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Tagarelice #59

por t2para4, em 25.11.18

Parámos perto da escola de condução e um novo aprendiz saía com o carro. Comentei com as piolhas que um dia (e faltam apenas 7 anos 😱) seriam elas a aprender a conduzir.



- Parece fácil.



- Não é complicado mas tens de ter atenção a uma data de coisas, tudo ao mesmo tempo e isso pode ser dificil...



- Então, é dar à chave para por o carro a trabalhar e depois acelerar.



- Só isso?!



- Pronto, acelerar devagarinho....



 



Foi um fartote de rir. Não temos carros automáticos em casa. Mas, na ilusão dela, o que fazemos parece tão simples que ele nem se apercebe que depois de dar à chave, destravamos o carro (bem, isto ela não vê, pois o travão de mão de um dos carros é perto dos botões das luzes e é travão de pé), temos de engatar mudanças ao mesmo tempo que carregamos na embraiagem e continuamos a acelerar e usamos o volante...



O que me deixa descansada é que, quando chegar a vez de treinarem com um carro, os nossos ferros velhos do aço terão cerca de 35 anos e sei que lá dentro não se passará nada :)

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 09:33

Tagarelice #58

por t2para4, em 30.07.18

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Costuma dizer-se que há 3 coisas que dizem a verdade: As crianças, os bêbedos e as leggings.

As minhas crianças, do alto da sua ausência de filtros sociais, são qualquer coisa de transcendente. E de hilariante. Sobretudo porque, além da fala, esta situação envolve... mamas - as minhas mamas.

 

Long story short, apareceu do nada e de repente, um quisto no quadrante esquerdo inferior da minha mama esquerda que inflamou forte e feio a ponto de ficar vermelho, com febre e dores horríveis. Além da repetição do exame (tinha feito uma eco mamária no dia 13 deste mês), envolveu vários pagamentos de taxas moderadoras e brufen fixo por uma semana de 8h em 8h, isto se correr bem e não necessitar de antibiótico.

Ontem, já com ideia de fazer consulta de reavaliação amanhã, estava a preparar-me para tomar duche enquanto as piolhas estavam a acabar de se vestir. Verifico se o caroço se nota e aviso as piolhas que no dia seguinte teriam de ir comigo à consulta e que era para se portarem bem. Entretanto, vão perguntando se me doi muito, que já não está vermelho, que pontinhos eram aqueles perto do mamilo, porque é que as minhas mamas eram diferentes. E eu respondo que era adulta e daí serem diferentes e que o mamilo/auréola é por norma acastanhado e é tudo normal. 

"Não mãe, diferentes assim, parece que estão a cair".

Very nice. Quem ia caindo era eu, já que as mamas, aparentemente, já tinham caído. E lá lhes respondo, depois de um loooooooooooooooongo suspiro, "fui mãe".

Ora, o processamento auditivo das piolhas, às vezes, também deixa a desejar.

"Fumaste??? E as mamas ficam assim?"

"Não, filha, eu    fuuuuuiiiiiiiiii   mããããããããeeeeee; não fumei; vocês nasceram e eu fui mãe."

"Ah, pensei que era fumar, eu nunca nunca vou fumar" (menos mal, venham as mamas descaídas... Já valeu a pena)

"Fui mãe, vocês não facilitaram com a amamentação, as minhas mamas nunca foram grandes e não há nada que um soutien não resolva. End of story"

 

E foi mesmo.

E eu fiquei semi deprimida a pensar que vou continuar a apostar em bons soutiens (daí a palavra que, no francês, quer dizer "apoio, suporte"). Bem preciso de "soutien" - qualquer que seja a tradução agora.

Também precisava de um gin ou de uma somersby ou assim mas com ibuprofeno é capaz de ser má ideia, pelo que, fico eu com as minhas feridas mamas semi descaídas e os meus soutiens.

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 21:48

Tagarelice #57

por t2para4, em 16.02.18

As piolhas têm tido tantas mas tantas saídas tão fantásticas que é quase impossível escrever todas... Até tenho medo de me esquecer porque algumas são dignas de registo.

A linguagem continua a ser uma questão problemáticas para elas. A articulação de determinadas palavras, os sons, os signifucados, a literalidade, as metáforas, etc, etc, etc. Mas, ainda assim, surpreendem. Quando estamos a ler um livro, acabam por perguntar o significado de uma ou outra palavra e até aceitaram bem o não conhecerem ou o não saberem o significado do que possamos estar a dizer. Na maioria da svezes, dizem que não compreendem e perguntam o que quer dizer.

