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Continuo às voltas com o quarto das piolhas. Não é fácil colocar tanta (e necessária!) mobília num quarto de 13 m2 e ainda querer salvaguardar uma área de brincadeira. E, se antes estava assim, agora, já está, de novo, diferente. Pelo menos em algumas coisas. E, pouco a pouco, sem gastar muito dinheiro, já se vai parecendo com o quarto que eu gostaria de ter para as piolhas.

 

Comecei por mudar alguma mobília de lugar, outra vez. Coube a vez da cómoda + espelho e da estante que, basicamente, trocaram de lugar. Como foi necessário arranjar uma secretária de trabalho para as piolhas, tivemos que puxar pelos miolos. Da última vez que houve alterações, fiz um esquema em papel quadriculado, atribuí cada peça de mobília a um recorte e fui montando o esquema para ver como ficava, sem esquecer o pormenor da abertura da porta e da área da janela.

 

 

Redefinimos os locais, que, desta vez, serão definitivos, e começámos a mudança: a mesa que servirá de secretária foi onde dei explicações durante alguns anos, estava como nova, e veio do arrumo para o quarto das piolhas, bem como as cadeiras, que foram previamente lavadas. Fizemos quaestão de aproveitar a iluminação natural ao máximo, por isso, a mesa ficou o mais próximo possível da janela, o que não invalidou a colocação de dois candeeiros de mesa, para os dias negros de inverno. Do arrumo, vieram também outros materiais, como estantes de metal para guardar papeis, copos para canetas, suportes para economato. O resto, ficou guardado numa gaveta da estante principal, longe dos olhares das piolhas. Entretanto, o suporte de gavetas já mudou de local e está agora a meio da mesa.

Como se aproxima uma fase muito importante da vida das piolhas, achei que deveria dar-lhes mais responsabilidades e votos de confiança: a estante do quarto deixou de ter peluches e passou a ter os seus livros e jogos preferidos, alinhados e arrumados. E elas já sabem que é assim que devem ficar depois de serem usados.

 

 

Ao contrário do que acham muitas pessoas, optei por destralhar o cimo do roupeiro (fica inestético e visualmente desagradável ter ali tanta tralha) e foram lá colocados os candeeiros de mesa de cabeceira, visto que estas foram transformadas em camiseiros (uma em cima da outra, com uma união de antiderrapante de carpetes para não escorregar e cair) e ocupar o chão debaixo da cama: o caixote de verga de brinquedos deu lugar a um saco de fechos e é ali que ele fica. O quarto ganhou mais espaço e luminosidade.

 

 

E, agora, o embelezamento! Estava farta de ver as paredes com autocolantes e pequenos defeitos do estuque. Decidi, com muita calma e paciência, retirar os autocolantes - exceto a faixa, pois, além de disfarçar pedaços brutais sem estuque, ainda dá um ar infantil bom ao quarto - e pintar de branco as falhas, bem como lavar (com oxiaction) esta obra de arte de uma das piolhas. Gostei da leveza com que ficaram as paredes e, com a paciência do marido e algumas pesquisas, redecorá-las sem excessos.

O primeiro passo foi emoldurar uma fotografia em tons de cinza que nos ofereceram. A partir da cor da moldura, seguiram-se outros conjuntos: um subway projetc (que podem criar em www.wordle.net) que imprimi em cartolina creme, as silhuetas das piolhas (inspiradas neste post, cujos passos de criação das imagens foram seguidos e , no final, foi só colar num papel bonito e com o toque de cor que eu pretendia), um desenho muito colorido e bem giro de uma das piolhas, bem como a montagem de fotos da sessão fotográfica dos seus 2 anos. O resultado final ficou bem melhor do que esperava.

 

 

 

 

Tirei esta manta da cama e coloquei outra, mais fina e totalmente creme, apenas com uns relevos que acho bonitos. O quarto ficou logo mais claro.

