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Inspirada na experiência que tivemos no Dolce Vita Coimbra, numa destas semanas passadas, decidi criar algo para as piolhas se aperceberem melhor das regras que temos que seguir quando andamos ou rolamos na estrada.

 

No Dolce Vita, com a ajuda da polícia (PSP), a ideia era contornarem um circuito fechado em bicicletas e obedecerem à sinalização vertical. Foi um caos. Elas queriam lá saber dos riscos e dos sinais! Queriam era andar de bicicleta!

 

 

Então, numa tentativa de melhorar esta situação - ainda que não vão para a estrada andar de bicicleta - e dar-lhes a conhecer as regas que temos que cumprir andemos a pé ou de carro, numa loja chinesa, comprei um pedaço de feltro preto e, aproveitando retalhos de feltro que foram sobrando de outras confeções, fui tentando compor um circuito com espaços que lhes fossem nominalmente familiares. Aproveitei também para fazer a cabeça da minha pobre mãe em água porque decidi testar à séria a máquina de costura. O resultado final foi torto mas produtivo:

 

 

A sinalização foi imprimida em cartolina, plastificada e colada nos locais adequados. 

Em cima da mesa, aberto, lá expliquei às piolhas o que significavam aqueles sinais, por que lados é que temos que circular e que aquela sinalização que ali está é igual à que encontramos na estrada quando saímos de carro para ir a casa da avó, à escola, às compras, a Coimbra, etc. Agora, tenho uns minirádios no banco de trás a indicar-me a sinalização e a certificarem-se de que vou mesmo a cumprir as regras, por exemplo, se vou mesmo mesmo mesmo a 40 km/h ou não...

 

Ora bem, mas como as piolhas são umas pindéricas vaidosonas meninas, acham mesmo que neste tapete andam carros? Claro que não!

 

publicado às 15:27

O bolo de aniversário e as lembranças

por t2para4, em 30.07.13

O bolo foi do mais simples possível. Quando fiz a encomenda, pedi que fosse de pão de ló e chocolate com recheio de chantilly e que a cobertura fosse também de chantilly rosa, polvilhado com corações coloridos de açucar. 

 

Em casa, decorei ao gosto das piolhas. Coloquei um boneco Pinkie Pie pony em destaque, reutilizei balões, comboio e cogumelos de outras decorações de aniversários anteriores, comprei umas velas coloridas e uns foguetes e pronto. Poupei 10 euros nas decorações, as piolhas ficaram com o bolo personalizado e ao seu gosto, e, modéstia à parte, o bolo ficou muito giro. E, mais importante, estava delicioso!!

 

 

As lembranças para os amiguinhos do infantário foram também alusivas ao tema, claro. Uma colega fez, em cartolina, os recipientes em forma de rebuçado e eu tratei dos autocolantes.

 

 

 

No interior, além de chupa-chupas e caixas de smarties, iam uns desenhos de pony para recortar e montar. Os meninos receberam pony meninos e as meninas pony meninas.

Os moldes foram retirados deste site que tem coisas espantosas.

Os custos foram reduzidos e, mais uma vez, com criatividade e imaginação, fez-se algo ao gosto das piolhas.

 

Apesar de o aniversário ter sido no sábado, as piolhas, como já vems endo hábito, tiveram direito a dois bolos, um nesse dia e outro para levar para a escola. Apesar de algo muito grave se ter passado nesse dia, por parte dos avós paternos (que nem esse título merecem porque são uns autenticos cobardes mentirosos que nem se dignaram a dar os parabéns às netas mas isso fica para outro post porque não vou estragar o meu dia a pensar nas merdas que eles fazem), as piolhas no meio do seu -ismo nem se aperceberam - Yupiiiiiiii!!!!!!!!!!!!!! - e divertiram-se imenso! Elas queriam era fazer anos e o resto é conversa. Hoje já me perguntaram quando é o próximo aniversário e quando lhes disse que era só em julho de 2014 acharam que falatava muito tempo. Foi um fartote de rir.

 

publicado às 12:12

Esta foi peanuts. Encontrei um bocado de contraplacado no arrumo (deveria ser de algum móvel que, entretanto, devemos ter restruturado) e desenhei uma esquadria de 6 cm. O marido com a serra cortou o interior.

