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Hoje somo 41

por t2para4, em 01.10.21

Gosto de fazer anos.
Gosto de ir somando os anos e de festejar mais um aniversário.
Gosto de pesquisar imagens de bolos e de escolher decorações, recheios e sabores.
Gosto de receber prendas, telefonemas, mensagens.
Gosto de sol no meu dia de anos.
Gosto de dias pacatos, sem chatices e sem complicações.
Gosto de refeições simples com a família e de cantar "parabéns a você".
Gosto do arroz-doce da bivó a acompanhar o bolo de aniversário.
Gosto de balões, bandeirolas, fitinhas, guirlandas e decorações em geral.
Gosto das coisas simples, com sentimento.
Gosto de fazer anos.
E, este ano, somo 41.

 

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publicado às 10:29

Feliz dia da mãe!

por t2para4, em 02.05.21

Um feliz dia para todas aquelas que perderam o nome próprio e ganharam um novo no momento em que apareceu um risco extra no pauzinho.
Se tiverem muita sorte, deixam de ser apenas "mãe" para passarem a ser "mãe das gémeas" ou algo assim do género.
É assim há 13 anos. Não o trocaria por nada (embora, às vezes, gostasse de ouvir o meu nome corretamente, vá. Não me parece que a Conservatória do Registo Civil aceite "mãe" como nome próprio - mesmo que o seja...)

Bónus: imagem do momento em que ambas tagarelavam sobre o assunto, já às 12 semanas. Isto já foi tudo combinado com muita antecedência, obviamente, não nos iludamos.

 

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publicado às 00:00

Já somos vintage

por t2para4, em 02.04.21

Conversas em viagens de combóio, leituras, amizades em comum. Um desespero com lágrimas porque risquei um carro com o espelho do carro da minha mãe, ao ser perfecionista demais para o estacionar. Um pagode na resposta dele porque já entrara uma escada pelo carro da mãe adentro. Uma amiga de infância de um e amiga de faculdade de outro, mas uma amiga para a vida, ali a ver que estava a passar-se algo. Horários de idas e vindas para a faculdade combinadas. Ele da Faculdade de Ciências e Tecnologia de Coimbra, ela da Faculdade de Letras - o engraçado era ser ali que ele passava mais tempo. Idas ao cinema para aproveitar que se estava em Coimbra, baldas às aulas mais chatas onde não passava o papel das assinaturas. Histórias de encantar pelo meio com misturas de sonetos de "Sonho de uma noite de verão" de Shakespeare. Papel de carta com joaninhas nos envelopes. Horas de espera comigo para fazer uma simples matrícula no Palácio dos Grilos. Decisões que se foram tomando sem nos apercebermos ("se calhar, estudar e trabalhar nem é muito complicado. Aqueles seguranças ali não me parecem qu etenham uma vida complicada"). Um traje vestido anos depois só para fazer a vontade dela para as fotografias e cortejos de Queima das Fitas sui generis. Pequenos arranjos num computador que foi mais caro do que alguns carros que já comprámos. Esperas melosas entre aulas nos bancos dos corredores do São Jerónimo, no Jardim Botânico, no Parque, nos Departamentos de Física e Química, no novíssimo a estrear Polo II para onde se apanhava o autocarro (hoje é o 38 mas, na altura, ia jurar que era o 32). Idas às urgências dos HUC por causa de pequenas maleitas que surgiam durante o dia de aulas. Muitas ideias empreendedoras e de como começar uma vida. Planos a longo prazo. Casar, por que não? Um anel lindo. A idealização de compra de casa. A concretização de compra de casa.


Divido a minha vida em a.M. e d.M - antes do M. e depois do M. E é uma vida feliz, apesar de tudo. Tudo começou há 20 anos. Não mudaria nada. Talvez antecipasse uma vida conjunta. O meu d.M. tem sido uma viagem fantástica na qual não me arrependo de embarcar, nem por um minuto.

 

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publicado às 11:18

O nosso postal de Natal - 2020

por t2para4, em 22.12.20

É aquela altura do ano.
É aquela altura de colocar na lareira as nossas tradições familiares mais antigas - os postais elaborados, desenhados e coloridos pela Ester e Beatriz.
É aquela altura de imprimir, cortar na guilhotina, escrever e enviar por correio. Ou colocar dentro do saco das prendas. Ou enviar via messenger para todos.
É aquela altura do ano de partilhar o postal de Natal de 2020 da família do t2para4.
É aquela altura do ano em que desejamos umas festas felizes, plenas e iluminadas.

