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... e o pai vai adorar!

No t2, há uma parede que pertence às piolhas. É uma das paredes da garagem, onde já deixaram as suas marcas quando tinham 2 anos e que guardamos até hoje.

Nestas férias decidimos ir mais longe e sermos mais ousadas. Em vez de decalque de mãos, bem, inspirámo-nos e houve banhos de tinta. Literalmente.

 

Piolhas com t-shirts velhas e cuecas de bikini, mãe com bibe, muitos copinhos de iogurtes reutilizados, tintas acrílicas diluídas em água e misturadas para obter novas cores, pinceis da mãe. Parede à nossa espera e "Art Attack"!!!!!

 

Começámos assim:

 

 

Protegi com película a parte onde estavam os decalques das suas mãozitas, colei cartolinas na parede e começámos a brincar com as tintas. Mas rapidamente achámos que a parede ficava bem melhor mais colorida. E as piolhas também!!

 

 

 

E, dois dias depois, o resultado final é este:

 

 

A nossa parede está muito mais gira agora e até parece que os apoios das bicicletas fazem parte da paisagem eh eh eh. No final das pinturas, ainda fomos lavar o carro e o chão da garagem. Claro que as tintas não saíram mas também não é grave.

Foi uma atividade muito gira e divertida de se fazer!

publicado às 21:53

Esta foi peanuts. Encontrei um bocado de contraplacado no arrumo (deveria ser de algum móvel que, entretanto, devemos ter restruturado) e desenhei uma esquadria de 6 cm. O marido com a serra cortou o interior.

 

 

Já em casa, depois de lixar a zona de corte, desenhei miniesquadrias de 1 cm cada, para depois pintar uma espécie de arco-íris, inspirada na personagem RainbowDash, que é um pony muito rápido, está sempre com pressa, mas é muito prático, inteligente e sem medo de resolver as coisas. Depois de tanto cor de rosa Pinkie Pie, achei que iríamos precisar de mais cor.

 

 

Depois foi só pintar com as cores da crina e cauda. A marca do flanco tem uma nuvem, logo, decidi que deveríamos ter nuvens na moldura. Em feltro branco, recortei nuvens e colei nos cantos opostos.

 

 

E, como festa é festa, adicionei um balão, com uma serpentina presa et voilà! Feito!

 

 

 

Depois da sessão fotográfica, a moldura ficou no Jardim de Infância pois terá bem mais utilidade lá do que em minha casa.

Mais um acessório super barato em que gastei zero, pois já tinha todos os materiais. As cores que não tinha, misturei para as obter. Simples, económico e fez um figurão :)

publicado às 12:04

O dia de ontem foi... fabuloso!

por t2para4, em 30.07.13

As piolhas fizeram ontem a sua festinha de aniversário na escola e foi tão bom, tão gratificante, tão delicioso ver a felicidade de todos aqueles miúdos enquanto cantavam os parabéns e jogavam e atiravam confetis e serpentinas ao ar. E diziam "foi tão giro!", "foi muito engraçado!". As piolhas andavam que nem podiam: todas elétricas, histéricas, ansiosas por festejarem com os amiguinhos.

 

O tema escolhido, este ano, foi em torno do "My little pony" e fez as delícias de meninas e meninos.

 

Oh, só para isto:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado às 11:00

Ora, muda lá os móveis outra vez!

por t2para4, em 26.01.13

A divisão da casa que mais voltas e reviravoltas levou foi o que é hoje o quarto das piolhas.

Aquela quarto já foi quase tudo cá em casa e não nos levou a uma escolha de móveis muito agilizada. Sabendo o que sabemos hoje teríamos tido outras escolhas.

Assim:

- quando comprámos casa, foi quarto de arrumação (carpetes, impressoras, etc.)

