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É só amor... ohhhh....

por t2para4, em 30.12.21

Antes de terminarmos o ano temos mesmo que falar de algo de que ninguém fala: esse flagelo que (i)afetou a nossa TV por cabo nos últimos tempos e que raramente falha ao longo do ano. Sim, falamos dos filmes da Hallmark. As piolhas partem-se a rir com aquilo, o marido adora "não há mortos, não há feridos, todos se dão bem, é só paz e amor ao bicho... melhor que essas porcarias que vocês veem" - entenda-se, séries criminais, policiais e afins (geralmente, envolvendo uma ou outra cena de morgue).
É de mim ou quem vê um filme destes, vê todos os filmes destes? Vejamos lá, então: há sempre um progenitor que faleceu e a criança fica sempre órfã de mãe ou de pai (geralmente de mãe o que enfurece as piolhas que dissertam logo sobre justiça divina) e a hipoteca paga, pois claro, pois só assim é que conseguem manter ou pagar sozinhos a prestação para o empréstimo de uma habitação daquele género. Além disso, são pessoas bem sucedidas e dadas às humanidades (geralmente escritores, editores, donos de livrarias ou de lojas de arte/música, um ou outro chef ou doceiro) que vivem em locais com paisagens idílicas no outono (vinhas, há sempre vinhas) e no inverno (há sempre uma casa rústica, na mesma localidade onde vive o Pai Natal e ele tem a sua oficina de elfos). E as crianças? Bem, são educadas segundo modelos de parentalidade positiva berra-me baixo: não fazem birras, não têm ciúmes do/a amigo/a da família que se torna mais próximo, são obedientes e até lavam os dentes antes de ir para a cama, arrumam os brinquedos e os adolescentes não têm crises existenciais. Também se dão todos bem com a geração anterior: os pais são uns fixes, cheios de sabedoria e sapiência, dão conselhos muito sábios e não há nunca desentendimentos e muito menos segredos obscuros de família de que ninguém pode saber.
E, tem de se referir o que acontece sempre, sempre mas sempre: o beijo que nunca chega a ser beijo porque é interrompido... ohhhhhh que beleza...
Do que eu gostava mesmo mesmo mesmo de saber é onde podemos comprar o que eles tomam, a sério que sim. São todos calmos, serenos, bem sucedidos e com os seus objetivos sempre concretizados. Oh vida maravilhosa. tal e qual a realidade, não é?
Atribuo aquela estrela só para não ficarem tristes, afinal é Natal e, de vez em quando, lá mato uns quantos neurónios com isto. Ou a TLC, vá. Quem diz não a um "Say yes to the dress?" Ah, pois é. Nem as piolhas.

 

 

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publicado às 22:43

"Uma velha e o seu gato" e "História de dois cães", de Doris Lessing, leem-se de uma assentada só. É fantástico folhear as folhas grossas do livro e as histórias, surpreendentemente, prendem-nos, apesar do seu choque frontal e brutal com a realidade, com a vida, com a morte.
A primeira faz-nos doer o coração. Hetty é uma outsider, não se encaixa nos padrões típicos da sociedade. Nem ela nem o seu gato, Tibs. O gato que olha por ela e lhe traz alimento, que nunca a abandona e que sabe como sobreviver. São ambos sobreviventes, pouco dados às normas sociais. A (não) relação de Hetty com os filhos choca-me e aperta-me o coração. A sua relação com o gato impressiona-me.
A segunda é um regresso às origens mais primitivas, não importa o pedigree. Somos o que somos - na visão dos comportamentos de dois cães, nas fazendas inglesas em África. Menos emotiva que a história anterior, não menos rica em detalhes e na relação dos animais um com o outro ou com os humanos. Comportamentos humanos e animais que, hoje, chocariam as associações de defesa dos animais.
Leitura que faz parte do Plano Nacional de Leitura nas escolas portuguesas e que me surpreendeu pela positiva não só pela sua fluidez mas pelo agarrar do leitor ao longo da narrativa.
 

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publicado às 13:49

Mary Higgins Clark é uma das minhas leituras favoritas. Para quem gosta de thrillers, crimes, suspense e muitos plot-twisters, é o ideal.
"The Cinderella Murder" leva-nos a respeitar a vítima e a usar o seu nome, Susan, apesar de a imprensa a tratar por Cinderela por ter perdido um sapato quando foi assassinada.
Laurie consegue perfeitamente colocar-se no lugar da vítima porque também ela - e o seu filho - foram vítimas de tentativa de assassinato, depois de concretizado o do seu marido. Ela dirige uma produção de um reality show, "Sob Suspeita" cujo objetivo, não é resolver o crime, mas trazer factos novos, uma nova visão e o não esquecimento de crimes arquivados e que merecem uma nova luz de análise.
Sempre que começamos a suspeitar de uma personagem, lá vem um plot-twister que nos faz mudar de suspeito. E quando finalmente acertamos no culpado, se fôssemos a personagem, seria tarde demais.
É o género de leitura leve - é mesmo, acredite-se - que nos remete para as séries de crime. Recomendo, quando se pretende desanuviar e perceber se seríamos bons detetives.
 

