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É só um dia perfeitamente comum

por t2para4, em 08.05.18

Só que não. O mais preocupante é que acabo por ter alguns - demasiados - dias assim...

Como expliquei no facebook do blog, o mundo acabou por volta das 6h10, altura em que acordei as piolhas porque precisávamos de ir à estação de comboios no centro de Coimbra. Foi uma tragédia em 3 atos que terminou comigo a tocá-las para se mexerem ou ficavam em casa (estou para me rir no dia em que se atreverem a fazer-me cumprir esta ameaça em específico...).

Portanto, em jeitos de agenda:

 

6h10 - toque de alvorada, pequenos-almoços, vestir, não há tempo para ver TV hoje, mexam-se, depois voltamos a casa para tratar dos lanches (merd@, esqueci-me de tirar pão para descongelar, tiro já e logo estará bom).

6h45 - saída de casa, não quero barulho nas escadas que os vizinhos estão todos a dormir, shhhhh, vocês não ouviram o que eu disse - em sussurro ralhante

6h50 - bora lá buscar a tia, têm os cintos?

7h20 - chegada à estação dos combóios, olha tantos estudantes parecem estar bem mas podem estar a destilar mas pelo menos podres de bebedos não estão e não há ninguém a vomitar, posso ir aqui pela Beira-Rio, vou estacionar aqui e escuso de ir à rotunda das bombas lá à frente, tiro a mala da tia do carro, despedidas, liga quando chegares e tu também, vai com cuidado.

7h30 - viagem de regresso com conversa interessante sobre as festas académicas de Coimbra, os cursos não terminados do pai (que afinal até está em melhor situação laboral do que a mãe licenciada), um dia podem usar as nossas capas, querem ir a um cortejo da Queima das Fitas, explica tudo com pormenores e lá combinamos que para o ano vaos à Queima de pastas com fitas e capas

7h55 - voltamos a casa, tomamos um café forte, preparamos os lanches, não há tempo para ver TV, desliga isso, quem te mandou ligar a TV, onde está o teu casaco, onde estão as carteiras com os telemóveis e os cartões, arrumem os lanches na mochila, querem levar os resumos de ciências?

8h20 - vamos de carro para a escola porque assim já sigo para o trabalho, ó bolas, esqueci-me do portefólio no meu 2º trabalho, têm o cinto? tenho de lá ir buscar o raio do portefólio, portem-se bem, juízo, leiam as perguntas com atenção, peçam ajuda à professora se não perceberem tudo, bejinhos, até logo, sou eu que vos venho buscar.

8h30 - tenho uns trocos, vou ali para um pastel de nata e um sumo de laranja natural, bolas, que estou elétrica.

8h45 - raios, afinal o portefólio não está aqui, tenho de voltar a casa, está na outra pasta de certeza, ligo ao marido e siga viagem

9h15 - chego à escola, verifico correio, sou informada de que vamos mudar de sala por causa das provas de aferição, não posso passar para o edifício habitual, espero pelas funcionárias, tenho de cumprir esta planificação, para a semana há ficha, ó sorte que ainda não as comecei, talvez as do ano passado possam servir de base.

9h30 - começa a aula na sala de educação visual e tecnológica com um quadro diminuto e muito alto até para mim e mais de metade dos alunos deixou os livros e cadernos na outra sala para onde não podemos ir por causa das provas de aferição, inventa material com truque de magia, faz revisões e é uma das melhores aulas dos últimos meses mesmo sem condições

10h25 - como usurpámos aquela sala vem aí outra turma e saímos mais cedo, bora lanchar, que fome, quero um café bem forte se faz favor, raios, esqueci-me do cartão, vejo o que se passa no facebook, a rede está lenta, pronto vejo em casa, vou buscar folhas brancas para a turma seguinte, respondo aos sms de uma colega e combinamos um café para amanhã, uma colega mostra-me um vídeo a parodiar "Amor para a vida toda" com refrão "Mas tu vais viver aqui em casa a vida toda?" e é de dar gargalhadas.

10h30 - próximo round, todos têm material, vamos fazer revisões e construir este booklet sobre as vossas preferências, estamos na sala de música e vejo trabalhos com materiais iguais aos das piolhas e ocorre-me que elas não construíram uma orquestra mas só colaram as figuras, falta aqui uma bateria, que sala tão fixe, que turma fantástica podiam ser todas assim, façam fila, não quero barulho no corredor porque há aulas.

12h - de volta a casa no carro, vou fazer rancho para o jantar de hoje + marmita de amanhã + almoço das piolhas que amanhã almoçam em casa, boa ideia, ainda tenho de fazer sopa, tenho umas sobras de ontem vai ser esse o meu almoço, tenho de me lembrar de levar os rojões que estão na arca.