- quando compusemos a casa com as devidas mobílias, foi quarto de hóspedes - daí a escolha de uma cama de casal, roupeiro (a.k.a. caixote-sem-jeito-nenhum-que-ocupa-um-espaço-descomunal)

- quando (re)comecei a trabalhar, passou a escritório

- quando engravidei, lá demos um jeitinho mas pouco alterámos a não ser tirar de lá todos os livros e estante

- quando nasceram as piolhas, aproveitámos a secretária para suporte de banheira e deicxámos tudo na mesma, já que as caminhas de grades estavam no nosso quarto

- 3 meses depois, a cama de casal viajou para casa dos meus pais e as de grades passaram para lá

- 1 ano e tal depois, deu-se a viagem inversa

 

E a partir daqui não parámos mais com as alternativas à disposição dos móveis. Já esteve assim

 

 

Depois ficou assim (nunca tivemos muita pachorra para decoração de quartos infantis quando sabíamos que ia ser coisa provisória... Ainda pensei em pinturas murais e quartinhos típicos de bebé mas ficou um misto do que se pode arranjar e pronto. Como previ, foi coisa de pouca duração)

 

 

 Quando as piolhas começaram a saltar as grades, ainda mal sabiam andar, foi altura de mudar de cama e de disposição, o que basicamente correspondia à imagem de baixo, não fosse o facto de esta ser posterior à mudança. Antes, o roupeiro estava na parede oposta, as mesas de cabeceira encostadas à cama e a estante na outra parede.

 

 

Tendo em vista a preparação do espaço para as piolhas conseguirem dormir, brincar e estudar - à falta de outra divisão na casa, terão que trabamhar no seu quarto, num espaço próprio -, fizemos um cálculo da área numa folha de papel e cortámos retângulos de papel à escala de modo a melhor combinar a mobília e obter uma área livre mas onde coubessem todos os móveis, que fazem falta.

Assim, para já, para "esconder" um pouco a bonecada e respetivo caixote, a estante ficará à direita da janela mas, quando vierem as secretárias com alçado, passará para o lado delas e a cómoda para lá.

 

 

O quarto parece agora um quadrado revestido da mobília com o centro livre. As proteções de esponja de desporto que comprámos na Decathlon e colocámos debaixo da carpete para abafar o ruído foram retiradas. O quarto ganhou mais espaço e mais luminosidade. 

As piolhas adoraram a mudança e já brincaram imenso na nova área. Só espero que a noite corra bem pois a cama está numa disposição diferente...

Há algum tempo enviei uma candidatura para o programa "Querido, mudei a casa", só querendo mudar o quarto das piolhas mas está visto que não posso contar com essas coisas :) assim, bem ou mal, pusemos mãos à obra e, para já, fica assim: um misto de quarto tradicional com motivos de bebé/criança. Lá para os 13 anos das piolhas, a decoração mudará à séria, embora se mantenham os móveis. Ideias já tenho e material de base também :)

 

Esta alteração entusiasmou-me e deu-me algum ânimo extra. E, apesar das dores nas costas, valeu a pena.

 

publicado às 19:09

Modo Natal

por t2para4, em 13.12.12

Apesar das maleitas e um pouco forçado, estamos em modo Natal, porque as piolhas merecem e porque só querem que o dia 25 venha depressa para receberem a barbie bailarina e a barbie princessa pop star.

Talc omo já vai sendo hábito, elas (des)ajudam nos primeiros 10 minutos e depois vão fazer outra coisa qualquer. A novidade foi o facto de darem a sua opinião crítica de onde pôr os enfeites.

Aproveitei tudo o que tinha de anos anteriores e comprei apenas duas coisas: as fadas e pinheiros que pendurei no candeeiro da sala e puxadores de portas, um presépio.

Os perús foram feitos nas aulas de Inglês no infantário, por altura do Thanksgiving (pinhas, olhos googoo, fita vermelha, pedaços de papel colado à pinha). As meias/botinhas foram feitas com cartolinas e colagens de diversos materiais e alguma imaginação e presas à lareira com bostik. A coroa da porta de entrada foi feita por nós, num final de tarde, antes do jantar (brutalmente simples: sacos de farinha de padeiro enrolados entre si e presos com fio das chouriças, hera em toda a volta atada com ráfia, pinhas, uma estrela e uns laçarotes colados com cola quente, salpicos dourados (na ausência de spray) e laca de cabelo (isso mesmo! O meu verniz em spray acabou e não me apeteceu comprar mais), fio dourado para prender na porta e já está). Fica lindíssima e rústica na nossa nova porta (agora já não se ouvem as nossas vozes no átrio do prédio. Adoro a nossa nova porta que, além de fintar o som, finta também as entradas de ar. Adeus perda de calor no inverno e de fresco no verão!), prenda de Natal/aniversário dos meus pais.

