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A Rita é mãe atípica. O Lucas tem autismo e tem toda uma equipa fantástica que o acompanha. Nesta caminhada, a mãe pretende chegar mais longe e, além de desmistificar um pouco no que consiste esta sigla PEA (Perturbação do Espectro do Autismo), mostrar que o seu Lucas, tal como tantas outras crianças, no espectro ou não, pode ser feliz e valoriza e descobre tantas outras coisas a que muito poucos dão importância.
O livro está muito bem conseguido e aposta num formato multiusos, ou multiformato, para se poder chegar a todos quanto possível. Há ilustrações deliciosas, há verso, há palavras-chave, há ensinamentos, há diversidade - neurodiversidade.
Recomendo.

 

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publicado às 11:50

Porque hoje é abril - o que se espera fazer num mês com repercussões durante todo um ano e impacto positivo durante uma vida. Porque hoje é 2 de abril, dia mundial da consciencialização do autismo.
Porque hoje, a piolha Ester escreveu este texto, na 1º pessoa, a falar de si como oradora na apresentação do livro Lucas e o autismo . Porque foi o primeiro de muitos discursos que certamente surgirão.


" “Am I good enough? Yes, I am”- Michelle Obama
Sim, eu concordo com ela. Nós devíamos gostar de nós mesmos e não dar importância aos outros querem que nós sejamos. Por exemplo, os outros querem que eu seja mais como eles, mas não percebo porquê se eu gosto de ser como sou- autista ou não.
Mas quando alguém quer que eu seja uma pessoa diferente do que eu sou, não significa que eu tenha de mudar quem eu sou.
Só porque pensamos duma maneira diferente, não significa que somos deficientes ou incapaz. Uns são mais rápidos, outros preferem falar, outros pensam em imagens, outros até precisam de imagens para comunicar.
Somos todos iguais em direitos, quem disse que éramos diferentes? Somos também todos diferentes, quem disse que isso era errado. Por que temos de falar disto, se tudo isto é normal?"

 

O texto da apresentação do livro da piolha Beatriz. Foi um tão texto pessoal, tão emotivo que arrancou umas lágrimas e muitos aplausos da audiência.
Estou tão orgulhosa das minhas meninas. Tão mesmo.


"O autismo, não me define, nem a mim nem à minha irmã.
Sim, eu tenho autismo, e mesmo com dificuldades consigo fazer muitas coisas. Há muitas coisas que os meus colegas fazem que não percebo ou tenho dificuldades com algumas palavras, mas há coisas em que sou muito boa, como desenhar ou fazer vídeos. Mas, às vezes, eu ouço pessoas a usarem a palavra “Autismo” como um insulto. Eu fico ofendida, às vezes eu ignoro, às vezes respondo “Isso não faz sentido!”. Quando são adultos a usar esta palavras, os pais reagem contactando diretamente essas pessoas. Quando são os meus colegas a insultar-nos, eu fico mesmo triste. Não sou mais nem menos do que qualquer outro jovem, apenas tenho um cérebro com ligações diferentes. Não estão erradas, estão é diferentes. Mas, é aquilo que me fez única e não igual a outra pessoa. Além disso, eu sinto como qualquer outra pessoa sente.
Vou repetir, o autismo não me define, eu tenho muitas capacidades e eu sei que consigo, já mostrei que consigo, não vou deixar que uma palavra tenha um poder que não deve ter.
Eu sou autista, mas sou capaz. E, antes de tudo, sou a Beatriz."

 

                                                 

publicado às 19:00

"O Velho e o mar", de Hemingway, faz parte do Plano Nacional de Leitura do 9º ano, nas escolas portuguesas. Surpreendeu-me "ver" Hemingway no 3º ciclo, em especial, porque só o "conheci" na Faculdade.
É uma leitura muito envolvente, cativante, fluida e sentida. Ora torcemos pelo velho, ora torcemos pelo peixe. Ambos muito tenazes, muito persistentes. Acompanhamos os monólogos do velho nos seus três dias em alto mar, num singelo esquife, a capturar um enorme espadarte, depois de 84 dias sem conseguir pescar nada. O velho não ganha dinheiro nenhum com o fruto da sua pesca, mas conquista a admiração, orgulho e respeito de todos os restantes pescadores (e até turistas) da aldeia onde vive.
Fico muito satisfeita - e mais rica - por ter feito esta leitura.
 
 

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publicado às 11:46

"Quinze piratas sobre o caixão
Io ho ho ho e uma garrafa de rum!"
 