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publicado às 14:24

Já tinha algumas edições especiais das aventuras de Astérix e Obélix mas, mais tarde, decidimos fazer a coleção completa e, sempre que sai mais um volume, compramos logo.
"O papiro de César" não desilude e até tem um final muito surpreendente a fazer durar a tradição "boca-orelha" para que nunca nos esqueçamos das histórias.
Os nomes dados às personagens continuam hilariantes, mesmo traduzidos para português, o Astérix continua impulsivo e sagaz, o Panoramix continua sábio e paciente e o Obélix continua ingénuo e dado a birrinhas 😃 A Boapinta, mulher do chefe dos irredutíveis Gauleses, dá um ar de sua graça mais longo desta vez e é de rir.
Como disse, nunca desilude e continua irresistível. Mesmo que seja uma leitura super rápida.
 
 

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publicado às 14:13

Chegámos àquela fase da revisão editorial do que se fez ao longo do ano - mas sem a vantagem (ou não) de se poder fazer alterações.
Ora bem, depois de me despistar no gelo, enfiada num local para lá de onde Judas perdeu as botas e o resto da roupa, sem rede de telemóvel, começou o medo, a ansiedade e o pânico que me levariam, em agosto, a pedir ajuda à minha neurologista. Pensando bem, muito aguentei eu, sem que quase ninguém se apercebesse.
Depois, duas semanas apenas, avançámos para um segundo confinamento logo em janeiro - depois de eu sempre ter dito que o ideal seria continuar as férias de Natal por mais uma semana ou duas - e, desta vez, avisei logo as escolas que não iria ter as piolhas - ou eu - a trabalhar noite e dia e muito menos a aceitar trabalhos de alunos via Facebook ou Messenger (como uma Encarregada de Educação insistia). Acabei por trabalhar o triplo por causa da restruturação dos horários do secundário (aulas práticas vs aulas teóricas) mas tudo correu lindamente. Os meus alunos assitiam às aulas, faziam os trabalhos todos e raramente entregavam material fora do prazo. O meu forno, actifry e cooki trabalharam arduamente, a máquina do café (oh meu deus, oh meu deus, isso não!!!) e a picadora avariaram. Voltei a poupar no combustível e no desgaste do carro, acordava cerca de 45 minutos antes das aulas, arranjava-me maravilhosamente só da cintura para cima, voltei a usar os meus batons. Mas foi intenso. Tinha aulas todo o dia. Regressámos pouco depois da Páscoa... A medo, novamente, sem saber bem o que nos esperava.
Vieram as vacinas. Os professores lá foram considerados trabalhadores essenciais e blá blá blá. Andei quase 3 meses a bater mal. Tensão arterial extremamente baixa, uma falta de ar tremenda, um cansaço atroz, uma viagem de INEM com saída da escola... Ponderei seriamente não levar a 2ª dose, afinal, o meu corpo tinha simulado ter tido covid. Mas lá fiz o plano aconselhado. No caminho descobri que o meu coração tem uma válvula mitral abaulada em fase II e que as minhas tensões arteriais de passarinho vêm daí. Quer o cardiologista quer a neurologista aconselham-me café (quase) sem restrições - o que foi coisa que me deixou muito triste, como devem calcular ;)
Descobri que tenho PHDA, o que trouxe imensas respostas e uma sensação de closure. Faz todo o sentido, até a minha mãe sentiu esse mesmo sentimento de closure porque ela sabia que o meu comporatmento não era típico. Pobre mãe: levou com uma maria-rapaz e outra tão sossegada que era preciso ir ver se respirava. Viva a neurodiversidade porque, tal como eu, ela levou com isso. E nos anos 80 e 90 do século passado, isso era dose.
Continuámos a participar em projetos e estudos relacionados com a Perturbação do Espectro do Autismo e consegui fazer dois cursos em francês, apesar de todo o trabalho e vida agitada. Ultrapassei o meu objetivo de leitura de 20 livros e acabei por ler cerca de 23 ou 24. Nada mau!!! E a leitura foi coisa que se manteve obrigatória cá em casa - para todos.
O Verão foi nosso amigo. Fizemos férias fora de casa!!! Pode parecer tão simples para outros mas para nós isto é gigantesco. 5 dias com as piolhas fora de casa, completamente entusiasmadas e a pedir mais? Jamais imaginaria que pudesse ser possível. Ia já de férias outra vez.
Setembro foi nosso amigo e começou com um horário mais que completo para mim (apesar de eu estar em 3 escolas diferentes) e suavemente para as piolhas. O seu último ano do 3º ciclo decorre sem incidentes - ao contrário de anos anteriores que até pensei em apresentar queixa nas autoridades policiais - e elas têm notas fantásticas. Ao longo destes anos de apoio e presença da mãe, aprenderam a saber como desenvolver hábitos e métodos de estudo autónomos e hoje só precisam de mim para lhes encontrar testes ou fichas ou exames de treino.
À semelhança do ano passado, não correu nafda mal. Dentro do possível, houve saúde, tivemos trabalho, mantemos os nossos empregos, a situação financeira é estável, conseguimos cumprir as metas a que nos propomos todos os janeiros. Continuamos uma família unida, segura e sólida. E não há nada de que me orgulhe mais. Todo o ano.
Agora é deixar vir 2022 e desejar que nunca pior ;)