 

 

Já em casa, depois de lixar a zona de corte, desenhei miniesquadrias de 1 cm cada, para depois pintar uma espécie de arco-íris, inspirada na personagem RainbowDash, que é um pony muito rápido, está sempre com pressa, mas é muito prático, inteligente e sem medo de resolver as coisas. Depois de tanto cor de rosa Pinkie Pie, achei que iríamos precisar de mais cor.

 

 

Depois foi só pintar com as cores da crina e cauda. A marca do flanco tem uma nuvem, logo, decidi que deveríamos ter nuvens na moldura. Em feltro branco, recortei nuvens e colei nos cantos opostos.

 

 

E, como festa é festa, adicionei um balão, com uma serpentina presa et voilà! Feito!

 

 

 

Depois da sessão fotográfica, a moldura ficou no Jardim de Infância pois terá bem mais utilidade lá do que em minha casa.

Mais um acessório super barato em que gastei zero, pois já tinha todos os materiais. As cores que não tinha, misturei para as obter. Simples, económico e fez um figurão :)

publicado às 12:04

Como fazer uma pinhata "My Little pony"

por t2para4, em 30.07.13

Tal como tinha dito no post anterior, o tema da festa de anos das piolhas foi o "My little pony", em particular a personagem Pinkie Pie, que é um pouco como elas: menina, vaidosa, sempre aos pulos, muito inteligente e distraída, adora festas, e anda sempre aos pulos e corre e é simpática (já referi que anda sempre aos pulos?)

 

Assim, depois de alguma pesquisa pela net e de não me ter deparado com nada que me apaixonasse particularmente, decidi ser eu própria a usar os miolos e a criar de raiz a pinhata Pinkie Pie. 

 

Do que precisei:

 

- cartão de uma caixa de bolos

- um balão

- publicidade dos hipermercados rasgada em tiras

- mistura de água e farinha (até ficar com aspeto cola líquida)

- papel seda (10 m etros a 1,65 € numa loja chinesa)

- fio norte

- etiquetas A5

- serpentinas e confetis

- doces (chupa-chupas, rebuçados e bombons)

- apitos e línguas de sogra

- cabo de uma vassoura

- fita cola scotch

- fita cola

- cola gel

 

Comcei por tratar do balão e forrá-lo com as tiras de papel e a mistura e farinha, de modo a que, quando seco, ficasse com uma espécie de taça de papel machê.

 

 

 

Deixei secar durante a noite, para ter a certeza de que ficava bem rijo e dediquei-me a outras partes do pony. Cortei o cartão da caixa de bolos ao meio, desenhei o contorno do Pinkie Pie (cada personagem tem um focinho diferente), uni as partes soltas com fita-cola e contornei outra igual para fazer os dois lados.

 

 

Quando o papel do balão ficou seco, furei o balão. De volta ao molde do pony, uni-o pelo focinho com fita-cola e criei uma espécie de ponte na barriga onde apoiei o vaso que fiz em papel machê. Aproveitei sempre os restos de cartão e papel de publicidades que foram sobrando. Fui unindo o pony com fita-cola, sem esquecer de deixar uma abertura por onde colocar os doces, confetis e brinquedos.

 

 

Já com a estrutura fixa e estável, comcei a forrá-lo: comecei pelas zonas mais sensíveis: patas, focinho, orelhas. Usei as publicidades para encher os vazios.

 

 

 

Depois de tudo forrado com o papel seda e colado com fita-cola transparente, recortei tirinhas do mesmo papel, coloquei um risco de cola gel e uni ao corpo do pony. Com a tesoura fui cortando aberturas para dar um efeito de franjas.

No final, para a crina e cauda, enrolei tiras do papel seda com serpentinas e colei tudo com cola e fita-cola, tapando depois as emendas com mais tirinhas às franjas. Fiz o mesmo no buraco por onde entram os doces e afins.

 

 

Os olhos e os balões dos flancos são a marca do Pinkie Pie, pois cada personagem tem olhos de cores e formatos diferentes e uma marca diferente. Desenhei e pintei em etiquetas A5, que depois recortei e colei na pinhata.

 

Para pendurar a pinhata, atei fio norte, fazendo um x, entre as pernas e barriga da estrutura, atei e pendurei.