 

As prendas foram todas compradas ao longo do ano, o que permitiu ir fazendo as coisas com calma, ponderar bem, comprar de forma racional e económica; estou a ultimar os miminhos que oferecerei também (lipgloss, sabonetinhos, baileys caseiro) e só falta comprar uma ou outra lembrança. Só falta enviar e/ou entregar.

 

Ao contrário do que planeara, não avancei com calendários do advento nem com a história do nascimento de Jesus (acho que abordaram isso no infantário). Fica para o próximo ano. Este ano, muito sinceramente, só quero um Natal simples, sem confusões familiares nem discussões nem atitudes dúbias (tios, sogros e afins); quero ver a felicidade das piolhas ao terem as tão desejadas barbies e descansar. 

 

 

 

 

 

publicado às 11:31

Mais uma caixinha pintada

por t2para4, em 20.11.12

Para fazer companhia e fazer pendant com a que já tinha feito para a minha irmã há um tempo. Foi só recorrer pintar (e esperar ter acertado com o tom) e usar a técnica de découpage. Apesar de simples, demorei quase 3 meses a fazê-la... Não foi por mal...

 

  

publicado às 10:30

Novas ondas de decoração

por t2para4, em 19.11.12

Não foi preciso muito; bastaram alguns olhares de esguelha e cabeça inclinada para o móvel da casa de banho e para o vazio no cimo da nova arca. Tinha de modificar aquilo e dar um novo ar às duas divisões. Há mais coisas a sofrerem olhares de esguelha e cabeças inclinadas mas, para já, terão de esperar.

O tempo dispendido foi de alguns minutos, apenas, talvez, no máximo, entre recolha, lavagem e assemblagem, de 30 minutos.

 

Em setembro comprámos novos móveis para a casa de banho pois o antigo estava uma miséria e o local onde punhamos os sapatos era um acumulador de pó. Assim, comprámos dois lindos móveis de branco brilhante no Leroy Merlin para resolver esta questão e renovar a casa de banho. Depois dos móveis montados, limpos, arrumados e cheios, faltou a decoração. O grande não necessita de nada, mas o pequeno que serve de sapateira, merecia algo. Comecei por lhe colocar, em copos de acrílico azul, umas suculentas/cactos mas, como são de exterior, morreram passado pouco tempo (eu não sabia que não se davam em interior) e não é zen ter cenas dessas em casa. 

Assim, fui ao arrumo dar uma volta aos caixotes das louças não usadas e trouxe duas tacinhas de sobremesa para casa, lavei os acrílicos e fiz sabonetes. Enquanto os sabonetes solidificavam, coloquei café em grão nas tacinhas e velas, aliviei o móvel e alterei a decoração da janela. 

 

 

 

Adoro o cheirinho do café quando ligamos o aquecedor (está perto das tacinhas e lança o aroma ao aquecer) e o novo canto na janela. A vela já não parece um objeto isolado e os copos estão mais cheirosos agora.

 

Na cozinha, aliviei a borboleta que estava neste cesto e as velas que tirei de lá (usei-as nas tacinhas da casa de banho) foram substituídas por paus de canela, acabando por harmonizar com o que já estava em cima do dispensador de especiarias. Como o cimo da arca estava mesmo vazio demais, lembrei-me de um cesto que tinha no arrumo e pensei em fazer um arranjo rápido (mesmo rápido!). Não tem arte absolutamente nenhuma: é só apanhar os elementos e colocá-los no cesto! 5 minutos et voilà!

 

 

Como se pode ver, só precisei de algumas pinhas, um pouco de madeira que atei com fio de cozinha, duas abóboras em miniatura e azevinho (veio tudo de casa dos meus pais e só cortei as pernadas mais rentes ao chão). Simples, sem custos e bem bonito!

De caminho, aproveitei e trouxe mais duas abóboras que ficam lindamente no canto do nosso sofá/mesa na cozinha:

 

 

 

Resta aliviar um pouco a banca - que está cheia: aquário, microondas (gaveta do pão em cima), escorredor, lavaloiças, fogão, duas máquinas de café lado a lado - e ficarei a ter menos olhares de esguelha para aquela área. Aceitam-se sugestões que não impliquem furar paredes.

publicado às 12:00

Decoração de Halloween - parte 1

por t2para4, em 20.10.12

Em ajuda à mamã Sílvia mas não só, aqui ficam os trabalhos que fiz recentemente com as crianças com necessidades especiais. É muito simples e lida com a questão sensorial do tacto, ou seja, usei tintas de dedos e decalquei mãos e pés, aproveitando a altura em que eles já estavam preparados para o fazer com a sua professora do ensino especial. 