 

A próxima vítima foi o candeeiro de parede. Como incialmente, ainda solteiros de filhos, pensávamos em transformar este quarto em escritório, o candeeiro escolhido foi um de cozinha, que dá uma luz fantástica. Mas é um candeeiro feio... Mas retirá-lo ou substituí-lo estava fora de questão. A solução? Limpá-lo, comprar um rolo de forra a imitar a madeira e, com as medidas, muita paciência e subidas/descidas do escadote, forrar o candeeiro. Ficou maravilhoso!! 

Antes:

 

 

Depois:

 

 

No final, peguei numa bola de esferovite, recortei milhentas borboletas em tons acastanhados e, com a ajuda de alfinetes, fui espetando os recortes com uma missanga e pendurei com lã brilhante. Ao lado, mais um toque de cor, de flores em cordel; as mesmas que coloquei com alfinetes no cortinado. Pequenos apontamentos de cor que dão um toque muito bonito ao quarto.

 

 

Com pouco mais de 10 euros (já incluíndo molduras, às quais retirei o suporte e coloquei o triângulo para pendurar), fiz uma alteração e pêras e ainda sobrou material. Não precisamos de gastar muito para colocar as coisas como gostamos, basta imaginação, paciência e vontade de arriscar!

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publicado às 10:10

O bolo de aniversário e as lembranças

por t2para4, em 30.07.13

O bolo foi do mais simples possível. Quando fiz a encomenda, pedi que fosse de pão de ló e chocolate com recheio de chantilly e que a cobertura fosse também de chantilly rosa, polvilhado com corações coloridos de açucar. 

 

Em casa, decorei ao gosto das piolhas. Coloquei um boneco Pinkie Pie pony em destaque, reutilizei balões, comboio e cogumelos de outras decorações de aniversários anteriores, comprei umas velas coloridas e uns foguetes e pronto. Poupei 10 euros nas decorações, as piolhas ficaram com o bolo personalizado e ao seu gosto, e, modéstia à parte, o bolo ficou muito giro. E, mais importante, estava delicioso!!

 

 

As lembranças para os amiguinhos do infantário foram também alusivas ao tema, claro. Uma colega fez, em cartolina, os recipientes em forma de rebuçado e eu tratei dos autocolantes.

 

 

 

No interior, além de chupa-chupas e caixas de smarties, iam uns desenhos de pony para recortar e montar. Os meninos receberam pony meninos e as meninas pony meninas.

Os moldes foram retirados deste site que tem coisas espantosas.

Os custos foram reduzidos e, mais uma vez, com criatividade e imaginação, fez-se algo ao gosto das piolhas.

 

Apesar de o aniversário ter sido no sábado, as piolhas, como já vems endo hábito, tiveram direito a dois bolos, um nesse dia e outro para levar para a escola. Apesar de algo muito grave se ter passado nesse dia, por parte dos avós paternos (que nem esse título merecem porque são uns autenticos cobardes mentirosos que nem se dignaram a dar os parabéns às netas mas isso fica para outro post porque não vou estragar o meu dia a pensar nas merdas que eles fazem), as piolhas no meio do seu -ismo nem se aperceberam - Yupiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!! - e divertiram-se imenso! Elas queriam era fazer anos e o resto é conversa. Hoje já me perguntaram quando é o próximo aniversário e quando lhes disse que era só em julho de 2014 acharam que falatava muito tempo. Foi um fartote de rir.

 

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publicado às 12:12

Esta foi peanuts. Encontrei um bocado de contraplacado no arrumo (deveria ser de algum móvel que, entretanto, devemos ter restruturado) e desenhei uma esquadria de 6 cm. O marido com a serra cortou o interior.

 

 

Já em casa, depois de lixar a zona de corte, desenhei miniesquadrias de 1 cm cada, para depois pintar uma espécie de arco-íris, inspirada na personagem RainbowDash, que é um pony muito rápido, está sempre com pressa, mas é muito prático, inteligente e sem medo de resolver as coisas. Depois de tanto cor de rosa Pinkie Pie, achei que iríamos precisar de mais cor.