 

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publicado às 09:45

 

Aproximamo-nos aceleradamente daquela fase em que, em anos ditos típicos, começaria a loucura dos jantares e das festas e das celebrações - escolares ou não - de Natal.
Este ano, esta mãe horrível e sem princípios, regozija-se de NÃO haver festas, festinhas, celebrações, celebraçõezinhas, jantares, jantarinhos de Natal com trocas mais ou menos simbólicas de prendas e prendinhas, a cujos eventos "temos" de ir porque fica bem, parece bem e cai bem. E temos de usar uns modelitos vestuários que não combinam nada com o tempo atmosférico e eu ando sempre com frio. Ou fico quentinha ou fico sexy, as duas não dá.

Eventos sociais que eu de-tes-to.

Este ano, pela primeira vez, não preciso de justificar por escrito pela enésima vez que as piolhas não participam nestas coisas porque têm desregulação sensorial, porque são dias confusos e sem rotinas, porque há demasiada confusão. E ter de fazer uma mini palestra sobre autismo porque "não parece nada, elas andam tão bem na escola".
Este ano não há nada para ninguém e eu não estou absolutamente nada triste com isso. Na verdade, sou até gaja para brindar a isso.

 

 
 
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publicado às 10:11

13 anos já cá c(o)antam!

por t2para4, em 27.07.20

Não vou demorar muito no relato, prometo, mas hoje, volvidos 13 anos, sinto que os clichés e frases feitas "o tempo passa a voar", " eles crescem tão depressa" são verdade.

Depois de muitos internamentos e tratamentos, na 6ª feira, dia 27 de julho de 2007, por volta das 11h, a médica manda-me para o bloco de partos para cesariana - a tal que estava programada para daí a 2 semanas e já antes do tempo devido - depois de perceber que já estavam masi que prontas para nascer e saber se havia vagas nas incubadoras (foi uma confusão tal que até meteu INEM), o que acabou por não ser preciso. Já estava a dieta 0 desde a véspera.


No bloco, a equipa de enfermeiros apresentou-se e tentou acalmar-me (estava um bocadinho nervosa e ansiosa por conhecer os meus bebés, ver as carinhas delas...) e começaram os preparativos. Havia música mas juro qu enão me lembro quem tocava... Os monitores e outros aparelhos não trabalhavam em Windows e eu até brinquei a dizer que, pelo menos, dali não viriam crashes. Entretanto, chegam os anestesistas que me perguntam se queria fazer a cesariana (estavam ambas em pélvica) com anestesia geral ou com epidural mas eu não fazia ideia! Expliquei-lhes que só tinha 2 exigências: não sentir dor alguma e que a gémea da minha esquerda era E. e a da minha direita a B. (escreveram os nomes nas pulseiritas que nos colocaram mal nasceram. E eu reforcei estas exigências umas quantas vezes!!! Eu já sabia bem quem era quem e nem as muitas mudanças de posições me enganaram, embora, deva confessar que, depois de nascerem, em casa, com privação do sono e cólicas, desconfiamos que possa eventualmente ter havido uma troca. Mas, assim como assim, o ADN é igual por isso, olhem paciência). Bem, o anestesista explicou-me que, em termos de recuperação, com epidural era muito mais rápida e que não havia interferência alguma com os bebés enquanto que a anestesia geral já comporta mais riscos a nível de reacções alérgicas, complicações cardíacas e recuperação mais lenta. Perguntei o que seria melhor para os bebés e ele respondeu-me que seria a epidural e eu decidi que o que era bom para elas, seria bom para mim.


O parto em si não custou nada (o pós-parto é que é todo um rosário diferente) e a sensação que eu tinha era que estava no dentista: sentia remexer e repuxar como se me estivessem a arrancar um dente mas na barriga. Tudo tranquilo! A certa altura, ouvi o aspirar de águas e a médica a perguntar-me o nome da 1ª gémea, a da minha esquerda, que nasceu às 12h46, com 2,430 kg, muito despachada. Não há palavras que descrevam o que senti nesse minuto... Eu queria tanto tanto tanto vê-la e pegá-la mas a enfermeira disse-me que a primeira pessoa a ver os bebés era sempre o pediatra (ainda não decidi se concordo muito com esta prioridade pois só pude pegar nas minhas bebés horas depois. Também não sei se concordo com cada bebé no seu berço mas, pronto, já lá vai e não se repete). Dois minutos depois nasce a 2º gémea com o mesmo peso da mana, 2,430 kg... e volta a sensação indescritível. Mostraram-me as meninas mais bonitas do mundo e, mais uma vez, nada descreve o que se senti no momento... É algo tão arrebatador, tão pleno, tão inundante de amor, que parece que vai rebentar o meu coração. Porra, agora era a sério! Íamos ser pais!!!!! No entanto, confesso mais uma vez que os nosso olhos (e cabeça) reparam em pormenores estranhos e eu questionei o porquê de ainda haver algum lanugo nas orelhitas a que me explicaram que estava associado à prematuridade, afinal, nasceram às 35s+5d. O pai viu-as pouquinho depois e deu logo colinho a uma de enquanto a avó C. deu colinho à outra. No intervalo, ainda tive uma dor de cabeça doida que passou em menos de um ápice com uma medicação milagrosa e o monitor decidiu apitar feito parvo só porque sim.