 

 

Seria útil ter algo com que bater e abrir a pinhata mas que não constituísse perigo nem fosse muito pesado para as crianças. A ideia era pô-las, à vez, a bater no pony e deixar os mais fortes  - não necessariamente os mais novos! - para o final para que dessem cabo do bicho. Assim, lembrei-me de um cabo de uma vassoura partido que andava por casa dos meus pais e recuperei-o. Lavei-o muito bem, deixei secar ao sol, tapei tudo tudo com camadas imensas de fita cola scotch, forrei com o que sobrou do papel seda e fui fazendo as franjinhas também. No final, enfeitei com laçarotes das prendas e coloquei tita-cola transparente no local onde pegamos, para não ficarmos com papel agarrado às mãos.

 

 

 

 Et voilà! Com criatividade e muito poucos custos se fazem as delícias das crianças e se dá um toque bem personalizado à festinha de aniversário das piolhas!

 

publicado às 11:55

Final do ano letivo - as lembranças

por t2para4, em 12.07.13

Foi um final de ano letivo trabalhoso mas com resultados muito gratificantes. E, aquilo que mais importante era - as crianças divertirem-se imenso! - foi concretizado. 

Fizemos várias atividades, desde desporto e corrida livre (que é como quem diz: "abram as portas do campo e deixem os putos correr até cairem de cansaço!") no nosso campo sintético (abençoada manhã fresca! ainda que me tenha queimado o nariz...), e terrminámos as atividades outdoor no quartel de bombeiros. Aí é que foi o fixolé dos fixolés bué de fixe!

A visita às instalações, o peddypaper, as atividades, as brincadeiras com a mascote (um golden retriever) e o banho final de espuma fizeram as delícias de crianças e adultos. E até andámos nos camiões de bombeiros, com sirenes e tudo!

Foi uma manhã fenomenal que culminou num almoço convívio. 

Não tenho fotos pessoais deste evento porque, para poder participar e estar com elas (fui sozinha porque o pai estava a trabalhar), não havia muita margem de manobra para uma cobertura fotográfica. Mas, como estiveram lá profissionais, postarei imagens e pormenores dessa manhã noutro dia.

 

Ora bem, lembranças. No meio da organização do dia da festa, uma mamã sugeriu que, entre todos os pais, oferecessemos algo à educadora e auxiliares. Concordei logo e sugeri algo personalizado. De entre várias sugestões, acabou por ficar o pintar de caixas que encheríamos com lembranças dos nossos piolhos.

 

Eis o resultado:

 

 

 

 

Caixas de madeira pintadas com tinta acrílica preta, com moldura de negativo e fotografias a preto e branco coladas com a técnica de découpage, verniz fosco aplicado no final de tudo e forro de feltro no fundo da caixa. Dá mais trabalho do que custos mas fica muito bonito.

 

Dentro das caixas, as piolhas ofereceram uma tela pintada com a sua evolução desde a entrada para o pré-escolar. Aproveitámos a onda de inspiração e pintura e fizemos umas extra para a diretora técnica e para o terapeuta da fala.

 

 

 

 

 

 

 

Ficou algo personalizado para cada um, identificativo de quem se trata e muito bonito. Os custos foram reduzidos: tela e molinhas. Tudo o resto (purpurinas, tintas, papel fotográfico, lã), já tinha em casa. Não tenho muitas tintas, apenas as cores básicas e algumas mais específicas. Quando preciso de novas cores, misturo e vou aperfeiçoando para criar tons mais claros ou escuros, mais granulados ou não. Tento evitar compras desenfreadas e focar-me no que realmente importa: o objetivo final.

 

E, com coisas simples, tempo e dedicação, conseguimos colocar sorrisos nas caras de quem gostamos.

publicado às 14:41

Um brinquedo diferente

por t2para4, em 25.03.13

A R. tem um talento incrível. Estou simplesmente apaixonada pelos seus desenhos - muitos deles figurarão na exposição que estou a organizar no âmbito da consciencialização do autismo, em abril. A R., além de autismo clássico, tem deficiência mental e epilepsia. Mas também tem imensa imaginação e faz desenhos incríveis.

Na minha recolha de desenhos e conversas com a mãe da R., houve um que se destacou pela imaginação e pela beleza que ela conseguiu colocar no papel. Na esperança que lhe possa trazer algum estímulo diferente mas agradável e alguma alegria, meti mãos à obra e reinventei a imaginação da R.

 

E este foi o resultado final. Só espero que ela goste. Não sei se é possível, mas tentei "imprimir" o máximo de carinho e alegria nas linhas e recortes. 