Se tivéssemos de escolher uma música que fosse a banda sonora desta obra, seria esta certamente. O nosso imaginário ferve de entusiasmo visual durante a leitura: estalagens, tabernas, piratas, um mapa de tesouro, uma arca, barcos, bandeiras, uma revolta, uma cabana na floresta, a ilha do tesouro, os nomes dados aos locais (Floresta do Esqueleto, Monte do Óculo), o X marca o local.
Neste livro, mais importante que a caça ao tesouro, é a aventura que se vive para lá chegar, as provações passadas, os perigos enfrentados, as coragens arrancadas ao fundo da alma.
Faz parte do Plano Nacional de Leitura do 8º ano e é uma leitura fluida, de ação contínua, simples e rápida de se ler.
 

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publicado às 14:21

O livro "A Pérola", de John Steinbeck, parte integrante do plano de leitura obrigatória nas escolas portuguesas, no 9º ano, é inspirado numa história mexicana de um casal índio que tem um filho que fora picado por um escorpião e faz tudo para conseguir cura-lo. Depois de muitas preces "a Deyus e aos deuses", o casal encontra uma pérola extremamente valiosa, mas que só lhes vai trará desgraças e desventuras.

E arrisco a dizer que a moral terá muito a ver com a ganância humana, a desventura atroz pelo outro, o desrespeito pelo outro mas também o amor avassalador pela família.

 

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publicado às 18:32

Há anos que andava para ler esta obra, "O Triunfo dos Porcos" de George Orwell.

A maioria das pessoas já ouviu falar disto e até já abordei o assunto com as filhas. É a metáfora para a organização social depois de uma espécie de golpe de estado dos animais contra os seus donos humanos abusadores. Ao longo da obra, vamos vendo que, gradualmente, quase sem se dar por isso, os animais - teoricamente livres mas sem capacidade de instrução por incapacidade ou por vontade própria - não se apercebem que as coisas, afinal, não mudaram... "valentia não basta (...) lealdade e obediência são mais importantes". Foram capazes de combater o opressor mas, na realidade, trocaram um por outro... E quanto menos instruídos, mais moldáveis, mais manipuláveis, mais fáceis de comandar, mais na linha, mais ordeiros. Não há lugar para contestação sob pena de morte. Os mandamentos mudam ao sabor das vontades dos animais superiores, os porcos. E, nós leitores, de repente, apercebemo-nos que isto já aconteceu na História, quando se engana o semelhante com a máxima "o trabalho liberta" (sim, alusão direta aos campos de concentração nazi).

É assustador ver como a sociedade pode ser tão fácil de subjugar... E como o que temos pode ser tão frágil... Atente-se na personagem do burro que é calado e reservado e resmungão mas observador e ciente da realidade. A realidade que apenas mudou de personagens mas não de comportamentos. E lê, na parede, afinal, o único mandamento da quinta, enquanto os porcos se transformam em humanos e os humanos em porcos, até se deixar de perceber a diferença: "Todos os animais são iguais. Mas alguns são mais iguais que outros".

Eu acho que esta deveria ser uma obra obrigatória a estudar na escola. Bem mais útil e interessante que algumas que fazem parte do plano de leitura.

 

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publicado às 13:30

Li o livro na sua versão original em inglês que me foi oferecido por um aluno. "Gone with the wind" ou "E tudo o vento levou" remete obrigatoriamente para o filme e posso assegurar que o filme veio beber sofregamente ao livro pois as personagens, caracterização, espaços, cenários são tal como no livro.

Toda a gente conhece a história.

Temos uma relação amor-ódio com a Scarlet O'Hara, de temperamento totalmente irlandês, com pouca paciência para protocolos antiquados da época, que se recusava terminantemente a passar fome e deseja mais que tudo ser rica, muito rica; tem mau feitio, é um pouco burra porque nunca alcança o que os outros tentam dizer-lhe mas muito muito esperta e desenrascada; trabalhadora nata e com um instinto de sobrevivência fortíssimo. Nasceu na época errada, pensamos nós, pois quer uma carreira e detesta ter filhos. "A cat's a better mother than you are", atira-lhe Rhett Buttler, numa das suas muitas discussões.

Temos uma paixão secreta por Rhett Buttler, assumamos. O porte, a atitude, o sarcasmo, o bigode. É igual à Scarlet mas inteligente, subtil, ganancioso. Roemo-nos para que se juntem desde o momento em que se encontram. E ficamos destroçados com a dor dele, com o que acontece na sua vida. E adoramos quando ele saca daquela sua frase sardónica "Frankly, my dear, I don't give a damn".
Rhett e Scarlet são iguais. Em quase tudo. O que gostei mais foi da forma como ambos rompem com as convenções sociais e manipulam a sociedade em função do que almejam.

