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Houve muitas, decididas em minutos - segundos, até! - mas há outras que merecem ponderação séria. Eu e o marido levamos muito a sério as decisões que tomamos e, neste momento, há uma que me tem vindo a incomodar desde há uns tempos e que envolve (in)diretamente as piolhas. Piorou com a cirurgia pois não me sinto preparada para outra tão cedo.
Pondero - ponderamos - fechar de vez a hipótese de ter mais filhos. Há demasiados riscos (já tenho primeiros filhos com autismo, os seguintes têm um risco muito elevado de sofrerem do mesmo e não há exames intrauterinos que prevejam isso; posso voltar a ter gémeos ou mais; estou a ficar descontente com a pílula; às vezes, preciso de tomar medicação forte que pode anular o efeito da pílula e lá andamos nós a fazer contas), eu estou verdadeiramente cansada de lutas e a que temos agora é a única e justa para todos nós. Estou farta de níveis de hormonas a subir e a descer, farta de spottings, de menstruação que vem num mês e noutro não, de sustos, de estar a gemer com dores no hospital com uma apendicite e suspeitar-se de gravidez etópica. Não aguento isto.
Por isso, de um modo quase definitivo, que alternativas existem à laqueação sem partir já para a esterilização? Haverá algum método menos invasivo? E, já agora, menos doloroso (pelo menos, fisicamente)?
Digam de vossa justiça.
Será assim mesmo, como diz a imagem?