Descobrimos ambos medos que julgávamos não serem possíveis existir, descobrimos que é possível dois seres minúsculos nos ensinarem mais que um mestre, que o amor pode muito bem ser verdadeiro/repleto/sincero/indescritível, descobrimos forças que nem sabíamos possuir e descobrimos que sou definitivamente uma mãe ursa mas sem a parte boa do hibernar, parir na caverna sem dor e ficar 3 meses ao quente e só sair quando as crias já têm alguma autonomia.

Estas miúdas trazem luz, brilho e felicidade às nossas vidas todos os dias. Objetivo: serem felizes. Sempre.
Parabéns, já cá c(o)antam 13 anos.

 

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publicado às 08:45

A nós, ontem, hoje e amanhã

por t2para4, em 02.04.20

Somos de datas e datinhas, celebrações e comemorações, assinaladas ou não no calendário. Celebramos até o aniversário dos gatos (que também é hoje), assinalamos dias que nos tocam especialmente (hoje, coincidentemente, é dia mundial da conscientização do autismo), comemoramos os nossos dias. E, há 19 anos, começámos um caminho que encheu toda a gente de dúvidas e que todos viam demasiado atribulado. Mas mantivemo-nos fiéis a nós mesmos, com os nossos ideais e valores quase retrógrados e desatualizados neste mundo desconfiado e fomos ajustando o nosso caminho. Nem sempre o seguimos a direito, nem sempre as indicações de um qualquer GPS foram as mais corretas, mas, juntos adaptámo-nos e nunca desistimos. E ainda cá estamos. Começámos um namoro tímido, quase envergonhado, em 2001, e evoluímos para uma vida a dois que depois se tornou uma vida a quatro, assim de repente. Temos algo seguro, sólido, forte, quase inabalável.
Não mudaria nada.
Somos felizes à nossa maneira tola mas verdadeira. Completamo-nos.
A nós, ontem, hoje e amanhã.

 

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publicado às 16:46

Postal de Natal 2019

por t2para4, em 16.12.19

"Uma coisa amorosa do Natal é que é obrigatório, como uma tempestade, e passamos por isso juntos:"
(Garrison Keillor)

 

Como não podia deixar de ser, eis o nosso postal de Natal de oficial para 2019.
Não precisamos de dizer nada pois está lá tudo: a luz, os sentimentos, a cor, a união.
É o nosso desejo para todos.

 

 

 

 

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publicado às 22:00

14 anos and counting

por t2para4, em 09.08.19

Eu queria uma festa, um vestido de noiva, convidados, boda e todas essas coisas estereotipadas e clichés. Também queria aquela lua de mel à qual não tive direito quando casámos pela lei em janeiro. 


Foi tudo muito simples e fácil de preparar: a cerimónia foi numa capela na serra, o padre foi um senhor extremamente simpático que fomos buscar a Coimbra (ao lado da maternidade) e que me fazia lembrar o meu avô paterno ao usar a boina, a paisagem circundante proporcionou fotos lindas, o meu vestido (que ainda me serve) e acessórios vieram de uma loja à antiga de Coimbra, as alianças já tínhamos, o fato do marido veio da Zara Men (e ainda lhe serve) e casei de chinelos (de cor igual à do vestido, de fitas com brilhantes). 


Claro que tínhamos de ter a nossa dose de histórias para contar: o pároco local não achou piada nenhuma à minha ideia de casar no alto da serra e dificultou o acesso ao livro de assentos (que acabou por ficar à responsabilidade da minha irmã), havia estradas cortadas por causa da passagem da volta a Portugal em bicicleta, houve um incêndio perto do local da cerimónia na véspera (quando eu estava a enfeitar e a preparar a capela), a mãe do marido ameaçou não comparecer porque já tínhamos casado e ela tinha estado presente nesse casamento e não havia necessidade de repetir as coisas (mas lá acabou por ir), o livre trânsito e estacionamento do carro da noiva ficou no galheiro e ninguém respeitou, o restaurante não tinha ar condicionado (apesar da proprietária me ter garantido que sim) e não tratou da área da piscina (apesar de me ter garantido, igualmente, que sim), recebemos um envelope vazio como prenda e, apesar de tudo e de querer muito, não tive damas de honor nem pude tratar da decoração e o bolo, ainda que muito saboroso, era feio e parecia estar a desfalecer.


Apesar dos percalços e ameaças, religioso à parte, a cerimónia foi lindíssima, as fotos estão lindas, estávamos ambos muito bonitos e felizes e creio que podemos fazer um balanço positivo. E, festas e caganças à parte, a verdade é que consegui o que queria e, 14 anos depois, eis-nos aqui, against all odds. E é isso o que é o mais importante.