 

Não é segredo nenhum e até é motivo de orgulho que as piolhas quase passam por bilingues. O inglês está-lhes na mente com uma naturalidade espantosa: falam, escrevem, inventam, brincam com os sons, perguntam como se diz esta ou aquela palavra em inglês (mas coisas à séria tipo "cambalhota" ou "inventar" ou "tentativa") mas o oposto também acontece, ou seja, perguntar o que quer dizer esta ou aquela palavra em português.

Há pouco, na sequência de uma música que deram na aula de inglês e lhes ficou na cabeça, perguntava-me uma delas o que queria dizer "earlier" e dizia-me as letras mas como estava sem as visualizar, disse-as na ordem errada. Como eu não estava a ver o que era aquilo, pedi a frase e sai-se ela em inglês perfeito, com entoação e articulação perfeitas, "a few days earlier". Fiquei pasmada. Tenho alunos de 8º ano que não me sabem ler aquilo em condições. 

O reverso da medalha está mesmo nas nossas palavras... "Organizado" soa a "granizado" e "carregar" soa a algo vulgar (imaginem lá, vá)... Estamos em treinos e a terapia da fala continua a ser uma necessidade para elas. 

 

Para já, todas satisfeitas e orgulhosas das suas aquisições, decidiram voltar ao passado e passar a ver os seus programas de tv em... inglês, pois claro (quando eram pequeninas, na impossibilidade de encontrar as versões portuguesas de determinados desenhos animados, costumavam ver em inglês, nas versões originais). Lá foram elas às definições mudar o idioma. E eu estou pasmada. E orgulhosa, claro.

 

 

 

 

 

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publicado às 20:34

Tagarelice #56

por t2para4, em 04.01.18

Falávamos do nascimento de bebés de conhecidos nossos e, como um nasceu de cesariana, pergunta-me uma das piolhas:

"O que é isso que acabaste de dizer?" (estva com dúvidas em dizer a palavra corretamente)

Lá expliquei que a posição natural dos bebés na barriga da mãe, a partir de certa altura, é de cabeça para baixo para poderem, se tudo correr bem, nascer via vaginal (esta parte não é novidade para as piolhas pois sabem como são feitos os bebés e por onde nascem). Mas, no caso de o bebé estar noutra posição ou haver outros fatores, pode nascer de cesariana, como elas porque estavam sentadas e não conseguiam nascer pela via natural. Expliquei que a cicatriz que tenho abaixo da linha do bikini que elas veem é o resultado de um pequeno corte naquela zona por onde o bebé é retirado.

A reação delas foi impagável: a mais tagarela estava calada que nem um rato; a outra fez "euh, eu nunca vou ter bebés, não quero ser mãe". E fazia gestos de não com as mãos. Disse-lhe que era doloroso mas extremamente graificante, que eu faria tudo de novo. Quanto a ela, é muito nova ainda e, mesmo que, não mude de ideias, respeitarei a sua decisão.

Acho que lhes caiu a ficha... Uma coisa é saber como se processam estas situações, outra é ter a consciência de como se processam... E é sinal de que estão a crescer.

E, depois, lá voltou ela à carga, com "o que eu queria mesmo era ter um irmão"... #pediraversepega, pois está claro.

 

 

 

 

 

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publicado às 14:46

Tagarelice #55

por t2para4, em 14.09.17

Ainda agora começou a escola, só agora começaram o 2º ciclo com o inglês como língua principal e uma das piolhas já dizia, ao subir as escadas para casa:

"Tenho de começar a ver a Candice Renoir (e parece o polícia do Alô Alô a dizer o "rr") para aprender a falar francês para o 7º ano"

 

Haja gosto pela escola :) e motivação! Acho que ainda nos vamos divertir imenso com a aprendizagem do francês (que virá a seu tempo, quando elas quiserem).

 

 

 

 

 

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publicado às 23:42

Estavam tão bem...

por t2para4, em 24.07.17

Atividade do ATL amanhã: levar as bicicletas ou as trotinetes para o local e andar na boa com isso, ou seja, uma manhã sobre rodas - literalmente.

Ora, eu já estava a tentar inventar uma desculpa para as piolhas não irem pois a trotinete está velha (feia) e curta e as bicicletas, bem, as bicicletas são um problema porque não sabem andar, muito menos sem as rodinhas. Mas, pasmemo-nos, elas fizeram questão e eu lá joguei a cartada "ok, levamos as bicicletas mas tiramos as rodinhas, pode ser? E, em vez de serem a mãe e o pai a ensinar-vos a andar, serão os vossos colegas e monitores." Negócio fechado.
 