12h30 - que fome, vou ler umas páginas do "Moby Dick" enquanto almoço. 

12h45 - toca de adiantar o jantar, bolas, esqueci-me dos rojões, toca de os ir buscar, agora faltam cebolas, ai o caneco, vou deixar isto orientado e sair a pé para ir buscar as cebolas ali ao lado.

13h15 - levo cebolas, umas velas e uns morangos, olá a meia dúzia de pessoas conhecidas, estamos todos ao mesmo na hora de almoço, até logo

13h40 - pronto, tudo orientado para logo, arrumo louça, lavo banca, máquina da roupa ainda pode levar a roupa de hoje antes de lavar, tenho de ir marcar as páginas e exercícios de matemática para as piolhas fazerem, não me posso esquecer do meu lanche da tarde, preparo a minha pasta para as aulas da tarde no meu outro local de trabalho, vejo emails, dou um salto ao facebook e vejo a notícia da calculadora para a reforma e não quero ficar deprimida mas descubro que uma atividade principal + recibos verdes passam a contar na totalidade para valor de subsidio de desemprego, esperemos que não seja necessário mas são boas notícias. 

14h15 - tanta roupa para dobrar, deixa cá tratar disto enquanto vejo uma série "Timeless", ok, está fixe e é curtinha ocmo convém hoje, será que já siau um The BlackList?, tudo dobrado.

14h50 - preciso de um café, vou preparar-me para buscar as piolhas, já volto a casa para as deixar e levar as minhas tralhas.

15h05 - na escola à espera, não estou mal estacionada, ai que elas nunca mais saem e eu com o tempo contado, olá como foi o dia, correu tudo bem?, o teste era fácil? Fizeram as perguntas todas? Têm o cinto?, vamos para casa, façam os exercícios marcados, amanhã têm uma folga mas hoje precisam de rever aquilo, o pai ajuda, tablet só no horário e não quero batotas

15h28 - porra, já vou chegar atrasada, bolas esqueci-me do lanche, que se lixe, são só duas horas.

15h33 - 17h55 - vira para um lado, vira para o outro ajuda aqui e ajuda ali, escreve este texto e compõe aquele, que sai no teu teste?, liga o computador, agora empancou e não se liga à rede, é só um minuto, já está, vamos analisar este vídeo clip, então, até para a semana, see you, olha a minha vida soube agora que há reunião extraordinária e não sei se consigo ir porque tenho aulas sobrepostas, eu depois mando email com os documentos pedidos, tenho de cortar o cabelo (só as pontas!!) é melhor marcar já para esta semana senão só para o ano.

18h - Quico, Silvestre, comidinha, andem vamos, ó coisas boas, seus gôdos malucos, ronrom para ti também.

18h15 - Ainda tenho mais um assunto para tratar no centro, espero arranjar estacionamento logo lá. Ufa, fixe, está um bocado saído de traseira, não demoro nada, já está, bora para casa, bolas, a biblioteca já fechou e eu não renovei a requisição, deixo cartão com o marido e amanhã ele trata disso.

18h25 - que frio é este, primavera bipolar, olá família, estão bons? Fizeram os exercícios todos, uau! Estou muito orgulhosa, vejo emails, olha que máximo descubro uma série de exercícios rápidos no Pintrest, é o ideal para mim que ando sempre a correr mas precisava de voltar à atividade fisica, vou imprimir e começo já na 5ª feira, envio documentos, faço contas a pagamentos, atualizo grelhas, preparo mala para dia seguinte antes que me esqueça de mais coisas, toca a ir preparar as mochilas, raios amanhã há ed física tenho de ir preparar o saco, deixem lá corrigir o trabalho feito, muito bem, vão buscar a ficha formativa para estudar um pouco, onde está a mochila que precisa da alça cosida?, toca de ir buscar a caixa da costura e coser.

19h15 - porra que já me atrasei com isto, vou para a cozinha, ligo placa e começo a cozinhar, arrumo outra louça, tenho de ir buscar mais vinho branco a casa dos meus pais, conversa para aqui e para ali, começa este post.

20h - jantar na mesa, lavar as mãos e acabar de pôr a mesa, não enchas já o bandulho de água, usa a faca, junta a comida no meio do prato, senta-te em frente ao prato, diz o marido parem de gritar, parece uma casa de malucos, come devagar, pára de beber água, é para comer o grão todo, separo a refeição para o dia seguinte, arrumo louça na máquina, não cabe toda que se lixe, programo máquina para lavar no bi-horário, tenho de tirar pão para o lanche de amanhã

20h50 - continuo o post, vou ajudar as piolhas a lavar o cabelo e a secar, preparar o bendito saco de ed física e roupas para amanhã, que tempo faz, raio de coisa, talvez umas camisolas desportivas e umas gangas e sapatilhas, programo a máquina da roupa para o bi-horário, tiro o pão para os lanches de amanhã, arrumo a mesa, lavo a banca e a placa.