 

 

 

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publicado às 10:24

Boas Festas 2021!

por t2para4, em 21.12.21
Começámos a fazer postais de Natal com as piolhas no ano em que nasceram. Nos seus dois primeiros natais ainda eram fotos oferecidas à família, depois passaram a ser postais elaborados por elas, cada ano melhor que o anterior, com mais detalhes, mais cor, mais significado, mais mensagem. É a nossa tradição de Natal mais antiga, em família, e da qual não abdicamos e elas próprias adoram fazer.
Assim, nas festas de 2021, este é o postal do nosso T2 para todos.
"Então... é Natal!
Celebremos a vida, brindemos às conquistas e cubramo-nos de esperança!"
 

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publicado às 09:53

As mães também ficam doentes

por t2para4, em 16.12.21

Fiquei sem a minha ferramenta de trabalho mais importante. Não posso substituí-la, nem pedir emprestado, nem arranjar outra. Fruto do tempo ou das -ites e -oses características desta altura, a verdade é que me faz muita falta. E sem ela não posso trabalhar.
Estou sem voz.
Consegui, sabe-se lá como, ter uma faringite vírica e uma laringite bacteriana, tudo num só, o que me deixa aqui as vias aéreas completamente feitas num 8. E escusam de vir as piadolas sem piada nenhuma "agora lá em casa é um sossego" como se lá em casa mais ninguém falasse 😕
Na impossibilidade de falar - e porque tenho indicações médicas para descanso absoluto da voz -, tive de encontrar outras formas de me expressar e comunicar. A quantidade de entraves é fenomenal. Desde usar gestos básicos, a sussurrar, a escrever no bloco de notas do telemóvel, o que notei, de um modo geral, apesar das estratégias diversificadas, foi pressa. Enquanto eu escrevia o que se passava, já tinha passado o momento... O que me levou a questionar várias vezes, ao longo destes dias, o que fará uma pessoa surda (profunda ou não) ou muda para se fazer entender. E como agem os seus interpelados.
Parece que tudo em catadupa: o nome que não é bem lido e sai errado, as indicações clínicas que já vão escritas mas precisam de ser repetidas mais vinte vezes nem sei bem porquê, o fazer a pergunta mas nem dar tempo de responder ou de seguir as indicações médicas, o pressuposto de que se somos professoras devíamos ter alguma especialização em saber como usar a voz sem ter voz, enfim. O que me voltou a despoletar as tais questões "como fará alguém que precise de comunicar efetivamente e não consegue se não dão tempo?". Acredito que se arranjaria uma solução e tudo se resolveria mas, às vezes, temo viver no país dos unicórnios.
Apesar da minha dificuldade em fazer-me entender (as máscaras não ajudam nada para se fazer leitura labial, por exemplo), considero que fui muito bem tratada e cuidada. Eu sei que há muitas queixas e muitos maus serviços mas também sei que há muito bons profissionais e pessoas incansáveis. E eu acredito que, apesar de doente, o nosso SNS ainda vai conseguindo fazer alguns pequenos milagres.
Afinal, as mães e as professoras também ficam doentes e precisam de algo com "poderes especiais" para ajudar. Eu ainda quero acreditar no nosso serviço de saúde. Agora é cuidar destas -ites e -oses.