E, secretamente, não sabemos bem como reagir em relação a Melanie, a doce doce Melly... Ninguém é tão bondoso na sua natureza... E, como mostra a obra, a bondade é sempre frágil, ténue e efémera.

A ação passa-se nos anos que antecedem, durante e depois da Guerra Civil Americana, sob a presidência de Lincoln, com a perspetiva dos habitantes do sul, donos de plantações de algodão e de escravos. Vemos uma perspetiva racista para os dias que correm mas com a escolha e noção do que alguns escravos viviam: sabiam que eram livres mas optavam por ficar com os donos porque estes os tratavam com dignidade e respeito. É uma visão do período em que acontece, não é para decidir se está certa ou errada. Também vemos uma perspetiva extremamente machista pois a mulher não é considerada inteligente, não pode perceber de negócios e só serve para casar e ter bebés.

O mantra da Scarlet serve-nos muito: "penso nisso depois", "Amanhã penso nisso", "Amanhã é um novo dia". Estas frases atravessam gerações e são sempre atuais.

Gostei da leitura. E gostei da forma "linguística" que a autora usou nos diálogos dos escravos ou dos soldados Yankees pouco letrados ou do francês a falar inglês. Dá para ouvir o que se está a ler.
O livro é extenso mas, para quem gosta de visões históricas - ainda que algo pessoais -, vale a pena.

 

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publicado às 13:26

Sempre li muito. Leio muito em várias línguas e em formato papel ou digital. Não me incomoda o digital embora prefira papel, sou sincera. Tenho milhares de livros em formato digital mas adoro ver as minhas estantes distribuídas pela casa com os milhares de livros que eu e as piolhas temos em versão papel. E sim, eu já contei os livros que temos.

 

Inscrevi-me na Goodreads no final de 2020, explorei o site, inscrevi-me em grupos no facebook e decidi aceitar o desafio de nos auto-colocar um objetivo de ler x livros durante o ano de 2021. Fui meiga e coloquei 20 livros pois há alguns que consigo ler rapidamente, em apenas alguns dias. Aproveito e, no final de cada livro lido, escrevo a minha opinião sobre o que li, com uma amiga, sob a hashtag #alernosentendemos . Não se pretende nenhuma review literária mas a nossa visão pessoal do que lemos, como nos sentimos.

 

Assim, a minha primeira leitura concluída de 2021 foi “O Mundo em que vivi” de Ilse Losa, para ajudar as piolhas na disciplina de Português.
"O mundo em que vivi" surpreende na medida em que não vemos os horrores da 1ª nem da 2ª guerra mas conseguimos sentir tudo o que elas despoletaram: a sensação de impotência, o frio, a dor de perder um filho (ou mais), a emigração de familiares, o poupar até as cascas das batatas por causa da fome, a discriminação pela religião/aspeto físico... Vemos uma menina crescer, sem perceber muito bem o que é isto de ser judia, por que uns acham tão bom e outros acham uma desgraça. E acompanhamos as fases do crescimento dessa criança que passa a menina e se torna adolescente e depois jovem mulher. Sabemos que sobrevive aos horrores da perseguição e holocausto porque "tem cinco dias para fugir".
O final do livro deixa um gosto amargo e uma pontada de dor. Não é um mundo bonito, aquele... que, hoje, quase 80 anos depois, ameaça repetir-se. Acho que é uma leitura pesada e com demasiados subterfúgios para alunos do 8º ano, com pouca maturidade para perceberem isto - embora sejam iguais à personagem que, na altura, também não tinha maturidade para perceber o que se passava em seu redor.
É algo muito diferente de "Ann Frank" que é direto e sabemos logo o que se passa, do princípio ao fim, embora choque sempre, no final.
Gostei de ler mas doeu ler.

 

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publicado às 13:17

Ontem foi dia de descompensar. Foi complicado, muito complicado mesmo. Mas, pronto, entre muitas lágrimas e recriminações e dramas e ataques de adolescência pelo meio, tudo se resolveu e percebeu-se que, de vez em quando, há uns wake up calls para a vida - todos nós incluídos.
Adolescer não é fácil.
Andar na escola não é fácil (em especial quando parece que se promove a mediocridade em detrimento do esforço e do estudo e do empenho).
Encontrar a estratégia chave que funcione bem em casa E na escola não é fácil.
Estudar quando os outros não o fazem mas os pais assim o indicam, não é fácil.
Ser-se mãe e pai não é fácil.