 

 

Depois foi só pintar com as cores da crina e cauda. A marca do flanco tem uma nuvem, logo, decidi que deveríamos ter nuvens na moldura. Em feltro branco, recortei nuvens e colei nos cantos opostos.

 

 

E, como festa é festa, adicionei um balão, com uma serpentina presa et voilà! Feito!

 

 

 

Depois da sessão fotográfica, a moldura ficou no Jardim de Infância pois terá bem mais utilidade lá do que em minha casa.

Mais um acessório super barato em que gastei zero, pois já tinha todos os materiais. As cores que não tinha, misturei para as obter. Simples, económico e fez um figurão :)

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publicado às 12:04

Como fazer uma pinhata "My Little pony"

por t2para4, em 30.07.13

Tal como tinha dito no post anterior, o tema da festa de anos das piolhas foi o "My little pony", em particular a personagem Pinkie Pie, que é um pouco como elas: menina, vaidosa, sempre aos pulos, muito inteligente e distraída, adora festas, e anda sempre aos pulos e corre e é simpática (já referi que anda sempre aos pulos?)

 

Assim, depois de alguma pesquisa pela net e de não me ter deparado com nada que me apaixonasse particularmente, decidi ser eu própria a usar os miolos e a criar de raiz a pinhata Pinkie Pie. 

 

Do que precisei:

 

- cartão de uma caixa de bolos

- um balão

- publicidade dos hipermercados rasgada em tiras

- mistura de água e farinha (até ficar com aspeto cola líquida)

- papel seda (10 m etros a 1,65 € numa loja chinesa)

- fio norte

- etiquetas A5

- serpentinas e confetis

- doces (chupa-chupas, rebuçados e bombons)

- apitos e línguas de sogra

- cabo de uma vassoura

- fita cola scotch

- fita cola

- cola gel

 

Comcei por tratar do balão e forrá-lo com as tiras de papel e a mistura e farinha, de modo a que, quando seco, ficasse com uma espécie de taça de papel machê.

 

 

 

Deixei secar durante a noite, para ter a certeza de que ficava bem rijo e dediquei-me a outras partes do pony. Cortei o cartão da caixa de bolos ao meio, desenhei o contorno do Pinkie Pie (cada personagem tem um focinho diferente), uni as partes soltas com fita-cola e contornei outra igual para fazer os dois lados.

 

 

Quando o papel do balão ficou seco, furei o balão. De volta ao molde do pony, uni-o pelo focinho com fita-cola e criei uma espécie de ponte na barriga onde apoiei o vaso que fiz em papel machê. Aproveitei sempre os restos de cartão e papel de publicidades que foram sobrando. Fui unindo o pony com fita-cola, sem esquecer de deixar uma abertura por onde colocar os doces, confetis e brinquedos.

 

 

Já com a estrutura fixa e estável, comcei a forrá-lo: comecei pelas zonas mais sensíveis: patas, focinho, orelhas. Usei as publicidades para encher os vazios.

 

 

 

Depois de tudo forrado com o papel seda e colado com fita-cola transparente, recortei tirinhas do mesmo papel, coloquei um risco de cola gel e uni ao corpo do pony. Com a tesoura fui cortando aberturas para dar um efeito de franjas.

No final, para a crina e cauda, enrolei tiras do papel seda com serpentinas e colei tudo com cola e fita-cola, tapando depois as emendas com mais tirinhas às franjas. Fiz o mesmo no buraco por onde entram os doces e afins.

 

 

Os olhos e os balões dos flancos são a marca do Pinkie Pie, pois cada personagem tem olhos de cores e formatos diferentes e uma marca diferente. Desenhei e pintei em etiquetas A5, que depois recortei e colei na pinhata.

 

Para pendurar a pinhata, atei fio norte, fazendo um x, entre as pernas e barriga da estrutura, atei e pendurei.