 

 

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publicado às 18:02

O que raio aconteceu à minha mãe?

por t2para4, em 10.12.21

Pais antes de serem avós, nos anos 1980 e 1990:
- Está chover muito? Leva o o chapéu de chuva e estas botas para trocares se tiveres os pés molhados. Amanha-te.
- Vais a pé porque não vou pedir nada aos vizinhos.
- Ficas em casa com a tua irmã, não abrem a porta a ninguém, cuidado com o fogo quando forem aquecer o leite, eu vou à vila (são 3km para ir e 3km para voltar, feito a pé, na altura. Ah, eu tinha 7 anos e a minha irmã 4)
- ao sábado de manhã limpam a casa
- televisão só quando eu disser. E só às horas xxx e yyy.
- Tá na mesa é para comer.
- Vai mas é estudar que se tiveres negativa levas uma malha.


Pais depois de serem avós, nos anos 2010 e 2020:
- vais dar isso para as meninas comerem? (cara de espanto)
- Elas vêm a pé para casa, sozinhas, coitadinhas? (ar sofrido por as netas caminharem 500m)
- Vão ficar sozinhas em casa até vocês chegarem? Elas que telefonem para a avó se precisarem de alguma coisa (dor na voz)
- queres que o avô as vá buscar? Está a chover tanto (uma chuvita parva, não uma tempestade)
- puseste as meninas a aspirar o quarto? Ah muito bem (mas nada convencida)
- Deixa-as lá ver televisão (ou ir ao tablet ou ao telemóvel ou ao computador). Assim também se distraem.
- Já estudaram muito, vá, agora também podem fazer uma pausa.
- Não batas às meninas (como se um enxota moscas fosse um atentado à integridade física).


O que raio aconteceu à minha mãe???

 

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publicado às 11:45

Isabel Stilwell é das minhas escritoras favoritas. Gosto muito de a ler e é fácil seguir as histórias das personagens históricas que escolhe. "D. Amélia" não foi exceção. Queria saber mais sobre a última rainha de Portugal e como foi a sua vida, que começou e terminou no exílio - com Portugal pelo meio, no seu casamento por amor com D. Carlos. Há mais na sua vida do que o regicídio e a morte dos seus dois filhos.
D. Amélia era muito alta (mais alta do que o marido- aqui identifico-me muito -), culta, preparada para reinar, algo que não pode fazer em pleno pois a mentalidade portuguesa da altura não estava preparada para que ela assumisse esse papel, não depois da sua sogra gastadora e pouco preocupada com as andanças do país onde veio casar.
É uma leitura muito interessante, muito próxima cronologicamente e muito visual. À medida que lia as descrições e objetos que tinha no Palácio da Pena, recordava-me das suas fotografias - a de D. Carlos e filhos, por exemplo - e dos seus aposentos e paço.
Fica a dica de leitura.

 

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publicado às 13:37

Sempre assinalei o dia internacional da deficiência nas escolas por onde fui passando, contando histórias (em português ou em inglês), vendo apresentações ou discutindo ideias com o propósito principal de sensibilizar para a diferença e para a sua aceitação em sociedade.
Os alunos reagem bem a estas propostas e acabamos por descobrir diferenças entre nós, muitas delas invisíveis, e que, mesmo que condicionem as nossas vidas de alguma forma, lutamos para que o seu impacto seja o menor possível e consigamos ser incluídos e aceites como pessoas que somos, antes e acima de tudo.


Nas faixas etárias mais novas, uso sempre dois livros: "Uma lição de amor", da A mãe imperfeita e "Somos todos diferentes" de Emma Datson. Quer um quer outro vou traduzindo para adaptar à minha realidade escolar. No final, fazemos debates ou exercícios.
Para alunos mais velhos, começo por usar um powerpoint sobre as diferenças humanas entre os vários super-heróis do universo Marvel e DC e vou gradualmente trazendo essas diferenças humanas para a vida real, terminando com Fernando Pessoa, Stephen Hawking e Greta Thunberg. Depois, passo um curto vídeo com testemunhos reais, de quem tem sido a minha village nestes anos mais recentes, entre outros: a Tânia (O Mundo do Gonçalinho) e a Marta (Diário de uma pequena guerreira).
No final, depois de falar sucintamente da legislação inclusiva (o DL 54/2018, a Declaração de Salamanca, a própria Constituição da República), há uma breve reflexão privada sobre o assunto abordado.


"We can be heroes" tem sido aquilo que passa em looping na minha cabeça desde que apresentei, há 3 anos, na turma das piolhas, para que todos visse que há diferenças em todos nós, que todos somos divergentes e isso não é certo nem errado.
Não sei como reagirão mas desejo muito e com muita força que algo fique, algo toque nas suas almas e nas suas vidas e a verdadeira inclusão possa ser possível. E todos nós desempenhemos o nosso papel nesse caminho.

 

(posso partilhar o ppt, é só avisar)

Vídeo em:  https://www.facebook.com/t2para4/videos/1073681813463716

 

 

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publicado às 12:36

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