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A tropa manda desenrascar...

por t2para4, em 06.01.19

O café é decididamente o meu melhor amigo. Não só me salva das horríveis manhãs e maus humores com que acordo como também me salvou a cor do meu cabelo. Confuso? Pois, quando eu digo que #pareceumacasademalucos (com hashtag e tudo) é melhor acreditar porque parece mesmo.


Ora, durante a pausa letiva, aqui a pessoa que vos escreve desempenhou a função de ajudante de mecânico durante uma tarde solarenga (um dia, com calma, escreverei sobre essa aventura). Levou com imenso sol na mioleirinha e, no dia seguinte, ao olhar-se ao espelho, repara que as suas habituais madeixas naturais que já começavam a clarear estavam, de momento, quase... vermelhas. Como se tivesse efetivamente feito madeixas. Fiquei apavorada. E desgostosa... O cabelo estava mesmo feio e eu não queria nada ter de o pintar. Pedi ajuda e alguém me informou que poderia ser algum ingrediente nos produtos que uso na minha higiene capilar (ó que bonito  agora a sério, são champôs e condicionadores sem sal e máscaras para hidratação/nutrição/reconstrução de acordo com um cronograma para cabelos saudáveis, já que há uns anos que não uso qualquer química). E chamaram-me especificamente a atenção para camomila e macadame (ou macadâmia). De facto, a camomila era ingrediente em quase todas as máscaras... Nunca tal me tinha passado pela mente já que pela cabeça passou e me estava a pôr ruiva!!! 


Na falta de outras opiniões, recorri ao dr. Google, esse sábio mestre à distância de uma boa ligação à net, e pesquisei "como escurecer o cabelo de forma natural". E, voilà!, as receitas mais fidedignas envolviam café ou chocolate em pó. Dado que não tinha cá chocolate em pó, pumbas, atirei-me ao café e fiz uma máscara de café frio (dos solúveis, bem escuro e bem diluído), máscara capilar da fase em questão e mel. Mexi tudinho, apliquei no cabelo como se o estivesse a pintar e deixei atuar 30 mniutos. As piolhas acharam que estava a pintar o cabelo e diziam para eu não o fazer porque gostavam de mim assim. Lá expliquei que não era para pintar, só para fazer desaparecer os vermelhos. "Mas cheira a café!" e expliquei que levava café.... "Oh mãe, estás sempre a inventar..."
Logo na 1ª aplicação (que repeti passados 2 dias), fiquei logo com a minha rica cor de volta e sem vermelhos! Bam!!!! Agora, de cada vez que lavo o cabelo, cheira a café  mas, pelo menos, vermelho não está!


Para quem me lê, lamento desiludir mas, se esta máscara tira as madeixas naturais criadas pelo sol e/ou camomila, não disfarça os cabelos brancos nem um pouco. Os meus cá estão, bem à vista e orgulhosamente brancos.

 

PS - sempre que, no médico, me questionavam da reação das piolhas a mudanças em casa, eu respondia que elas reagiam bem - as mudanças só lhes causavam problemas quando fora da casa delas, por estranho que pareça. Depois, em conjunto, chegámos à conclusão que, para elas, no ambiente familiar, o estranho era não haver mudanças, pois, desde muito bebés que nós mudávamos as cores das paredes, disposição da mobília, roupas de cama e wc, cortes de cabelo, estilo de roupas, louças, etc etc etc. Isto era o "normal" delas... Daí não estranharem as minhas "invenções". Enquanto que a casa dos meus pais parece estar sempre na mesma, a nossa, ao longo destes 14 anos já mudou de aspeto interior dezenas de vezes. O quarto delas, então, foi das divisões que mais alterações sofreu desde sempre. Habituaram-se a isso e, aqui para nós, mesmo sem o sabermos, ainda bem que assim foi.

 

 

 

 

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publicado às 20:12

É um trabalho para a escola. A professora de Inglês pediu que todos os alunos fizessem em casa uma de três opções: uma bruxa, um gato preto ou um monstro, com materiais recicláveis. 

As piolhas escolheram o que queriam fazer, pesquisámos ideias na internet e hoje pusemos mãos ao trabalho. Eu tratei de tudo o que envolveu colagens com pistola de cola quente e pouco mais. Elas trataram de quase tudo, como é suposto ser.

