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Pedi uma 2ª opinião...

por t2para4, em 31.03.15

... e ainda bem que o fiz.

Não sei se se lembram, há uns meses, de ter referido um "empastamento" no mama direita que me causa um grande desconforto e que o médico que fez a ecografia mamária desvalorizou, sempre com o empirismo do "parece-me qu enão é nada".

Ora bem, chegou a altura de repetir o exame. Odiei. Coimbra é a cidade dos doutores e há zonas nobres onde eles se juntam todos mas há doutores e "doutores" e, para mim, chega. Não gostei do atendimento, nem do tratamento, nem da realização do exame e, muito menos, da (falta de) resposta(s). E, quando se trata de saúde e/ou ciência, não quero cá "parece-me". Portanto, de acordo com aquele senhor, que acha que abanar mamas e carregar com a sonda do ecógrafo até às lágrimas é ser-se profissional, o que eu tenho "parece-lhe" não ser nada de grave, é fruto de que "não estou a caminhar para nova" e não me explicou o que era/deixava de ser.

Depois de emborcar um benuron para as dores, marquei logo novo exame, noutro local. Que, por sinal, tinha o relatório pronto no mesmo dia (no local anterior, demorou uma semana).

 

Ora, foi uma diferença como da noite para o dia. Fui super bem recebida, quer as auxiliares quer a médica foram extremamente simpáticas e, acima de tudo, obtive respostas e um exame minucioso. Então, "empastamento" é o nome que se dá a áreas negras presentes na ecografia e que oodem ser tudo (benignas e malignas). O meu é, na realidade, um aglomerado de quistos que tendem a crescer em alturas de maior calor/pressão e pode ser necessário aliviar (através de esvaziamento... Deduzo que há de ser extremamente doloroso mas não vou pensar nisso agora) mas que é benigno. É normal que doa, pois são muitos muito próximos com cerca de 7cm. Na mama esquerda também tenho alguns mas menos aglomerados, logo, não doi tanto. É uma questão hormonal e de tipo de tecido mamário: quanto mais fibroso, maior tendência para o surgimento de pequenos quistos ou nódulos (benignos, na grande maioria das vezes). Pela 1ª vez, as axilas foram minuciosamente verificadas para despiste de mais nódulos.

Saí do consultório muito mais aliviada e grata por saber ao certo o que se passa comigo e o que pode vir a acontecer.

 

E eu pergunto: custa muito fazer as coisas como deve ser logo à primeira? Custa? Será que custa assim tanto engolir o raio das palavras à thesaurus medicinal e explicar às pessoas o que se passa?

 

E, posto isto, porque não tenho nem vida nem pachorra para isto, àquele local não voltarei, aquele médico não me volta a ver (e, muito menos, às minhas mamas) e eu vou onde fui bem tratada e de onde saí com respostas coerentes e não uns vagos "parece-me."

 

Portanto, memo to myself, para a próxima ouvir a minha intuição e nunca deixar de lutar por respostas concretas.

 

 

 

 

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publicado às 12:37

Os meus desportos nas últimas 24h

por t2para4, em 12.03.15

- Atletismo e corrida dos 100 m: record batido ao chegar à piolha 2 segundos depois de ela ter caído;

- Carregamento do peso e corrida de obstáculos: sair da escola, deixar metade das tralhas pelo caminho sempre com a piolha e os seus quase 30 Kg ao colo

- Fórmula 1 e NASCAR : sim, as duas ao mesmo tempo, eu acho. Creio que o meu carro tem agora todos os injetores bem limpinhos, o tubo de escape sem qualquer vestígio de carvão, as mudanças bem lubrificadas. Além disso consegui descobrir que mais de 30 km sinuosos podem ser feitos em pouco menos de 20 minutos (só espero que não me chegue nenhuma multa...)