 

 

Seria útil ter algo com que bater e abrir a pinhata mas que não constituísse perigo nem fosse muito pesado para as crianças. A ideia era pô-las, à vez, a bater no pony e deixar os mais fortes  - não necessariamente os mais novos! - para o final para que dessem cabo do bicho. Assim, lembrei-me de um cabo de uma vassoura partido que andava por casa dos meus pais e recuperei-o. Lavei-o muito bem, deixei secar ao sol, tapei tudo tudo com camadas imensas de fita cola scotch, forrei com o que sobrou do papel seda e fui fazendo as franjinhas também. No final, enfeitei com laçarotes das prendas e coloquei tita-cola transparente no local onde pegamos, para não ficarmos com papel agarrado às mãos.

 

 

 

 Et voilà! Com criatividade e muito poucos custos se fazem as delícias das crianças e se dá um toque bem personalizado à festinha de aniversário das piolhas!

 

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publicado às 11:55

Final do ano letivo - as lembranças

por t2para4, em 12.07.13

Foi um final de ano letivo trabalhoso mas com resultados muito gratificantes. E, aquilo que mais importante era - as crianças divertirem-se imenso! - foi concretizado. 

Fizemos várias atividades, desde desporto e corrida livre (que é como quem diz: "abram as portas do campo e deixem os putos correr até cairem de cansaço!") no nosso campo sintético (abençoada manhã fresca! ainda que me tenha queimado o nariz...), e terrminámos as atividades outdoor no quartel de bombeiros. Aí é que foi o fixolé dos fixolés bué de fixe!

A visita às instalações, o peddypaper, as atividades, as brincadeiras com a mascote (um golden retriever) e o banho final de espuma fizeram as delícias de crianças e adultos. E até andámos nos camiões de bombeiros, com sirenes e tudo!

Foi uma manhã fenomenal que culminou num almoço convívio. 

Não tenho fotos pessoais deste evento porque, para poder participar e estar com elas (fui sozinha porque o pai estava a trabalhar), não havia muita margem de manobra para uma cobertura fotográfica. Mas, como estiveram lá profissionais, postarei imagens e pormenores dessa manhã noutro dia.

 

Ora bem, lembranças. No meio da organização do dia da festa, uma mamã sugeriu que, entre todos os pais, oferecessemos algo à educadora e auxiliares. Concordei logo e sugeri algo personalizado. De entre várias sugestões, acabou por ficar o pintar de caixas que encheríamos com lembranças dos nossos piolhos.

 

Eis o resultado:

 

 

 

 

Caixas de madeira pintadas com tinta acrílica preta, com moldura de negativo e fotografias a preto e branco coladas com a técnica de découpage, verniz fosco aplicado no final de tudo e forro de feltro no fundo da caixa. Dá mais trabalho do que custos mas fica muito bonito.

 

Dentro das caixas, as piolhas ofereceram uma tela pintada com a sua evolução desde a entrada para o pré-escolar. Aproveitámos a onda de inspiração e pintura e fizemos umas extra para a diretora técnica e para o terapeuta da fala.

 

 

 

 

 

 

 

Ficou algo personalizado para cada um, identificativo de quem se trata e muito bonito. Os custos foram reduzidos: tela e molinhas. Tudo o resto (purpurinas, tintas, papel fotográfico, lã), já tinha em casa. Não tenho muitas tintas, apenas as cores básicas e algumas mais específicas. Quando preciso de novas cores, misturo e vou aperfeiçoando para criar tons mais claros ou escuros, mais granulados ou não. Tento evitar compras desenfreadas e focar-me no que realmente importa: o objetivo final.

 

E, com coisas simples, tempo e dedicação, conseguimos colocar sorrisos nas caras de quem gostamos.

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publicado às 14:41

Os trabalhos das piolhas ocupam espaços de destaque e são tão importantes quanto as ondas de decoração da mãe. Assim, nada melhor que juntar o útil ao agradável e fundir tudo. 