Para evitar questões mais chatinhas com o uso do pincel (cócegas ou aversão), era espalhada tinta num prato (dos descartáveis) onde se colocava a mão ou  o pé de palma para baixo e depois era só imprimir na folha.

 

Para os fantasmas, usei a tinta branca espalhada com pincel porque estive com um menino que tolera bastante este tipo de sensações e gostou bastante de estar a decalcar-se. Ria imenso e desafiava-me para mais.

 

Assim sendo, do que precisamos e como fazemos:

- tintas de dedos ou guaches

- pratos descartaveis (ou dos outros, se se lavarem  na máquina a altas temperaturas)

- pincel para espalhar tinta

- folhas brancas

- cartolina ou papel de cenário

- lápis de cera

- cola

- googoo eyes (olhos que mexem - vendem-se aos sacos por poucos cêntimos em lojas chinesas)

- marcador preto

- lã preta

 

Pintar as mãos ou pés da criança e imprimir numa folha à parte. Quando se imprimir o pé, usar tinta branca. Usar tinta preta apenas algumas vezes nas mãos. Deixar secar. Recortar pelo contorno das mãos e criar faixa com dizeres Halloween, aranhas, gatos e fantasmas como nas imagens em baixo. Dar cor de fundo com lápis de cera, colar lua ou morcego em cartolina, em nova cartolina ou papel de cenário (um rolo de 10 m custa cerca de 7 euros na Stapples), colar os recortes em formas de fantasma ou aranha ou gato, pôr os olhos ou pintar e enfeitar o local que se pretende :)

 

 

 

Tamém se podem fazer silhuetas. Esta é de uma bruxa e foi só fazer o contorno e recortar. Fica lindamente pendurada no meio da sala ou numa parede, numa escola/infantário/biblioteca, etc.

 

 

Espero que ajude. Não tenciono fazer este tipo de trabalhos com as piolhas porque já fiz outro, que também serviu para eu levar para o infantário delas.

Pintei uma cartolina em tons que lembram o anoitecer e criei personagens halloweenescas em feltro. Essas personagens ficam soltas de modo a que as piolhas e os colegas possam criar e inventar histórias. Estes materiais serviram, inicialmente, para aliar o ensino das cores à temática da festividade anglo-saxónica que se aproxima.

 

 

 

 

 

E se quiserem ir mais longe, em casa ou arriscando fora de casa, podem experimentar rechear uma abóbora e servir como refeição. Foi o nosso jantar hoje e correu lindamente. Estava tudo delicioso.

Basta arranjar uma pequena abóbora e abrir-lhe um chapéu, retirar as sementes e untar com azeite e sal. À parte, faz-se um refogado com cebola e alho picado, junta-se bacon aos pedacinhos e peito de frango às tirinhas que se deixa corar, acresce-se polpa de tomate e deixa-se ferver um pouco. No final, verte-se tudo para dentro da abóbora e vai ao forno cerca de 50 minutos. 

 

 

publicado às 20:29

Coroa de Outono

por t2para4, em 17.10.12

Adoro crafts e nem quero saber de críticas. Acho que é uma atividade adaptável a qualquer idade, com qualquer pessoas - e acreditem que tenho umas ideias fantásticas para colocar em prática na Unidade Multideficiências para breve (estou a fazer um "trabalho" de contrato emprego-inserção, os antigos programas ocupacionais, numa escola onde há ensino integrado e existem salas de ensino estruturado e este tipo de unidades e quero fazer uma atividade manual com as crianças que lá estão) -, que estimula e que ajuda à criatividade e que também é boa em termos sensoriais.

 

Desta vez, optei por uma coroa de Outono que vai sendo alterada consoante a festividade e a estação do ano. Não a coloco na porta nem na lareira e como não me decidi a furar a parede da varanda (pois não sei onde passam os fios elétricos), pendurei-a na torneira da varanda. E fica lá mesmo bem!

 

Com a ajuda das piolhas, fomos apanhar pinhas, vides, caruma e bolotas pois já tínhamos nozes em casa; pedimos uma abóbora à avó e roubámos-lhe um bocadinho de casca de madeira. Depois foi espalhar tudo na mesa da cozinha e começar a inventar, com a única ajuda da pistola de cola quente e uma toalha de proteção para não estragar a mesa. As piolhas estavam mais interessadas em cortar as nozes com as tesouras delas (ainda hoje lá estariam pois são das que só cortam papel) do que em ajudar-me mas apreciaram o resultado final. E eu também! 