- Xadrez: pensar extremamente bem na p´roxima jogada médica, quando/onde/com quem usar a estratégia certa para chegar a um xeque-mate, que é como quem diz "alta médica"

- Levantamento de pesos: piolha mole + pressa + sonolência e possibilidade de traumatismo craniano e nariz partido = carrega-mãe-que-foi-para-isso-que-tiveste-filhos

- Ténis ou Futebol mental: tratar de uma piolha presencialmente e gerir tudo o que envolvia a outra piolha que ficou com o pai.

- Rally urbano/street racing individual: evitar a hora de ponta e zigzaguear pelo trânsito para demorar o menor tempo possível a chegar ao hospital

- Kickboxing mental: quando a radiologista ameaçou a piolha de que me punha na rua se ela não se acalmasse. ahahahahahhaha eu até queria ver isso, ahahahhahahahha

 

 

 

Posto isto, para que raio preciso eu de yoga?! E de caminhadas?! Doem-me músculos que nem sabia que existiam, a minha antiga tendinite no ombro ameaça voltar ao fim de quase 20 anos, a minha concentração bate records sem necessidade de cafeína (juro que ontem e hoje, no total, só tomei 3 cafés) e consigo aguentar quase 15h seguidas sem comer. Posto isto, vou ali esticar-me no sofá a digerir tudo... Amanhã, mais um dia de vigilância em casa...

 

 

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publicado às 21:37

Na sequência destes meus resultados em análises e exames, decidi, por minha conta e risco, repetir o hemograma com contagem de plaquetas.

No entretanto, enquanto esperava pela repetição de análises, optei por não ficar somente à espera e apostei na melhoria da nossa alimentação. A nossa alimentação, por si só, já é variada e saudável, mas achei por bem reforçar os verdes escuros e apostar em alimentos que fortalecessem o sangue. Além disso, larguei de vez os antidepressivos (e tenho-me sentido maravilhosamente - o único senão é a cabeça que não pára de pensar em tudo e mais alguma coisa na hora de dormir, o que me força a considerar meditação ou uma boa leitura (algum estudo americano sobre autismo, por exemplo), ou exercício físico - , regressei ao yoga e recomecei as caminhadas. Tem-me feito muito bem.

 

Assim, depois de aguardar pela limpeza natural de medicamentos do meu organismo (estive engripada na semana passada e abusei um pouquinho nos antigripais), decidi-me a fazer novo hemograma hoje. Quando abri o envelope nem pude acreditar. Tenho os melhores resultados de sempre!! Há anos que não tinha valores tão bons e tão dentro das referências!! Os meus glóbulos brancos e vermelhos estão com os seus exércitos em boa contagem e as plaquetas estão um must. Já precisava de ter um pouquinho de sossego mental.

 

Portanto, a nível sanguíneo está tudo em ordem. Falta apenas descobrir que raio de massa é que anda a tentar fixar-se na minha mama direita, agir em conformidade e, tão cedo, não quero - nem preciso! - de mais sustos destes! Em março, nova ecografia mamária. E espero poder falar de forma tão descontraída e aliviada como hoje.

 

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publicado às 22:02

Update das maleitas infantis

por t2para4, em 13.12.14

A piolha tem sido uma valente, até o pai reconhece isso.

Os últimos dois dias foram os mais complicads, pois, além da febre, houve muitas bolhas novas a rebentar e muita muita comichão. Mas ela lá se manteve impenetrável, a dar leves palmadinhas nas zonas de comichão para evitar coçar. Tomou dois banhos tépidos e bezuntei-a de óleo d'Aveia umas três vezes. Melhorou. À noite, depois do segundo banho, cansada e martirizada, chorava enraivecida e resmungava "eu faço assim e assim e elas não passam, as comichões estão sempre cá, todos os dias" (ela é bocado drama queen, por isso, relevemos algum exagero).

 

Hoje temos piolha nova. Pouca coceira, mais sinais de melhoras, pequenas crostas a formarem-se e pomada cicalfate em ação.

Como ainda precisei de ir dar uma aula, as piolhas foram a casa da avó, todas contentes (principalmente a vítima da varicela) por sair de casa - ainda que seja para se enfiarem noutra. E conseguimos fazer muita coisa!