O corredor, que passou por uma série de transformações, ainda está longe de ser o que queremos. O material já foi comprado e aguarda apenas que a minha cabeça melhore :) Há uma parede que precisa de ser ocupada com outro tipo de  materiais em vez do puzzle gigantesco e desatualizado que lá habita. Mas adiante. Há uma parte de parede que fica entre estantes que estava muito despida. Ao chegar a casa com mais trabalhos das piolhas, cujos ingredientes viajaram mais de 300 km, parecia-me óbvio e natural que acabassem ali. Junto com o quadro que me ofereceram no meu aniversário

O que resultou agradou-nos a todos:

 

- o rinoceronte mudou de estante

- o candelabro mudou de estante

- os livros, atados por um laçarote em organza, passaram a fazer companhia ao vaso das piolhas

- os quadros, desnivelados, tornam a parede menos escura e mais bonita

- o meu presente de Natal, uma das ofertas do meu pai, passou para a prateleira onde estavam os livros

 

 

 

 

 

 

Decoração simples e modesta, agradável e natural, barata.

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publicado às 12:57

Andamos nessa fase. Como estou a fazer um horário diferente, consigo ter uma aberta no meu tempo, o que significa que, esta pessoa andou, de novo, a mudar coisas em casa.

Comecei no meu quarto: as piolhas sentiam-se atraídas pelo meu cesto de maquilhagem e, volta e meia meia volta, lá dava eu com uma piolha toda besuntada de rímel até às sobrancelhas e tanto baton nos lábios que dava para um mês de uso intensivo. Fora os perfumes... Isso era a loucura. Tive que arranjar uma alternativa à exposição de maquilhagem, brincos e perfumes na minha cómoda. O que encontrei não fica muito estético mas é extremamente prático:

- separei tudo: brincos, colares, pendentes, maquilhagem em pó/batons/lápis, perfumes

- coloquei os batons numa tacinha de plástico e os lápis/rímel num boião de fruta

- os perfume sficam todos alinhados ao fundo

- relógios no rolo de feltro

- braceletes de relógios na devida caixa

- brincos pequenos dentro de um guarda-jóias (em vidro) e pulseiras ou brincos de prata/ouro/alianças (tiro sempre que chego a casa) noutro guarda-joias

- pendentes e colares na parte de dentro da porta do roupeiro: arranjei uma folha de cartolina dura que picotei no local onde queria colocar os brincos e colei à porta com fita-cola dupla-face; para os colares, arranjei uma espiral de caderno A4 (das que parecem uns pequenos ganchinhos onde as folhas encaixam), colei a uma cartolina com cola-quente e afixei na porta do roupeiro. Simples e prático. O único senão é o barulho que a quincalharia faz ao bater na porta ao abrir e fechar.

 

 

 

As piolhas deixaram de ter livre acesso aos meus produtos e ajudam-me a escolher os acessórios todas as manhãs. 

Os meus cachecóis e lenços bem como gravatas do marido estão devidamente pendurados: argolas de cortinas de banho e cabides. Simples e prático, again.

 

 

 

Na cozinha, a mudança foi pouca: enquanto eu não tiver mais umas estantes que me permitam aliviar a banca, só posso reorganizar as tralhas. A Tassimo voltou a mudar de sítio... E os livros de receitas e revistas passaram para as estantes do corredor. É só sair da cozinha e ficam logo à mão.

