cidade capital de distrito (quando digo arredores refiro-me aí a uns 5km da artéria mais movimentada daquela cidade). Não há aquecimento central, nem local, nem individual nem coletivo, não há nada. Não podemos fechar as portas porque temos de cumprir com as regras da DGS e, nos intervalos das aulas, temos de abrir as janelas. Pela 1ª vez em 17 anos de aulas, tive de trabalhar de gorro porque tremia com arrepios de frio. Os meus alunos estavam todos de luvas, mantas nos joelhos, casacos de capuz, gorros, cachecóis. São alunos, na sua maioria, já adultos e que toleram melhor o frio que uma criança pequena. Com toda esta parafernália e ainda máscaras, já é uma sorte eu conseguir ver-lhes os olhos.
Saímos às 14h, com cerca de 6 graus na rua mas enregelados, de pés gelados (e reparei que, como eu, muitas alunas traziam collants por baixo das calças) e a tentar aproveitar o sol, qual lagarto no deserto, aos primeiros raios de sol.


A realidade das piolhas, aqui ao lado de casa, é muito semelhante apesar de haver aquecimento e este estar ligado: alunos super agasalhados, uma coleção de mantas nos joelhos, professores encasacados e de pontas dos dedos geladas a escrever nos quadros porque há portas (e janelas) abertas porque tem de haver circulação de ar. Por causa do vírus - aquele vírus apenas, não outro. Noutras escolas, por causa desse mesmo vírus, aquecimento desligado ou avariado...


Estas escolas não são escolas decadentes, não são escolas com problemas estruturais na sua construção - apesar das suas muitas décadas de vida -, algumas destas escolas são até modernos centros educativos. Mas nenhuma destas escolas oferece condições de trabalho a alunos e professores, horas enfiados numa sala gelada, sentados no mesmo lugar de hora a hora, saindo para um intervalo/recreio igualmente gelado. Não há capacidade intelectual que aguente pensar, trabalhar, escrever com frio. Alunos e professores sofrem com os dedos gelados e as frieiras voltam a aparecer.


Critico audivelmente a falta de manutenções básicas que deveriam ser feitas no verão e este tipo de condições criadas porque estamos a ultrapassar a barreira da noção.
Não somos um país nórdico habituado a trabalhar ou a dormir ao frio ou a brincar na neve. Não somos um país nórdico com ar condicionado até nas paragens do autocarro para nos aquecermos. Não somos um país nórdico onde, desde pequenos, sabemos lidar com temperaturas extremas e como agir em conformidade. Não somos um país nórdico com condições para trabalhar e estudar com temperaturas demasiado baixas. E mesmo assim, não me venham já com "na Finlândia ou na Suécia ou no Luxemburgo ou na Bélgica" porque há lá uma coisa chamada "intempéries" que é basicamente uma licença em que o trabalhador é dispensado do trabalho e pago a 80% ou 100% por causa das condições meteorológicas, durante um determinado espaço de tempo, aplicável a certas profissões. O meu pai, pedreiro, passou por situações assim. Ou era destacado para serviços de interior ou ia para as "intempéries".
E não está aqui ninguém a pedir para ir para casa, não se vá de ler o que não está aqui escrito.


Em algumas escolas - essas sim sem condições - já era duro lecionar e aprender no pico do inverno. Neste momento, é absurdo impor essa dureza gelada, fria e calculista em todas as escolas. Os nossos alunos - porra!, os nossos filhos - não apanham covid mas ficam com um risco acrescido de ter uma gripe séria, uma inflamação na garganta ou ouvidos, uma pneumonia? E já alguém parou 5 minutos para pensar como estão as condições nas unidades de ensino estruturado ou multideficiências? Já alguém parou 5 minutos para pensar como será a reação de uma criança/jovem com deficiência grave que precise de ter uma fralda mudada ou uma roupa trocada? Já alguém parou para pensar que temos aqui 2 pesos e 2 medidas: ar condicionados a bombar de tal forma no supermercado que até transpiramos e tudo desligado numa escola? Alguém acha isto normal?
Eu não acho. Está frio e este frio não é psicológico. E é triste estarmos em 2021 (em 2021!!!!!!) com estas (faltas) de condições e, correndo o risco de desrespeitar algumas regras, um professor ter de levar o seu próprio aquecedor para ter um mínimo de conforto mínimo (sim, é repetido de propósito).


Temos muitas realidades a nível nacional. E o interior, muitas vezes, esquecido, também ainda tem escolas... E, no interior, faz muito frio , caso alguém tenha esquecido. E o raio do aquecimento faz falta. Ajuda a ter qualidade de vida, qualidade no trabalho. Ainda que tenhamos um ou vários vírus à solta.

 

 

 

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publicado às 18:17

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