21h15 - trato dos cabelos das piolhas, arrumo mais umas coisitas que estão fora de sítio, preparo o que vou vestir amanhã

21h30 - vá, toca a lavar dentes e ir para a cama, ok, pode ser no fim do Scooby Doo, como já lavaste os dentes em 30 segundos?, volta a escová-los, não quero fitas, aconchego cobertores, beijinhos, ate amanhã, sweet dreams sleep well

21h50 - escolho a roupa para amanhã, vou tomar um banho, estou cheia de comichão até no corpo, malvadas alergias, ocorre-me será que tenho piolhos, deixa cá ver se anda aqui alguma coisa, ufa que alívio, só sugestão, raio de praga, até ia ver um bocado de TV, deixa ver se tenho emails antes, e ler era fixe, não sei se aguento, estou tão cansada, eu fico aqui sentada a decidir.

22h15 - que se lixe, vou para a cama, amanhã faço o resto, bolas, entro cedo, talvez leve já as piolhas, logo vejo, vou entrar em coma.

 

 

 

 

 

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publicado às 22:16

Quase... Mas não chega.

por t2para4, em 23.04.18

As opções - e os princípios -, às vezes, não seguem a estrada que deveriam seguir.

Mais uma vez, e desta vez já quase a sentir o mar nos pés, vou morrer na praia. Por optar estar com as piolhas e acompanhá-las no seu pleno e não poder trabalhar a tempo inteiro, fui - sou! - penalizada e não posso concorrer ao concurso extraordinário de professores para vincular. Parte de mim deprimiu e esmoreceu ainda mais um bocadinho quando tive de escolher "Não" - não serei opositora ao concurso extraordinário de vinculação. Porque o último ano em que reúno os tais 365 dias necessários para vincular foram já há 7 anos. No ano seguinte fiquei desempregada e os seguintes - até este preciso momento - têm sido sempre horários incompletos. Em parte, por opção porque, de facto, até me dá jeito ter um horário que me permita decalcar o das piolhas e estar sempre disponível para elas -, mas também em parte porque não consigo horários completos. Porquê? Porque o meu leque de escolhas é muito diminuto. Por opção. Pelo bem das piolhas. 

Fora da escola, em conjugação como freelancer, consigo o tal horário completo mas só um décimo desse horário me dá tempo de serviço vital para poder concorrer ao concurso nacional de professores. Porque, apesar de tudo, adoro mesmo o que faço e não consigo visualizar-me a fazer outra qualquer coisa.

 

Neste país, neste momento, sinto que fui penalizada por ter optado pelas minhas filhas e por as pôr sempre em primeiro lugar; sinto que fui penalizada por ter optado acompanhá-las numa luta inglória, injusta e desmesurada contra o autismo que nos entrou pela porta dentro sem pedir licença; sinto que fui penalizada por nunca ter parado de trabalhar mas por apenas ter uns quantos anos de serviço que ainda não enchem as duas mãos embora desconte desde 2003. 

 

Mas, como já me habituei a ver o copo meio cheio, serei contratada com todo o gosto. Sei que, mesmo sabendo que vou perder o meu lugar na escola onde estou agora pelo 2º ano consecutivo, haverá algures na área geográfica que escolho, um horário para mim, num dos meus vários grupos de recrutamento. E pode ser incompleto e/ou temporário que eu cá me arranjo. Porque, independentemente da praia que o MEC possa arranjar, eu posso não chegar ao mar mas ainda o consigo ver e cheirar. As minhas filhas primeiro, o resto depois.

 

 

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publicado às 21:19

Ora, vamos lá, então.

por t2para4, em 04.09.16

Como se dizia há uns anos, "amanhã é dia de pica o boi".

Os últimos dias foram de preparação de materiais, compras, reposição de stocks de café e chá preto (vá, e águas, pão, iogurtes, frutas - todas aquelas coisas necessárias para lanches - das crianças e da mãe), escolha de lancheiras (incluindo para mim), seleção de manuais para minha consulta, organização de pastas, etc. E verificação de roupas e calçado e chapeus e afins. 

 

As piolhas estão num misto de emoções. Se, por um lado, estão desejosas de voltar à escola para estarem com os colegas e começar a corrigir os trabalhos e usar os novos materiais, por outro lado, desesperam por causa do tempo de férias que está a acabar e querem mais, pois claro. Tal como eu, são miúdas que se dão bem com a boa vida pois claro.