 

 

A bruxa

 

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Para a bruxa, precisámos de:

- uma bola (de um dos meus jogos das aulas ao pré-escolar; escolhemos verde como a bruxa de Oz)

- feltro

- cartolina

- paus e ráfia

- olhos goggles

- cola quente e agrafos

 

Fizemos um molde em cartolina (reaproveitámos uns pedaços que tinha guardado) em forma de cone (um maior para o vestido e outro menor para o chapéu), recortámos e agrafámos. Recortámos o mesmo molde em feltro preto e colámos com cola quente por cima da cartolina. 

Na bola, colámos pedacinhos de ráfia e o chapéu. Para disfarçar as "soldas" colámos por cima uma tira de cartolina brilhante.

A vassoura foi feita com um galho e ramos secos de um campo aqui ao lado do T2 e preso com ráfia.

Na bola, desenhou-se a boca e colámos os olhos.

 

 

O gato

 

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Para o gato, usámos:

- tubo de rolo de cozinha

- olhos goggles

- arames com brilhantes

- feltro

- cola quente preta e brilhantes

 

Pintámos o tubo do rolo de cozinha (que tive de enrolar noutro sítio porque não tinha cá nem um rolo vazio) com spray para ser mais rápido e cortámos um pouco em baixo para não ficar muito alto. Dobrámos em cima para trás e depois para a frente para ficar com o formato de orelhas. Cortámos um arame em dois e dobrámos para os bigodes que colámos com cola quente e um triangulo de feltro em cima. Para a cauda, usámos um arame enrolado na ponta que também colámos com cola quente. A boca foi feita com cola brilhante.

 

 

E assim rapidinho e com materiais que andavam esquecidos em gavetas cá por casa se fizeram os trabalhos que, modéstia à parte, estão giríssimos.

 

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publicado às 14:12

Enfeite natalício - rena

por t2para4, em 16.12.17

Este ano, no jardim de infância onde as piolhas andaram e onde eu continuo a ir dar aulas de Inglês, decidi fazer umas renas com as crianças. As piolhas adoraram a ideia e também quiseram fazer para ter mais um enfeite natalício - mas sem ser na árvore porque "está muito cheia" (sic). Ontem, depois do jantar, pusemos mãos à obra.

 

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Assim, para ter umas renas tão giras, simples e baratas, eis do que precisamos:

- cartolina castanha

- fita vermelha (ou outra cor natalícia)

- missanga ou lantejoula ou pompom

- arames revestidos

- olhos

- tinta brilhante 

- cola

 

Como fazer:

Decalcar a mão da criança com um lápis, recortar e arredondar na zona do punho. Com um furador, fazer dois furos (onde se vai passar a fita para pendurar e onde se colocarão as hastes da rena). Passar o arame revestido e torcer; com dois pedaços mais pequenos, torcer à volta do que já está para formar as hastes. Colar uma missanga na ponta do dedo a fazer de nariz e um olho. Decorar a gosto com tinta brilhante. Deixar secar e pendurar!

 

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publicado às 13:50

É fazer as calças de ganga, não muito justinhas e muito menos skinny, para as piolhas poderem vestir e despir à vontade  e, assim, ir mudando os outfits das respetivas.

 

Assim, precisei de sobras de ganga, máquina de costura e linha. Depois foi basicamente fazer e bainha e coser a direito ehehehe não ficou nada de especial mas as piolhas ficaram todas contentes. Preferiam leggings mas tendo em consideração o quão difícil é vestir bonecas, lá se deixaram convencer.

 

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publicado às 13:42

O Carnaval das piolhas 2017

por t2para4, em 28.02.17

Não somos grandes celebradores do Carnaval e, até já o tinha dito aqui, há uns anos, só comecei a dar-lhe alguma importância quando as piolhas já eram toddlers e estavam na creche. E, à exceção dos seus primeiros dois anos em que, de facto, comprei roupinhas a preços de achado, daí em diante, fui sempre fazendo e conjugando coisas para lhes dar um ar festivo e carnavalesco na 6ª feira anterior à Terça-feira Gorda.

Então, recapitulando:

- em 2011, foram umas simpáticas joaninhas (as tais do fatinho que durou uns 2 ou 3 anos, até não caberem mesmo dentro dele)

- em 2012, foram Doras, as exploradoras (viva o improviso, já que foi uma altura particularmente complicada; também voltaram a ser joaninhas)

- em 2013, foram umas fadinhas rosa (nada de especial apenas um conjunto de asas, varinha de condão e antenas pindéricas  com roupa cor de rosa normalíssima, pois, foi - again - uma altura complicada)

- em 2014, foram trabalhadoras alusivas aos poneis (nem quero acreditar que foi o 1º ano delas na escola... Tema profissões antigas que, com algum engenho, lá consegui misturar com as profissões dos poneis de My Little Pony)