- vimos as luzes de Natal da localidade, pela janela do carro (não convém apanhar frio ainda!)

- elaborámos o nosso postal de "Boas Festas"

- pensámos numa ementa fixolé para o jantar (rolinhos de salsicha, rolinhos mistos e pasteis de delícias do mar + sopa de aletria)

- vimos filmes giríssimos na TV

- brincámos imenso!

 

O que segue é o básico: banho + óleo + cicalfate + lavar dentes + mimo + cama. E depois, depois o comando é todo meu, o sofá é todo meu, a almofada é toda minha, a manta é toda minha. E vou permitir-me a fazer stand-by aos neurónios durante um pouco.

 

Agora um pedido básico e simples: sra d. varicela, faça o favor de contagiar já a mana da piolhas. Posso deixar alguns bons argumentos: ainda tenho a escala de serviço ativa, queremos passar as festas sem preocupações com a febre nem banhos nem óleos nem coceiras, um intervalo de 10 a 15 dias é demasiado e coincide com o regresso às aulas o que implica depois mais TPC para ela fazer em casa e ficar sem a irmã - o que só tem a sua piada no 1º dia, depois começa a tornar-se confuso e complicado porque as piolhas sentem-se incompletas uma sem a outra e só falam em saudades todo o dia -, elas só falam em querer voltar para a escola e eu também preciso de descansar e ter noites sossegadas. Grata pela atenção.

 

 

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publicado às 21:08

Um cartão de melhoras especial

por t2para4, em 10.12.14

Confirmado o diagnóstico de varicela - não era difícil lá chegar - e aviada a receita na farmácia mais próxima, foi altura de colocar o telemóvel ao serviço e avisar a escola (professora, tarefeira, unidade de autismo) de que a piolha irá ficar em casa, de férias antecipadas, e já não regressará às aulas.

À tarde, terminadas as aulas, vinha eu com a irmã - que ainda não parece estar afetada - e um dos seus colegas diz-me que fez um cartão de melhoras para a B.. Fquei com o coração todo derretido... Os colegas de turma, apesar de nem sempre conseguirem acompanhar os seus passos/imaginação/(des)venturas/etc, gostam delas de verdade e isso vê-se nestas pequenas coisas.

 

Chegadas a casa, quis ver o tal cartão. Que coisa mais deliciosa de se ver!!! O colega até se esforçou para desenhar poneis com as cutie marks (as cenas nos flancos) e tudo!! Atentou nos detalhes e cores, é indescritível!

E, no fim de tudo, ainda conseguiu arrancar gargalhadas genuinas porque disse - reproduzido pela piolha - que desenhou também a "Senhora da Liberdade".

 

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 Está ou não está fabuloso? Os amiguinhos das piolhas são como elas: especiais. Adoro.

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publicado às 20:45

Coming up next: varicela, de novo?!

por t2para4, em 09.12.14

Ora pensava eu, na minha ignorância clínica, que a varicela já era ou teria sido. Acontece que, uma das piolhas tem bolhas, borbulhas, erupções, congestionamento e corrimento nasal, mau-estar. E, dado que um coleguinha teve varicela, parece-me que o diagnóstico é simples de se tirar.

 

As borbulhas têm aparecido e evoluído muito rapidamente. Há pouco, depois de falar com uma amiga já mais experiente nestas lides, segui os seus conselhos e já dei banho, desinfetei as borbulhas já rebentadas com betadine, passei com creme hidratante no corpo para evitar que sequem e dêem ainda mais comichão, dei benuron e meti-a na cama.

 

To do list das próximas 24h:

 

- vigiar a piolha durante a noite (dorme comigo para eu controlar febres, respiração e coceira)

- ir ao médico, logo de mnhã, depois de deixar a irmã na escola, para confirmação de diagnóstico

- passar na farmácia, deixar lá uma fortuna e trazer a medicação necessária

- elaborar uma escala de serviço para evitar que eu falte ao trabalho e seja penalizada na baixa médica (que será miserável dado o salário miserável que tenho) e que fique com a piolha enquanto eu estou fora

- hidratar, hidratar, hidratar e evitar que se coce

 

Posto isto, vou ali e já volto. Avizinham-se duras e longas noites...