No Verão passado não tocaram nas bicicletas e eu e o pai, fartos de as termos a incomodar no arrumo, pendurámo-las - de vez - na parede da garagem. E, tal como o desfralde e o regressarem às aulas de natação e o comerem de faca e garfo e tantas outras coisas, desisti de as massacrar e pensei "que se lixe, há de ser quando elas quiserem". É agora.
 
Não estou com expectativas. Se não aprenderem a andar de bicicleta, não vem mal ao mundo por causa disso; quero que se divirtam com os colegas e que sejam felizes.Mas sem as rodinhas. Porque, por muito que digam que não faz mal, faz sim. Não tarda têm 10 anos, estão com 1,40 cm e os miúdos podem gozar com elas por ainda precisarem das rodinhas. Prefiro que andem a rasar com os pés e mandemos umas sapatilhas para o lixo.
 
E, quando estava eu e o pai, a digerir a boa surpresa e a pensar como será vê-las a andar de bicicleta, bem ou mal, mas à vontade delas e sem medos, eis que, por causa do calor, o rádio do carro começa a manifestar problemas e cala-se. E, lá de trás, nas suas calmas e com toda a naturalidade, diz uma piolha "olha, mãe, o rádio do carro f*deu-se".
E, nós, apanhados de surpresa, com o marido quase engasgado, lá tive eu de lhe dizer que aquilo é um palavrão muito feio e não se deve dizer. Que percebi a ideia mas é melhor e mais educado usar outra palavra, como "estragou-se", por exemplo...
 
E, pronto, é assim, sem um momento de sossego e com a linguagem em pleno desenvolvimento. E, honestamente, prefiro assim. As piolhas já foram crianças não-verbais. Usou uma palavra que ouviu algures e aplicou-a em contexto. Pontos para ela. 
 
 
 

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publicado às 15:12

Constatações...

por t2para4, em 05.07.17

No caminho de casa, encontramos o irmão do G., um menino do mesmo ano que as piolhas e que está no ATL com elas desde sempre (o G. tem autismo clássico infantil e é não-verbal), a atravessar na passadeira. Digo-lhes quem é e elas perguntam se ele também tem autismo. E eu respondo que sim, mas menos grave do que o do irmão pois ele já é moço para uns 20 anos e é independente e leva uma vida relativamente autónoma. Perguntam-me elas se o autismo delas é como o do irmão do G. 

Não é. É aquilo que na gíria se chama "autismo leve" (e que leva muitas pessoas a acharem, erradamente que, por ser leve, pode-se cortar com tudo e mais alguma coisa porque já se desenrascam). 

Expliquei-lhes, então, que o autismo delas é bem mais leve do que o do irmão do G. e que olhando para ele, fico de coração cheio pois sei que também elas serão indivíduos autónomos, que terão uma vida independente e que poderão ter um futuro que há uns anos parecia impensável.

E lá lhes dizia eu que acreditava que elas teriam uma vida semelhante à minha: teriam uma profissão, carta de condução, poderiam fazer um empréstimo e comprar casa ou carro, poderiam casar e constituir família...

"- Mas eu não quero casar!"

Não faz mal, filhota, podes viver com o teu amor, sem precisares de casar.

"-Mas eu também não quero casar. Nem quero ter um namorado. Eu tenho namorados que são amigos."

 

E é assim que deve ser. "Namorados que são amigos".

Tenho umas filhas muito à frente. 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 17:31

Momento ahhhhhh das piolhas #13

por t2para4, em 30.04.17

Fomos almoçar e passear com uns amigos do Norte. Tinha estacionado o carro num local central onde pudessemos todos nos encontrar facilmente. Dali seguiríamos para outro lado e estavamos a decidir, de entre as crianças, quem iria com quem. 

As piolhas, como habitualmente, andavam comigo, já havíamos decidido quem viria connosco, no nosso carro, e estava já eu pronta para dar a indicação do costume "entrar, sentar e pôr o cinto" quando uma delas pede algo que não ouvi bem (se calhar, o meu sistema optou por não ouvir) e pedi para repetir. Dizia ela, pois então:

"Mãe, posso ser eu a levar o carro?"

Ora, se estávamos todos a decidir quem tinha idade ou altura para ir no banco da frente e, se afinal, uma das amiguinhas com 10 anos (mas assim 10 anos a chutar para aspeto de 13) podia ir à frente, por que razão não podia ser ela a conduzir? 

 

(Memo to myself: nunca mais (tipo nunca mais mesmo!!!) dizer, quando as piolhas estão fartas de algum lado e querem vir para casa, "toma lá a chave do carro e vai andando". Qualquer dia a meu sarcasmo irónico pode ser tomado à letra, não vá esta oportunidade de conduzir antes do tempo escapar.)