- em 2015 e 2016, foram de Equestria Girls (com a totalidade dos acessórios feita em casa mais alguma roupa normal a compor a coisa. Adoraram e seria mais um ano a repetir mas enough is enough)

 

Então, para este ano, 2017, após muito pensar e sem grande tempo para me dedicar a projetos DIY, as piolhas lá se decidiram pela Marinette que tem a Miraculous Ladybug por alter-ego. Para tal, foi fácil decidir o que fazer e onde arranjar o que faltava. Assim, em casa, no roupeiro das piolhas já tínhamos as leggings, as camisolas (polares que aqui faz frio), os casacos cintados (apesar de terem cores diferentes do da personagem), sapatilhas (está demasiado frio para sabrinas), as carteirinhas rosa a tira-colo.

Do que precisei:

- mascarilha, que comprei no Espaço Criança por 1,25€ e depois pintei com as cores e manchas da LadyBug

- perucas azuis (daquele tom de azul Marinette) que comprei numa loja chinesa, por 3 euros (e que, depois de fazer os puxinhos e atar com fita vermelha, cortei a jeito)

- fita vermelha já tinha, de outros trabalhos

- feltro e linha de atar chouriços, que também já tinha de outros trabalhos, para fazer uma Tikki (o amuleto vivo, por assim dizer, da Marinette e que a transforma em LadyBug)

 

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 (apesar de eu achar que elas ficaram um pouco estranhas - sinistras, vá, por causa dos olhos -, as piolhas disseram que estavam fofinhas)

 

E o resultado final, que já tinha partilhado no Facebook do blog, ficou bem melhor do que eu inicialmente imaginara. Tudo se arranja, com alguma imaginação e boa vontade. As piolhas ficaram felizes e eu também, por vâ-las felizes.

 

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publicado às 17:22

Foram 2 carnavais e 1 aniversário com a mesma fatiota made at home e que fez as delícias das piolhas. Elas queriam muito ir vestidas de Equestria Girls e foi pensar nas que preferiam encarnar e as que menos trabalho dariam para fazer acessórios e afins.

Decidimo-nos pelas Twilight Sparkle e Fluttershy. Na net, pesquisei a imagem ideal e comecei a delinear o plano para chegar ao resultado final, tão parecido quanto possível.

Comeci, então, por aqui:

 

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Tive que pensar que roupas tenho para combinar com o que vou fazer pois estamos no hemisfério norte e, aqui, o carnaval é frio, molhado e frio (sim, frio).

Tinha os collants ideais - que substituiam as botas das bonecas - e as camisolas quentinhas comprei numa loja chinesa (uma camisola de gola semi-polar branca e, no caso da Twilight, uma camisola azul por baixo e, por cima, uma blusa qualquer. No ano passado levou uma branca, esta ano levou uma maior azul). Também comprei o laço na loja chinesa bem como as perucas: uma lisa azul (não havia roxo, por isso, só troquei as cores e pintei com tinta acrílica a amadeixa rosa e roxa) e outra encaracolada rosa.

Na retrosaria comprei uma tira de tecido verde - aquele tom de verde - que ficou em cerca de 5 euros.

Os feltros, o gancho, as linhas, a fita, os elásticos, etc, já tinha em casa de outros projetos.

 

Contas feitas: cerca de 7 euros na loja chinesa + 5 euros na retrosaria.

 

Como preparei tudo

Antes de mais, fiz em cartolina, os moldes das asas, sempre em duplicado (esquerda e direita) com reforço interior para dar mais firmeza quando as asas estivessem postas. Fiz, igualmente, os moldes das orelhas e do chifre para depois coser às bandeletes e usar por cima das perucas.

 

Depois começou o corte. Das asas, do interior das asas, do reforço, das orelhas.

 

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O passo seguinte foi coser tudo, com a ajuda da máquina de costura, e não esquecer de fazer o reforço para as asas, no local da união. E fazer umas asas amarelas e outras roxas. No final, com a tesoura, cortar e aparar o excesso de tecido de modo a que as asas fiquem iguais e com o mesmo tamanho.

 

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No interior, ajustados às medidas dos braços das piolhas - que vão vestir roupa quente -, cosi os elásticos à mão.

 

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Altura da primeira prova, sob o olhar do Silvestre a da mana. Perfeito! 

 

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Asas prontas, o passo seguinte foi tratar das saias. Ora, como eu não sou lá grande coisa com franzidos e afins, pedi à minha mãe que fizesse a saia verde e subisse a bainha da saia roxa (que já servira no carnaval anterior). Depois, fiz e apliquei as cutie marks de cada Equestria, de acordo com as imagens e bonecas cá de casa, que fiz em feltro.