Para pendurar, foi só fazer um laço fita de organza castanha e pronto. Nada mais simples.

 

A confusão inicial:

 

 

E o resultado final:

 

publicado às 21:56

Mais mudanças - a parede da sala

por t2para4, em 19.09.12

Quem me conhece minimamente sabe que não consigo ter as coisas (seja mobília, objetos de decoração ou mesmo paredes) na mesma durante muito tempo. E quanto pior eu andar da minha cabeça (entenda-se: enxaquecas quase fulminantes, ansiedade que provoca crises de falta de ar e choro por todo o lado), mais necessidade sinto de me virar para algo que me ocupe as ideias e puxe pela criatividade e esforço físico. Claro que o marido acaba por ser arrastado nestas minhas andanças e as piolhas acabam por achar imensa piada a isto.

 

Temos muitos planos para tornar este nosso T2 num cantinho ainda mais especial para nós. Não somos adeptos do minimalismo mas há determinadas formas de estar que adoptámos: menos tralha para limpar ou expor (é a nossa casa e não um museu), não entra nada novo sem que algo velho saia (por exemplo, comprámos um novo móvel de wc para substituir o antigo que apodreceu no fundo. Este é maior e mais largo, o que proporciona uma arrumação mais organizada e eficaz), utilização racional e organizada de todas as divisões e, acima de tudo, pensamento lógico: eu adoraria ter uma casa enorme mas para quê? Daqui a uns anos (esperemos que sim!!!), as piolhas farão uma vida independente e tratarão de gerir a vida delas à sua maneira e, nesse caso, para quê um casarão com 5 quartos e 2 salas? 

Outra aspeto que temos tido em conta é a ponderação das alternativas que existem: eu adoraria ter colocado pedra em algumas paredes da sala mas o meu pai (que entende do assunto) avisou-me logo de que, além de muito dispendioso, teríamos que fixá-las muito bem (o mais certo era nem podermos ser nós a fazê-lo), colocar verniz em cima e, por muito bonito que ficasse, aquelas paredes seriam sempre um acumulador de pó. Como já tinha experimentado no quarto a técnica do betume com a tinta, foi só adaptar para a sala. E ficou fantástico!

 

A lareira (que já tinha mostrado antes):

 

 

 

E a parede, numa foto já com o enquadramento da sala. Aproveitei para fazer alterações à decoração do aparador (que, apesar de tudo ainda se encontra fechado com atacadores... Mas, do mal o menos, já lhe retirei um e as portas parecem algora "normais").

 

 

Durante um fim de tarde, lá andei eu munida de espátula, betume e tinta, toalhetes e escadote. As piolhas deliravam e andavam excitadíssimas. Queriam ver o resultado final, soltavam exclamações de "uau" e "que parede muito mais bonita!". Tenho um pequeno público crítico em casa :)

 

Mas, apesar das mudanças - que dão logo outro aspeto ao espaço -, achei que ainda não era suficiente. Depois de ter alterado a disposição dos bibelots, desaparafusei algumas portas e gavetas ao móvel da TV (um belo molho de lenha, como lhe costumo chamar pois ainda não há verba para comprar um em condições) e coloquei-o mais simples. Depois foi só preencher - de forma básica - os espaços abertos com fotografias e livros/coleções de DVD. Obtive a aprovação das piolhas que também queriam experimentar a chave de parafusos.

E, para terminar, dada a combinação de cores e motivos que identificam a nossa sala, um dos quadros saiu para dar lugar a este, que pintei em dois serões:

 

 

 As piolhas continuam a reagir francamente bem às mudanças que fazemos em casa, talvez por serem uma constante desde que nasceram (por exemplo, o quarto delas só ficou pronto quando já tinham uns 5 meses) e nunca ficou na mesma por muito tempo por causa da mudança de camas e do local do banho e da arrumação das roupas e dos ovos, etc. 

Acho que partilham um pouco do nosso gosto por estas pequenas alterações controladas e organizadas num ambiente que lhes é familiar e daí a boa reação. Talvez lhes dê para serem designers :)

publicado às 09:35

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