 

Há pouco, cheguei a casa e pus-me a (des)arrumar as estantes dos móveis da sala. Os livros passaram a ter outra disposição e os jogos mudaram de estante. Está esteticamente melhor e com um ar bem mais leve. Até porque chegaram hoje mais livros e eu preciso de espaço para eles :)

 

Estas mudanças em casa não incomodam - nunca incomodaram nem deram azo a birras. As piolhas até costumam colaborar e querer ajudar a arrumar, embora, desta vez não tenha tido essa sorte. As duas andam entusiasmadíssimas com a descoberta da escrita que abre portas para outros mundos: neste momento, já sabem escrever e pesquisar no google, além dos nomes próprios, os nomes dos seus desenhos animados e brinquedos preferidos. Depois de perguntarem umas quantas vezes como se escrevia, memorizaram e agora fazem-no sozinhas. Portanto, havia coisas bem mais interessantes para ver no google e no youtube do que aturar a mãe com a mania de virar a casa do avesso outra  vez...

 

O que passa nos computadores:

- episódios da barbie em sites oficiais ou youtube

- episódios da minnie e afins no youtube

- Little pony no youtube

- winx ((?) Acho-as tão parolinhas e as minha sfilhas gostam daquilo...)

- Monster High

 

E o que mais se ouve cá em casa, quando elas estão no computador: "Mãe, vou ver as mensagens no site da barbie", "Como escreve "Monster High"?", "Ajuda! Não tem net!" 

E, mais uma vez, se verifica que quando há um grande salto em frente, há algo que fica para trás: as birras estão do pior... Mas são as birras típicas e normais e cansativas características do 3-4 anos de idade, o esticar limites a ver se e quando cedemos, enfim, nada de autistico, exceto o facto de estarem apenas a surgir agora. Mas, pronto, o ler e escrever ajuda a compensar :)

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publicado às 23:12

Há umas semanas atrás, uma tarde de corte e costura. Literalmente.

Duas piolhas felizes.

É preciso dizer mais? 

 

 

 

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publicado às 21:33

Novas ondas de decoração

por t2para4, em 19.11.12

Não foi preciso muito; bastaram alguns olhares de esguelha e cabeça inclinada para o móvel da casa de banho e para o vazio no cimo da nova arca. Tinha de modificar aquilo e dar um novo ar às duas divisões. Há mais coisas a sofrerem olhares de esguelha e cabeças inclinadas mas, para já, terão de esperar.

O tempo dispendido foi de alguns minutos, apenas, talvez, no máximo, entre recolha, lavagem e assemblagem, de 30 minutos.

 

Em setembro comprámos novos móveis para a casa de banho pois o antigo estava uma miséria e o local onde punhamos os sapatos era um acumulador de pó. Assim, comprámos dois lindos móveis de branco brilhante no Leroy Merlin para resolver esta questão e renovar a casa de banho. Depois dos móveis montados, limpos, arrumados e cheios, faltou a decoração. O grande não necessita de nada, mas o pequeno que serve de sapateira, merecia algo. Comecei por lhe colocar, em copos de acrílico azul, umas suculentas/cactos mas, como são de exterior, morreram passado pouco tempo (eu não sabia que não se davam em interior) e não é zen ter cenas dessas em casa. 

Assim, fui ao arrumo dar uma volta aos caixotes das louças não usadas e trouxe duas tacinhas de sobremesa para casa, lavei os acrílicos e fiz sabonetes. Enquanto os sabonetes solidificavam, coloquei café em grão nas tacinhas e velas, aliviei o móvel e alterei a decoração da janela. 

 

 

 

Adoro o cheirinho do café quando ligamos o aquecedor (está perto das tacinhas e lança o aroma ao aquecer) e o novo canto na janela. A vela já não parece um objeto isolado e os copos estão mais cheirosos agora.

 

Na cozinha, aliviei a borboleta que estava neste cesto e as velas que tirei de lá (usei-as nas tacinhas da casa de banho) foram substituídas por paus de canela, acabando por harmonizar com o que já estava em cima do dispensador de especiarias. Como o cimo da arca estava mesmo vazio demais, lembrei-me de um cesto que tinha no arrumo e pensei em fazer um arranjo rápido (mesmo rápido!). Não tem arte absolutamente nenhuma: é só apanhar os elementos e colocá-los no cesto! 5 minutos et voilà!