As piolhas não são apaixonadas pela leitura - para meu grande desgosto. Na verdade, não gostam de ler. Mas têm de o fazer, não só para a disciplina que o pede como para si mesmas. E, para que não haja batotas, temos que ser criativos e inventar estratégias.
Em anexo, estão prints das nossas conversas sobre a leitura em curso. A piolha em casa, confortavelmente instalada no sofá, ao quente; a mãe a caminho do supermercado e a encostar o carro para responder ou a fazê-lo enquanto tratava das compras - o verdadeiro multitasking.
Se é o ideal? Não sei nem quero saber.
Se resulta? Sim, sem dúvida.
Se, no nosso caso, o telemóvel é tão bem mais que um simples telemóvel fonte de tantos problemas para tantos? Caraças, para nós, o telemóvel é uma ferramenta de trabalho. Mesmo através do WhatsApp.

 

No seguimento desta estratégia mui sui generis - de obrigar a piolha a ler, para sabermos quem roubou os cães - ou se eles fugiram -, eis algumas informações: o livro em leitura é da coleção "Uma Aventura", "Uma Aventura em Conímbriga", e pertence ao programa Ler Mais - uma das condições exigidas.

O que me ocorre, enquanto vamos trocando mensagens de forma a potenciar a leitura e fazer com que o trabalho seja apresentado com o devido conhecimento e rigor, é que estarei lixada com f se isto se mantiver quando chegarmos à fase do "Felizmente há luar" ou "Os Maias"...

 

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publicado às 17:32

É com este espírito que começámos ontem, a aproveitar o bom humor das piolhas, a leitura de livros mais extensos, com cerca de 120 páginas e 11 capítulos.

 

Desde o ano letivo anterior que, da biblioteca escolar só trazem, requisição atrás de requisição, os livros da coleção "Gatinho Mágico" de Sue Bentley. Ler um livro que não seja de uma assentada só - tipo os da Barbie ou da Princesa Sofia - não é tarefa fácil pois, para elas, não havia muita lógica no começar a ler, parar, marcar com um marcador, recomeçar mais tarde, parar, marcar e por aí fora. Ou seja, basicamente, estavam sempre a ler as páginas do prólogo e já sabiam aquilo de cor...

Como tudo tem o seu tempo devido, desta vez, deixei passar as férias e notei algum interesse nos livros da coleção Frozen da Disney, já de cerca de 100 páginas, onde é preciso ir lendo e fazer algumas paragens. Notei que já entendiam a cena do marcar a página onde estavam a ler. Foi o que me bastou.

 

Ontem, foi dia de ir à biblioteca escolar e o que veio para casa? Mais uma vez, dois livros da dita coleção. Combinei com elas que, todos os dias, até o livro acabar -  mesmo que isso implique ficarem mais tempo com ele do que o prazo habitual de uma semana - leríamos um capítulo por dia. Em voz alta para treinar, com a minha ajuda para compassar o ritmo, para corrigir algumas palavras, para melhor articulação de sons - até porque uma das piolhas revela mais dificuldade na leitura audível e na articulação das palavras e junção de sons. Quando se sentirem - elas e eu! - confiantes o suficiente, farão o resto do percurso sozinhas: trarão os livros desejados e lê-los-ão, pouco a pouco, sozinhas, marcando a página onde vão, para retomar mais tarde, em qualquer altura.

 

 

Espero que corra bem e que se sintam tão entusiasmadas pela leitura como eu. Ler abre-lhes tantas tantas janelas! Melhora a criatividade e imaginação, dá-lhes ferramentas úteis para a leitura, interpretação e escrita académicas, ajuda na dicção e articulação de palavras e sons, e sei lá mais o quê! Só encontro vantagens!! E nós temos uma biblioteca tão vasta em casa... Seria lamentável não se interessarem por ela. O gosto pelos livros já lá está, desde tenra idade; a leitura também, desde cerca dos 4 anos e picos (palavras isoladas); o desejo de ler um livro para ver como acaba também (daí o ler algo de uma assentada só, mas com livros grandes é mais complicado...);  a vontade de ler tudo e mais alguma coisa aumentou desde que começaram a juntar palavras em frases, pelo que, a grande função parental que temos agora é manter e incutir um ainda maior gosto pela leitura.

E siga!!

 

Para já, nestes próximos meses, estes serão os meus amigos de leitura,

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a par com romances com teorias da conspiração/procura por artefactos místicos e afins. Ou seja, enquanto acompanho as aventuras de Flame, já li as "Flores de Lótus" de JRS e estou a terminar "A Irmandade do Santo Sudário", de Julia Navarro, para começar "Encontro em Lisboa" de Tom Gabbay.

 

 

E o que se lê por aí? Como é com os filhotes?

 

 

 

 

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publicado às 09:41

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