 

Portanto, lá começamos, devagarinho, a entrar em rotinas, ainda que custe um pouquinho nos primeiros dias. Depois, as coisas encarreiram-se e tudo se torna mais simples. Não ajuda muito à planificação mental de regresso ainda estarem temperaturas estivais e noites super agradáveis mas aproveitam-se estes momentos de outra forma, afinal ainda vamos manter os fins de semana livres. E, como não somos o Phineas nem o Ferb, cujos 104 dias de férias parecem mais 366 dias de férias, 'bora lá entrar no ritmo e voltar ao trabalho. Vai correr bem ;)

 

 

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publicado às 22:41

Confia, vai correr bem

por t2para4, em 01.09.16

Deixei-me de resoluções, quer sejam em setembro quer em janeiro. Este ano tem vindo a surpreender-me em tantos tantos tantos aspetos, desde janeiro e nem sempre pelas melhores razões, que é quase impossível cumprir uma resolução planeada. O que não é impossível, bem pelo contrário, é mantermo-nos fieis a nós mesmos, esperar, acreditar e confiar. Porque great things happen to those who wait.

 

Estou feliz. Ao fim de 5 anos, apesar das contrapartidas, consegui alcançar uma estabilidade profissional - ainda que temporária - que já não conhecia. E, como peças de uma engrenagem onde se veem as rodas dentadas a encaixar na perfeição e a colocar o mecanismo em funcionamento, sinto que as coisas seguem essa via: as piolhas estão numa fase de maturidade e adaptação que já me permitem poder arriscar algo um pouquinho maior. Que é benéfico para todos. E elas percebem que é bom para todos e não se coibem de dizer "a mãe trabalha numa escola nova". 

 

Nunca escondi nem alterei as minhas decisões e opções desde o momento em que decidi constituir família. Não faz sentido nenhum para mim concorrer a nível nacional e estar separada das minhas filhas e do meu marido. Não coloco a carreira acima da família. Da mesma forma que respeito quem o faz, gostaria e agradeceria que também respeitassem as minhas decisões e opções - foram muito bem pensadas, muito ponderadas, implicaram grandes adaptações da nossa parte.

As únicas malas que quero fazer são para viajar - e em família! Não quero ter que pagar a minha casa - que comprei - e mais uma alugada e juntar despesas de combustivel a algo já complicado. Não quero perder os momentos de crescimento das piolhas - mesmo aqueles momentos em que me dizem "és uma chata! Ainda ontem arrumei os brinquedos que estavam no chão"-, quero continuar a acompanhá-las na realização dos TPC e de trabalhos extra - que, muitas vezes, implicam viagens de estudo aos locais em questão para recolher informação in loco -, quero estar totalmente disponível (de mente e de horário) para uma consulta de autismo ou uma reunião fora de horas com os terapeutas , quero jantar com elas o máximo de vezes que conseguir. Quero ser eu a aconchegar-lhes os lençóis quando já dormem, antes de eu ir deitar-me. Para mim, A prioridade é a família. Há quem lhe chame comodismo e "não sair da zona de conforto". Eu não tenho um nome para o que escolhi. Sim, sujeito-me às regras e ao que existe e ao que sobra. E trabalho muito, esforço-me muito.

 

Não sou menos profissional por concorrer a uma área geográfica menor, não sou menos professora por aceitar que há a possibilidade de não conseguir colocação numa fase inicial, não sou menos docente por lecionar atividades de enriquecimento curricular, não sou menos professora por aceitar um horário reduzido (ou por me sujeitar a horários incompletos, como já fui acusada, vá-se lá saber o intuito de uma acusação destas), não sou menos mãe por ter que conjugar um horário reduzido com uma atividade extra, não sou menos eu por fazer o que faço.

 

Somos o resultado das escolhas que fazemos, não é o que dizem? Pois eu digo que sou muito feliz assim. E que há muito tempo que não sabia o que era chorar de alegria, sentir as costelas doer com a emoção, esquecer o nosso nome completo quando vemos a concretização de uma esperança. Andei sempre otimista - ansiosa a ponto de ter o cabelo a cair furiosamente, mas otimista - e confiei. Não sei bem em quê ou em quem, apenas, confiei. E correu muito bem. E, por isso, estou imensamente grata, não sei bem a quê ou a quem, mas imensamente grata. 

Porque, bem vistas as coisas, a felicidade é isto:

 

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Sou feliz porque, por opção, consigo conjugar família e trabalho; sou feliz porque faço o que gosto.

 

 

 

 

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publicado às 22:19

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