 

 

Como se pode ver, só precisei de algumas pinhas, um pouco de madeira que atei com fio de cozinha, duas abóboras em miniatura e azevinho (veio tudo de casa dos meus pais e só cortei as pernadas mais rentes ao chão). Simples, sem custos e bem bonito!

De caminho, aproveitei e trouxe mais duas abóboras que ficam lindamente no canto do nosso sofá/mesa na cozinha:

 

 

 

Resta aliviar um pouco a banca - que está cheia: aquário, microondas (gaveta do pão em cima), escorredor, lavaloiças, fogão, duas máquinas de café lado a lado - e ficarei a ter menos olhares de esguelha para aquela área. Aceitam-se sugestões que não impliquem furar paredes.

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publicado às 12:00

Casinha de bonecas

por t2para4, em 19.11.12

Pai sofre. Já vão perceber porquê.

 

Os spots publicitários do Natal são demais. Não é fácil gerir tudo aquilo e até a mim se me vidram os olhos quanto mais às piolhas. Mas estas piolhas são umas ratitas espertalhonas e já não pedem "oh pai, compra!", já dizem "oh pai, faz!" sejam pranchas, asas de borboletas/vestidos/sapatos de barbies ou casinhas de bonecas. 

Ora é aqui que entra o sofrimento do pai: uma tarde enfiado no arrumo, entre madeiras reaproveitadas do que ainda sobra para lá de gavetas e prateleiras, com parafusos, máquinas Bosch e a certeza de que a bancada de trabalho ainda serviria para algo útil. O pai fez uma casa de bonecas em madeira para as piolhas. Just like that.

Aqui está o passo a passo:

 

Primeiro a escolha das madeiras e a verificação do tamanho

 

 

Aparafusa-se a estrutura e aquilo que serão os futuros andares (a casa terá 3 andares + sótão)

 

Cortam-se tábuas para fazer as divisões da casa e aparafusa-se tudo. O telhado é posto.

 

 

Veda-se a parte de trás da casinha com uma placa de madeira (das que veem nos móveis de wc), aparafusa-se e cortam-se as sobras.

 

Aproveitam-se os restos de silicone para encher os buracos de parafusos e rasgos onde passariam gavetas (madeiras reaproveitadas dá nisto) e passa-se uma espécie de primário para tirar brilhos e permitir que depois a tinta acrílica adira bem.

 

 Primeira reação das piolhas à casa: aprovada! Os animais até podem lá entrar e cabem bem. Está preparada para ser pintada, a mesa protegida.

 

Trabalho de equipa: todas pintamos e o pai descansa. Atente-se à nossa palete de cores: uma caixa de ovos é o sítio ideal para despejar várias cores de tinta e ir doseando, sem nos preocuparmos com copinhos.

  

 

Trabalho de equipa desfalcado: uma piolha concentradíssima enquanto a outra já pinta as mãos porque isso é bem mais divertido do que pintar uma casa enorme. O trabalho de equipa durou uns meros 10 a 15 minutos...  

 

Trabalho final que ficou ao encargo da mãe: vários reaproveitamentos de tinta e novas doses no telhado e estrutura exterior. Quando as piolhas acordaram da sesta, o difícil foi convencê-las a não mexerem na casinha porque estava a secar... Mas lá se convenceram depois de uns dedos sujos e das ameaças de terem uma casa a esvoaçar janela abaixo se insistissem  na teimosia. Correu bem.

 

A casa estará pronta para brincarem não tarda e espero que lhes continue a fazer as delícias. Até lá, aceitam-se sugestões e afins de como a "decorar" sem gastar dinheiro, claro. Camas, cadeiras, mesas e afins :) as mesas podem ser carrinhos de linhas (tenho cá uns antigos, de madeira) mas o resto falta. Nunca tive nenhuma casinha e faltam-me essas valências.

 

O pai está de parabéns! As piolhas adoraram e agora prepara-se (e eu também) para o próximo "pai, faz" :)

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publicado às 09:00

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