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publicado às 22:01

Apendicites e distâncias

por t2para4, em 15.07.14

O que têm uma a ver com a outra?

Nada, exceto se não fosse o caso de o meu pai ter sido operado hoje de urgência a uma apendicie aguda - eu faço ideia do estado dele, pois já andava desde ontem com vómitos e febre -, e, apesar de vivermos na era da tecnologia e dos transportes e blá blá blá mi mi mi, custa-me horrores não poder estar perto dele e não ter como visitá-lo...

Isto é uma bela de uma treta, é o que é...

Custa-me imenso não ter notícias dele a não ser apenas amanhã, quando ele telefonar. Não sei em que hospital/clínica está, se a cirurgia correu bem, se já saiu do recobro, quanto tempo ficará internado, quem o vai ajudar até a minha mãe ir ter com ele, se terá juízo o suficiente para não abusar nestes primeiros dias (está demasiado barrigudo e já teve um ataque de coração há uns bons anos), se aguentará o repouso obrigatório que tem de ter para evitar o risco de hernias.

Falta tudo: falta disponibilidade profissional do marido para me acompanhar, falta disponibilidade financeira para 4 idas e voltas de avião + local onde ficar, falta gestão de tempo e preparação das piolhas, falta tudo no caso de ser eu a única a visitá-lo (onde e com quem deixar as piolhas, gerir os horários do ATL, quem as leva e quem as vai buscar, em que aeroporto saíria eu, onde ficaria, etc.),  falta - acima de tudo - dizer às piolhas que o avô pode demorar ainda mais a vê-las este verão...

Porra, pá.

 

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publicado às 20:50

Uns dias de caos...

por t2para4, em 30.05.14

... mas a perspetiva de mimo e preocupação felina... A piolha doente, com 39 de febre, mas os seus amiguinhos a mimá-la...

Voltaram os meltdowns, os surtos, as crises... Recomeçaram os problemas na escola, terei reuniões sobre muitas mudanças/apoios/etc.... E eu estou no meu limite...

 

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publicado às 21:39

E quando não se tem tempo para pensar, não se pensa, age-se.

Hoje foi um daqueles dias em que, se eu usasse farda, optaria por uma única, à Fidel Castro, tipo multiusos, porque, fiz de tudo... Um sabado em grande.

Dormi até tarde (se considerarmos que 10h é tarde e eu estive sempre a ouvir as piolhas desde as 7h30) mas mal acordei vesti logo mil profissões/atividades:

 

- Foi dia servir de cozinheira, emprefada doméstica sem descanso e limpar a casa de alto a baixo (só faltou lavar paredes), virar colchões, sacudir cobertores e edredons, aspirar e limpar pós invisíveis e pêlos que não existem, lavar chão que tem muito pouco de sujo. Estranho? Já perceberão porquê.

- Foi dia de servir de veterinária e aplicar levuras a gatos e de limpar mais umas diarreias em locais distantes da caixa de areia, de colocar bepanthene em rabos de gato (sim, e o pobre nem usa papel higiénico... Tinha o rabo em obras, coitadito), limpar areias, lavar cama/manta/tapete. E de dar banho com champô seco aos dois, que, como aquilo é em spray, acharam que estavam a ser castigados sabe-se lá porquê. Depois sairam muitas doses de mimo e muita brincadeira com as piolhas.

- Foi dia de servir de motorista apressado e ir à farmácia de serviço e implorar para que me vendessem um broncodilatador sem receita médica, até sugeri assinar um termo de responsabilidade. Tive muita sorte e consegui. Para que raio queria eu um broncodilatador? Para parar uma crise de asma do marido. Aquela mesma asma que ele já não tinha há 10 anos, aquela asma que ele nunca teve nesta casa, aquela asma que ele nunca teve quando tivemos 2 gatos durante 2 anos, aquela asma que ele nunca teve quando viveu uma golden retriever cá em casa... Não sei se foi da humidade do Inverno (já tratámos de tudo isso em casa), se do excesso de pólens, se os gatinhos traziam algo com eles. Espero quue não seja alérgico aos gatinhos senão tereos um sério problema para explicar às piolhas...