 

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publicado às 14:17

Há meses que as piolhas falavam do aniversário e de como era tão grande fazerem 12 anos (até a mim, ainda me espanta a rapidez com que estes 12 anos se passaram...). Já tinham planeado que queriam almoçar com os amigos (ideia que eu achei maravilhosa, logo ali na hora) e sugeri um restaurante muito cool e descontraído. E, como tem uma pastelaria, eu ficaria nessa área e elas com os amigos, sem mim à vista.

Mais próximo da data, convidaram os amigos em questão, asseguraram aos avós e tia de que estariam com eles à hora de jantar, pensámos no bolo e tratámos das reservas e encomendas. E foi, assim, simples tão simples! Simples demais... Por isso, na véspera, pelas 23h, aproveitando as sobras de uma caixa (onde vieram os manuais escolares), papel crepe e fimo com purpurinas, construí uma moldura para que tirassem fotos com os amigos e família. Ainda deu tempo de fazer uns dizeres que colei a paus de espetada, anunciando ao mundo letrado que, estas duas miúdas, já contam com 12 anos e são oficialmente adolescentes.

Chegado o dia, alguma ansiedade e muitas mensagens trocadas, e lá foram elas para o restaurante. E correu tudo maravilhosamente. A mãe apenas foi chamada para cortar o bolo, pagar a despesa e dar autorização para ainda irem ao parque uns minutos. Ah, e ajudar a meter os sacos das prendas na mala do carro. Voilà. Há lá coisa mais maravilhosa do que esta?

 

Foi das decisões mais fantásticas – e crescidas – que poderíamos ter tomado. O aniversário foi passado com as pessoas de quem mais gostam, com os seus pares, sem a pressão de tempo, sem a pressão de terem de convidar outras pessoas com quem não se identificam, sem exageros sensoriais, com tudo feito ao ritmo delas e da forma como tinham idealizado passar aquele momento. E foi isso mesmo: um momento rico, bem passado, que lhes ficará para sempre na memória, sem crises, sem ansiedades, sem se sentirem mal. Estiveram com quem as compreende e as aceita. Não precisaram de se justificar nem de aguentar uma festa de horas que lhes iria mexer com os circuitos neuronais e sobrecarregar. E tiveram, então, como vai sendo hábito, uma "festa" à sua maneira e medida.

Houve tempo para visitar a bivó e tirar fotos. Houve ainda tempo para ir buscar o segundo bolo, com o tema “música” e as baquetas de bateria a reforçar isso mesmo. Houve tempo para brincadeiras em casa dos avós no trampolim, na bateria e ainda mais fotos. Houve até tempo para lerem todas as mensagens e comentários de quem lhes desejou os parabéns e um feliz aniversário.

E, findo o dia, de coração cheio, felizes até à pontinha do nariz, deitaram-se e adormeceram logo. Foi mesmo um dia em cheio.

 

O day-after foi a descompressão. É normal, é comum, é habitual, já estava mais ou menos a contar com isso. Por isso, ficámos em casa. E elas puderam descompensar e fazer os habituais disparates (de que não se apercebem) sem ninguém a assistir, sem ninguém a julgar, sem nos enervarmos. Puderam estar no seu espaço familiar, a saltitar de atividade em atividade, a desenhar e ainda conseguirem agradecer a todos pelo carinho manifestado na véspera. Puderam descansar. E resmungar e fazer as fitas do costume por causa das férias e das tarefas e das chatices e da seca.

 

O rescaldo é o deixar essa fase passar e, depois, seguir em frente. Não há propriamente uma rotina, nos dias de férias, mas ainda há alguma estrutura. Decidimos agarrar-nos a ela e lá fomos ter as últimas aulas de bateria do ano letivo, aviar os habituais recados, encher a despensa, ir às compras a pedido (um relógio novo porque já vão para o  7º ano e não há toques + um vestido porque só têm jardineiras), almoçar fora com os pais (nem sempre nem nunca). Pelo meio, o reforço pessoal (da parte delas, em especial de uma delas) de uma consciência ecológica e a busca por materiais alternativos (por exemplo, escovas de dentes de bambu - que ainda não encontrei).

 

Porque, por cá, é assim que as coisas acontecem: um pouco em catadupa… Enquanto tentamos descortinar que tipo de verão é este que ainda não deixou que as suas sardas surgissem e por que razão a mãe insiste em querer viajar (o que lhes causa alguma ansiedade e dualidade de sentimentos – it’s a work in progress), há uma preocupação com a sua pegada ecológica e a vontade de querer mudar alguns comportamentos.

Never a dull moment, right?

 

 

 

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publicado às 16:48

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