 

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Quase tudo pronto, faltavam as orelhas e as perneiras e o gancho da Fluttershy. Cosi as orelhas à mão e uni-as a umas bandeletes que já cá tinha. As orelhas saem e posso sempre reutilizar as bandeletes.

 

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Chegado o dia da folia, foi preparar as piolhas com as roupas e os acessórios e vê-las felizes.

 

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Em 2015 foi assim.

E, em 2016, não foi nada diferente (a não ser uma nova camisa e sapatilhas - que os cm do crescimento não perdoam).

 

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Não tive tempo nem energia nem paciência para novas fantasias, de outras Equestrias. E eu que me imaginava de Pinkie Pie eheheheheh

Manteve-se a mesma alegria, a mesma felicidade. Não preciso pedir mais.

 

E por aí? Há mais alguém a meter-se em projetos DIY? Como corre?

 

 

 

 

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publicado às 10:16

Calendário do Advento 2015 - o nosso

por t2para4, em 12.12.15

Não dávamos muita importância a atividades nos dias que precedem o Natal até, um dia, terem oferecido um Calendário do Advento com chocolatinhos, às piolhas. Escusado será dizer que aquilo desapareceu bem antes do dia 25… Por isso, e à medida que o desenvolvimento das piolhas foi permitindo, começámos nós a elaborar o nosso Calendário do Advento (e a deixar-me de chocolatinhos).

 

Este ano decidi-me por algo mais elaborado que me permitisse o reaproveitamento para anos seguintes e, em cerca de 2 horas, estava tudo pronto.

 

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Precisei de:

- cola

- fita cola

- cartolina vermelha

- cartolina verde

- papel pardo (ou de embrulho)

- furador

- caneta corretora

- fio vermelho (ou outra cor à escolha)

 

 

Comecei por dobrar (a olho, sem nenhuma medida em especial) o papel pardo em forma de bolsinhas de modo a, numa cartolina em posição vertical, caberem 5 bolsinhas em 5 filas, perfazendo, assim, os 25 dias de atividades até ao dia de Natal (inclusive). Usei fita cola para rematar os cantos e cola para colar a bolsa na cartolina.

 

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Depois de tudo colado, escrevi com caneta corretora – para ficar a branco e secar rápido – o título do trabalho e fiz uns arabescos nas pontas só porque sim. Em cada bolsa escrevi um número correspondente ao dia do mês.

 

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As folhas de cartolina verde são para escrever as atividades a realizar em cada dia. Dividi as folhas em quadrados de 7 cm, recortei, escrevi a atividade.

 

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Depois furei e passei um fio vermelho.

 

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Cada quadradinho vai para dentro da bolsa para ser, depois, puxado pelo fio no dia da atividade.

Depois, para ficar à vista, prendemos com um clip.

 

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As atividades foram pensadas de modo a serem simples, fáceis de executar e de agrado de todos. Além disso, como temos avaliações durante esse mês – é preciso estudar com as piolhas e é preciso preparar/corrigir/cotar testes e lançar notas (je moi même…) – tem mesmo que ser algo muito simples e rápido de se fazer. Não temos que, necessariamente, seguir uma ordem; o importante é assinalar algo para aquele dia que nos faça pensar um pouquinho na alegria do Natal, seja ele celebrado do modo que for.

 

Eis aguns exemplos das nossas atividades:

 - escolher receitas de Natal;

- ouvir a história do nascimento de Jesus;

- ouvir/cantar canções de Natal;

- fazer biscoitos de Natal;

- ver iluminação de rua;

- fazer uma festa do pijama na sala;

- fazer um picnic em volta da árvore da Natal;

- ver um presépio numa igreja local;

- fazer chocolate quente com marshmallows...

 

 

E, por aí, contem tudo: também há calendários do advento? Que tal essas atividades?

 

 

 

 

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publicado às 13:41

Letras em tela com lápis de cor usados

por t2para4, em 31.08.15

Há tempos que andava para experimentar algo do género e surgiu agora a oportunidade. Queria oferecer algo personalizado a dois bebés lindos mas com um cunho pessoal das piolhas também. E, claro, queria fazer algo e não gastar muito dinheiro.

 

Assim, como lápis de cor usados é coisa que abunda nesta casa, fiz uma pesquisa na net sobre o que poderia fazer com eles e encontrei. Perfeito!