- Foi dia de servir de enfermeira, perante este cenário, e de controlar tensão arterial e ritmo cardíaco antes e depois da medicação.

- Foi dia de ser artista e inventar pulseiras de elásticos, a partir do youtube, só para ver sorrisos nas caras das piolhas.

- Foi dia de ser terapeuta ocupacional e treinar, através da construção das tais pulseiras, a motricidade fina porque todos nós em casa temos pulseiras para usar.

- Foi dia de ser secretária e telefonar a quem fazia anos, enviar emails e saber de uma amiga recentemente submetida a uma cirurgia.

- Foi dia de ser tanto e fazer tanto e trabalhar tanto que não houve tempo para pensar em mais  nada, só no que tinha em mãos.

E chega. Porque, além de psicologica e mentalmente cansada, hoje estou fisicamente estoirada. E preocupada, desejando que  raio das crises de asma não regressem/não piorem e os gatinhos não tenham relação com isso...

 

E dava-me jeito ser um polvo.

 

 

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publicado às 23:35

Lei de Murphy # um qualquer

por t2para4, em 30.01.14

Ora, vamos lá a ver:

- piolha 2 adoece na 6ª à noite e passamos o fim de semana entre lavagens, vómitos, diarreias, limpezas e afins;

- piolha 1 pega o vírus e adoece na 2ª feira à noite e passamos as noites seguintes entre diarreias, mudanças de colchão, roupas, limpezas e afins

- mãe pega o vírus e sente-se a morrer em plena sala de aula... manda todos para casa e ela própria nem sabe como chegou à dela. Passa o resto da tarde e da noite entre vómitos e febres. Vai ao médico, fica uns dias em casa, leva uma injeção e submete-se a si e a todos a uma dieta alimentar extrema.

- pai pega  o vírus ontem à tarde e passa o fim de tarde e noite com vómitos e diarreia acompanhados de febre. Vai ao médico e fica uns dias em casa também. Tem de tomar uns comprimidos para aguentar alguma comida no estomago por causa da medicação para a febre.

- piolha 2 vai à escola hoje, sozinha, toda contente mas apreensiva porque não quer estar sem a irmã. Mãe vai buscá-la mais cedo, sabe deus como. 

- mãe mete piolha no carro, verifica que não vem ninguém e sai do estacionamento em marcha atrás e... leva com outro carro em cima...

B-e-a-utifuuuulll.... 

 Portantos, mossa no friso da porta no painel entre o pisca e a porta por cima da roda, a porta sem abrir na totalidade, GNR envolvida porque não se sabe de quem é a culpa (o sr do outro carro fez o mesmo que eu), eu estacionada num local onde não deveria (embora possa alegar o autismo das piolhas por causa dos imprevistos e ter que ser tudo no mesmo local, da mesma maneira) e moradas não coincidentes em documentos embora sejam do mesmo concelho, um frio do camandro (aí uns 9 graus com vento gelado, vindo da serra com neve), piolha 2 com uma neura por estar farta daquilo e não perceber o porquê e eu estar tão enjoada e com vontade de vomitar sem coragem nem vontade para explicar nada a ninguém, uma dor de cabeça brutal.

 

Para terminar:

- uma tonelada de trabalhos e fichas em atraso de que não vou conseguir dar conta. Por isso, as piolhas 1 e 2, que amanhã irão à escola, não levarão os TPC feitos. Paciência. Hoje a mãe não consegue... 

- dieta alimentar que nem sei mais o que hei de fazer porque estou farta de frango ou coelho ou cenoura ou arroz e, a bem dizer, nem apetece é comer nadinha...

- preciso de sol, SOL, SOL, SOL para arejar a casa, matar os vírus, estender a roupa, pendurar tapetes na varanda!!! 

 

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publicado às 18:53

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