 

 

 

 

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publicado às 19:20

Tagarelice #54

por t2para4, em 25.04.17

A acabar de chegar a casa (e ainda bem, já perceberão porquê), numa tentativa de discussão com o pai, uma das piolhas acaba a defesa do seu ponto de vista com um gesto e uma expressão (agora estão a tentar usar expressões idiomáticas e provérbios mas ainda falham os contextos e parecem definitivamente o Sheldon - Teoria do Big Bang):

"Estou em olho de ti", dizia isto com uma vozinha de menina a tentar estar séria e mexia os dois dedos dos olhos dela para os olhos do pai e repetia a frase "Estou em olho de ti".

 

Foi de rir até às lágrimas porque foi inesperado, foi contextualizado e foi muito bem apanhado, mesmo com as preposições trocadas. Depois de atinar com "Estou de olho em ti" e ter aperfeiçoado o gesto (ela faz aquuilo de uma maneira tão gira com os dedos que parece diferente), passou a ser a nossa mais recente private joke quando queremos chamar a atenção uns dos outros cá pelo t2.

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 20:49

Era suposto...

por t2para4, em 18.10.16

... estar a trabalhar, por estas horas; afinal, para a semana começam as fichas de avaliação e elas ainda só estão elaboradas na minha cabeça (e ainda tenho de fazer as dos alunos com NEE, devidamente adequadas com as indicações dos seus PEI e dificuldades que noto na sala de aula).

... estar a reler o material necessário para a reunião (longuíssima) de logo.

... estar a tentar adiantar o máximo de trabalho possível, não só para a escola mas também para as minhas outras aulas.

... estar a preparar as aulas da próxima semana.

 

Mas...

Estou de volta disto: http://www.hanen.org/Programs/For-Parents/TalkAbility.aspx   

O talkability é, muito básica e sucintamente, um programa com um conjunto de estratégias que poderão ser utilizadas em crianças verbais com PEA. 

Estamos numa fase má no que diz respeito à fala e à comunicação. As piolhas são crianças com autismo mas verbais e, de um modo geral, por serem verbais, muitas vezes, há a tendência para se esquecer que têm muitas dificuldades. Falar não é apenas produzir sons ou dizer palavras e frases de forma aleatória; é muito mais complexo do que isso. Falar é comunicar. E é aqui que reside uma das principais áreas problema do autismo.

 

Temos notado um crescendo de dificuldades a nível da expressão comunicativa com sentido, com um objetivo. Falar espontaneamente de forma organizada e colocar os pensamentos em forma verbal tem sido um grande desafio para as piolhas. Assim, depois de pedir ajuda ao nosso terapeuta do coração (a pessoa que pôs as piolhas a falar sem ser só por ecolália), foi-me recomendado que visse este programa para começar, desde já, a ter algumas ideias sobre o que fazer para reforçar a terapia da fala que terão na escola mas que, numa única hora semanal e a tentar conciliar tudo com as aprendizagens académicas, é claramente insuficiente para aquilo que eu pretendo, acima de tudo: a utilização prática na vida lá fora, na vida real, nas situações do dia a dia - sem a necessidade da minha tradução.

 

É algo do género que se pretende auxiliar e desenvolver, tentando, de uma forma ou de outra, nesta fase mais embrulhada, promover um discurso mais coerente e uma maior organização de ideias que se querem transmitir.

 

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Apenas uma hora de terapia na escola, para já, ainda que nos ajude quase milagrosamente, não chega... Não concordo com a ideia que mais é melhor mas, neste momento, e dado o enfoque na articulação com os conteúdos a veicular, não há outra hipótese. A escola é importante mas um dia acaba e nós pais também... Eu quero que elas tenham as ferramentas necessárias para uma vida ativa e independente no futuro, que consigam comunicar o que pensam e sentem, sem dificuldades de maior e, principalmente, que aprendam a lidar com a frustração se não conseguirem fazê-lo. Esta é uma das coisas que mais me preocupa agora: a frustração que pode advir da incapacidade ou dificuldade em conseguir transmitir algo...

 

Por isso, de momento, estuda-se um pouco de terapia da fala e deixa-se acumular outro tipo de serviço para outras alturas... Além de que, honestamente, não estou com muita cabeça para me dedicar com a devida atenção a burocracias e trabalhos... Ainda tenho tempo útil (e muitas horas noturnas a aproveitar - haja café e iluminação artificial). Agora, tenho um coração apertadinho e a cabeça focada noutra onda...

 

 

 

 

 

 

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publicado às 11:34

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