Do que precisámos:

- cola quente

- lápis de cor usados

- afiadeira

- lápis de carvão

- borracha

- caneta de acetato (agora chama-se marcador mas eu ainda sou do tempo em que se dizia caneta de acetato)

- fita

- botão colorido

 

As piolhas ajudaram-me a escolher os lápis mais minúsculos da caixa enquanto eu desenhei os contornos e palavras que queria que figurassem na tela.

 

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Depois, com muito cuidado, apliquei cola quente e fui colando os lápis, sem olhar à ordem cromática, de modo a encaixá-los o máximo possível. Não ficou tudo direitinho, pois, mesmo afiando para ficarem num tamanho mais adequado é quase impossível colocá-los milimetricamente alinhados.

 

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Acabada a parte da colagem, foi altura de contornar as palavras escolhidas com a tal caneta permanente. Escolhi preto para se destacar. Deixei secar um pouco e depois apaguei os vestígios do lápis de carvão.

No final ainda achei que faltava algo num dos cantos, estava demasiado simples mas não queria nada que enchesse muito. Decidi usar uma fita com corujas - toda a gente adora corujas, por estes dias - e rematar o laço com um botão colorido.

 

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Depois de tudo seco, fios de cola retirados e esboços apagados, o resultado final agradou-me muito. Ficou colorido, tem reminiscências do percurso que pais e filhos percorrem juntos e está infantil q.b.

 

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Acho que ficou muito querido, apesar de, obviamente, não estar perfeito nem profissional. Mas contou com a colaboração de duas meninas fantásticas  (que até nem ligam muito a fazer tarefas chatas como separar material escolar eheheheh) e com muito carinho.

 

 

 

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publicado às 23:07

As agendas CAA das piolhas

por t2para4, em 30.08.15

Aproxima-se o novo ano letivo - em passo de corrida, já numa espécie de sprint final - e, à semelhança do que acontece comigo, as piolhas tambem têm umas agendas. Para não baralhar muito o sistema, apesar de funcionarmos com 2 contagens de anos - o ano letivo e o ano civil -, optei por uma agenda do ano civil.

 

A agenda é em Comunicação Aumentativa e Alternativa, com recurso ao sistema de PECs (Picture Exchange Communication) e foi preparada pelo nosso terapeuta da fala, que assinalou, nos determinados dias, certas datas especiais ou feriados. Nos restantes espaços, as piolhas preenchem à vontade ou apenas consultam.

Recebi o ficheiro em powerpoint pelo que optei por imprimir em vários diapositivos por página, a cores, só frentes (assim, o verso poderia ser usado para anotações ou desenhos).

 

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De seguida, recortei tudo e encadernei em espiral.

 

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Juntei uma bonita capa em cartolina com relevos e pinturas brilhantes das piolhas, que cortei à medida, personalizei de modo cursivo, bem como uma contracapa em plástico.

 

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O resultado final não podia agradar-me mais: ficou funcional, giro e útil. Para o próximo ano, irei repetir embora talvez faça algumas alterações.

 

 

 

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publicado às 19:04

Casinhas de cartão - projeto escolar

por t2para4, em 28.04.15

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O livro de Estudo do Meio sugeria a construção de casinhas a partir de caixas de cartão e uso de pinhas para o telhado mas, como sou um pouco subsirva, decidi que faríamos algo diferente.
Do que precisámos para fazer estas casinhas:


- caixas de sapatos
- etiquetas A4 ( para imprimir)
- folhas de cartolina coloridas
- brinquedos (banquinhos, árvores, plantas, etc.)
- feltro
- cartão
- material de pintura
- missangas
- cola quente


Como fizemos:
Medimos a caixa para calcular o tamanho que as janelas e portas deveriam ter, fiz as imagens no word e imprimi na tal folha autocolante A4. As piolhas pintaram a gosto e até fizeram cortinados! Depois de tiradas as medidas à caixa, escolhidas as cores do que deveriam ser as paredes, foi aplicar os autocolantes no sítio desejado e colar as cartolinas com cola quente.
O telhado foi feito com a aba de cartão de uma caixa e colada com cola quente e pintada com tintas de dedos.
Para o jardim, cortei um pouco de feltro, escolhemos uns brinquedos que andavam espalhados pelo quarto sem uso nenhum e inventámos (para disfarçar as pequenas falhas de cola e embelezar).
O resultado final agradou-nos tanto que, orgulhosas do seu trabalho, as piolhas quiseram levá-lo na mão, com muito cuidado, para deixarem na sala de aula.
E pensar que equacionei não fazer nada daquilo! Ainda bem que mudei de ideias!

 

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publicado às 21:52

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