 

 

 

Tentei ser o mais fiel possível ao desenho. Acho que nem ficou muito mal. Eu gosto e as piolhas também :)

publicado às 12:09

Os trabalhos das piolhas ocupam espaços de destaque e são tão importantes quanto as ondas de decoração da mãe. Assim, nada melhor que juntar o útil ao agradável e fundir tudo. 

O corredor, que passou por uma série de transformações, ainda está longe de ser o que queremos. O material já foi comprado e aguarda apenas que a minha cabeça melhore :) Há uma parede que precisa de ser ocupada com outro tipo de  materiais em vez do puzzle gigantesco e desatualizado que lá habita. Mas adiante. Há uma parte de parede que fica entre estantes que estava muito despida. Ao chegar a casa com mais trabalhos das piolhas, cujos ingredientes viajaram mais de 300 km, parecia-me óbvio e natural que acabassem ali. Junto com o quadro que me ofereceram no meu aniversário

O que resultou agradou-nos a todos:

 

- o rinoceronte mudou de estante

- o candelabro mudou de estante

- os livros, atados por um laçarote em organza, passaram a fazer companhia ao vaso das piolhas

- os quadros, desnivelados, tornam a parede menos escura e mais bonita

- o meu presente de Natal, uma das ofertas do meu pai, passou para a prateleira onde estavam os livros

 

 

 

 

 

 

Decoração simples e modesta, agradável e natural, barata.

publicado às 12:57

Há umas semanas atrás, uma tarde de corte e costura. Literalmente.

Duas piolhas felizes.

É preciso dizer mais? 

 

 

 

publicado às 21:33

Modo Natal

por t2para4, em 13.12.12

Apesar das maleitas e um pouco forçado, estamos em modo Natal, porque as piolhas merecem e porque só querem que o dia 25 venha depressa para receberem a barbie bailarina e a barbie princessa pop star.

Talc omo já vai sendo hábito, elas (des)ajudam nos primeiros 10 minutos e depois vão fazer outra coisa qualquer. A novidade foi o facto de darem a sua opinião crítica de onde pôr os enfeites.

Aproveitei tudo o que tinha de anos anteriores e comprei apenas duas coisas: as fadas e pinheiros que pendurei no candeeiro da sala e puxadores de portas, um presépio.

Os perús foram feitos nas aulas de Inglês no infantário, por altura do Thanksgiving (pinhas, olhos googoo, fita vermelha, pedaços de papel colado à pinha). As meias/botinhas foram feitas com cartolinas e colagens de diversos materiais e alguma imaginação e presas à lareira com bostik. A coroa da porta de entrada foi feita por nós, num final de tarde, antes do jantar (brutalmente simples: sacos de farinha de padeiro enrolados entre si e presos com fio das chouriças, hera em toda a volta atada com ráfia, pinhas, uma estrela e uns laçarotes colados com cola quente, salpicos dourados (na ausência de spray) e laca de cabelo (isso mesmo! O meu verniz em spray acabou e não me apeteceu comprar mais), fio dourado para prender na porta e já está). Fica lindíssima e rústica na nossa nova porta (agora já não se ouvem as nossas vozes no átrio do prédio. Adoro a nossa nova porta que, além de fintar o som, finta também as entradas de ar. Adeus perda de calor no inverno e de fresco no verão!), prenda de Natal/aniversário dos meus pais.

 

As prendas foram todas compradas ao longo do ano, o que permitiu ir fazendo as coisas com calma, ponderar bem, comprar de forma racional e económica; estou a ultimar os miminhos que oferecerei também (lipgloss, sabonetinhos, baileys caseiro) e só falta comprar uma ou outra lembrança. Só falta enviar e/ou entregar.

 

Ao contrário do que planeara, não avancei com calendários do advento nem com a história do nascimento de Jesus (acho que abordaram isso no infantário). Fica para o próximo ano. Este ano, muito sinceramente, só quero um Natal simples, sem confusões familiares nem discussões nem atitudes dúbias (tios, sogros e afins); quero ver a felicidade das piolhas ao terem as tão desejadas barbies e descansar. 

 

 

 

 

 

publicado às 11:31

Mais uma caixinha pintada

por t2para4, em 20.11.12

Para fazer companhia e fazer pendant com a que já tinha feito para a minha irmã há um tempo. Foi só recorrer pintar (e esperar ter acertado com o tom) e usar a técnica de découpage. Apesar de simples, demorei quase 3 meses a fazê-la... Não foi por mal...

 

  

publicado às 10:30

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